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Adamantina atualiza lei de 2019 e reforça fiscalização de fios soltos em postes

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Fios soltos causam poluição visual no centro de Adamantina, além de oferecer riscos de acidentes | Foto: João Vinícius Faustino/IMPACTO

Os vereadores de Adamantina aprovaram por unanimidade, na sessão desta segunda-feira (15), o Projeto de Lei nº 077/2025, que altera e regulamenta a Lei nº 3.891, de 29 de abril de 2019, voltada à fiscalização da ocupação dos postes de energia elétrica e à retirada de fios inutilizados em vias públicas do município.

A legislação original, de autoria dos então vereadores Alcio Roberto Ikeda Júnior, Acácio Rocha Perez Guerrero e Paulo César Cervelheira de Oliveira, além de Eder do Nascimento Ruete, estabelecia a obrigatoriedade de que a concessionária de energia elétrica e as demais empresas ocupantes da infraestrutura respeitassem as normas técnicas e realizassem a regularização dos cabos. No entanto, a norma não havia sido regulamentada à época, o que dificultava a atuação do Poder Público.

Com a aprovação do novo projeto, o Município passa a contar com instrumentos legais para aplicar penalidades em caso de descumprimento. Entre as principais mudanças está a redução do prazo para regularização após notificação, que cai de 180 para 30 dias. Situações emergenciais ou que representem risco de acidente deverão ser tratadas de forma imediata.

O texto aprovado também estabelece multa de 100 UFMs (Unidades Fiscais do Município) à concessionária de energia elétrica por cada notificação não atendida quando a responsabilidade for direta. As demais empresas que utilizam os postes para cabeamento, como as de telecomunicações, também estarão sujeitas à mesma penalidade caso não realizem a manutenção de seus fios e equipamentos dentro do prazo estabelecido.

Segundo o Executivo, a atualização da lei atende a diversas reclamações da população e a manifestações encaminhadas pela própria Câmara Municipal, além de reforçar a segurança, a organização do espaço urbano e a prevenção de riscos decorrentes de fios soltos ou abandonados. A situação também foi tema de ofícios encaminhados a entes públicos municipais pelo Sincomercio Nova Alta Paulista (Sindicato Patronal do Comércio Varejista).

Com a aprovação legislativa, a nova regra entra em vigor a partir de sua publicação oficial.

Câmara autoriza Prefeitura buscar empréstimo para melhorar a coleta de lixo em Adamantina

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coleta de lixo
Foto: Gustavo Castellon/Arquivo/IMPACTO

A Câmara Municipal de Adamantina aprovou, durante a sessão desta segunda-feira (15), o Projeto de Lei nº 078, que autoriza o Poder Executivo a contratar operação de crédito junto à Desenvolve SP – Agência de Fomento do Estado de São Paulo. O financiamento poderá chegar ao montante de R$ 2,1 milhões e será destinado à aquisição de três caminhões coletores compactadores de lixo.

De acordo com a justificativa encaminhada pela Prefeitura ao Legislativo, os novos veículos serão incorporados à frota municipal com o objetivo de ampliar a capacidade operacional do serviço e melhorar a regularidade da coleta em toda a cidade. Atualmente, a Secretaria Municipal de Obras e Serviços conta com cinco caminhões compactadores para atender à demanda do município.

Ainda segundo o Executivo, a limitação da frota faz com que, em alguns pontos, seja necessário o amontoamento prévio de resíduos nas vias públicas, prática considerada ultrapassada e que gera transtornos, como o espalhamento do lixo por animais soltos, prejuízos à limpeza urbana e riscos à saúde pública.

Com a aquisição dos três novos caminhões, a Prefeitura prevê a reorganização dos setores de coleta e a criação de novos roteiros operacionais, priorizando o recolhimento direto porta a porta. A medida deve eliminar a necessidade de pontos de acúmulo de resíduos, além de proporcionar ganhos em eficiência, maior segurança aos servidores e melhoria das condições sanitárias no município.

Câmara aprova título de Cidadão Adamantinense para Waldomiro Teixeira de Carvalho

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Diretor presidente da Camda, Waldomiro Teixeira de Carvalho Júnior | Foto: João Vinícius Faustino/IMPACTO

A Câmara Municipal de Adamantina aprovou, na sessão desta segunda-feira (15), a concessão do título de Cidadão Adamantinense a Waldomiro Teixeira de Carvalho Júnior, atual diretor-presidente da Camda (Cooperativa Agrícola Mista de Adamantina). A honraria foi proposta pelo vereador Cid Santos e subscrita pelos vereadores Meire Alves e Eder Ruete.

Engenheiro agrônomo, Waldomiro está à frente da Camda há pouco mais de um ano, mas sua relação com a cooperativa é longa e sólida. Ele ingressou na instituição em janeiro de 1987, construindo uma trajetória que passou pelos cargos de gerente de vendas, diretor comercial e de marketing, diretor-superintendente, até assumir a presidência da cooperativa, que neste ano completou 60 anos de história.

Natural de Macaubal (SP), onde nasceu em 8 de agosto de 1955, Waldomiro chegou a Adamantina em dezembro de 1978, quando iniciou sua carreira profissional na empresa Ciba Geigy Química S.A. É formado em Engenharia Agronômica pela Faculdade Fundação Luiz Meneghel, de Bandeirantes (PR), em 1978, e possui MBA em Administração Cooperativista pela FEA/USP, campus de Ribeirão Preto.

Filho de Waldomiro Teixeira de Carvalho e Genny Carin Teixeira de Carvalho, é casado há 46 anos com Maristela Martins Dias de Carvalho. É pai de Waldomiro Teixeira de Carvalho Neto, Juliana Teixeira de Carvalho e João da Silva Dias Neto, e avô de Gabriela, João Antônio, Gustavo, Maria Antonella, Valentina e Waldomiro Carlo Dias.

Além da atuação profissional, Waldomiro também se dedica às atividades de agricultor e pecuarista. No campo social, é sócio fundador do Sicoob Nosso e integrante da Loja Maçônica Estrela de Adamantina, na qual foi iniciado em 1983.

Atualmente, sob sua gestão, a Camda conta com mais de 970 colaboradores e atende mais de 29 mil cooperados. A cooperativa mantém uma gestão pautada no cooperativismo, com foco no cooperado como parceiro essencial, oferecendo assistência técnica personalizada diretamente nas propriedades e acompanhando de perto as demandas do setor produtivo.

A concessão do título de Cidadão Adamantinense reconhece a contribuição de Waldomiro Teixeira de Carvalho Júnior para o desenvolvimento econômico, social e cooperativista de Adamantina e de toda a região.

Adamantina é campeã no Prêmio Band Cidades Excelentes na etapa nacional

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Prefeito José Tiveron com presidente do Grupo Bandeirantes, João Carlos Saad | Foto: Divulgação/Prefeitura de Adamantina

Adamantina é campeã no Prêmio Band Cidades Excelentes. A primeira colocação foi conquistada no eixo “Infraestrutura e Mobilidade Urbana”, na categoria destinada a municípios entre 30 mil e 100 mil habitantes, com 95,03 pontos.

A premiação inédita veio após a cidade obter o primeiro lugar no estado de São Paulo e, na sequência, alcançar também a primeira colocação na etapa nacional do prêmio.

De acordo com o site do Prêmio Band Cidades Excelentes, a avaliação dos municípios é realizada com base no ranking do IGMA (Índice de Gestão Municipal Aquila), plataforma desenvolvida pelo Instituto Aquila. Com seis pilares, a ferramenta utiliza inteligência artificial para consolidar 71 indicadores, a partir de fontes públicas. Na classificação nacional, Adamantina ficou à frente dos municípios de Lagoa da Prata (MG) e Paiçandu (PR).

