Início Site Página 519

Em um ano de vacinação, quase 70% dos brasileiros já tomaram 2 doses

0

Um ano depois de começar a vacinação contra a covid-19, o Brasil se aproxima do patamar de 70% da população com as duas doses, enquanto 15% já receberam a dose de reforço e cerca de 75% receberam ao menos a primeira dose, segundo dados do painel Monitora Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A campanha coordenada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) já tinha atingido 68% dos brasileiros com as duas doses até a última sexta-feira (14) e dá agora os primeiros passos para proteger crianças de 5 a 11 anos.

A vacinação contra a doença teve sua primeira dose administrada em 17 de janeiro de 2021, na enfermeira Mônica Calazans, em São Paulo. A profissional de saúde recebeu a vacina CoronaVac, produzida no Instituto Butantan em parceria com a empresa chinesa Sinovac. Desde então, três em cada quatro brasileiros receberam ao menos a primeira aplicação de um dos quatro imunizantes adquiridos pelo PNI: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer.

Pesquisadores da Fiocruz e da Sociedade Brasileira de Imunizações ouvidos pela Agência Brasil indicam que o resultado da vacinação foi uma queda drástica na mortalidade e nas internações causadas pela pandemia, mesmo diante de mutações mais transmissíveis do coronavírus, como a Delta e a Ômicron.

MUDANÇA EPIDEMIOLÓGICA

Quando o Brasil aplicou a primeira vacina contra covid-19, no início do ano passado, a média móvel de vítimas da doença passava das 900 por dia, e 23 estados tinham mais de 60% dos leitos de pacientes graves da doença ocupados no Sistema Único de Saúde (SUS). Com doses limitadas, a campanha começou focando grupos mais expostos, como os profissionais de saúde, e mais vulneráveis, como os idosos.

Levou até junho para que um quarto dos brasileiros recebesse ao menos a primeira dose, e o país viveu o período mais letal da pandemia no primeiro semestre do ano passado, quando a variante Gama (P.1) lotou centros de terapia intensiva e chegou a provocar picos de mais de 3 mil vítimas por dia. Nos grupos já vacinados, porém, as mortes começaram a cair conforme os esquemas vacinais eram completos, e os pesquisadores chegaram a indicar que a pandemia havia rejuvenescido, já que os idosos imunizados passaram a representar um percentual menor das vítimas.

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Mônica Levi, reforça que as vacinas reduziram a ocorrência de casos graves e mortes na pandemia, mesmo que a ascensão de variantes mais transmissíveis tenha provocado novas ondas de disseminação do coronavírus. “Não conseguimos ganhar do aparecimento de variantes, principalmente porque não houve uma vacinação em massa no mundo inteiro simultaneamente. Então, em lugares em que havia condições de alta transmissibilidade, surgiram variantes”, afirma ela, que acrescenta: “Mas as vacinas se mostraram eficazes contra formas graves e mortes mesmo nesse contexto de variantes. Neste momento, com a Ômicron, a explosão do número de casos não foi acompanhada nem pelos casos de internação nem pela mortalidade. E isso se deve à vacinação. As vacinas cumpriram o papel principal e mais importante: salvar vidas”.

Pesquisador da Fiocruz Bahia, o epidemiologista Maurício Barreto concorda e avalia que a velocidade de transmissão da Ômicron trará mais um alerta para quem ainda não tomou a primeira dose ou não concluiu o esquema vacinal.

“Esse pico que estamos começando da Ômicron vai crescer nas próximas semanas e pode atingir número grande de pessoas. Pode haver casos severos entre os vacinados, porque a efetividade da vacina não é de 100%,  mas será em uma proporção muito maior entre os não vacinados”, prevê o epidemiologista, que vê risco para os sistemas de saúde com demanda grande por internação de não vacinados. “Havendo número razoável de não vacinados, isso pode gerar enorme quantidade de casos severos. A Ômicron está expondo a fragilidade dos não vacinados”.

Barreto vê como positivo o número de 68% da população com duas doses, mas acredita que há espaço para aumentar esse percentual, porque o Brasil tem tradição de ser um país com alto grau de aceitação das vacinas. Além disso, destaca que há diferença grande entre os vacinados com a primeira dose (75%) e com a segunda dose (68%), o que dá margem para avançar entre quem já se dispôs a receber a primeira aplicação.

“De modo geral, é positivo [o percentual de vacinados]. Reflete, de um lado, o desejo da população de ser vacinada, e, do outro, o desenvolvimento de vacinas com efetividade capaz de proteger principalmente contra casos severos da doença”, afirma ele, que pondera: “Poderia ser um pouco mais. O Brasil poderia chegar um pouco além”.

ESTADOS E MUNICÍPIOS

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse, na última semana, que o sucesso do enfrentamento da pandemia depende da colaboração de estados e municípios, principalmente com relação ao avanço nas aplicações da segunda dose e da dose de reforço. Queiroga chamou a atenção para a situação de alguns estados, principalmente da Região Norte, onde os níveis de aplicação da vacina estão baixos.

Ele comentou que assiste-se ao aumento do número de casos, mas ressaltou que ainda não há pressão sobre os estados. “Estamos ampliando os testes. Em janeiro, vamos distribuir 28 milhões de testes rápidos”. Segundo ele, em fevereiro, devem ser distribuídos 7,8 milhões de testes.

VACINAÇÃO NO MUNDO

O percentual de vacinados com a segunda dose no Brasil posiciona o país à frente da maioria dos vizinhos sul-americanos, segundo a plataforma Our World in Data, vinculada à Universidade de Oxford. Apesar disso, Chile (86%), Uruguai (76%), Argentina (73%) e Equador (72%) conseguiram cobertura maior no continente.

Quando são analisados os 30 países mais populosos do mundo, o Brasil fica na nona colocação entre os que conseguiram a maior cobertura com duas doses, lista que é liderada pela Coreia do Sul (84,5%), China (84,2%) e Japão (78,9%). Em seguida, o ranking tem Itália (74,9%), França (74,8%), Alemanha (71,8%), Reino Unido (70%) e Vietnam (69,7%). Os países onde a população teve menos acesso às vacinas foram Quênia, Nigéria, Tanzânia, Etiópia e República Democrática do Congo, onde o percentual não chegou a 10%.

A América do Sul é o continente com a maior média de vacinação no cálculo da platafoma Our World in Data, com 65% da população com as duas doses. A lista indica grandes desigualdades regionais, com Europa (62%), Asia (58%), Oceania (58%), América do Norte (54%) e América do Sul acima da média mundial de 50% de vacinados, e a África com apenas 9,9% da população com duas doses.

