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Todos querem a prefeitura de Adamantina

Conheça os 12 pré-candidatos que almejam conquistar a chave do Paço Municipal

A disputa pelo comando de uma das cidades mais importantes da Nova Alta Paulista em 2016 promete ser acirrada. Se as eleições municipais fossem hoje, o eleitor de Adamantina provavelmente teria dificuldades em decorar o nome de todos os pré-candidatos que almejam conquistar a chave do Paço Municipal.

Com o fim do mandato do prefeito Ivo Santos (PSDB), a Prefeitura de Adamantina entra na mira dos 15 partidos existentes no município. Segundo levantamento feito pelo IMPACTO, apenas quatro (PP, PMDB, PTB E PSB) são prováveis aliados do atual chefe do Executivo. Embora as eleições de 2016 estejam razoavelmente distantes, as negociações já começaram nos bastidores os possíveis candidatos a prefeitura já estão dando as caras. Nomes já conhecidos no cenário político municipal e estreantes ao Executivo surgem como opções para encabeçar as chapas e disputar os votos dos mais de 27.626 mil eleitores de um dos maiores colégios eleitorais da Nova Alta Paulista.

Quem são os pré-candidatos?

O Partido Republicano (PR), por exemplo, tem dois nomes fortes para postular a cadeira do Executivo. São pré-candidatos o vereador Hélio José dos Santos e o professor da FAI Alfredo Peixoto Martins. Hélio é o atual presidente do partido. Em entrevista ao IMPACTO disse que hoje o PR hoje tem uma representatividade muito maior que legitima o partido a pensar numa candidatura majoritária nas próximas eleições. “Nosso partido nunca concorreu ao Executivo. Temos um projeto político de oferecer aos eleitores um nome para ser apreciado na Eleição de 2016”, afirma o presidente. Hélio também relatou que o PR tenta reatar com o PV e conversa com outros partidos como o PRB, PTB para uma possível coligação.

O Democatras (DEM), partido consolidado na cidade e com quatro vereadores da Câmara, possui três pré-candidatos no grupo. O Zé Roberto que fez um bom trabalho no último pleito, o ex-prefeito Kiko Micheloni (nome natural do partido). Prefeito por dois mandatos, Kiko já tem bases consolidadas na Cidade Joia.

A novidade é o nome da ex-primeira dama Ana Micheloni está bem cotada na cidade. Mas, as chances de êxito dependerá de várias articulações políticas. O presidente da legenda Aguinaldo Galvão revelou que o DEM irá entrar na disputa para vencer. “Queremos resgatar a moralidade na política adamantinense”, destaca. Para isso o partido pretende lançar nomes fortes e com pensamento em prol ao desenvolvimento da cidade.

O Partido Republicano Brasileiro (PRB), sigla liderado pelo empresário Ricardo Bentinho, também defende o lançamento de uma candidatura para enfrentar o prefeito Ivo Santos em 2016. Nas Eleições de 2014 se lançou como candidato a Deputado Federal pelo PRB.  Conquistou 21.205 votos em mais de 200 municípios. Devido à votação expressiva se tornou 1º suplente do partido à Câmara Federal. Em entrevista ao IMPACTO Bentinho disse que sempre teve o desejo de ser Prefeito de Adamantina e destacou que o partido pretende lançar candidatura própria para disputar a vaga ao Executivo.

O Partido Social Democrático (PSD), é um partido jovem, e por isso, aposta na bandeira de representar a juventude adamantinense. O pré-candidato do PSD é jovem Alexandre Pinto que trabalha no setor administrativo da FAI.  Marquinhos Lama, presidente da sigla, afirma que o PSD tem uma ligação política forte com o DEM, PPS e PMDB e já ocorreram alguns encontros com o objetivo de discutir alianças.

O Partido Progressista (PP), liderado por João Carlos Contiero é um dos partidos da base aliada do prefeito Ivo Santos. Em 2012 esteve ao lado do PSDB em prol a candidatura de Ivo Santos. Em entrevista ao IMPACTO, Contiero afirmou que o PP também irá lançar candidatura própria. “A direção do partido pensa grande. Nosso objetivo é unir forças para fazer a cidade crescer”, relata. Informou também que existem dois pré-candidatos dentro do partido, mas não revelou os nomes.

