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FAI promove recepção aos calouros com Aula Magna e atividades de integração no Campus II

O Centro Universitário de Adamantina (FAI) realiza nesta segunda-feira, dia 9 de fevereiro, a recepção oficial dos calouros, com uma programação especial que inclui Aula Magna, atividades de integração e ações voltadas à acolhida dos novos estudantes. O evento acontece no Auditório Miguel Reale, no Campus II, em dois períodos: vespertino e noturno.

O destaque da recepção será a Aula Magna com o tema “Profissões do Futuro e o Poder Transformador do Ensino Superior em Sua Jornada”, que será ministrada pelo professor doutor João Vianney, referência nacional nas áreas de educação, ensino a distância e políticas educacionais. A proposta é provocar reflexão nos ingressantes sobre o papel do ensino superior na formação profissional e pessoal.

A programação ocorrerá em dois momentos distintos: no período vespertino, das 13h30 às 17h, voltado aos cursos integrais; e no período noturno, das 19h20 às 22h30, destinado aos cursos noturnos. Após a Aula Magna, os calouros serão recepcionados pelas coordenações de seus respectivos cursos para a realização da atividade denominada “Cápsula do Tempo”.

De acordo com o pró-reitor da FAI, professor doutor Bruno Ambrósio da Rocha, o momento simboliza mais do que o início do ano letivo. “A recepção aos calouros é um ato de acolhimento e pertencimento. Queremos que cada estudante se sinta parte da FAI desde o primeiro dia, compreendendo que a instituição estará ao seu lado durante toda a sua formação acadêmica e humana”, destacou.

Fatec Adamantina inicia Ano Letivo 2026 com novidades e agenda cheia

Aulas têm início nesta segunda-feira, 9 | Reprodução: Bruno Saraiva/FATEC Adamantina

O Ano Letivo 2026 da Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Adamantina começa oficialmente nesta segunda-feira, 9, marcando o retorno às aulas para os estudantes dos cursos superiores de Tecnologia em Gestão Comercial, Tecnologia em Ciência de Dados e Tecnologia em Logística – modalidade Articulação da Formação Profissional Média e Superior (AMS).

Os docentes retornaram às atividades na quarta-feira, 4, participando da 18ª Semana de Práticas e Atualizações Pedagógicas (SPAP), que seguiu até o sábado, 7. O encontro teve como foco o planejamento do semestre, a troca de experiências e a atualização de metodologias de ensino.

E para quem gosta de se organizar (ou pelo menos saber quando vêm as pausas estratégicas), o Calendário Acadêmico do primeiro semestre traz datas importantes. Logo no início, entre os dias 14 e 18 de fevereiro, as aulas serão suspensas por conta do recesso de Carnaval. Já no dia 23 de fevereiro, acontece a tradicional Aula Magna, momento que marca oficialmente o início das atividades acadêmicas com uma programação especial.

O semestre também será intenso em avaliações e eventos. A Semana de Provas (P1) está marcada para 13 a 18 de abril, enquanto a Maratona de Matemática promete desafiar os estudantes no dia 5 de maio. Outro destaque é a Feira de Profissões e Empregos, prevista provavelmente para 16 de maio, aproximando os alunos de empresas, oportunidades de estágio e do mercado de trabalho.

Na reta final, a Semana de Provas (P2) ocorre de 12 a 20 de junho, seguida pela Semana de Provas (P3) e pelas bancas de Trabalhos de Conclusão, entre 22 e 27 de junho. O semestre se encerra oficialmente no dia 27 de junho.

A exemplo do que aconteceu no ano passado, a Fatec Adamantina também dará continuidade a projetos que conquistaram a comunidade acadêmica. Entre eles está o Intervalo Cultural, que leva apresentações artísticas ao vivo para o pátio do câmpus, transformando os intervalos em momentos de cultura, convivência e descontração. Outro sucesso confirmado é o Food Truck – Cantina Sobre Rodas, que amplia as opções de gastronomia e deixa o dia a dia acadêmico ainda mais saboroso.

Com uma programação diversa, cheia de desafios, eventos e iniciativas que vão além da sala de aula, a Fatec Adamantina inicia 2026 pronta para mais um semestre de aprendizado, inovação e experiências que fazem a vida universitária acontecer de verdade.