Mônica Levi vê o percentual de vacinados no Brasil como alto em relação a países que lidam com movimentos antivacina mais fortes, como Estados Unidos (62%) e Israel (64%). “Eles não conseguem avançar, porque sobraram aqueles que têm resistência enorme à vacinação. A gente vê no Brasil facilidade muito maior, e estamos em situação melhor. Alguns países estão melhores que a gente, mas a resistência à vacinação aqui ainda não é tão grande, mas pode se tornar”, diz ela, que vê com preocupação a hesitação à vacinação de crianças. “É uma tristeza para nós, da área médica, ver que questões políticas estejam influenciando as decisões de pais sobre a saúde dos próprios filhos, que possa existir pais que se importem mais em seguir orientações politicas do que as bases da ciência e as conclusões de pessoas que são qualificadas para a tomada de decisões na saúde”.

EVENTOS ADVERSOS

A médica afirma que o público está sob bombardeio de informações confusas, que supervalorizam eventos adversos raros previstos na vacinação e ignoram os benefícios que as vacinas já trouxeram desde o início da pandemia.

“Eventos adversos aconteceram, alguns graves, mas foram extremamente raros e muito menos frequentes que a ocorrência desses mesmos quadros sendo causados pela própria covid-19. A ponderação do risco-beneficio é extremamente favorável à vacinação. A gente não está negando a existência de eventos adversos graves. Eles existem, mas são extremamente raros. Só que a gente tem que considerar as vidas salvas e os benefícios que a vacinação traz frente ao risco que é incomparavelmente menor”.

O epidemiologista da Fiocruz concorda e afirma que as vacinas contra covid-19 usadas no Brasil estão em uso em muitos outros países, o que faz com que diferentes órgãos regulatórios e pesquisadores avaliem os resultados e sua segurança.

“Internacionalmente, já são bilhões de doses. Não são vacinas dadas só no Brasil, mas no mundo inteiro. Então, há muita clareza de que há efeitos adversos, mas que são em uma proporção tão ínfima, que os benefícios os superam e muito. E, sobre isso, há uma concordância dos órgãos regulatórios, sejam brasileiros, americanos, europeus, japoneses, australianos. Milhares de instituições estão monitorando os efeitos dessas vacinas, então, há uma tranquilidade imensa de que a gente tem vacinas seguras”.

Para avançar na vacinação, Barreto acredita que é preciso entender por que algumas pessoas não completaram o esquema vacinal e identificar localmente possíveis problemas que podem ter criado dificuldades para que as pessoas retornassem aos postos. O objetivo, reforça ele, deve ser facilitar ao máximo a ida aos locais de vacinação.

Mônica Levi lembra que, em outras vacinas que preveem mais de uma dose, é frequente que a cobertura caia na segunda e terceira aplicação. ” A gente já vê isso na vacina da Hepatite B, por exemplo, que também tem três doses. Esse é um comportamento normal que a gente já via, uma dificuldade de fazer vacinas de várias doses e manter a adesão ao esquema completo”, diz ela, que ainda acha difícil prever se a vacinação contra covid-19 vai ser encerrada na primeira dose de reforço. “Mais para frente, se vamos ter novas variantes que vão obrigar a fazer vacinas diferentes, ou se a imunidade vai cair mais uma vez depois do reforço, só o tempo vai dizer”.

E como fica a saúde mental no meio de uma pandemia?

0

Lá se vão pouco mais de dois anos desde que o “novo normal” se instaurou no Brasil e no mundo. Um novo vírus, denominado pela ciência como Coronavírus, rapidamente se espalhou por todo o globo e impôs à humanidade os maiores desafios da história.

Sem muito conhecimento, autoridades sanitárias e políticas de todo o planeta começaram a se mobilizar para frear a sua disseminação e desenvolveram soluções econômicas para aliviar os impactos financeiros causados na vida das pessoas e empresas e graças à ciência e à descoberta da vacina, chegamos na reta final de 2021, com a pandemia “aparentemente controlada” e assim retomando vários encontros e atividades presenciais que ficaram ameaçadas durante esse período. No entanto bastou iniciar 2022 para tudo sair dos trilhos novamente, novas cepas surgindo, cuidados sendo ignorados, inúmeras pessoas se contaminando, pandemia avançando, e aquela esperança de tudo poder voltar ao normal desaparecendo.

E como fica a saúde mental e emocional das pessoas em meio a pandemia?

Para a neuropsicanalista Luciana Gomes Tino, o isolamento social provocou a sensação de confinamento pela pouca autonomia de mobilidade, contribuindo com conflitos familiares, dificuldade nas relações sociais e, principalmente, na relação da pessoa consigo mesma.

“A impressão de estar vulnerável, faz com que muitos tenham um sentimento de fraqueza diante das situações. As incertezas, os medos, que existem e é comum em todo ser humano, quando em meio a esta realidade se torna exacerbado, gerando uma exposição emocional maior e contribuindo para o surgimento de doenças emocionais em qualquer pessoa, até mesmo naqueles que se julgam estar conseguindo lidar com o momento”, esclarece a especialista.

Quais a principais doenças da mente decorrentes do isolamento?

Para conhecer um pouco mais sobre as doenças da mente e ajudar a identificar se você ou algum conhecido está sofrendo de alguma síndrome mental, pedimos a ajuda da neuropsicanalista que elencou as principais enfermidades nessa área. Se liga só!

– Estresse: um conjunto de reações não específicas desencadeadas quando uma pessoa é exposta a um estímulo ameaçador. Ao chegar à fase de exaustão, pode alterar o mecanismo de adaptação promovendo esgotamento físico, mental, psicológico e o aparecimento de doenças mais graves.

– Síndrome de Burnout: uma doença relacionada ao elevado e crônico estresse em relação ao trabalho. Está constituída de um conjunto de sintomas que afetam as condições físicas, mentais, emocionais e familiares, pode causar enfermidades graves.

– Ansiedade: refere-se à excitação no sistema orgânico, constituída por uma série de efeitos musculares como taquicardia e tremores, ligada a alguma situação ou experiência. Caracteriza-se por uma sensação de medo ou nervosismo, acarreta dificuldade de concentração, fadiga e insônia. Em estado mais grave, desenvolve-se síndrome do pânico.

– Depressão: caracterizada pela perda da autoestima, da motivação e da energia vital. Pode trazer à pessoa, a sensação de baixa possibilidade para alcançar objetivos pessoais e/ou profissionais, em razão de se sentir desorientada, triste e com vazio interior.

O que fazer? 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 18 milhões de brasileiros sofrem de doenças da mente, antes mesmo da pandemia existir, e agora este número aumenta a cada dia, gerando um estado de alerta e exigindo um cuidado especializado para saúde emocional.

Para Luciana, identificar que algo não vai bem é o primeiro passo. “Rever rotinas, prioridades, delegar responsabilidades e aprender a dizer “não” são as próximas ações. Procurar ajuda é fundamental, pois a saúde mental é a capacidade de a pessoa buscar ajuda quando se encontra diante de alguma dificuldade para lidar com as diferentes transformações que estão acontecendo em sua vida”.

A neuropsicanalista ainda reforça que conflitos, dilemas e perturbações são típicos do ser humano.  “O cuidado com a saúde mental precisa fazer parte do cotidiano e da vida de qualquer pessoa”. Por isso, ao sentir “fadiga pandêmica” (novo termo utilizando pelos cientistas), não deixe de procurar ajuda especializada para receber o tratamento adequado.