Conforme o Índice de Gestão Municipal Aquila, o pilar Infraestrutura e Mobilidade Urbana avalia os seguintes indicadores:
• Qualidade habitacional
• Infraestrutura urbana
• Acesso à rede de esgoto
• Tratamento de esgoto
• Acessos à banda larga fixa por 100 habitantes
• Deslocamento casa-trabalho em menos de uma hora
• Coleta de lixo domiciliar

Todos os 5.568 municípios são automaticamente inscritos, conforme a segmentação populacional, de acordo com a página oficial do prêmio.

O QUE É O PRÊMIO BAND CIDADES EXCELENTES

Segundo a organização, o Prêmio Band Cidades Excelentes foi criado com o objetivo de incentivar a melhoria da gestão pública nos municípios brasileiros. A premiação é realizada pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, em parceria com o Instituto Aquila.

A iniciativa busca reconhecer ações locais pioneiras na gestão municipal, estimular a implementação de projetos voltados à melhoria da administração pública, compartilhar referências e soluções de gestão que possam inspirar outros municípios e valorizar os servidores públicos que atuam de forma proativa em benefício da população.

Ainda conforme a organização, todos os 5.570 municípios brasileiros participam automaticamente da premiação, levando em consideração o número de habitantes de cada cidade. A avaliação é baseada no IGMA, desenvolvido pelo Instituto Aquila.

“Estamos muito satisfeitos com essa conquista inédita, que é fruto de um trabalho comprometido e que tem sido evidenciado por esse resultado. Continuaremos evoluindo em busca das outras categorias também”, afirmou o prefeito José Carlos Martins Tiveron.

Adamantina recebe o Papai Noel nesta segunda no Paço Municipal

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Programação ocorre no Paço Municipal de Adamantina | Foto: João Vinícius Faustino/IMPACTO

A tão aguardada chegada do Papai Noel acontece nesta segunda-feira (15), a partir das 20h no Paço Municipal em Adamantina. Depois de ter recebido pelas crianças, o ‘Bom Velhinho’ ficará até o dia 23 de dezembro também no Paço Municipal para receber as crianças no período noturno.

VITRINE CULTURAL
A programação para a semana festiva ainda conta com a continuação da Vitrine Cultural. Nesta segunda-feira, a programação contará com a presença do Espaço VIP e Music Play. No dia 16, será a vez do Espaço Musical Denise Nascimento, Academia Rosânia Gonçalves e Cia de Ballet Eveline Gualte.

Já no dia 17 de dezembro, será a vez da apresentação da jazz band Los Kandangos e do Stúdio MS.

NO PARQUE DOS PIONEIROS
No dia 18, a partir das 19h, o Parque dos Pioneiros vai receber o musical “Natal Brasileiro”.

A apresentação é um espetáculo que trará teatro, dança e música e será realizado com projetos que estão diretamente ligados à Secretaria de Cultura e Turismo que são: BAMAD; Palhaçaria; Teatro; e Capoeira/Maculelê. A programação ainda contará com a apresentação da Orquestra de Viola Caipira.

CELEBRAR DE NATAL
O Celebrar de Natal que acontece no dia 19. A programação contará com show de Miriam Samorano, uma parceria com o Sesc de Presidente Prudente e de da dupla Carlinhos e Damião.

Haverá ainda, a participação dos integrantes das feiras QualiAgro, Mulheres Empreendedoras e Associação Omin de Artesanato.

A ‘Vitrine Cultural’ especial de natal chega ao fim no dia 22 de dezembro no Paço Municipal com a presença do Estúdio Rubi e Voices Luz.

FAI abre inscrições para vagas remanescentes do Vestibular 2026

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Estão abertas as inscrições do Processo Seletivo Simplificado do Centro Universitário de Adamantina, que preencherá as vagas remanescentes para o primeiro semestre letivo de 2026. As inscrições são totalmente gratuitas e começam hoje, dia 15, pelo site oficial da instituição (www.fai.com.br).

A classificação é definida por uma análise de documentos feita pela Comissão de Processo Seletivo da FAI.

O estudante pode escolher uma das duas formas para se inscrever:

  • Histórico Escolar ou certificação via ENCCEJA, em que é feita a média das notas de Língua Portuguesa e Matemática das duas primeiras séries do Ensino Médio.

  • ENEM, em que podem ser usadas as notas do exame realizado nos últimos 5 anos, desde que o candidato tenha alcançado média mínima de 300 pontos e não tenha zerado a redação.

As oportunidades abrangem cursos presenciais nas áreas de conhecimento de Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Humanas e Ciências Exatas e Agrárias.

RESULTADOS

Para agilizar o ingresso dos novos alunos, o cronograma está dividido em dois períodos. Quem se inscrever entre 15 de dezembro e 18 de janeiro já confere o resultado no dia 19 de janeiro de 2026. Já quem fizer a inscrição entre 20 de janeiro e 1º de fevereiro, terá o resultado divulgado no dia 2 de fevereiro.

A participação pode ser garantida acessando o portal www.fai.com.br até o dia 1 de fevereiro de 2026 e preenchendo a ficha de inscrição digital. É necessário anexar documentos pessoais (como CPF) e o comprovante das notas (Histórico Escolar ou Boletim do ENEM).

Todas as informações podem ser consultadas no edital completo no site da FAI.

Adamantina é finalista nacional do Prêmio Band Cidades Excelentes

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Adamantina está entre os destaques nacionais da administração pública brasileira. O município é finalista da etapa nacional do Prêmio Band Cidades Excelentes, cuja cerimônia de premiação acontece nesta segunda-feira (15), em Brasília (DF). O evento será apresentado pelos jornalistas Adriana Araújo e Eduardo Oinegue, com transmissão ao vivo, a partir das 20h, pelo canal oficial da Band no YouTube, e exibição na televisão no domingo (21), às 23h.

Promovido pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, em parceria com o Instituto Aquila, o prêmio tem como objetivo reconhecer e incentivar boas práticas de gestão pública em 5.568 municípios brasileiros. A avaliação é feita com base no IGMA (Índice de Gestão Municipal Aquila), plataforma que utiliza inteligência artificial para analisar o desempenho das cidades a partir de 72 indicadores, distribuídos em seis pilares fundamentais: Governança, Eficiência Fiscal e Transparência; Educação; Saúde e Bem-Estar; Infraestrutura e Mobilidade Urbana; Sustentabilidade; e Desenvolvimento Socioeconômico e Ordem Pública.

Na etapa nacional, serão revelados os vencedores por faixas populacionais – até 30 mil habitantes, entre 30 mil e 100 mil e acima de 100 mil – além da grande campeã geral do IGMA, que consolida todos os pilares avaliados.

Adamantina venceu a etapa estadual no mês de outubro | Foto: Reprodução/TV Band

Adamantina chega à final após ser reconhecida como a melhor cidade do Estado de São Paulo na categoria de municípios com população entre 30 mil e 100 mil habitantes, segundo o IGMA 2025. Os indicadores que garantiram a classificação evidenciam desempenho superior às médias nacionais, especialmente nos aspectos relacionados à qualidade de vida e à oferta de serviços públicos essenciais.