Adamantina recebe professor japonês para projeto de atletismo na Acrea

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Recepção de Tanaka
O professor foi recebido no paço municipal pelo prefeito José Carlos Martins Tiveron | Reprodução: Prefeitura Municipal de Adamantina

O professor de educação física japonês Yudai Tanaka, 22, chegou a Adamantina na última sexta-feira (6) para assumir as aulas do projeto de atletismo do Centro Esportivo Takeshi e Toshie Matsuda, no campo da Acrea (Associação Cultural, Recreativa e Esportiva de Adamantina). Voluntário da Jica (Agência de Cooperação Internacional do Japão), o especialista em salto em distância permanecerá no município até 2028.

O objetivo da parceria é desenvolver treinamentos técnicos, formar equipes e organizar eventos esportivos. Segundo o vice-presidente da Acrea, Rodrigo Shioda, Tanaka vai liderar um projeto voltado especificamente para o atletismo. As atividades práticas estão previstas para começar nesta semana.

Além do aspecto técnico, a iniciativa visa promover a integração, a saúde e o fortalecimento dos laços culturais entre a comunidade nikkei e a população geral de Adamantina. O projeto conta com apoio institucional da Prefeitura, da FAI (Centro Universitário de Adamantina) e da Câmara Municipal.

ADAPTAÇÃO E RECEPÇÃO

Antes de se apresentar em Adamantina, Tanaka passou um mês na cidade de São Paulo, onde cumpriu uma carga de 500 horas de aulas de língua portuguesa para aperfeiçoar o idioma.

Na sexta-feira, o professor foi recebido no paço municipal pelo prefeito José Carlos Martins Tiveron. Participaram do encontro secretários municipais e representantes da Acrea, do Legislativo, do Corpo de Bombeiros e do Exército.

Orelha não tinha dono. Tinha comunidade

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A notícia começou em voz baixa, quase um sussurro atravessando a rua: “mataram o Orelha”. Em poucas horas, virou indignação. Orelha não tinha dono no papel, mas tinha muitos no afeto.

Era desses cães que aprendem o mapa da cidade pelos cheiros, reconhecem passos, e esperam mãos conhecidas com um pouco de água nos dias quentes. Orelha era um costume e, quando um costume é interrompido pela violência, ele deixa de ser rotina e vira pergunta.

A pergunta que ficou não é sentimental; é profundamente jurídica: como a morte cruel de um cachorro de rua pode ser, ao mesmo tempo, um fato corriqueiro nas cidades brasileiras e um crime de alta gravidade previsto em lei?

A resposta começa no reconhecimento de que animais não são coisas, pois a nossa atual Constituição Federal, em seu artigo 225, §1º, VII, proíbe práticas que submetam os animais à crueldade.

Assim, o que antes parecia apenas um mandamento ambiental ganhou densidade penal com a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998), que tipifica os maus-tratos, e foi ainda mais reforçado pela Lei 14.064/2020, que aumentou significativamente a pena quando a vítima é cão ou gato.

Isso significa que a lei não pergunta se o animal tinha coleira, registro ou tutor formal. A proteção recai sobre o ser vivo, sobre a vedação da crueldade, sobre a dignidade mínima que deve existir na convivência entre humanos e animais, levando-nos à conclusão que Orelha não era invisível para a lei apenas porque era um cão de rua.

Por outro lado, ele era alimentado por comerciantes, recebia carinho de crianças, dormia sempre sob a mesma marquise, como quem já conhece o ritmo da cidade. Essa convivência cria algo curioso e muito humano: uma tutela coletiva do afeto, pois muitas pessoas se sentem responsáveis, mesmo sem serem, juridicamente, tutoras.

Entretanto, há uma outra responsabilidade que surge desse fato, menos comentada e igualmente importante: a do Poder Público. Cães comunitários e animais em situação de rua não são um erro da cidade, mas consequência previsível da ausência de políticas públicas consistentes de castração, controle populacional ético, vacinação, proteção e educação.

A morte do Orelha, nesse sentido, não é apenas a ação cruel de alguém, mas também o sintoma de uma omissão estrutural.

Há algo profundamente simbólico quando a violência atinge quem não tem voz. Orelha não denunciou, não gravou vídeos, não escreveu desabafos. Ele apenas confiava no território que percorria todos os dias.

Quando alguém rompe isso com brutalidade, não está ferindo apenas um animal, está testando o limite moral da comunidade e perguntando, em ato, até onde vai a nossa tolerância com a crueldade.

É justamente nesse ponto que o Direito entra. Não para substituir a compaixão, mas para impedir que a falta dela passe impune.

