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segunda-feira, 26 janeiro, 2026

Tupã inicia vacinação contra a dengue em crianças de 10 a 14 anos

Primeiro lote de imunizantes já está disponível nos postos de saúde do município

Foto: Divulgação/Prefeitura de Tupã

A Rede Municipal de Saúde de Tupã recebeu o primeiro lote de vacinas contra a dengue e já deu início à imunização da população. Nesta primeira etapa, a vacinação é destinada a crianças e adolescentes com idades entre 10 e 14 anos, faixa etária considerada mais suscetível aos efeitos da doença, conforme estudos do Ministério da Saúde. Pais ou responsáveis já podem procurar as unidades de saúde para garantir a aplicação do imunizante.

Segundo o prefeito Renan Pontelli, as vacinas foram recebidas por meio de parceria com o Governo do Estado e representam apenas o início do processo de imunização no município. “Esta é apenas a primeira etapa. Em pouco tempo, vai ser possível imunizar toda a população contra a dengue”, afirmou. O chefe do Executivo também destacou que, graças à combinação de ações preventivas da Prefeitura e à colaboração dos moradores, Tupã ainda não registrou nenhum caso da doença neste ano.

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Pontelli ressaltou ainda que as ações de combate ao mosquito transmissor continuarão de forma intensiva. “As ações de limpeza terão sequência, incluindo a roçada de terrenos e a entrada em residências abandonadas com ordem judicial. Mas é fundamental que a população colabore. Somente assim vamos eliminar definitivamente os casos de dengue em Tupã”, convocou.

ESQUEMA VACINAL 

De acordo com o Ministério da Saúde, o esquema vacinal contra a dengue é composto por duas doses, com intervalo de 90 dias entre elas. Para a vacinação, pais ou responsáveis devem levar a criança ou o adolescente até a unidade de saúde mais próxima, apresentando documento de identidade, caderneta de vacinação e comprovante de residência ou escolar.

Ainda conforme a orientação do Ministério da Saúde, crianças e adolescentes que tenham sido diagnosticados com dengue devem aguardar seis meses para iniciar a vacinação. Caso a infecção ocorra após a aplicação da primeira dose, a segunda deve ser mantida conforme o calendário, respeitando um intervalo mínimo de 30 dias entre a doença e a aplicação da segunda dose.

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