De aluno da FAI a professor na Unicamp: egresso da primeira turma de Engenharia Civil se destaca na carreira acadêmica e científica

Membro da turma de 2013, o engenheiro relembra o início de sua trajetória acadêmica em sua terra natal e fala sobre os desafios do trabalho na Unicamp

Formado na primeira turma do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário de Adamantina – FAI, no período de 2013 a 2016, o adamantinense Rodrigo Garozi da Silva, de 31 anos, trilhou um caminho de excelência que o levou a um dos espaços acadêmicos mais respeitados do país. Hoje, o ex-aluno ocupa o cargo de professor e pesquisador na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Aprovado em concurso público, Rodrigo atua na Faculdade de Engenharia Agrícola (FEAGRI) da instituição campineira. Lá, seu trabalho diário se concentra na área de materiais e estruturas, ministrando disciplinas focadas em materiais de construção, barragens e estradas de terra.

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A escolha pela vida acadêmica se deu logo após a colação de grau na FAI. Desde então, o engenheiro não parou mais de estudar: concluiu o mestrado e, na sequência, o doutorado pela Unesp de Ilha Solteira, construindo uma base sólida para a docência.

“Basicamente, meu trabalho aqui na Unicamp é atuar em ensino, pesquisa e extensão, de maneira a formar bons profissionais, produzir conhecimento através de pesquisas e contribuir para uma sociedade melhor, entendendo os problemas que nos cercam”, explica o professor.

Rodrigo Garozi da Silva, formado na primeira turma do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário de Adamantina – FAI | Foto: Arquivo pessoal

A IMPORTÂNCIA DA BASE ACADÊMICA

Ao revisitar sua trajetória, Rodrigo destaca o papel fundamental que o Centro Universitário de Adamantina teve em sua construção profissional. Segundo ele, o corpo docente da instituição foi o grande catalisador de sua vocação. “Para mim, a FAI foi de grande importância pelos professores que tive, pois me ajudaram a desenvolver minhas habilidades para que eu pudesse progredir profissionalmente”.

Mais do que um projeto de extensão isolado ou um estágio específico, o egresso avalia que o verdadeiro diferencial de sua graduação esteve no fator humano e no ambiente colaborativo. O sucesso, de acordo com o pesquisador, é resultado de uma construção diária. “O mais importante foram as pessoas: colegas e professores que nos apresentaram oportunidades, que nos acompanharam em estágios e que nos orientaram em pesquisas, ideias e projetos. Esse conjunto de fatores foi determinante”, avalia.

Fazer parte da história de um curso que tem entregado talentos para o mercado nacional tem um sabor especial para o pesquisador, que possui raízes profundas no município. “É muito gratificante ter sido aluno da Engenharia Civil da FAI. Sou adamantinense, nascido e criado nessa cidade pela qual tenho um grande carinho. Portanto, a FAI representa minha formação, minha cidade, e tenho muito orgulho disso”, afirma.

Para os universitários que acabam de ingressar na FAI e sonham em construir uma carreira bem-sucedida, seja no mercado corporativo ou no meio acadêmico, Rodrigo deixa um conselho valioso centrado na paciência e no esforço contínuo.

“Meu conselho é que estudem… e estudem muito! Aproveitem essa fase de graduação ao máximo que puderem e extraiam o máximo de conhecimento dos professores. Não pulem etapas, pois um bom profissional se constrói com tempo, humildade e dedicação. Tudo tem seu tempo”, orienta. “E acima de tudo, acredite em seus sonhos. Se você acreditar e trabalhar para isso, você chega onde quiser”.

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