Muitas vezes se ouve a frase: “é apenas um cachorro”. Entretanto, essa tentativa de diminuir o fato revela exatamente o contrário, uma vez que ainda precisamos aprender que não é “apenas” nada quando há sofrimento evitável. A forma como tratamos os animais diz muito sobre o estágio civilizatório que alcançamos.

A lei já avançou nesse reconhecimento. A cultura e a sociedade, nem sempre!

Talvez por isso a morte do Orelha doa tanto, porque ela obriga a cidade a se olhar no espelho e cada um a se perguntar que tipo de convivência estamos construindo nos espaços que compartilhamos.

Depois que a indignação passa, fica a necessidade de denúncia, investigação e responsabilização; fica a cobrança por políticas públicas mais eficazes e, sobretudo, a memória de um cão que, sem saber, ensinou uma rua inteira sobre convivência, afeto e pertencimento.

Orelha não tinha CPF, mas tinha presença. Não tinha dono formal, mas tinha laços. E sua morte nos lembra que o Direito existe, também, para proteger aqueles que não podem pedir ajuda.

Artifícios da Inteligência Artificial

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Passei a infância e pré-adolescência lendo os poetas e escritores românticos da nossa literatura, extasiando-me com as metáforas vibrantes da poesia condoreira de Castro Alves; as idílicas paisagens das virgens matas de José de Alencar; o heroico indígena a saltar da pena privilegiada de Gonçalves Dias; a candura do lar e as recordações da infância nos versos sentidos de Casimiro de Abreu; os belos tipos femininos (Helena, Iaiá Garcia…) a desfilarem nas páginas imortais do mestre Machado de Assis; etc.

Entrando na adolescência e avançando para o ginasial, na direção do colegial e dos preparatórios aos vestibulares, tomei contato com todas as demais escolas literárias, não somente as posteriores, como também as anteriores ao romantismo. Neste caso, li não apenas os autores brasileiros, mais ainda os portugueses e, evidentemente, outros representantes da literatura universal, traduzidos para o português.

Nessa trajetória, deparei-me, não só com verdes mares e virgens de lábios de mel, como também pedras, cactos, seca, cortiços, sertões, caatingas, pampas, selvas (inclusive de concreto), mares, baleias, cavaleiros/cavalheiros, damas, soldados, solidão, metamorfose, enredos surreais, poesia abstrata/concreta, contos macros/micros, crônicas da vida pública/privada, artigos de fundo/de frente…

Deparei-me com discussões sobre se a arte é inspiração ou transpiração, legível ou hermética, sentimental ou cerebral, natural ou artificial — “o poeta é um fingidor“ (Pessoa); ou simplesmente espontânea e instintiva, brotando dos mais inusitados lugares, momentos e personagens, reais ou fictícios.

Depois de tudo, já no descambar do sol em direção ao poente, quando me faltam tempo e disposição para duelos ideológicos, aparece-me essa criatura denominada “inteligência artificial” que, segundo os entendidos, é capaz de, com três palitos (ou, melhor, “prompts”), escrever um poema épico que faria Camões ressurgir enciumado dentre os mortos/imortais. Até parece!…

No fundo, duvido que essa IA fosse capaz de imaginar “Taprobana” se o autor d’Os Lusíadas não a tivesse mencionado antes! Ademais, faltaria à IA a sensibilidade descritiva de Alencar em sua prosa poética “Iracema”. Exigir dela, então, um novo “Grande Sertão: Veredas”, seria pedir demais! Até onde sei, ela trabalha com dados pré-existentes, com os quais é alimentada. Nada cria do nada.

Só quem viu, viveu e sentiu a essência do tempo pode escrever uma prosa ou poesia capaz de resistir à obsolescência do passado, impor-se diante das artificialidades do presente e sobreviver aos prognósticos apocalípticos do futuro. Os modismos costumam ter prazo de validade muito curto.

Vamos ver até onde a IA consegue caminhar sem os humanos. Uma coisa é certa: a verdadeira literatura não se faz com inteligência artificial. Requer inteligência natural, humana, consciente e emocional, que só a tem as pessoas que sangram e sentem dor!

Pré-folia movimenta fim de semana em Adamantina com atrações musicais e programação para crianças

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O clima de carnaval já toma conta de Adamantina antes mesmo da data oficial da festa. Neste sábado (7) e domingo (8), moradores e visitantes poderão aproveitar a programação da pré-folia, com atividades gratuitas voltadas para diferentes públicos e realizadas em dois importantes espaços de lazer do município.