Na qualidade habitacional, Adamantina alcançou índice de 97,96%, acima da média nacional de 92,98%, conforme dado da gestão municipal. A cidade também apresenta resultados expressivos em saneamento básico, com índices próximos da universalização: o acesso à rede de esgoto chegou a 99,89% a 100%, enquanto a média nacional variou entre 55,43% e 58,01%. No abastecimento de água, Adamantina atingiu 100% de cobertura, frente a índices nacionais entre 67,41% e 71,17%. Já o tratamento de esgoto alcançou 98,94%, bem acima da média brasileira, que ficou entre 42,51% e 45,73%.

Outro destaque é a infraestrutura digital. O acesso à banda larga fixa por 100 habitantes no município variou de 31,45% a 39,07%, mais que o dobro da média nacional, que oscilou entre 11,90% e 16,50%, demonstrando avanços significativos em conectividade e inclusão tecnológica.

Na mobilidade urbana, o percentual de deslocamento casa-trabalho em até uma hora atingiu 95%, superando a média nacional de 93,89%. Já na coleta de lixo domiciliar, Adamantina registrou 100% de cobertura, enquanto o índice nacional variou entre 74,33% e 79,06%.

Entre o provincianismo e o vira-latismo

Conversar com pessoas do interior geralmente revela um sentimento recorrente, e foi exatamente essa impressão que tive ao ler o texto de Márcia Molina, “Morar em Adamantina, eis a questão”. Ela descreve como muitos jovens da década de 1970 percebiam a cidade: a ansiedade de “não ver a hora de sair daqui”, acompanhada de críticas como “povo retrógrado, atrasado, provinciano, ignorante e preconceituoso”. O intrigante é que essa percepção não ficou no passado; ela se manteve viva e atravessou gerações.

Provincianismo, afinal, é a estreiteza de espírito que emerge da pouca exposição a práticas culturais e intelectuais. Mas o termo costuma ser usado de forma injusta tanto por quem critica o interior quanto por quem vive nele. Essa visão não surge do acaso: é produto de um habitus cultural fragilizado por falhas históricas nas políticas sociais, culturais e educacionais, em nível municipal e nacional. Não nasce dentro das casas; reproduz-se nas escolas, nas ruas e no imaginário coletivo. Como aponta Tiago Rafael dos Santos Alves:

“Os estudantes da rede pública carregam, além do caderno e do uniforme, a expectativa silenciosa de que serão a mão de obra que sustenta o cotidiano das pequenas cidades.”

“A região vive um desequilíbrio que poucos gostam de comentar. De um lado, jovens da rede privada que vão embora e dificilmente voltam. De outro, jovens da rede pública que seguram as pontas da economia local e mantêm vivas atividades essenciais.”

A mensagem implícita parece cristalina: o que é bom está fora; o que é nosso é menor. Isso molda identidades, afeta projetos de vida e alimenta um sentimento de insuficiência coletiva.

Esse olhar depreciativo muitas vezes parte dos próprios moradores, que ridicularizam sua cultura e reforçam os preconceitos que dizem combater. Já ouvi comentários como: “Museu? E que história eles têm pra contar? Meia dúzia de velhos com histórias de boteco.” Falas assim diminuem a memória local, enfraquecem o pertencimento e empurram para longe os jovens mais capacitados. São expressões de uma alienação que se aproxima perigosamente do vira-latismo.

Não se trata de culpar indivíduos, mas de compreender que somos reféns de um sistema político que nos restringe. Faltam políticas de manutenção cultural e de desenvolvimento regional que permitam reter talentos e criar oportunidades. Faltou isso às gerações que ficaram e ainda falta hoje. Não existem soluções rápidas; seriam necessários anos de continuidade. Isso, porém, não deveria nos impedir de planejar, cobrar e imaginar um interior que se reconheça como valioso.

E aqui surge outra reflexão necessária: entendemos as necessidades reais de nossas cidades? Em um contexto marcado pela ascensão dos nômades digitais e de novas formas de viver e trabalhar, como pequenas cidades poderiam se adaptar e ampliar sua vida cultural para se tornarem mais atrativas? Para jovens preparados, qualquer lugar pode ser casa, desde que exista algum sentido, algum vínculo, alguma experiência que vá além do “não ter nada pra fazer”.

E esse é o ponto central. Qualquer cidade pode ter sorveterias, lanchonetes, museus e pontos de encontro. O que realmente transforma as relações não é a existência desses espaços, mas a maneira como eles são vividos. É daí que nasce o “enraizamento cultural”: o jovem reconhecendo de onde vem, entendendo e valorizando sua história.

“Por enraizamento cultural, entende-se o processo pelo qual ideias, práticas, memórias e tradições se fixam de forma profunda no cotidiano de uma comunidade, tornando-se parte viva de sua identidade, assim como as raízes de uma planta que se firmam no solo e garantem sua vitalidade. É essa ligação simbólica, afetiva e histórica que sustenta o sentimento de pertencimento.”

E essa reflexão vale ainda mais para os jovens que vêm de famílias simples, afinal, a maioria nas pequenas cidades brasileiras. Falamos muito sobre “reter mão de obra capacitada”, mas mais de dois terços dos municípios são formados por trabalhadores comuns, com salários modestos e oportunidades limitadas. O que pode, então, agradar esse morador e fazê-lo ficar? O que pode criar pertencimento para quem não busca necessariamente universidades de ponta, viagens ou carreiras altamente especializadas, mas apenas uma vida possível, digna e com algum futuro onde nasceu?

Para esses jovens, pertencimento não nasce de grandes estruturas, mas de condições básicas que lhes permitam existir com dignidade: trabalho estável, espaços públicos vivos, transporte acessível, cultura que os reconheça e oportunidades reais, ainda que pequenas, de desenvolver habilidades e construir um caminho próprio. É a cidade oferecer não a promessa de sucesso excepcional, mas a possibilidade concreta de viver bem. Quando isso existe, mesmo o jovem simples passa a enxergar sentido em ficar e, sobretudo, valorizar sua própria terra.

Não se trata de vangloriar o lugar, mas de aprender a gostar dele, compreendendo o que o torna singular. O problema é que, hoje, não podemos afirmar que o que temos seja suficientemente atrativo. Precisamos de mudanças profundas, planejadas e consistentes, para dialogar com essa nova geração e com os novos modos de habitar o mundo.

É nesse cenário que algumas iniciativas locais surgem tentando preencher esse vazio. Há movimentos que buscam fortalecer práticas culturais e recriar vínculos com o território, e é justamente isso que precisamos consolidar: um capital cultural próprio. Isso passa por reconhecer e valorizar nossos patrimônios históricos únicos, nossas vocações econômicas e profissionais, além das manifestações históricas e folclóricas que nos distinguem.

Os municípios promovem feiras culturais, iniciativas comunitárias, a Feira da Mulher e outros eventos que mostram que a cidade tenta, sim, ser atrativa para sua própria gente, e muitas vezes, consegue deixar alguma marca. Mas, apesar de importantes, essas ações ainda não se tornam singulares; poderiam existir em qualquer cidade. Ainda não alcançamos uma tradição própria.

E aí a pergunta retorna: o que realmente nos diferencia? O que pode constituir nosso capital cultural? Não precisamos de algo mirabolante, apenas de algo que seja verdadeiramente nosso. Festas e shows divertem, mas não criam vínculos duradouros nem estruturam pertencimento. Os municípios ainda não atingiram essa cadência cultural; temos alguns eventos dispersos, que acontecem um ano sim e outro não, sem continuidade que permita formar memória ou identidade.

