Adamantina completa nesta segunda-feira (13), 67 anos de emancipação político-administrativa. O município, que em 1955 recebeu diploma concedido pelo então presidente da República, João Café Filho, por estar entre os cinco mais progressistas do país, hoje tenta traçar um novo projeto para o futuro.

Futuro este que começa a ser definido com articulações políticas para as eleições deste ano. Se por um lado existe a definição de um pré-candidato, por outro a notícia publicada na última edição do IMPACTO da formação de um ‘grupão’ de oposição ao DEM esquentou os bastidores da política adamantinense.

Enquanto o DEM tenta pregar a união dos partidos, o vereador Hélio José dos Santos (PR) diz que “unanimidade imposta não é democracia”. E, o líder da REDE, vereador Luiz Carlos Galvão, dispara: “oficialmente, ‘grupão’ não existe, mas nova alternativa deve surgir”.

Já a presidente do PV, Elisabeth Gomes Meirelles, pondera afirmando que é cedo para o partido se posicionar sobre qualquer tipo de coligação.

Nos 67 anos, sobram reclamações por parte dos adamantinenses em todos os setores do município, seja por falta de infraestrutura urbana adequada, como buracos espalhados pela cidade, ou serviços essenciais prestados de forma questionadora.

A população espera que, ao invés das articulações dominarem o dia a dia dos políticos, os mesmos trabalhem para um novo horizonte de nossa cidade!