Hoje, o Parque dos Pioneiros recebe o “Pré-folia Parque”, a partir das 17h. A animação ficará por conta da Jazz Band Los Kandangos e da Banda Sem Limites, prometendo um repertório variado para aquecer o público para o carnaval que se aproxima.

Já neste domingo, a programação é dedicada às crianças com a “Matinê: Caldeira Folia Kids”, no Parque Caldeira. A partir das 16h, o evento contará novamente com a presença da Jazz Band Los Kandangos, além do espetáculo Circo Folia, reunindo música, diversão e atividades voltadas ao público infantil.

A matinê também terá a participação de 20 mulheres integrantes do Programa Feira da Mulher Empreendedora, que irão expor e comercializar produtos de diversos segmentos, como artesanato, alimentação, acessórios e itens de revenda, fortalecendo o empreendedorismo feminino durante o evento.

A pré-folia integra a programação organizada pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, como forma de antecipar as comemorações do carnaval e oferecer opções de lazer à população.

CARNAVAL CONTINUA NOS DIAS 13 E 14

As comemorações seguem durante o carnaval, nos dias 13 e 14 de fevereiro, com o tradicional Trenzinho da Folia. A atração contará com a Jazz Band Los Kandangos e, a partir das 19h30, percorrerá ruas e avenidas onde se concentram bares e restaurantes, levando música e animação para diferentes pontos da cidade.

Desnutrição oculta: médico alerta que excesso de peso não é sinônimo de corpo bem nutrido

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Dr. Alex Saurin
Dr. Alex Saurin atende na Avenida Rio Branco, 205, no Centro | Reprodução: Arquivo pessoal

Engana-se quem pensa que a desnutrição está ligada apenas à magreza extrema. Segundo o médico urologista e nutrólogo Dr. Alex Saurin, é cada vez mais comum o quadro de “desnutrição oculta”, onde o paciente apresenta excesso de peso, mas sofre com a carência de nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo.

O especialista explica que o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, aliado à baixa ingestão de proteínas, vitaminas e minerais, gera um corpo inflamado e exausto. “Desnutrição é quando o corpo não recebe ou não consegue usar os nutrientes que precisa. O resultado é um paciente hormonalmente desregulado e mentalmente cansado, mesmo sem perda de peso”, afirma Saurin.

Os sinais desse desequilíbrio vão além da balança. Fisicamente, o corpo emite alertas como queda de cabelo, unhas fracas, inchaço nas pernas e abdômen, além de infecções frequentes devido à baixa imunidade. No aspecto mental, a desnutrição oculta se manifesta através de falhas na memória, irritabilidade, ansiedade e desânimo constante.

O PERIGO DA “VITAMINA DA MODA”

Na busca por compensar a falta de energia ou melhorar a saúde, muitos recorrem à automedicação com polivitamínicos, acreditando que “mal não faz”. Dr. Alex alerta que essa prática oferece riscos reais à saúde, como a sobrecarga do fígado e dos rins.

“O excesso de ferro pode causar lesão hepática, assim como a vitamina D em doses altas pode elevar perigosamente o cálcio no sangue”, exemplifica. Para o médico, a suplementação só deve ocorrer após avaliação clínica e exames que comprovem deficiências específicas, como em casos de pós-bariátrica, gestação ou doenças crônicas. “Na nutrologia, não perguntamos qual suplemento tomar, mas sim o que está faltando no organismo”, pontua.

INJETÁVEIS E A “FALSA MÁGICA”

Sobre a explosão do uso de medicamentos injetáveis para emagrecimento (como os análogos de GLP-1), Saurin avalia o cenário com cautela. Embora considere as medicações ferramentas eficazes quando bem indicadas, ele critica a banalização do uso como um “atalho”.

“O medicamento reduz o apetite e facilita a adesão, mas não corrige hábitos alimentares ruins nem constrói massa muscular”, explica. O médico reforça que, sem reeducação alimentar, o paciente corre alto risco de sofrer o efeito rebote (recuperação do peso) assim que suspender a medicação.

GORDURA E HORMÔNIOS

Outro mito abordado pelo especialista é a ideia de que o “metabolismo lento” ou hormônios desregulados são os únicos culpados pela obesidade. Na maioria dos casos, ocorre o inverso: é o excesso de gordura que desregula os hormônios.