Nesse sentido, o enraizamento cultural não apenas favorece o reconhecimento de si pelo estudante, mas amplia sua capacidade de compreender aspectos históricos e sociais. Sem cultura, um indivíduo torna-se alguém sem referências, não porque precise lembrar “de quem era filho” ou exatamente “de onde veio”, mas porque perde o conjunto de significados que orienta sua leitura de mundo. Possuir um habitus cultural sólido fortalece tanto a formação escolar, ao permitir análises históricas mais maduras, quanto a vivência social. Quando o jovem capacitado se vê inserido e reconhecido dentro de sua própria cidade, passa a enxergar nela não um limite, mas um território possível para construir futuro.

Se aqui não há um capital cultural capaz de enraizar o jovem, por que cidades um pouco maiores conseguem? Presidente Prudente, Araçatuba, Campinas ou São Paulo realmente oferecem mais oportunidades; são centros mais desenvolvidos e capazes de impulsionar a mobilidade social. É evidente que, para mão de obra especializada, o interior perde espaço. O problema, porém, não é a ausência de potencial. Como destaca Tiago:

“Há inteligência, criatividade, cultura e história, mas ninguém constrói futuros onde não enxerga horizontes.”

Enquanto acreditarmos que tudo o que é valioso está fora, reforçamos justamente o provincianismo que criticamos. Não por morarmos no interior, mas por recusarmos enxergar a riqueza que existe nele.

Esse fenômeno não é exclusivo de Adamantina, da Alta Paulista ou do interior paulista; ele é nacional. Criou-se uma hierarquia simbólica que associa grandes centros ao progresso e à cultura, enquanto relega o interior ao atraso. Essa lógica se reafirma quando observamos, como diz Tiago, que “quem pode, vai embora; quem não pode, fica”, aprofundando um desequilíbrio que “a escola, sozinha, não consegue resolver”. Até mesmo os que saem tornam-se, muitas vezes, narrativas heroicas, exceções que confirmam um lugar visto como pequeno demais.

Para quem adota essa visão negativa, nada do interior parece ter valor: nem os cursos, nem a cidade, nem a história. Tudo é visto como uma tentativa fracassada de modernização. Surge então a pergunta incômoda: em que essa postura difere do velho complexo de vira-lata?

E, além disso, o que realmente deve ser considerado ao avaliar uma cidade? Em que momento enaltecemos certos aspectos e apagamos outros? Até que ponto nossas percepções dependem apenas do olhar, ou podemos construir critérios que valorizem a diversidade das experiências locais?

No fim, talvez não faltem ao interior grandes prédios, universidades renomadas ou avenidas iluminadas. Talvez falte, sobretudo, um olhar capaz de perceber que cada cidade carrega mundos inteiros esperando para serem descobertos. O provincianismo real não está no mapa, mas na incapacidade de reconhecer o próprio chão como lugar de criação, memória e futuro.

Como sintetiza Tiago Rafael:

“Se quisermos que os jovens fiquem por vontade e não por falta de opção, precisamos de governantes que deixem de tratar a região como apêndice administrativo ou apenas como território eleitoral. É necessário planejamento, investimento, diálogo com as universidades e comunidades escolares, incentivo real à formação técnica (ou superior) conectada ao território e políticas que tornem possível um futuro aqui, e não apenas nos grandes centros.”

Se quisermos reverter esse ciclo, precisamos mais do que discursos: precisamos de políticas culturais consistentes, espaços públicos vivos, projetos que conectem jovens à história local e oportunidades que façam sentido para a geração que chega. O interior não precisa competir com metrópoles; não precisamos crescer, precisamos nos desenvolver, encontrar nossa vocação e fortalecê-la. Quando uma cidade aprende a valorizar o que tem e a cultivar o que pode ser, ela deixa de perder seus jovens e começa, enfim, a inspirá-los a ficar.

Coren-SP inaugura posto de atendimento no Poupatempo de Adamantina

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Unidade do Poupatempo em Adamantina | Foto: Divulgação

As unidades do Poupatempo de Adamantina e Presidente Venceslau passam a oferecer, a partir desta semana, os serviços do Coren-SP (Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo). A iniciativa faz parte da maior expansão já realizada pelo Conselho, que em seu ano de cinquentenário registra crescimento de 150% na rede presencial.

De acordo com o presidente do Coren-SP, enfermeiro Sergio Cleto, a parceria reforça o compromisso da autarquia em aprimorar o atendimento aos profissionais da enfermagem. “Definimos a parceria com o Poupatempo por ser uma referência já consolidada e que tem aprovação de 98% dos paulistas. Queremos oferecer o que há de melhor para os trabalhadores da enfermagem”, afirmou.

Nos novos postos do Atende Coren-SP será possível solicitar renovação e segunda via da carteira profissional, acordos financeiros e inscrição remida — benefício concedido a profissionais com mais de 30 anos de contribuição.

A abertura das unidades amplia o alcance dos serviços do Conselho, beneficiando aproximadamente 2.200 profissionais de mais de 13 municípios da região, além de enfermeiros do Mato Grosso do Sul que trabalham em São Paulo.

O atendimento funcionará de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 13h, horário considerado estratégico para profissionais que atuam em regime de plantão.

A inauguração do posto de Adamantina está marcada para esta terça-feira (16), às 11h, no Poupatempo localizado na Avenida da Saudade, 1072, Vila Endo.

Alunos de Engenharia Civil da FAI desenvolvem projetos para as entidades em parceria com a AEAANAP

Durante o encontro, foram analisadas demandas específicas das entidades atendidas, discutidas alternativas técnicas e definidos ajustes finais para a conclusão dos projetos | Foto: Jéssica Nakadaira/FAI

Alunos do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário de Adamantina desenvolveram projetos técnicos gratuitos destinados a instituições de Adamantina, Mariápolis e Lucélia, como parte das atividades do programa de extensão “Engenharia Civil e comunidade adamantinense: construindo juntos”. A iniciativa foi realizada em parceria com a Associação de Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos da Alta Paulista (AEAANAP).

No dia 6 de dezembro, estudantes, profissionais e autoridades participaram de um estudo de casos realizado na sede da AEAANAP. Durante o encontro, foram analisadas demandas específicas das entidades atendidas, discutidas alternativas técnicas e definidos ajustes finais para a conclusão dos projetos.

Durante o encontro, foram analisadas demandas específicas das entidades atendidas, discutidas alternativas técnicas e definidos ajustes finais para a conclusão dos projetos | Foto: Jéssica Nakadaira/FAI

O grupo composto por Leonardo Fagliari Sposito, Cesar Augusto Ghedini Mantovani e Geysa Mary de Carvalho de Freitas desenvolveu o projeto turístico considerado o mais completo e inovador para o município de Mariápolis. A proposta abrange melhorias estruturais, valorização de pontos de interesse e ações de incentivo ao turismo local. O trabalho contou com orientação do engenheiro Osmar Pereira da Silva Junior.

Já os alunos Leonardo Fagliari Sposito, Cesar Augusto Ghedini Mantovani, Gabriel Crepaldi Candido Borbolan e Geysa Mary de Carvalho de Freitas foram responsáveis pelo melhor projeto de reforma destinado ao Lar Cristão de Adamantina, com foco na modernização de ambientes, segurança e bem-estar dos atendidos. O projeto foi supervisionado pelos engenheiros Murilo Jaccoud Neto e Rafaela Ginez Gama.

Durante o encontro, foram analisadas demandas específicas das entidades atendidas, discutidas alternativas técnicas e definidos ajustes finais para a conclusão dos projetos | Foto: Jéssica Nakadaira/FAI

Por fim, no projeto de regularização do Lions Clube de Lucélia, o aluno Gabriel Crepaldi Candido Borbolan caprichou na criatividade e atendeu às normas técnicas, garantindo a adequação estrutural necessária. A orientação foi do engenheiro Silvio Macagnani.