O corpo é uma extensão da mente, e o significado que damos às experiências vividas refletem na saúde física. Para que tudo esteja em perfeito funcionamento, é preciso que PSIQUE/CÉREBRO/CORPO permaneçam em harmonia e equilibrados.

“Nosso corpo não adoece sem uma razão: ele se adapta a nossas experiências de acordo com o significado que damos a elas. Mas podemos mudar esse significado. Tratar a causa é o que fará os sintomas desaparecerem”.

O primeiro passo é agendar uma consulta de avaliação. Clique aqui.

 

Luciana Gomes Tino

Neuropsicanalista–Hipnoterapeuta–Treinadora comportamental

Para saber mais, a siga nas redes sociais:  InstagramSite

Adamantina quer ser reconhecida como polo regional de tecnologia e inovação

A inovação é fundamental para o processo de desenvolvimento de uma cidade. Criar mecanismos que promovam o bem-estar coletivo a partir da tecnologia é essencial para prospecção de um futuro com controle correto dos recursos e da infraestrutura urbana.

E Adamantina começa a se planejar para proporcionar um ambiente que agregue crescimento, a partir da criação de novas oportunidades, e sustentabilidade, com iniciativas que fomentem soluções para as demandas da população.

Apesar de ainda estar em processo de planejamento, a iniciativa do poder público municipal já encontra parceiros, que também buscam promover cidades mais inteligentes, como o Crea-SP (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo). Recentemente, o prefeito Márcio Cardim (DEM) participou de reunião com o presidente do Conselho, Vinicius Marchese, resultando na visita de uma comitiva formada por representantes locais e do Crea-SP ao Parque Tecnológico São José dos Campos, considerado o maior complexo de inovação e empreendedorismo do Brasil.

A Prefeitura de Adamantina almeja criar um ambiente similar na cidade, fazendo a junção da iniciativa privada, setor público, startups, profissionais de classe e universidades. E a primeira iniciativa do Executivo foi a criação de uma secretaria que desenvolverá as ações visando a efetivação do projeto.

Outro passo é dado pela Aeaanap (Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos da Nova Alta Paulista). Apesar da ação ser paralela a atuação do poder público, o primeiro hub de inovação da região atuará, também, como catalisador das ideias que visam o fomento da inovação na Alta Paulista.

HUB DE INOVAÇÃO

Em parceria com Crea-SP, a Aeaanap deseja fomentar ações disruptivas na área tecnológica com a abertura de um hub de inovação, local de desenvolvimento de soluções para atender às demandas da sociedade e da classe.

O espaço, considerado um ecossistema físico (coworking) e virtual (web) de empreendedorismo, está sendo instalado na UGI (Unidade de Gestão e Inspetoria) local, onde funciona também a sede da Aeaanap. Todo espaço está sendo preparado para conexão de iniciativas que visam a melhoria da classe, mas, também da sociedade como um todo a partir da integração de universidades, startups, profissionais e empresas.

O presidente da Associação, Eng. André Borrasca, destaca que a dinâmica do local possibilitará que qualquer profissional utilize da estrutura para trabalhar (estilo home office) e fazer conexões que possibilite a troca de iniciativas e fomento de novas parcerias e até negócios. “Acreditamos no intercâmbio de ideias que promove uma maior expansão de conhecimento entre os profissionais, estudantes ou organizações, assim como dar destaque a projetos que agreguem na vida de toda a comunidade, da cidade”, pontua.

Denominado como Hinap, a estrutura não tem fins lucrativos, já que o objetivo principal é proporcionar um ambiente que junte inovação, tecnologia, empreendedorismo e cooperativismo. “O hub de inovação é mais uma ação do Crea-SP neste processo que promove a inovação aberta, agregando ideias, iniciativas das mais diversas abrangências para soluções de demandas comuns”, destaca o representante do Conselho, Daniel Robles.

O hub de Adamantina deve ser inaugurado nas próximas semanas.

Parque Tecnológico de São José dos Campos | Foto: Divulgação

PARQUE TECNOLÓGICO

E neste início de semana uma comitiva formada por representantes do Executivo municipal, Legislativo, entidades do comércio, Aeaanap e Crea-SP visitará o Parque Tecnológico de São José dos Campos, local que tem 152 empresas e startups instaladas, com seis institutos de ciência e tecnologia, além de 10 instituições de ensino e pesquisa. Cerca de 300 empresas estão vinculadas a estrutura, de uma forma ou de outra, através de programas de inovação e empreendedorismo e do Nexus, o hub de inovação do complexo.

O impacto econômico é gigantesco. Dados do ano passado apontam que o local já recebeu mais de R$ 2,7 bilhões em investimentos públicos e privados, além de colaborar para mais de 1.700 vagas de trabalho, a maioria de qualidade, 70% desses postos são para pessoas com ensino superior ou pós-graduação.

Criado em 2006, o espaço conta com participação efetiva da prefeitura, já que é a sede da Secretaria de Inovação e Desenvolvimento de São Jose, demostrando a convergência entre o setor público e privado – o que é buscado por Adamantina com a criação da nova pasta.

A partir desta visita o prefeito Márcio Cardim deve definir o nome que ocupará o cargo de secretário municipal de Desenvolvimento Econômico. A Secretaria foi aprovada no fim do ano passado pelo Legislativo local.

Brasil recebe segunda remessa de vacina pediátrica da Pfizer

0
O Ministério da Saúde confirmou que uma segunda remessa de vacinas pediátricas contra covid-19 chegou ontem (16) ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Desta vez, foram recebidas 1,2 milhão de doses da Pfizer, a única autorizada até agora pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa) para aplicação em crianças entre 5 e 11 anos.
De acordo com o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, a remessa mais recente estava prevista para chegar ao país apenas em 20 de janeiro, mas foi antecipada. No próximo dia 27, está prevista a chegada de mais 1,8 milhão de doses.
A primeira remessa de doses da vacina foi descarregada na madrugada da última quinta-feira (13), também em Viracopos. No dia seguinte, o estado de São Paulo aplicou a primeira vacina pediátrica contra covid-19 da Pfizer em uma criança.
“Para a imunização desse público [entre 5 e 11 anos] será necessária a autorização dos pais. No caso da presença dos responsáveis no ato da vacinação, haverá dispensa do termo por escrito. A orientação da pasta é que os pais ou responsáveis procurem a recomendação prévia de um médico antes da imunização”, disse o Ministério da Saúde.

No Vaticano, papa Francisco diz rezar por vítimas das chuvas no Brasil

Em mensagem após oração do Angelus, na Praça de São Pedro, no Vaticano, o papa Francisco disse neste domingo (16) que reza pelas vítimas das tempestades e enchentes que atingiram o Brasil nas últimas semanas.