“O tecido adiposo funciona como um órgão endócrino. Quando em excesso, ele produz substâncias inflamatórias que pioram a resistência à insulina e diminuem a testosterona em homens, criando um ciclo vicioso”, detalha.

Para quem busca longevidade e autonomia até os 80 anos, Dr. Alex Saurin é categórico: não existe pílula mágica. O caminho envolve um conjunto de pilares que inclui alimentação anti-inflamatória, sono reparador, controle do estresse e, fundamentalmente, exercício físico regular.

SERVIÇO

O Dr. Alex Saurin (CRM-SP 101.819, RQE 23.932) é médico urologista e nutrólogo, e professor universitário do curso de Medicina da FAI. Com foco em saúde, bem-estar e qualidade de vida, o especialista realiza atendimentos nas cidades de Adamantina e Piracicaba. Em Adamantina, o consultório está localizado na Avenida Rio Branco, 205, no Centro. 

Univesp abre inscrições para Vestibular 2026 com vagas disponíveis em Adamantina

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A Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo) está com inscrições abertas para o Vestibular 2026. Em Adamantina, foram disponibilizadas 26 vagas para cursos superiores gratuitos. Os interessados podem se inscrever até as 23h59 do dia 11 de março, exclusivamente pelo site vestibular.univesp.br.

As vagas estão distribuídas em três eixos de formação. No Eixo de Licenciatura, são ofertados os cursos de Letras, Matemática e Pedagogia. Já o Eixo de Computação contempla Bacharelado em Tecnologia da Informação, Ciência de Dados, Engenharia de Computação e o novo curso de Inteligência Artificial. No Eixo de Negócios e Produção, as opções são Administração, Engenharia de Produção e Tecnologia em Processos Gerenciais.

A taxa de inscrição é de R$ 47,50. A prova do vestibular está prevista para o dia 26 de abril, com início às 13h. Conforme o cronograma da instituição, o início das aulas está programado para o dia 22 de junho.

Em caso de dúvidas, os candidatos podem entrar em contato com a central de atendimento da Univesp por meio do chat online ou do canal Fale Conosco, disponíveis no site vestibular.univesp.br. Também é possível obter informações pelo telefone (11) 3874-6300, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Recursos conquistados em 2025 com participação dos vereadores ultrapassam R$ 15,8 milhões em Adamantina

Nos primeiros 12 meses de mandato, os vereadores da Câmara Municipal de Adamantina participaram da articulação e conquista de pelo menos R$ 15.808.166,42 em recursos públicos destinados ao município. Os investimentos foram viabilizados por meio da atuação conjunta dos parlamentares com deputados estaduais, federais e outras lideranças políticas.

O levantamento foi realizado pelo IMPACTO junto aos vereadores, que informaram os valores obtidos, as áreas de destinação e a situação de cada recurso – se já efetivado ou ainda em fase de liberação pelos governos estadual e federal.

Embora a captação de recursos não seja uma atribuição constitucional direta do Legislativo municipal, a articulação política exercida pelos vereadores tem garantido investimentos complementares em áreas consideradas prioritárias, como saúde, assistência social, educação e infraestrutura.

Essas ações contribuem para fortalecer as políticas públicas locais e auxiliar o Executivo municipal na implementação de avanços e melhorias concretas, refletindo diretamente na qualidade de vida da população.

CONTRAPONTO

Questionada pelo IMPACTO, a vereadora Gabi Calil afirmou que, embora tenha participado de algumas articulações por emendas parlamentares, esse não é o foco de seu mandato, nem acompanha o tema de perto, evitando abordá-lo com frequência, especialmente em ano eleitoral. Segundo ela, sua atuação está centrada nas funções constitucionais do Legislativo, principalmente na fiscalização da administração pública, garantindo a correta aplicação dos recursos, a legalidade e a economicidade dos gastos.

A parlamentar destacou que a captação de emendas é uma articulação política e não uma atribuição constitucional primária do vereador, além de avaliar que valores pontuais não resolvem problemas estruturais de grande porte. Gabi Calil ressaltou que seu trabalho prioriza ações de maior impacto, como ajustes legais para melhorar o atendimento na saúde, fiscalização de autarquias e concessionárias de serviços públicos e atendimento a demandas emergenciais da população. Ela afirmou respeitar os parlamentares que atuam na captação de emendas, mas reforçou que seu foco é uma atuação estrutural e duradoura em benefício dos cidadãos.