O coordenador do curso de Engenharia Civil da FAI e responsável pelo programa, Prof. Dr. Osmar Pereira da Silva Junior, destacou a importância da iniciativa para a formação dos estudantes e para a comunidade regional. “Quando aproximamos a sala de aula das necessidades reais da comunidade, formamos profissionais mais sensíveis, preparados e comprometidos. Esses projetos mostram que a engenharia pode — e deve — ser um instrumento de transformação social. Ver nossos alunos contribuindo com melhorias concretas para a região é motivo de muito orgulho”, ressalta.

Durante o encontro, foram analisadas demandas específicas das entidades atendidas, discutidas alternativas técnicas e definidos ajustes finais para a conclusão dos projetos | Foto: Jéssica Nakadaira/FAI

Técnica acima da política: soluções reais para o avanço das concessões públicas

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Como engenheiro, sinto-me indignado ao testemunhar, junto com milhões de brasileiros, os impactos causados pelo sistemático descumprimento de prazos nas concessões públicas. Seja na entrega de um aeroporto, numa rodovia inacabada ou nos intermináveis atrasos de obras de infraestrutura, a história é sempre a mesma: promessas não cumpridas, pessoas prejudicadas e uma classe política que, ao invés de resolver, utiliza o sofrimento da população como palco para sua autopromoção. Isso precisa acabar. E acredito que a transformação só virá com profissionais técnicos e competentes assumindo o comando da política brasileira.

Nos últimos anos, os erros e atrasos em concessões de aeroportos, rodovias, estações de trem, saneamento básico e outras obras essenciais tornaram-se rotina. Como exemplo recente, vemos aeroportos regionais, como o de Presidente Prudente, com concessões assumidas por empresas privadas. Prometeram melhorias, uma infraestrutura moderna e maior bem-estar para os cidadãos. Contudo, o abandono de prazos, as desculpas burocráticas ou econômicas e a ausência de fiscalização transformaram essas promessas em um pesadelo para passageiros e profissionais que dependem desses serviços diariamente, dando agora palco para políticos cobrarem o governo e apresentarem o início de obras atrasadas como uma nova conquista ao cidadão..

E quem paga o preço? É sempre o cidadão comum. É o passageiro que enfrenta aeroportos lotados, sem infraestrutura adequada, banheiros deteriorados e áreas de embarque abarrotadas. É o caminhoneiro que atravessa rodovias com buracos e pedágios abusivos. É a mãe que leva seu filho ao hospital da cidade e encontra equipamentos sucateados porque o estado falhou em garantir o básico. O custo da incompetência vai muito além do financeiro; ele está na qualidade de vida perdida, na insegurança de usar uma estrada ou mesmo na frustração que tantos brasileiros sentem ao ver seu próprio país estagnado no tempo.

O que me indigna, além da ineficiência em si, é como políticos se aproveitam dessas deficiências para lucrar politicamente em cima da mediocridade que perpetuam. Obras atrasadas, principalmente em regiões estratégicas, tornam-se instrumentos de campanha eleitoral. Isso acontece porque as entregas que deveriam ser políticas de Estado orgânicas e naturais, alimentadas por uma gestão técnica e transparente, passam a ser tratadas como favores feitos pelo governante de plantão.

É revoltante ver que serviços essenciais são utilizados como moeda de troca eleitoral. Quando uma obra é inaugurada – mesmo atrasada e realizada com diversos desvios de prazo e orçamento – ela é comemorada como uma vitória, quando, na verdade, a população foi lesada por anos de negligência.

Os exemplos são infinitos e estão espalhados em todas as esferas. Lemos notícias de devoluções de concessões por empresas que “não conseguiam cumprir as cláusulas”, de agências reguladoras que aplicam multas que nunca são efetivamente pagas e de obras inacabadas abafadas por uma enxurrada de desculpas e promessas vazias. Enquanto isso, profissionais que poderiam e deveriam tomar as rédeas de projetos estratégicos permanecem fora do debate político.

Pergunto-me: por que o Brasil insiste em relegar o domínio técnico à segunda categoria? Em outras nações, a presença de engenheiros, médicos e cientistas nos altos escalões da administração pública é algo comum, pois esses profissionais agem focados na resolução de problemas reais. Aqui, no entanto, ao invés de promover soluções concretas, politiza-se cada medida essencial.

Como engenheiro, fui ensinado a lidar com problemas técnicos, a buscar soluções racionais baseadas em dados e a cumprir prazos como um preceito fundamental do trabalho. Não há espaço para improvisos quando a vida ou a segurança de uma pessoa pode depender de um cálculo estrutural ou de uma aplicação de material. Contudo, assisto incrédulo enquanto a política brasileira ignora o básico da engenharia da gestão: planejamento, eficácia e transparência. Ela transforma o óbvio – como reparar uma rodovia ou ampliar um terminal – em algo inalcançável.

Enquanto países como Japão, Alemanha e Coreia do Sul prosperam com lideranças que promovem o progresso baseado na técnica, o Brasil vê concessões públicas mal geridas, bilhões desperdiçados, e o sofrimento dos cidadãos perpetuado. Precisamos mudar essa lógica, e para isso, é imprescindível que profissionais capacitados ocupem espaços no debate político.

Para que os brasileiros tenham acesso orgânico a uma infraestrutura de qualidade e para que a política de concessões deixe de ser um jogo de interesses eleitorais e empresariais, é hora de novos grupos assumirem o protagonismo. Precisamos de engenheiros, médicos, cientistas e técnicos no comando. Precisamos de líderes que vejam o atraso de uma obra não como uma oportunidade de discurso político, mas como um grave problema que afeta pessoas reais e precisa ser resolvido com urgência.

A presença de profissionais técnicos nos cargos de decisão traria uma enorme revolução. Lições fundamentais para nós engenheiros – como foco prático, responsabilidade, transparência e compromisso com metas – poderiam transformar o modo como o Brasil trabalha. Por que não aplicar na administração pública um planejamento semelhante ao que usamos em projetos de engenharia? Por que não estabelecer prazos factíveis, cobrar sua execução com rigor e garantir que o trabalho seja feito com qualidade?

Minha indignação não é apenas de quem observa, mas de quem faz parte de profissões que têm as ferramentas para mudar esse cenário. As concessões públicas mal geridas são o símbolo de como o Brasil precisa sair das amarras da politização e enxergar a governança como uma ciência a ser tratada com seriedade.

O Brasil não precisa de mais campanhas políticas baseadas em promessas. Ele precisa de profissionais que saibam como cumprir essas promessas e que enxerguem o desenvolvimento do país como um dever, e não como uma ferramenta de autopromoção.

Para além de engenheiro, sou um cidadão como qualquer outro, que pega estradas, voa em aeroportos precários e sofre junto com o país. Meu apelo é claro: nós, que temos as competências técnicas para entender e resolver os problemas do Brasil, precisamos ocupar espaços de liderança. Não pela glória da política, mas pelo bem das pessoas.

Câmara vota nesta segunda-feira projeto de abono natalino de R$ 300 a servidores

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Câmara deve votar nesta semana abono natalino de R$ 300 a todos os servidores municipais | Foto: Arquivo/IMPACTO

A Câmara Municipal de Adamantina vota nesta segunda-feira (15) o projeto de lei que autoriza o pagamento de um abono natalino de R$ 300 a todos os servidores municipais da administração direta, incluindo aposentados e pensionistas. A proposta, enviada pelo Executivo no último dia 5, será apreciada durante a última sessão ordinária de 2025.