“Expresso minha solidariedade às pessoas atingidas pelas fortes chuvas e inundações em várias regiões do Brasil nas últimas semanas. Rezo em especial pelas vítimas e seus familiares e por quem perdeu a casa. Que Deus ampare o esforço de quem está levando ajuda”, declarou o pontífice.

Desde o fim do ano passado, as regiões do sul e extremo sul da Bahia e partes de Minas Gerais foram fortemente atingidas por chuvas com precipitações acima da média, que deixaram dezenas de milhares de pessoas desabrigadas ou desalojadas e causaram ao menos 51 mortes.

Após período de trégua, áreas de instabilidade voltaram a assustar os mineiros no fim do sábado (15) e início deste domingo. No estado, 164 municípios já declararam estado de emergência. A Defesa Civil de MG confirmou até o momento 25 mortes causadas pelas fortes chuvas, enquanto 100 mil pessoas encontram-se desabrigadas ou desalojadas.

Na Bahia, a Defesa Civil confirmou ao menos 26 mortes entre dezembro e janeiro, em decorrências das fortes chuvas e das enchentes. Em outros estados, como Pará, Maranhão e Tocantins, cheias muito acima da média também têm obrigado milhares de pessoas a deixarem suas casas.

Covid-19: Brasil registra 23 milhões de casos e 621 mil mortes

0

O número de mortes por covid-19 no Brasil subiu para 621.045. Em 24 horas, foram registradas 74 mortes.

Já o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 23.000.657. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 24.934 novos casos.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite deste domingo (16). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Há, ao todo, 710.670 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 21.668.942 pacientes já se recuperaram.

ESTADOS

Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (155.729), Rio de Janeiro (69.585), Minas Gerais (56.810) e Paraná (40.933). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.854), Amapá (2.030), Roraima (2.078) e Tocantins (3.967).

Em número de casos, São Paulo também lidera (4.500.516), seguido por Minas Gerais (2.349.381), Paraná (1.699.378) e Rio Grande do Sul (1.581.887).

covid_16.01

Inscrições para a 1ª etapa do Revalida começam nesta segunda-feira

As inscrições para a primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2022/1 começam na nesta segunda-feira (17), no Sistema Revalida, e vão até sexta-feira (21). O exame será aplicado no dia 6 de março, em oito cidades: Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio Branco (AC), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

Ao fazer a inscrição, o participante deve indicar a cidade onde deseja realizar a prova, anexar o diploma de graduação em medicina expedido por Instituição de Educação Superior Estrangeira, reconhecida no país de origem pelo Ministério da Educação ou órgão equivalente, autenticado pela autoridade consular brasileira ou pelo processo da Convenção sobre a Eliminação da Exigência de Legalização de Documentos Públicos Estrangeiros, promulgado pelo Decreto nº 8.660 de 29 de janeiro de 2016.

O resultado da análise do documento será divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no dia 28 de janeiro. Caso o diploma enviado não esteja em conformidade com o previsto em edital, o participante não terá sua inscrição confirmada, mesmo que tenha realizado o pagamento da taxa de inscrição.

O valor da taxa de inscrição é R$ 410. O pagamento deve ser feito por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) até o dia 26 de janeiro, em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos correios, obedecendo aos critérios estabelecidos por esses correspondentes bancários, assim como respeitando os horários de compensação bancária.

ATENDIMENTO ESPECIAL

O participante que precisar de atendimento especializado deverá, no período da inscrição, informar a condição, como: baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, deficiência auditiva, surdez, deficiência intelectual (mental), surdocegueira, dislexia, déficit de atenção, autismo, discalculia, gestante, lactante, idoso e/ou pessoa com outra condição específica.

Também é necessário anexar, no Sistema Revalida, documento legível que comprove a condição que motiva a solicitação de atendimento. Para ser considerado válido para análise, o documento deve informar o nome completo do participante; o diagnóstico com a descrição da condição que motivou a solicitação e o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10); assinatura e identificação do profissional competente, com respectivo registro do Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente.

Além disso, o participante que solicitar atendimento para cegueira, surdocegueira, baixa visão, visão monocular e/ou outra condição específica e tiver sua solicitação confirmada pelo Instituto poderá ser acompanhado por cão-guia e utilizar material próprio: máquina de escrever em braile, lâmina overlay, reglete, punção, sorobã ou cubaritmo, caneta de ponta grossa, tiposcópio, assinador, óculos especiais, lupa, telelupa, luminária, tábuas de apoio, multiplano e plano inclinado. Os recursos serão vistoriados pelo aplicador, exceto o cão-guia.

Já o participante que conseguir atendimento para deficiência auditiva, surdez ou surdocegueira poderá indicar, na inscrição, o uso do aparelho auditivo ou implante coclear. Nesses casos, os aparelhos não serão vistoriados pelo aplicador.

No caso de quem solicitar atendimento para autismo e tiver o pedido confirmado pelo Inep, será permitido o uso de caneta transparente com tinta colorida para proceder as marcações, exclusivamente, em seu Caderno de Questões. O Cartão-Resposta deverá, obrigatoriamente, ser preenchido com caneta transparente de tinta preta.

NOME SOCIAL

A solicitação do tratamento pelo nome social também deve ser realizada no momento da inscrição, no Sistema Revalida, pelo participante que se identifica e quer ser reconhecido socialmente por sua identidade de gênero (participante transexual ou travesti).

Para a solicitação, é necessária a apresentação dos seguintes documentos que comprovem a condição: foto atual, nítida, individual, colorida, com fundo branco que enquadre desde a cabeça até os ombros, de rosto inteiro, sem uso de óculos escuros e artigos de chapelaria (boné, chapéu, viseira, gorro ou similares); cópia digitalizada, frente e verso, de um dos documentos de identificação oficiais com foto, válido, conforme previsto em edital.

EDITAL

O Inep publicou o Edital nº 3/2022, que trata das diretrizes, dos procedimentos e prazos da primeira etapa do Revalida 2022/1, nessa quinta-feira, 6 de janeiro, no Diário Oficial da União.

Aplicado pelo Inep desde 2011, o Revalida busca subsidiar a revalidação, no Brasil, do diploma de graduação em medicina expedido no exterior. As referências do exame são os atendimentos no contexto de atenção primária, ambulatorial, hospitalar, de urgência, de emergência e comunitária, com base na Diretriz Curricular Nacional do Curso de Medicina, nas normativas associadas e na legislação profissional.

*Com informações do Inep

Condutor de caminhão tem mal súbito e morre ao volante na SP-294

0
Caminhão parou após atingir uma árvore e alcançar um barranco (Foto: Jorge Zanoni | www.jorgezanoni.com.br)

Um homem de 62 anos, morador em Osvaldo Cruz, morreu na manhã deste sábado (15) na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), trecho de Dracena, após passar mal enquanto dirigia um caminhão Iveco/Ectector, com placas de Osvaldo Cruz. Ele e sua mulher estavam no veículo, que havia partido pouco antes da cidade de Panorama.

