Falar sobre envelhecimento é, antes de tudo, falar sobre respeito, ciência e, principalmente, cuidado. Em um mundo onde a população idosa cresce em ritmo acelerado, pensar na qualidade de vida na terceira idade deixou de ser apenas uma pauta familiar e passou a ser uma questão social — e é nesse cenário que a Geriatria ganha um papel de destaque.
O Dr. Alessandro Ferrari Jacinto é um nome de referência quando o assunto é envelhecer com dignidade. Médico há 27 anos e geriatra há 24, sua carreira é marcada por uma dedicação incansável à saúde dos idosos. Formado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Alessandro construiu uma trajetória sólida e respeitada. Além da residência médica em Geriatria e Gerontologia pela mesma instituição, ele é também doutor pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutor pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp) — onde segue atuando como orientador de mestrado e doutorado.

Mas sua atuação vai muito além da academia. Ele esteve à frente do Setor de Geriatria do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista, foi docente e pesquisador em instituições renomadas como a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Unifesp, e hoje é professor permanente dos cursos de Medicina do Centro Universitário de Adamantina (FAI) e das Faculdades de Dracena (Unifadra). Recentemente foi eleito como docente doutor no Conselho Universitário (CONSU) da FAI, reforçando seu comprometimento com a educação e a gestão acadêmica.
O foco de sua prática clínica e acadêmica está no processo de envelhecimento — da prevenção ao tratamento de doenças que afetam essa fase da vida. Um dos temas que mais recebem sua atenção é a demência, condição cada vez mais comum entre os idosos e que exige um olhar atento, não apenas ao paciente, mas também a quem o acompanha: os cuidadores.
Entendendo essa realidade, o Dr. Alessandro idealizou e coordena o Grupo de Apoio a Cuidadores de Idosos com Demência, uma parceria entre a Pró-Reitoria de Extensão (PROEXT) da FAI e a Prefeitura de Adamantina. O projeto oferece acolhimento, informação e suporte a familiares e cuidadores, ajudando-os a enfrentar os desafios emocionais, físicos e sociais que surgem com o avanço da doença.
Com consultórios nas cidades de Adamantina e Dracena, ele alia conhecimento científico e empatia para oferecer um atendimento humano e altamente qualificado. Sua experiência como pesquisador e educador se reflete em uma abordagem diferenciada, baseada em evidências, mas sem deixar de lado o calor humano — algo essencial para quem escolheu cuidar de quem já cuidou um dia.
Para os jovens que enxergam a medicina como vocação ou que simplesmente querem entender mais sobre as necessidades da população idosa, histórias como a do Dr. Alessandro mostram que é possível unir ciência, compromisso social e paixão pela profissão. E, sobretudo, mostram que envelhecer pode — e deve — ser um processo vivido com dignidade, acolhimento e cuidado.