O projeto foi anunciado pelo prefeito José Carlos Martins Tiveron em vídeo publicado nas redes sociais. Caso seja aprovado pelos vereadores, o benefício será creditado em parcela única até 29 de dezembro, por meio do vale-alimentação. O abono também se somará aos R$ 300 já pagos em fevereiro, totalizando R$ 600 em benefícios extraordinários aos servidores neste ano.

Na justificativa encaminhada ao Legislativo, o Executivo afirma que o pagamento representa reconhecimento ao empenho do funcionalismo e reforça o compromisso com a valorização do serviço público. A administração também destaca o impacto econômico positivo da medida, especialmente no comércio local, como supermercados, açougues e mercearias.

“A situação financeira do município permite conceder esse abono especial”, aponta o documento. O texto pede ainda que a tramitação ocorra em regime de urgência.

Pelo projeto, o abono será destinado a todos os servidores ativos, inativos e pensionistas, exceto aqueles em licença sem remuneração. O valor não será incorporado aos vencimentos, não terá caráter permanente e não servirá de base para cálculo de outros benefícios.

A proposta está em análise pelas comissões permanentes da Câmara. Após a votação e eventual aprovação, seguirá para sanção do prefeito e entrará em vigor na data de sua publicação.

PROPOSTA TAMBÉM BENEFICIA SERVIDORES DA FAI 

O segundo projeto autoriza a FAI (Centro Universitário de Adamantina) a conceder um abono pecuniário especial de R$ 300 aos seus servidores. O benefício será destinado tanto a servidores ativos quanto inativos e deverá ser pago em parcela única até o dia 19 de dezembro de 2025. Assim como ocorre no projeto referente à Prefeitura, não terão direito ao abono os servidores que estiverem em licença sem remuneração.

Na justificativa, o Executivo ressalta que a proposta visa reconhecer o empenho e a dedicação dos servidores da FAI e também atende a uma indicação previamente aprovada pela Câmara Municipal. As despesas decorrentes do pagamento serão custeadas com recursos do orçamento próprio da autarquia, sem impacto no caixa geral do Município.

Atualizado para acréscimo de informações

Prefeitura de Adamantina disponibilizará carnês de IPTU, FUN/FIS e ISS Fixo em formato digital a partir de janeiro

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A Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Fiscalização e Arrecadação Tributária, informa que a partir do exercício de 2026, os carnês para pagamento de IPTU, FUN/FIS e ISS-Fixo serão disponibilizados em formato digital a partir do dia 5 de janeiro de 2026.

A medida faz parte das ações do programa Sem Papel, implantado pelo município neste ano e que objetiva a modernização dos serviços públicos, reduz custos e, ainda, contribui para a sustentabilidade.

O contribuinte deverá fazer a baixa do documento diretamente no Portal do Cidadão que está disponível em www.adamantina.sp.gov.br.

IPTU

O pagamento do IPTU tem início no dia 8 de março. Quem optar pela cota única terá desconto de 3%, porém há opção de parcelamento em 10 vezes mensais e consecutivos.

FUN-FIS E ISS-FIXO

O vencimento da primeira parcela do FUN-FIS e ISS-Fixo será dia 20 de fevereiro e as demais, em caso de parcelamento, a partir do dia 8 de março.

Para os contribuintes que optarem pelo carnê físico, a Prefeitura de Adamantina, fará a impressão no Paço Municipal, no Departamento de Tributação que funciona no 2º andar e nos postos de atendimento que serão informados posteriormente.

A não retirada das guias nos postos de atendimento não isenta o contribuinte da responsabilidade pelo pagamento tempestivo do IPTU 2026.

Provas do Vestibular Fatec 2026 serão aplicadas neste domingo

O grande dia está chegando para os candidatos do Vestibular Fatec 2026. A prova será realizada neste domingo, 14 de dezembro, às 13 horas, na Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Adamantina, localizada na rua Paraná, 400, Jardim Brasil (antigo CEFAM). A recomendação é que os candidatos verifiquem o trajeto com antecedência para evitar contratempos no dia do exame.

É importante que os candidatos tenham em mãos caneta esferográfica azul ou preta, lápis e borracha e um documento original com foto, como RG ou CNH.

Os portões serão abertos ao meio-dia e fechados pontualmente às 13 horas. Por isso, é recomendado chegar com antecedência para evitar imprevistos e garantir um início tranquilo. A prova terá cinco horas de duração.

O gabarito oficial será divulgado na quarta-feira, 17, a partir das 15 horas. Já a lista de classificação geral estará disponível no dia 19 de janeiro, também a partir das 15h, no site vestibular.fatec.sp.gov.br, com a lista de primeira chamada dos candidatos e divulgação do desempenho dos candidatos.

O período de matrícula dos candidatos aprovados em primeira chamada está marcado para os dias 20 a 22 de janeiro e o envio da documentação poderá ser por meio digital, via upload (Sistema de Matrícula remota).

POR QUE ESCOLHER A FATEC?

Reconhecida por sua proposta de ensino tecnológico e voltada à empregabilidade dos jovens, a Fatec Adamantina é uma excelente opção para quem deseja ingressar no Ensino Superior sem custos e com formação de qualidade.

Com ensino gratuito, público e de qualidade, a Fatec Adamantina oferece dois cursos superiores: Tecnologia em Ciência de Dados e Tecnologia em Gestão Comercial — ambos com duração de três anos e ministrados por um corpo docente qualificado, preparado para conectar teoria, prática e as exigências do mercado de trabalho atual.

Os cursos oferecidos são pensados para atender às demandas do mercado e impulsionar o desenvolvimento profissional desde os primeiros semestres.

Para mais informações, acesse o site fatecadamantina.cps.sp.gov.br.

Cara chato

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“Nenhum homem nesta terra é repúblico, nem zela, ou trata do bem comum, senão cada um do bem particular.” ¹

A manifestação anticorrupção foi organizada em uma dessas manhãs de sábado em que se tem a falsa impressão do alívio do final de semana. O comércio abria as portas e os funcionários imaginavam aquele dia e meio entre sábado e domingo como salvo-conduto do horrível hábito de trabalhar todos os dias.

O país chamado de Terra do Sol atravessava um período de rara e extrema conscientização acerca dos valores morais de seus líderes. Segundo os residentes, tornava-se impossível respirar e aproveitar seus míseros finais de semana, sempre discutindo o mesmo assunto:  a corrupção institucionalizada pelo governo pátrio. A população não mais tolerava os corruptos, ladrões do dinheiro do povo, gente sem princípios e valores, que não se importavam com o bem da coletividade; pensadores de si mesmos, reis de seus próprios umbigos.

O povo saiu às ruas. Vestidos com roupas hodiernas que estampavam as cores da Terra do Sol, o azul e o branco, gritavam palavras de ordem contra seus líderes. Alçavam bandeiras da pátria mãe que tremulavam frases adicionadas ao centro: abaixo a corrupção ou governo corrupto.

Aquela gente se considerava paladino da moral, dos bons costumes e de um país livre de políticos corruptos, deturpadores dos bons valores da típica família cristã.

A manifestação transcorreu na mais perfeita ordem; progressivamente bem organizada. Uma carreata percorreu as principais avenidas da Terra do Sol, bagunçando a vida de alguns moradores pacíficos que escolheram aquela manhã para pagar contas na lotérica ou fazer pequenas compras no comércio. O encerramento seria na praça central. Os carros foram estacionando e seus ocupantes criaram uma considerável aglomeração azul e branca. Sobre o palco ali instalado, líderes ufanistas se revezavam proferindo discursos contra a conjuntura corrupta.