De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, o condutor ficou desfalecido após o mal súbito e o veículo de carga sem controle de direção. O caminhão avançou para a pista contrária e só parou depois de atingir uma árvore e subir em um barranco. Sua mulher, que estava com ele na cabine, presenciou quando o companheiro debruçou desacordado sobre o volante.

Populares que passavam pelo local agiram para tentam prestar socorro, porém o homem já não apresentava os sinais vitais. É provável que tenha sido acometido com um infarto.

Posição final do veículo (Foto: Jorge Zanoni | www.jorgezanoni.com.br)

Equipes da concessionária que administra a rodovia e da Polícia Militar Rodoviária foram acionadas. As causas oficiais da morte do homem só serão conhecidas após os laudos periciais.

O veículo e o local foram vistoriados por peritos da Polícia Científica.

Segundo a imprensa de Osvaldo Cruz, a vítima era conhecida como Nelson da Pré Brasil (nome completo não revelado).

SP: crianças com comorbidade têm prioridade na vacinação contra covid

0

A vacinação de crianças contra covid-19 teve início nesta sexta-feira (14) no estado de São Paulo. O início da campanha foi simbólico, com apenas oito crianças vacinadas hoje na capital paulista. Como os imunizante chegaram ontem (13) de manhã ao Brasil, só na tarde de hoje as doses começaram a ser distribuídas aos 645 municípios paulistas. Com isso, a vacinação infantil no estado só terá início de fato na próxima segunda-feira (17).

primeiro lote de vacinas da Pfizer/BioNTech, específicos para crianças de 5 a 11 anos, chegou ontem ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), contendo 1,2 milhão de doses. Desse lote, que está sendo distribuído para todo o país, foram enviadas ao estado de São Paulo 234 mil doses. O imunizante é um pouco diferente do que está sendo aplicado atualmente no país, e a dose para crianças é menor.

Na primeira etapa de vacinação em São Paulo, terão prioridade crianças de 5 a 11 anos com comorbidades ou deficiências, indígenas e quilombolas. Estima-se que sejam vacinadas no estado 850 mil pessoas nessas condições.

“Com esse quantitativo que o Ministério da Saúde sinaliza encaminhar, nossa projeção é que a vacinação dessas 850 mil crianças se dê no período de 14 de janeiro até de 10 fevereiro. Dependendo da quantidade [de doses] que o ministério encaminhar, será possível a abertura por faixa etária a partir da segunda semana de fevereiro”, disse o secretário executivo da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, Eduardo Ribeiro.

A projeção pode ser antecipada se a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar a vacina da CoronaVac para crianças, produzida pelo Instituto Butantan e pelo laboratório chinês Sinovac. O governo paulista já pediu autorização para uso dessa vacina em crianças com mais de 3 anos e espera que o pedido seja aprovado na próxima semana. Caso isso aconteça, São Paulo tem estoque suficiente dessa vacina para imunizar, em três semana, todas as crianças do estado.

Se tivesse as doses necessárias, o estado diz que poderia vacinar 250 mil crianças por dia. “Desde 16 de dezembro, São Paulo está preparado para vacinar crianças em seus 645 municípios. Claro que dependemos do envio de doses. Se tivéssemos o quantitativo de doses da Pfizer, faríamos isso em três semanas. Se, na semana que vem, a Anvisa tiver posicionamento sobre a vacina do Butantan, teremos capacidade de vacinar [nesse prazo]”, disse a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Regiane de Paula.

Foto: Governo do Estado

XAVANTE É O PRIMEIRO

A primeira criança vacinada contra a covid-19 no Brasil é Davi Seremramiwe Xavante, de 8 anos. Ele mora em Piracicaba, no interior paulista, e vem periodicamente à capital para tratamento de saúde no Hospital das Clínicas (HC) da Universidade de São Paulo (USP).

Nascido em uma tribo Xavante no estado de Mato Grosso, Davi tem problema nas pernas e precisa de uma órtese para andar. Durante nove meses, Davi e o pai, o cacique Jurandir Siridiwe, fizeram viagens periódicas à capital para tratamento no Instituto da Criança do Hospital das Clínicas.

O caso de Davi vem sendo estudado por especialistas que tentam identificar o que motivou a perda parcial de movimentos do menino. Como há outras crianças da mesma tribo com sintomas similares aos de Davi, os cientistas da USP estão conduzindo um estudo genético completo para apontar possíveis causas do problema.

Desde o início do ano passado, Davi passou a morar com uma tutora na cidade de Piracicaba, na região de Campinas. Ela o acompanha nas consultas rotineiras que garoto faz no HC com médicos das áreas de reabilitação e neurologia.

COMORBIDADES

A lista das comorbidades é definida pelo Ministério da Saúde. Pais e responsáveis precisam pelas crianças têm que apresentar nos postos de vacinação comprovantes como exames ou qualquer prescrição médica. Os cadastros já existentes nas unidades básicas de saúde também poderão ser utilizados para a vacinação.

A lista das comorbidades é a seguinte:

Insuficiência cardíaca
Cor-pulmonale e hipertensão pulmonar
Cardiopatia hipertensiva
Síndromes coronarianas
Valvopatias
Miocardiopatias e pericardiopatias
Doenças da aorta, grandes vasos e fístulas arteriovenosas
Arritmias cardíacas
Cardiopatias congênitas
Próteses e implantes cardíacos
Talassemia
Síndrome de Down
Diabetes mellitus
Pneumopatias crônicas graves
Hipertensão arterial resistente e de artéria estágio 3
Hipertensão estágios 1 e 2 com lesão e órgão alvo
Doença cerebrovascular
Doença renal crônica
Imunossuprimidos (incluindo pacientes oncológicos)
Anemia falciforme
Obesidade mórbida
Cirrose hepática
HIV

Governo amortiza impacto financeiro da seca no setor elétrico

O decreto presidencial que regulamenta mecanismos para enfrentar os impactos financeiros causados pela escassez hídrica no setor elétrico foi publicado na edição de hoje (14) do Diário Oficial da União. Esses mecanismos foram criados pela Medida Provisória nº 1.078, publicada em dezembro do ano passado. 

MP publicada em dezembro previa o uso de recursos que seriam arrecadados por meio de encargo tarifário, para lidar com os gastos a mais do setor elétrico. Por meio desses recursos buscou-se amortizar os impactos financeiros no setor.

Já o decreto publicado hoje (14) cria a Conta Escassez Hídrica, pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Ela receberá os recursos necessários para cobrir, “total ou parcialmente, os custos adicionais decorrentes da situação de escassez hídrica para as concessionárias e permissionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica”.

Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, a MP possibilitou a estruturação de operações financeiras garantidas pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), de forma a mitigar os efeitos do aumento de custos de geração de energia elétrica sobre as distribuidoras e os consumidores de energia elétrica.

E para evitar que os consumidores que migrassem para o Ambiente de Contratação Livre se furtassem de arcar com os custos adicionais suportados pelas distribuidoras, a MP previu instituir encargo tarifário para os casos de migração.