Desde que foi fundado na cidade, o Partido Popular Socialista (PPS) se fortaleceu ao longo dos anos. Conseguiu eleger vereadores, mas nunca um prefeito. O empresário Silvio Frizão, atual presidente da sigla, afirmou que é pré-candidato. “O PPS irá encabeçar um chapa para prefeito em 2016”, destaca. Frizão também afirmou ao IMPACTO que a parceria com o DEM deve continuar que está mantendo conversa com o PSD.

O Partido Verde (PV) tenta se recuperar da derrota de 2012. A coligação ‘Respeito e Participação Popular’ (PR / PSDC / PV), obteve 1.719 votos (8,49%), ficou em 4º lugar. Em entrevista ao IMPACTO, a professora Elisabeth Gomes Meirelles (candidata em 2012) e atual presidente da sigla, disse que o PV pretende lançar novamente um nome para disputar a cadeira de prefeito. Não informou quem é o pré-candidato, mas garantiu que não sairá candidata nas próximas eleições.

Quem também não descarta a possibilidade de ter um candidato nas próximas eleições é o Partido dos trabalhadores (PT). Em 2012, João Grandão, encabeçou a chapa e também foi derrotado. O partido obteve 1.968 dos votos, ficando em 3º lugar. O presidente da legenda, Cláudio Cícero Ferreira informou que o PT busca coligação para lançar candidatura própria.

Aliado ao PSDB em 2012, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) aposta no nome da ex-primeira dama Ana Rossi, esposa do ex-prefeito José Laércio Rossi é o nome mais cotado dentro do PSB para concorrer a vaga no Executivo. Claudemir Cobo, atual presidente da legenda, disse em entrevista ao IMPACTO que a pré-candidata tem experiência como gestora pública e realizou um excelente trabalho social em Adamantina. “Isso a credencia para ser candidata”, destaca Cobo.

O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), também busca protagonismo nas Eleições de 2016. Antônio Bazzo, atual presidente da sigla afirmou que o PTB vem com tudo nas próximas eleições e já tem seu pré-candidato: o professor da FAI Sérgio Genaro que se prepara para a disputa. “Nosso pré-candidato está fazendo curso de gestão pública para aprender mais sobre a área. Está preocupado em melhorar e se tornar um bom administrador”, revela o presidente. Antônio Bazzo foi contundente ao afirmar que o PTB é um dos partidos mais antigos do país e não compensa ficar apoiando os outros”, concluí.

O Partido Trabalhista Nacional (PTN), liderado pelo empresário José Aparecido Romão da Silva iniciou as articulações também visando às eleições municipais de 2016. Romão afirmou que o PTN irá trabalhar para formar um grupo forte e lançar candidatos ao Legislativo.

Celso Osmar Mastellini e Acácio Rocha (ambos sem partido), não escondem a intenção de concorrer ao Execu­tivo adamantinense. Acácio afirmou que está disposto a estudar propostas de outros partidos e coloca seu nome a apreciação para ser prefeito, vice ou vereador. “É uma vontade, mas pode ou não se consolidar”, afirma Acácio. Masteline também não esconde sua vontade de sair candidato a prefeito. Em entrevista ao IMPACTO, quando respondia pela presidência do PMDB assumiu sua pré-candidatura. Afirmou que estuda a proposta para se filiar, e destaca que está aberto para negociações.

A incógnita fica por conta do PSDB. O prefeito Ivo Santos, está indeciso se irá buscar a reeleição ou escolherá outro sucessor ou sucessora. Apesar do desgaste eleitoral, o PSDB quer manter o projeto político. O PSDB tem um protagonismo, mas a gestão está mal avaliada e criticada pela população, o que deixa o partido vulnerável na próxima disputa. O partido estuda qual caminho adotará. Em entrevista ao IMPACTO, Ivo Santos afirmou que agora não é hora da falar de política e sim trabalhar. O parlamentar destacou que numa possível reeleição a candidatura dele seria a natural dentro do PSDB, mas reitera que até o momento não há nada definitivo, porem, afirmou que tudo dependerá da conjuntura do momento. “Lançarei minha candidatura a reeleição, caso haja condições, ao contrário não colocarei meu nome à apreciação”, afirma

Os pré-candidatos a prefeito de Adamantina foram apurados pelo IMPACTO durante o ciclo de entrevistas com os presidentes dos diretórios municipais. Isso implica que até as indicações partidárias, que ocorrerão até o início de 2016, deverão haver mudanças. Até lá muita coisa pode acontecer e a conjuntura política no tempo oportuno, recolocar os partidos em outros caminhos. O cenário ainda é incerto no tabuleiro político adamantinense.

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