Prefeito Milton conquista motoniveladora para Parapuã

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Motoniveladora foi entregue nesta semana, em Parapuã | Foto: Prefeitura de Parapuã

O município de Parapuã acaba de conquistar um importante reforço para sua frota de máquinas. Por meio de articulação junto ao Governo Federal, o prefeito Milton Mitio garantiu a chegada de uma motoniveladora, adquirida através do Programa PROMAQ, do Ministério da Agricultura.

Segundo a Prefeitura, a nova máquina representa um avanço significativo para a infraestrutura municipal e é resultado direto do trabalho e do empenho da atual gestão em buscar investimentos que atendam às demandas da população, especialmente da zona rural.

O equipamento será fundamental para a manutenção das estradas rurais, oferecendo melhores condições de tráfego, além de apoiar os produtores rurais, facilitar o escoamento da produção e melhorar a mobilidade e a logística no município. A motoniveladora também permitirá mais eficiência na execução dos serviços públicos, garantindo agilidade e qualidade nas ações da Prefeitura.

A conquista reforça o compromisso do prefeito Milton com o desenvolvimento de Parapuã, por meio de planejamento, diálogo e busca constante por recursos que promovam melhorias concretas para a cidade.

Com a nova motoniveladora, a administração municipal amplia sua capacidade de atuação e reafirma o foco em investimentos que impactam diretamente a qualidade de vida da população e o fortalecimento da economia local.

Sônia Gabau garante 30 moradias populares para Salmourão em parceria com o Governo do Estado

A prefeita de Salmourão, Sônia Gabau, garantiu uma importante conquista para o município ao firmar convênio que viabiliza a construção de 30 moradias populares. A assinatura ocorreu na quarta-feira (4), durante a cerimônia oficial de autorização de convênios habitacionais promovida pelo Governo do Estado de São Paulo, com a presença do governador Tarcísio de Freitas.

O acordo foi celebrado junto à CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) e representa um avanço significativo na política habitacional do município, beneficiando diretamente famílias que aguardam pela oportunidade de conquistar a casa própria.

Sônia Gabau e o governador Tarcísio de Freitas durante assinatura de convênio | Foto: Prefeitura de Salmourão

As unidades habitacionais fazem parte do pacote bilionário de investimentos em habitação e desenvolvimento urbano anunciado pelo Governo do Estado, que contempla dezenas de municípios paulistas por meio de programas como o Casa Paulista, ampliando o acesso à moradia digna e promovendo inclusão social.

Durante o evento, a prefeita Sônia Gabau destacou a importância da parceria entre o município e o Estado e agradeceu o apoio do governador. “Quero agradecer ao governador Tarcísio de Freitas por essa parceria tão importante com Salmourão. Essas 30 moradias representam mais dignidade, segurança e qualidade de vida para as famílias do nosso município. Seguimos trabalhando com responsabilidade, diálogo e união para trazer mais conquistas para a nossa população”, afirmou.

A participação da prefeita na solenidade reforça o compromisso da administração municipal com o desenvolvimento urbano e social, assegurando investimentos que impactam diretamente a vida da população.

A Prefeitura de Salmourão informou que acompanhará todas as etapas do convênio e manterá a comunidade informada sobre o andamento do projeto e da futura construção das unidades habitacionais.

Pontilhão da Joaquim Nabuco terá interdição parcial para obra de requalificação da passarela

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O tráfego de veículos pelo pontilhão da rua Joaquim Nabuco, em Adamantina, sofrerá novamente interdição parcial na próxima segunda (9) e terça-feira (10), das 8h às 15h, em razão da obra de requalificação da segunda passarela lateral, localizada no lado esquerdo da estrutura, no sentido centro/bairro.

Durante o período, o fluxo de veículos no sentido bairro/centro ficará totalmente interditado. Como alternativa, os motoristas deverão utilizar o pontilhão da rua Osvaldo Cruz. Já no sentido contrário, do centro para a Avenida Marechal Castelo Branco (saída da cidade), o tráfego seguirá normalmente.

Apesar da interdição viária, a passarela lateral permanecerá liberada para a circulação de pedestres. No entanto, a passagem inferior sob a linha férrea ficará interditada temporariamente, medida adotada para garantir a segurança de quem transita pelo local enquanto os serviços são executados.

A intervenção integra o cronograma de melhorias estruturais do pontilhão, que inclui a requalificação da passarela e a pintura da estrutura metálica, visando ampliar a durabilidade da estrutura e reforçar a segurança dos usuários.