“Dada a natureza sistêmica dos referidos custos adicionais, o encargo será suportado por todos os consumidores atendidos pelas distribuidoras impactadas, exceto na parcela dos diferimentos, os quais recairão sobre os consumidores de cada distribuidora que obtiver financiamento para esse componente”, justificou a Secretaria.

A expectativa é de que, com o novo decreto, se garanta a “higidez de todo o sistema elétrico, de forma a permitir a célere injeção de recursos nas distribuidoras”. Ao mesmo tempo, acrescenta, busca-se possibilitar que o repasse aos consumidores dos custos adicionais observados na geração de energia elétrica se faça “de forma suave e diluída no tempo”.

IBGE: indústria tem queda em oito dos 15 locais pesquisados

Entre as 15 regiões que tiveram a produção industrial pesquisada pelo IBGE, oito apresentaram queda na passagem de outubro para novembro de 2021. É o que revelam dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional), divulgada hoje (14), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No período, o índice nacional variou -0,2%. Os maiores recuos ocorreram no Amazonas (-3,5%), Ceará (-2,5%) e Rio de Janeiro (-2,2%). As maiores altas foram em Mato Grosso (14,6%), Santa Catarina (5,0%) e Pará (3,5%).

Segundo o gerente da pesquisa, Bernardo Almeida, o Rio de Janeiro teve a maior influência no resultado nacional, com queda após acumular ganho de 1,5% em três meses de resultados positivos.

“Esse recuo é atribuído ao impacto negativo dos setores de derivados do petróleo, de metalurgia e da indústria farmacêutica. O Amazonas é a segunda maior influência negativa, em função, principalmente, da queda do setor de bebidas. A Bahia teve o terceiro maior peso graças ao baixo desempenho do setor de celulose e de outros produtos químicos”, explicou.

A queda na Bahia veio após dois meses de alta, quando acumulou ganho de 5,4%.

Influência positiva

A principal influência positiva veio de São Paulo, com a expansão de 1,0% puxada pelo desempenho do setor de veículos, que tem peso de 16,1% na indústria paulista. O estado responde por 34% da produção industrial nacional e teve cinco meses seguidos de resultados negativos, com perda acumulada de 7,9%.

“O estado está 3,6% abaixo do patamar pré-pandemia e 25,1% abaixo do seu patamar mais elevado, atingido em março de 2011”, disse Almeida.

A segunda maior influência positiva vem de Santa Catarina, puxada pelos setores de vestuário e de máquinas e equipamentos, após dois meses de queda e perda acumulada de 6,3%. De acordo com o IBGE, o resultado quase elimina as perdas de resultados anteriores no estado.

Almeida disse, ainda, que o crescimento de dois dígitos de Mato Grosso ocorreu graças ao bom desempenho do setor de alimentos, com a retomada de importantes unidades produtivas que estavam paralisadas e a melhora nas exportações das carnes com o fim do embargo chinês.

“Cinco estados já estão acima do patamar pré-pandemia. Minas Gerais está 5,2% acima do patamar de fevereiro de 2020; Rio Grande do Sul está 3,9%; Mato Grosso e Santa Catarina, ambos com 3,3% acima; e Paraná com 1,8%”, detalhou.

No acumulado do ano, nove dos 15 locais apresentaram alta. Os destaques foram Santa Catarina (12,4%), Rio Grande do Sul (11,2%), Minas Gerais (10,9%) e Paraná (10,0%). No acumulado de 12 meses, dez dos 15 locais pesquisados tiveram crescimento. A maior queda acumulada no período foi na Bahia: -12,3%.

Comparação anual

Na comparação com novembro de 2020, dez locais tiveram recuo, sendo os maiores anotados na Bahia (-15,7%), Amazonas (-13,0%), Ceará (-11,1%) e Região Nordeste (-10,5%).

Segundo o IBGE, a Bahia foi afetada pelos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias, metalurgia e de celulose, papel e produtos de papel. No Amazonas, a pressão ocorreu nas atividades de bebidas, equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos.

O Ceará teve queda na produção de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados e confecção de artigos do vestuário e acessórios. Na Região Nordeste, houve recuo nos veículos automotores, reboques e carrocerias e artefatos de couro, artigos para viagem e calçados.

Também registraram taxas negativas mais intensas que a média nacional (-4,4%) na comparação anual os estados de São Paulo (-6,9%) e Pernambuco (-5,9%). Goiás (-3,9%), Santa Catarina (-2,6%), Paraná (-1,9%) e Minas Gerais (-0,6%) completam a lista dos índices negativos.

Os resultados positivos em relação a novembro do ano passado foram anotados no Espírito Santo (4,7%), Rio de Janeiro (4,6%), Rio Grande do Sul (1,4%), Mato Grosso (28%) e Pará (2%).

Obras interditam acessos da SP-294 a Pauliceia e Adamantina

0

Equipes de obras da regional de Dracena da Eixo SP Concessionária de Rodovias executarão até sábado (15), intervenções no pavimento com alterações nas condições de tráfego. O condutor deverá redobrar a atenção para a Operação Pare e Siga em trechos previamente mapeados para os serviços, em alinhamento com a ARTESP – Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo.

Os reparos, no horário das 7h30 às 18h, estão programados para ocorrer na SPA/683, acesso da SP-294 – Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros a Paulicéia, e na SPA 592, que interliga a rodovia aos municípios de Adamantina, Lucélia e Mariápolis.

Na Operação Pare e Siga, o tráfego flui por uma faixa, em sentidos alternados. A Concessionária recomenda aos motoristas que redobrem a atenção para os comandos de parada ou de pista liberada. Em caso de chuva, os serviços serão reprogramados.

Estado inicia recapeamento de mais duas vicinais da microrregião

Vicinal Paschoal Milton Lentini, em Lucélia, recebe melhorias do Governo do Estado | Foto: Divulgação/Prefeitura

Obras de recapeamento foram iniciadas em mais duas vicinais da microrregião de Adamantina. As ligações entre Lucélia e o Rio Aguapeí e de Rinópolis até Piacatu recebem as melhorias por meio do programa estadual Novas Estradas Vicinais, que contempla também vias de Adamantina, Parapuã e Pracinha.

A intervenção na Vicinal Paschoal Milton Lentini, em Lucélia, teve início na terça-feira (12). Conforme a Prefeitura, a obra orçada em cerca de R$ 21 milhões deve ser concluída em até seis meses.

Ao todo serão recuperados 33,8 quilômetros da estrada, que é uma das principais vias do Município, ligando a SP-294 (rodovia Comandante João Ribeiro de Barros) à Penitenciária, Bioenergia do Brasil, Yes e Parque Natural Municipal ‘Salto Botelho’.

“Com a melhoria, que inclui sinalização adequada, oferecerá maior segurança aos usuários da via, contribuindo também para o escoamento da produção agrícola”, destacou a Prefeitura por meio de nota.

https://www.facebook.com/jose.ferreiradeoliveiraneto/videos/670402394128481

Outra vicinal que recebe melhorias neste início de ano é a ligação de Rinópolis até Piacatu. Segundo o prefeito José Ferreira de Oliveira Neto, serão investidos cerca de R$ 17 milhões em 18 quilômetros de estrada.

