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terça-feira, 10 março, 2026

Rumores do Armagedom

“E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras”. A frase é de Jesus, proferida por Ele no contexto do sermão escatológico, e registrada por Mateus, Marcos e Lucas em seus Evangelhos.

Refere-se a conflitos em curso e a outros que estejam na iminência de ocorrerem, inclusive como consequência ou desdobramento dos eventos em andamento.

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Entre os muitos conflitos ativos no mundo, em 2026, destacam-se as guerras Russia/Ucrânia e Israel/EUA x Irã. Isso sem contar a brutal violência diária que atinge a maioria das cidades.

A cada novo embate reforça a percepção de que não há paz efetiva no mundo, mas apenas tréguas entre guerras, ainda assim em clima de constante vigilância, à espera do próximo míssil a sobrevoar nossas cabeças.

Nessas circunstâncias, os rumores de que os atuais conflitos podem levar ao mais temido de todos — a batalha do Armagedom —, ganham destaques nas rodas e grupos de bate-papo.

A possibilidade, também, de que venham a utilizar armas nucleares, projeta um cenário sombrio e aterrador, posto que poderia representar a extinção  da humanidade!

Certos disso, os líderes das grandes potências se esforçam em reprimir a utilização dessas armas de destruição em massa, limitando-se ao uso de armas convencionais.

Dentro dessa estratégia militar, as nucleares se reservam como armas de dissuasão, destinadas, “a priori”, a inibir o próprio uso por parte das nações detentoras dessa tecnologia, ante a real possibilidade de “destruição mútua assegurada”, no caso de emprego simultâneo.

Contudo, não há indícios proféticos de que a humanidade venha a utilizar armas nucleares nos conflitos presentes e futuros ao ponto do autoextermínio. Os escritos sagrados apontam para a existência de pessoas até o fim dos tempos, sendo grande parte delas sobrevivente das catástrofes apocalípticas. Isso acende um facho de esperança e de fé no futuro da civilização global.

Nem mesmo na batalha do Armagedom se vislumbra, em conformidade com os profetas, a hipótese da utilização de armamento nuclear.

Na descrição que faz do referido conflito, o livro do Apocalipse destaca que ele ocorrerá na planície de Megido, também conhecida por vale de Jezreel ou do Esdraelom, no norte de Israel, na região ao sul do Mar da Galiléia (Ap. 16: 12-16). Trata-se de um local onde já foram travadas muitas batalhas épicas no passado. Ali ocorreu a vitória de Gideão contra os midianitas (Juízes, 7) e a morte do rei Saul em luta contra os filisteus (I Samuel, 31).

O relato específico da batalha do Armagedom em Ap. 19: 11-21, não deixa entrever a utilização de armas de destruição em massa, tampouco de natureza nuclear, em grau de extermínio, por parte dos exércitos envolvidos no conflito.

A arma mais poderosa em destaque na batalha, não é humana, mas sobrenatural, manejada pelo Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, consistente em uma espada afiada que sai da Sua própria boca. Não há artefato bélico no mundo (nem mesmo ogivas nucleares) capaz de se opor ao poderio dessa arma onipotente.

Todavia, ela será utilizada unicamente contra os que se opõe à justiça do Todo-Poderoso. Quem é do bem, ama e pratica a Justiça, nada deve temer, porquanto estará protegido por Aquele que tem o Universo sob seu absoluto controle.

Shalom!… Paz, harmonia, integridade, bem-estar, segurança e prosperidade é o que desejamos a todas as pessoas.

 

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