Adamantina tenta parceria com governo paulista para reformar EMEI interditada

Com atividades suspensas preventivamente, EMEI Pequeno Príncipe necessita de nova tubulação; estudantes já assistem a aulas em três unidades municipais

O prefeito de Adamantina, José Carlos Martins Tiveron, reuniu-se na terça-feira (9) com representantes do governo estadual, em São Paulo, para buscar recursos financeiros destinados à EMEI Pequeno Príncipe. A escola está com as atividades suspensas preventivamente desde o fim de maio.

No encontro, Tiveron e o secretário municipal de Gabinete e Planejamento, Wilson Alcântara, apresentaram a situação ao secretário de Estado de Governo e Relações Institucionais, Roberto Ribeiro Carneiro. O objetivo do município é conseguir apoio estadual para viabilizar as obras necessárias no menor prazo possível. A agenda também contou com a presença de prefeitos da região, da deputada estadual Edna Macedo e de assessores do governo.

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CONTEXTO

O prédio da EMEI Pequeno Príncipe, localizado na rua Joaquim Nabuco, precisa de intervenções devido ao sistema de drenagem de águas pluviais que passa sob o local. O projeto da administração municipal prevê a implantação de uma nova rede no trecho, com a substituição da tubulação atual, que possui cerca de 80 centímetros, por tubos de aproximadamente dois metros de diâmetro. A medida busca aumentar a vazão das águas e solucionar um antigo problema da região.

Segundo os dados da Secretaria Municipal de Planejamento, o investimento previsto para a nova rede de drenagem seria de aproximadamente R$ 1,5 milhão. Além disso, a reforma do prédio da unidade escolar está estimada em cerca de R$ 1 milhão.

O prefeito destacou que a prioridade da gestão é garantir a segurança das crianças e dos profissionais da educação. “Estamos mobilizando esforços junto ao Governo do Estado e demais parceiros para encontrar os caminhos necessários que permitam resolver essa situação com a maior agilidade possível e devolver tranquilidade às famílias”, disse Tiveron.

Enquanto a situação não é resolvida de forma definitiva, as atividades pedagógicas seguem em novos locais.

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