“As obras, quando efetivadas, vão proporcionar mais segurança para nossa população e aos usuários das vias, que sofrem pela falta de condições de tráfego. Importantes investimentos do Governo paulista para a nossa cidade e região”, ressalta Neto.

E, em Parapuã, segue a intervenção em 3,4 quilômetros da PRP 030, ligação da SP-294 até o bairro Córrego Seco, num custo de R$ 1,8 milhão. Já a PRP 287 terá 10,8 quilômetros recapeados, investimento de R$ 4,9 milhões.

Parapuã conquista nova ‘areninha’

0
Novo espaço esportivo, o projeto ‘Areninha’, será instalado em Parapuã | Foto: Divulgação/Estado

O prefeito de Parapuã, Gilmar Martin Martins (PL), anunciou nesta semana a conquista de nova ‘areninha’, espaço para prática esportiva.

O projeto contempla campo de futebol society, quadra de basquete 3×3, arquibancadas e iluminação de LED. Cada instalação tem investimento de R$ 315 mil, do Governo de São Paulo.

Em parceria com o Município (que disponibiliza o terreno e a base com ligações de água e energia elétrica), a Secretaria Estadual de Esporte implanta a ‘areninha’ em até 15 dias após o início das obras. Com materiais modulares, a Prefeitura pode inclusive mudar o local do equipamento de acordo com as necessidades da cidade.

“Agradeço ao secretário de Esportes do Estado, Aildo Ferreira, por atender ao nosso pedido. Mais uma conquista para o esporte de nossa cidade”, destaca o gestor municipal.

 

Lucélia aplica vacina antirrábica em cães e gatos

0

A Prefeitura de Lucélia iniciou, nesta semana, o agendamento de horário para vacinação antirrábica (contra a raiva) em cães e gatos.

O cidadão interessado em imunizar seus animais deve fazer o agendamento no Departamento de Controle de Vetores, que fica no antigo Centro de Ensino (Praça José Firpo), pelo telefone (18) 3551-4578.

O agendamento deve ser feito no período das 7h às 15h.

IEV reafirma compromisso de realizar campanhas para o bem-estar dos pets em 2022

Referência no cuidado animal, o IEV (Instituto de Especialidades Veterinárias) inicia mais um ano realizando planejamento para proporcionar, de fevereiro a dezembro, campanhas que aliem o bem-estar do seu pet com informações importantes para melhorar o cuidado pelos tutores.

Todos os meses serão realizadas ações estratégicas, como, por exemplo, no mês de agosto, quando acontece a tradicional campanha antirrábica. “Promovemos as campanhas de acordo com a incidência de casos no período. Se em um determinado mês tal doença é mais comum, promovemos ações para facilitar o acesso ao tratamento”, destaca o médico veterinário Felipe Pinto Soares.

Para fevereiro, os tutores de cães já podem se programar para a campanha de castração.

BEM-ESTAR
E se o bem-estar faz diferença na vida dos seres vivos, com os cães e gatos não é diferente! Por isso, o IEV também se atualiza constantemente para oferecer uma estrutura completa com profissionais capacitados, que proporcionem desde um diagnóstico correto até o tratamento mais adequado.

“Além de campanhas, proporcionamos uma estrutura completa, com equipamentos modernos que auxiliam na busca do bem-estar pleno dos animais”, pontua o médico veterinário Vitor Pinto Soares.

Entre as tecnologias em prol da saúde dos pets, os destaques ficam para os aparelhos de raio-x, ultrassonografia, além da máquina de hemograma, que garante resultado rápido para as principais doenças que acometem cães e gatos, agilizando o processo de tratamento, seja por cirurgia ou medicação.

“O nosso intuito, desde o início, é oferecer um atendimento diferenciado, especializado e individualizado, respeitando a personalidade de cada animal e o cuidado necessário”, diz Felipe, especialista em felinos.

Hoje o IEV é referência por ser uma clínica completa: de consultas a procedimentos cirúrgicos; da higienização com banho e tosa até a comodidade do hotel; dos profissionais especialistas até exames rápidos em equipamentos de última geração.

E oferecer bem-estar ao pet não tem hora ou local. Essa é uma das marcas do IEV, que atende em horário diferenciado na clínica (segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, aos sábados das 8h às 18h e aos domingos, das 8h às 12h) e plantão 24 horas para emergências no (18) 9.9782-7709.

“Nossa equipe está empenhada, em qualquer momento, em proporcionar o melhor atendimento ao seu animal. Para nós, não é apenas uma profissão, mas extensão de nossas vidas”, ressalta Vitor.

SERVIÇO
O Instituto de Especialidades Veterinárias fica na rua Antônio Schmidt Villela, 175 – Centro de Adamantina. Informações no: (18) 3522-1869.

Em comemoração aos cinco anos, loja de Adamantina da Rede Sete sorteia carro e duas motos

Há cinco anos, Adamantina ganhou uma ampla loja da Rede Sete de Supermercados. Inovando no segmento, com diferenciais que conquistaram clientes da cidade e região, a Rede Sete se tornou referência, agregando qualidade e diversidade de produtos, horário ampliado e atendimento profissional.

E para comemorar a data, celebrada em setembro passado, a loja de Adamantina realizou uma campanha promocional, que sorteou um automóvel Fiat Argo Drive com kit multimídia zero km e duas motos Honda CG 160 Start zero km, avaliados em mais de R$ 88 mil. O encerramento da ação e sorteio ocorreu no último sábado (8).

“A loja completou cinco anos de atividades e como forma de retribuir todo o prestígio da cidade e região, e carimbar essa fidelidade com os nossos clientes, vimos a viabilização dessa campanha, trazendo esses prêmios”, destacou o gerente Rodolfo Lemos. “Todos tiveram a mesma oportunidade de ganho e isso para nós foi muito valioso. Ficamos muito felizes com toda a desenvoltura e tudo que deu certo na campanha que realizamos”, complementou.

José Gabriel Faria Barros, morador no Parque dos Sonhos, em Lucélia, ganhou o carro, enquanto Adilson Garcez, morador do bairro Eldorado, e Alcides Kobori, morador no Parque Jaraguá, ambos de Adamantina, foram contemplados com as motos 0km.

“Quero aqui em nome da Rede Sete, mais uma vez, agradecer de coração toda essa cidade maravilhosa de Adamantina e às cidades vizinhas. Foi um grande privilégio executar essa campanha e ver o resultado tão positivo que deu”, finalizou Lemos.