Foi naquele instante que o chato chegou. Sócrates era seu nome; conhecido como o famoso espanta rodinha. Tinha o estranho hábito de não concordar, nem mesmo discordar de seus interlocutores. O seu defeito era questionar.

Encostou no primeiro manifestante, era o instalador de antenas. Este o cumprimentou com a saudação do protesto.

— Bom dia Patriota!

— Bom dia Sr. Instalador! — respondeu Sócrates.

— Linda manifestação contra este governo corrupto, não é mesmo?

— Ah sim, muito bonita! Sr. Instalador, o que é a corrupção?

— São estes políticos corruptos que roubam tudo aquilo que veem.

— Sim, verdade! Aliás, mudando de assunto, o Sr. continua instalando aqueles aparelhinhos que se pode assistir todos os canais da TV paga sem gastar um centavo?

— Sim Patriota, com certeza! Se precisar posso inclusive instalar um aparelho deste na sua casa. Vai assistir tudo e sem pagar nada. Tem que pagar apenas o aparelho e o meu trabalho, depois é só curtir a programação sem precisar pagar boleto.

— Isto seria ótimo Sr. Instalador, mas não configura corrupção roubar o sinal de TV?

O instalador ruborizou e surfou no senso comum.

— Imagina Patriota, todo mundo tem isto instalado em casa.

— Ah sim, respondeu Sócrates.

Quando se deu conta estava sozinho no meio da manifestação. Então encostou ao lado do técnico em informática.

— Bom dia Patriota!

— Bom dia Sr. Técnico! – respondeu Sócrates.

— E então, o computador que dei manutenção na semana passada ficou bom?

— Não Sr. Técnico, continua desligando sozinho.

— Patriota eu já falei! A melhor coisa é eu queimar o aparelho e você coloca no seguro da casa.

— Neste caso o computador não iria queimar por uma descarga elétrica contingencial, mas por uma imposição sua. Correto?

— Sim, neste caso, sim.

— E isto não seria corrupção?

— Imagina Patriota, todos o fazem. Um bom dia para o Sr.! — e deixou Sócrates mais uma vez sozinho.

Foi quando encostou o Sr. Líder Religioso.

— Bom dia Patriota!

— Bom dia Sr. Líder Religioso!

— Linda manifestação contra estes políticos corruptos, não?

— Sim, muito bonita Sr. Líder Religioso.

— Patriota, gostaria de aproveitar e convidá-lo para o nosso encontro religioso anticorrupção que acontecerá amanhã. Vamos inclusive levantar fundos para o comitê anticorrupção. Com o dinheiro vamos pagar agentes que irão fiscalizar os políticos corruptos.

— Interessante! E quem serão estes agentes?

— Por enquanto dois sobrinhos estão à frente da comissão.

— Ah sim. Por curiosidade Sr. Líder Religioso, posso fazer uma pergunta?

— Claro Patriota, fique à vontade.

— O Sr. Líder Religioso tem como remuneração apenas quatro salários?

— Sim Patriota, e é tão difícil passar o mês. Tenho três filhos, não é fácil, sabe?

— Sim, imagino Sr. Líder Religioso. Mais uma pergunta. Como conseguiu construir uma casa tão grande, apenas com quatro salários, no mais caro condomínio da cidade?

— Ah, sim, claro, isso foi dinheiro de herança. Uma velha tia nos deixou este alívio. Tenho que ir. Passar bem Patriota!

E mais uma vez Sócrates encontrou-se só na Ágora. Caminhou alguns metros enquanto a voz estridente gritava no microfone da manifestação que as instituições estavam caindo de podre. Encontrou o empresário.

— Bom dia Patriota!

— Bom dia Sr. Empresário!

— Viu o meu novo carro? Tirei ontem da concessionária.

— Sim, vi o Sr. Empresário buzinando durante a carreata, muito bonito. Parabéns pela aquisição. É um veículo muito caro, não?

— Ah sim, mas eu tirei pelo PCD. Consegui um bom desconto.

— Mas o Sr. Empresário tem algum problema de saúde?

— Não, tirei no nome da minha sogra, ela sim tem um grave problema na coluna; inclusive é acamada.

— Compreendo, mas isso não seria corrupção?

— Imagina, todos o fazem. É um excelente benefício. Tenha um bom dia Patriota! E deixou Sócrates, mais uma vez abandonado no meio da turba. Então Sócrates encontrou um velho amigo.

— Bom dia Patriota!

— Bom dia Velho Amigo! Tudo bem? Como vai a Dona Esposa?

— Sabe como é, casamento antigo, relacionamento muito frio.

— Ah sim, difícil.

— Ainda bem que hoje estes sites de acompanhantes oferecem um cardápio variado de belas meninas. Todo domingo depois de ir ao templo com a Dona Esposa, a deixo em casa e falo que vou jogar carteado com os amigos.

— Mas não seria traição, portanto corromper o matrimônio?

— Quem aguenta? É uma boa saída para os anos pesados do casamento. E tem outra, todos o fazem. Tenho que ir. Tenha um bom dia Patriota!

Em meio ao alarido da manifestação acercara-se de Sócrates a Dona Patroa e a Dona Doméstica.

— Bom dia Dona Patroa! — disse Sócrates.

— Bom dia Patriota!

— Há quanto tempo a Dona Doméstica trabalha para a Dona Patroa?

— Já há vinte e cinco anos. É uma filha. — Disse a Dona Patroa.

— Sim, a Dona Patroa é uma mãe para mim. — Aquiesceu a Dona Doméstica.

— Bonito ver uma relação tão duradoura. — Disse Sócrates. Uma patroa que valoriza a colaboradora com salário justo e carteira assinada.

— Não Patriota! Nossa relação é tão próxima que nunca registrei a Dona Doméstica. Ela ganha o salário, dorme e come na minha casa. É realmente uma filha.

— Sim! A Dona Patroa é uma mãe para mim. — Mais uma vez concordou a Dona Doméstica.

— Mas não seria corrupção não pagar os direitos trabalhistas? Décimo terceiro salário, férias, FGTS, previdência e um terço de férias?

— Imagina Patriota! Na minha família, desde a época que vivíamos na fazenda, sempre tivemos esta relação com os nossos colaboradores.

Empinou o nariz, olhou fixo para o palco da manifestação e altiva, sem voltar o olhar ao seu interlocutor, sentenciou:

— Um bom dia Patriota! Vamos Dona Doméstica, você precisa fazer o almoço.

Já estava terminando a manifestação. Os líderes despediam-se no microfone agradecendo a presença do público. Sócrates olhou em um canto da praça. Estavam em uma rodinha o Sr. Instalador de Antenas, o Sr. Técnico em Informática, o Sr. Líder Religioso, o Sr. Empresário, o Velho Amigo e a Dona Patroa. Olhavam enviesados a figura de Sócrates isolada sob a sombra de um jatobá. Sócrates se aproximou.

— Estávamos aqui pensando querido Patriota — disse o empresário —, gostaríamos de oferecer uma bebida?

— Claro, seria uma honra tomar um aperitivo antes do almoço. Inclusive lembrei muito enquanto dialogávamos nesta manhã aquela frase, muito bem-feita por sinal, do historiador Leandro Karnal.

— E qual foi a frase Patriota?

— “Não existe país no mundo em que o governo seja corrupto e a população honesta e vice-versa” ². Ótima frase não? Mas me digam, qual bebida vocês irão me oferecer?

Responderam em uníssono.

— Cicuta!