Pelo 2° ano consecutivo, campanha Imposto de Renda do Bem arrecada mais de R$ 500 mil em doações

Secretária de Assistência Social, Andreia Ribeiro, ao lado da presidente do CMDI, Thais, da presidente do CMDCA, Franciele, e do contador, Furtado, agradecem as doações | Foto: Divulgação

A Campanha Imposto de Renda do Bem, desenvolvida pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de Adamantina e pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (CMDI), com apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Prefeitura de Adamantina, obteve pelo segundo ano consecutivo uma arrecadação de mais de meio milhão de reais em doações.

Ao realizar a declaração de Imposto de Renda à Receita Federal, os contribuintes têm a oportunidade de fazer com que parte do imposto declarado fique em Adamantina, beneficiando as entidades assistenciais da cidade ao invés de ser destinado ao Governo.

Esses recursos são destinados aos Conselhos Municipais que posteriormente destinam esses recursos para a APAE, IAMA, Lar Cristão, Projeto ASA, Instituição Carlos Pegoraro (Casa do Garoto), Lar dos Velhos e CRAS. Cada entidade apresenta um projeto informando como pretende aplicar os recursos e somente após a aprovação dos Conselhos Municipais é que os recursos são liberados. Após a aplicação, as entidades prestam contas sobre como os recursos foram utilizados.

Em 2017 foram arrecadados R$ 234.370,43 (duzentos e trinta e quatro mil, trezentos e setenta reais e quarenta e três centavos. No ano seguinte, em 2018, foram arrecadados R$ 241.917,20 (duzentos e quarenta e um mil, novecentos e dezessete reais e vinte centavos). Já em 2019, as doações foram superiores, chegando a R$ 355.536,14 (trezentos e cinquenta e cinco mil, quinhentos e trinta e seis reais e quatorze centavos) e em 2020, houve arrecadação recorde com mais de meio milhão de reais arrecadados, totalizando R$ 529.839,06 (quinhentos e vinte e nove mil, oitocentos e trinta e nove reais e seis centavos).

Em 2021, as doações também ficaram na casa do meio milhão de reais. Em comparação com o ano anterior foram doados cerca de R$ 32 mil a mais, totalizando uma arrecadação de R$ 561.830,09 (quinhentos e sessenta e um mil, oitocentos e trinta reais e nove centavos).

A presidente do CMDCA, Franciele Peron Guarino, juntamente com a presidente do CMDI, Thais Sgorlon Carmona Laviani e a Secretária de Assistência Social, Andreia Ribeiro, agradecem a todos os conselheiros, voluntários, aos escritórios de contabilidade e a comunidade geral pelas doações.

“Gratidão. Este é o sentimento que resume mais essa arrecadação de mais de meio milhão de reais para as entidades de Adamantina”, destacam.

As cortinas do teatro voltam a abrir!

A preservação e valorização das diversas formas de expressão cultural norteiam o trabalho da Secretaria de Cultura e Turismo de Adamantina que objetiva, a partir de um ambiente democrático, proporcionar informação e o acesso a diferentes modalidades artísticas.

E uma das ações encabeçadas pela pasta envolve o resgate do que já colocou a cidade como referência regional: o teatro. Com a formação de novo grupo, o secretário municipal de Cultura Sérgio Vanderlei quer tornar Adamantina parada obrigatória dos roteiros dos grandes espetáculos.

“Já fomos referência quando o assunto era artes cênicas e será uma imensa satisfação trazer de volta esta maravilhosa arte”, comenta.

Além de abrir as cortinas para apresentações de companhias diversas, como ocorre desde o final do ano passado, a Cultura deseja fomentar o teatro a partir dos rostos e expressões locais.

LETÍCIA RODRIGUES DA SILVA – Atriz, diretora e produtora cultural

Para isso, formou um grupo de teatro que terá aulas semanalmente, durante um ano, com a atriz, diretora e produtora cultural Letícia Rodrigues da Silva. Ela é formada em Artes Cênicas pela UEL (Universidade Estadual de Londrina) e atua em diversos projetos sociais de Lucélia como Facilitadora de Teatro.

Esta experiência socioeducativa será um diferencial durante a qualificação que começa no próximo dia 29 de janeiro. “Sabemos da importância que o teatro tem na formação de uma pessoa”, ressalta Vanderlei.

A formação contará com cerca de 30 participantes, que possuem 13 anos e acima. “É uma oportunidade e iniciativa muito importante disponibilizada pela Secretaria de Cultura, uma vez que valorizará os talentos existentes na cidade, proporcionará a realização de sonhos para quem sempre desejou em fazer teatro e valorizará a cultura local com apresentações teatrais futuras realizadas por moradores de Adamantina”, destaca Letícia.

E, como em qualquer forma de expressão, o encantar do público está relacionado à paixão com a qual os envolvidos na peça realizam seu trabalho, ela espera manter a animação dos alunos durante toda a formação. “Gostaria de agradecer a Secretaria de Cultura pela confiança em meu trabalho e pela oportunidade disponibilizada a cidade com este novo projeto, que tem tudo para ser um sucesso. Nós, participantes, estamos muito animados com o início das atividades. Vamos dar o nosso melhor”, enfatiza.

MARILYN NUNES – Atriz criadora

FORMAÇÃO INICIAL
Antes mesmo do início oficial, o grupo de teatro terá uma formação no próximo dia 24, com a atriz criadora Marilyn Nunes. A oficina é voltada para a consciência da integração corpo-voz na criação vocal.

“A partir do trabalho físico será focalizado o desenvolvimento da voz observando elementos como qualidade vocal – exploração de timbres (desenvolvimento de caixas de ressonância), melodia, volume, altura, ritmo, sincronia e composição de ações vocais e físicas, intencionalidade, organicidade, articulação e extensão de sonoridades, expressa Marilyn.

Na sequência haverá apresentação do espetáculo-demonstração Oposto para os participantes do grupo teatral. A peça teve sua estreia na sede do Odin Teatret, na Dinamarca, em 2016, e depois passou por importantes teatros e festivais, como: O Teatro Sesi, Festival de Teatro de Curitiba, Mostra de teatro de Presidente Prudente, Escola Nacional do Teatro de Santo André, Seminário de Teatro da Universidade Anhanguera, Congresso Internacional de Teatro do IA-UNESP e Simpósio de Pesquisa das artes cênicas da ECA-USP.

Governo de SP autoriza atividade delegada para policiais civis

O Governador João Doria sancionou a Lei Complementar que autoriza os policiais civis a desempenhar a atividade delegada nos municípios e voluntariamente reforçarem o policiamento durante suas folgas.

A Lei Complementar nº 1.372/2022, que foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (13), altera a Lei 10.291/68 sobre o Regime Especial de Trabalho Policial para possibilitar a ampliação das ações de segurança pública em 645 cidades do Estado, com gestão associada de serviços públicos entre governos estadual e municipais.

O município interessado em incluir o trabalho dos policiais civis nas ações de segurança pública em áreas de interesse da sociedade poderá firmar um convênio com o Estado. Anteriormente, o serviço era permitido apenas a policiais militares.

A atuação dos policiais civis na atividade delegada será regulamentada com publicação no Diário Oficial do Estado.