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¹ Frei Vicente do Salvador avaliando o comportamento ético e moral dos brasileiros em livro de sua autoria, intitulado História do Brasil, escrito em 1627. SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil.  In:  GOMES, Laurentino. Escravidão – Volume II – Da corrida do ouro em Minas gerais até a chegada da corte de Dom João ao Brasil. 1ª ed. Rio de Janeiro: Globo Livros. 2021, pag. 154.

² NÃO existe país com governo corrupto e população honesta’, diz historiador. G1, 13 mai. 2016. Disponível em: https://g1.globo.com/pr/ oeste-sudoeste/noticia/2016/05/nao-existe-pais-com-governo-corruptoe-populacao-honesta-diz-historiador.html. Acesso em: 22 jan. 2025.

Comércio de Adamantina adota horário especial de fim de ano neste sábado

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O comércio de Adamantina passa a operar em horário especial também neste sábado (13), acompanhando o movimento de fim de ano e a expectativa de crescimento nas vendas. A medida integra o período mais importante do calendário varejista, impulsionado pela demanda natalina.

Desde o meio desta semana, as lojas do centro da cidade estão abertas das 9h às 22h, horário que também será adotado entre os dias 15 e 19, além de 22 e 23 de dezembro. Já nos sábados 13 e 20, o funcionamento será das 9h às 15h.

Na véspera de Natal, 24 de dezembro, o comércio atende até as 16h. No feriado do dia 25, as lojas permanecem fechadas, retomando as atividades no dia 26, a partir das 12h.

Embora os horários estejam previstos na CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) 2025/26, o Sincomercio reforça que a adesão é opcional. “Apesar do horário constar na CCT 2025/26, garantindo a segurança jurídica, o funcionamento é facultativo. E as empresas que optarem pelo funcionamento diferenciado devem contar com os Certificados REPIS/SEJT”, destaca o presidente da entidade, Sérgio Vanderlei.

Mais informações podem ser obtidas diretamente no Sincomercio Nova Alta Paulista, pelo telefone (18) 3521-5515.

PM cumpre três mandados de prisão em Adamantina em operações realizadas na mesma noite

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A Polícia Militar cumpriu, na noite desta quinta-feira (11), três mandados de prisão expedidos pela Justiça em Adamantina. As ações ocorreram em diferentes bairros da cidade, durante patrulhamentos e diligências das equipes.

O primeiro caso aconteceu pouco antes das 19h, na Vila Jamil de Lima. Durante ronda, policiais abordaram um indivíduo que demonstrou nervosismo ao notar a aproximação da viatura. Após consulta via Copom, foi confirmado um mandado de prisão em regime fechado contra ele.

Por volta das 21h, no Jardim Paulista, outra equipe deu sequência às buscas por um procurado da Justiça. Após levantamentos adicionais, o homem foi localizado em uma residência do bairro, e a ordem de prisão foi cumprida.

O terceiro mandado, relacionado ao crime de lesão corporal, foi executado pouco depois das 23h. Inicialmente, o suspeito não foi encontrado nos endereços cadastrados, mas, após nova informação, acabou localizado na casa da namorada. A consulta policial confirmou o mandado ativo.

Em todos os casos, os detidos foram apresentados ao plantão da Polícia Civil de Adamantina para os procedimentos legais e permaneceram à disposição da Justiça.

Defesa Civil mantém alerta para chuvas intensas e Adamantina deve registrar temporais no fim de semana

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A Defesa Civil do Estado de São Paulo segue monitorando as condições climáticas que atingem o oeste e o centro do estado nesta sexta-feira (12). A instabilidade, favorecida pela formação de nuvens carregadas, provoca pancadas de chuva que podem vir acompanhadas de raios e até queda isolada de granizo. O sistema deve se manter até a próxima quarta-feira (17).

Municípios da região oeste, próximos à divisa com o sul do país, amanheceram com registros de alagamentos e outras ocorrências. Em Presidente Prudente, ruas do bairro Santo Expedito ficaram inundadas devido ao grande volume de chuva acumulado. Duas residências foram atingidas, mas sem necessidade de remoção de moradores. Também houve quatro quedas de muros.

Temporal danificou imóveis em Presidente Prudente (SP) | Foto: Defesa Civil

A Defesa Civil reforça que o cenário atual não está relacionado ao ciclone extratropical que afetou o Sul e o Sudeste recentemente. O órgão deve divulgar novas atualizações conforme a evolução das condições atmosféricas.

Tempo de chuva na tarde desta sexta-feira (12), em Adamantina | Foto: João Vinícius Faustino/IMPACTO

PREVISÃO PARA ADAMANTINA

Sábado (13)
Em Adamantina, o sábado será de sol entre muitas nuvens, com chuva já pela manhã, seguido de temporal à tarde e noite chuvosa. As temperaturas variam entre 23ºC e 28ºC.

Domingo (14)
No domingo, a previsão indica nublado com temporal pela manhã e à tarde. À noite, as nuvens diminuem e não há previsão de chuva. As temperaturas também ficam entre 23ºC e 28ºC.

Adamantina inicia vacinação de gestantes contra bronquiolite

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A Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Saúde, informa que já está disponível em todas as unidades básicas de saúde do município a vacinação contra a bronquiolite.

No entanto, o imunizante está disponível apenas para gestantes – a partir da 28ª semana, sem restrição de idade materna. A aplicação da dose acontece de segunda a sexta-feira das 8h às 16h.

A gestante deverá informar sobre o seu estado de gravidez e a idade gestacional (cartão da gestante ou cartão do pré-natal, exames comprobatórios, relatório médico ou encaminhamento de qualquer profissional de saúde nível superior) para receber a dose única da vacina.

O objetivo da vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR), é prevenir as formas graves de doença do trato respiratório inferior associados ao VSR em crianças menores de 6 meses de idade mediante a vacinação de gestantes, conforme o documento técnico emitido pelo Centro de Vigilância Epidemiológica ” Prof. Alexandre Vranjac” e pela Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Falecimentos de 5 a 11 de dezembro – Haddad

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Nome: Antonio Paes
Idade: 82
Sexo: Masculino
Data de Nascimento: 26/03/1943
Data do Falecimento: 05/12/2025

Nome: Teresa De Brito
Idade: 66
Sexo: Feminino
Data de Nascimento: 22/09/1959
Data do Falecimento: 06/12/2025

Nome: Jose Laureano De Macedo Filho
Idade: 91
Sexo: Masculino
Data de Nascimento: 25/04/1934
Data do Falecimento: 06/12/2025

Nome: Jose Alves Da Silva
Idade: 87
Sexo: Masculino
Data de Nascimento: 12/10/1938
Data do Falecimento: 07/12/2025

Nome: Alaide Aparecida Dias Da Silva
Idade: 60
Sexo: Feminino
Data de Nascimento: 21/11/1965
Data do Falecimento: 07/12/2025

Nome: Jorge Atanagildo Miranda Lima
Idade: 63
Sexo: Masculino
Data de Nascimento: 30/03/1962
Data do Falecimento: 07/12/2025

Nome: Geni Da Silva Leal
Idade: 71
Sexo: Feminino
Data de Nascimento: 06/09/1954
Data do Falecimento: 08/12/2025

Nome: Benicio Mendes Mizael
Idade: 2
Sexo: Masculino
Data de Nascimento: 23/06/2023
Data do Falecimento: 09/12/2025

Nome: Luiza Marcon
Idade: 93
Sexo: Feminino
Data de Nascimento: 29/10/1932
Data do Falecimento: 11/12/2025

Nome: Luiz Donizeti Begnossi
Idade: 62
Sexo: Masculino
Data de Nascimento: 06/11/1963
Data do Falecimento: 11/12/2025