As secretarias municipais e estaduais de Saúde registraram, em 24 horas, 12.301 casos de covid-19 e 293 mortes resultantes de complicações associadas à doença. Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada nesta quinta-feira (18).
Com isso, o número de vidas perdidas para a pandemia chegou a 612.144. Até quarta-feira (17), o painel de informações sobre a covid-19 mantido pelo Ministério da Saúde marcava 611.851 mortes em decorrência da doença.
Ainda há 2.867 mortes em investigação, situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa demanda exames e procedimentos posteriores.
Com os novos casos registrados, o número de pessoas que contraíram covid-19 até ontem chegou a 21.989.962. Ontem, o sistema de informações do Ministério da Saúde totalizava 21.977.861 casos acumulados.
Estão em acompanhamento 170.821 casos de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. Até esta quinta-feira, 21.206.997 pessoas já se recuperaram da covid-19.
Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras e nos dias seguintes aos feriados por causa da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral, há mais registros diários pela atualização do acúmulo de dados..
Boletim epidemiológico 18.11.2021 – Ministério da Saúde
Estados
Segundo o balanço do Ministério da Saúde, o estado com mais mortes por covid-19, até o momento, é São Paulo (153.299), seguido por Rio de Janeiro (68.793), Minas Gerais (55.997), Paraná (40.741) e Rio Grande do Sul (35.898).
Os estados com menos óbitos resultantes da doença são Acre (1.845), Amapá (1.995), Roraima (2.038), Tocantins (3.903) e Sergipe (6.038).
Não se registraram mortes por covid-19 ontem e hoje nos estados do Acre, do Amapá e de Roraima.
Vacinação
Até o início da noite de ontem, o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 297,9 milhões de doses no Brasil, sendo 157,3 milhões da primeira dose e 128,4 milhões da segunda e da dose única.
Foram aplicados 11,5 milhões de doses de reforço.
No total, foram distribuídas 360,6 milhões de doses a estados e municípios, tendo sido entregues 349,9 milhões.
Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), nascidos em dezembro, podem sacar, a partir de hoje (19), a sétima parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 31 de outubro.
Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.
Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda-feira a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.
39,2 milhões de famílias atendidas
A liberação do dinheiro em espécie marca o fim da segunda rodada do auxílio emergencial, que começou em abril. Neste ano, o programa atendeu a 39,2 milhões de famílias, dos quais 23,9 milhões de trabalhadores informais, dez milhões inscritos no Bolsa Família e 5,3 milhões inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
Os beneficiários do Bolsa Família foram migrados para o Auxílio Brasil, novo programa social do governo federal. Os trabalhadores informais e inscritos no CadÚnico deixaram de receber o benefício. Uma vez por mês, os inscritos no CadÚnico que mantiverem os dados atualizados serão selecionados para receberem o Auxílio Brasil, dependendo do espaço no Orçamento do governo.
O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.
Neste ano, a rodada de pagamentos teve sete parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, receberam R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebeu R$ 375; e pessoas que moram sozinhas, R$ 150.
Caixa/Divulgação
Regras
Pelas regras estabelecidas, o auxílio foi pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa fosse inferior a meio salário mínimo. O beneficiário precisava ter sido considerado elegível até dezembro de 2020, pois não houve nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continuou valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.
O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício.
Como são escolhidas as questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)? O que é o Banco Nacional de Itens (BNI)? O nível das provas é o mesmo todos os anos? Qual o impacto disso nas notas dos participantes? Colocar de pé uma avaliação como o Enem não é algo simples, envolve diversas pessoas e instituições. A Agência Brasil preparou um passo a passo de como as provas do Enem são elaboradas.
O Enem é composto por uma prova de redação e quatro provas com 45 questões objetivas cada: linguagens, matemática, ciências humanas e ciências da natureza.
Os itens do Enem são elaborados por especialistas selecionados por meio de chamada pública do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Eles devem seguir a matriz de referência, guia de elaboração e revisão de itens estabelecidos pelo Inep. Após escritos, os itens passam, então, por revisores e depois por especialistas do Inep.
Finalmente, os itens são pré-testados em aplicações feitas em escolas pelo país. O processo é sigiloso e os estudantes não sabem que estão respondendo a possíveis questões do Enem. Com a aplicação, avalia-se a dificuldade, o grau de discriminação e a probabilidade de acerto ao acaso da questão. Os itens aprovados passam a compor o BNI, que fica disponível para aplicações futuras do Enem.
Acesso ao BNI
Para ter acesso ao BNI, é preciso seguir um protocolo de segurança. Todos os servidores e colaboradores com autorização de acesso aos itens assinam termos de sigilo e confidencialidade.
O BNI fica no Ambiente Físico Integrado Seguro, localizado na sede do Inep, em Brasília. O ambiente fica isolado, possui salas com abertura somente com o uso de digitais e computadores sem acesso à internet ou à intranet da autarquia.
Todo o processo de captação, elaboração e revisão de itens para compor o Enem e outros exames do instituto ocorre nesse espaço. Não se sabe ao certo quantas questões compõem o banco do Enem, pois a informação é sigilosa.
Elaboração das provas
As questões que vão compor a prova do Enem são selecionadas no final do primeiro semestre do ano, por especialistas do Inep, com auxílio de professores de diversas instituições de ensino básico e superior. A seleção, de acordo com cartilha disponibilizada pelo Inep, leva em conta a cobertura da matriz de habilidades e competências de cada área do conhecimento, bem como a atualidade das temáticas dos itens e seus parâmetros psicométricos.
As questões são selecionadas de forma que o nível de dificuldade das provas seja o mesmo todos os anos. Assim, é possível comparar o desempenho dos candidatos em anos diferentes. Em 2021, as questões do Enem impresso e do digital serão as mesmas. O tema da redação também será igual.
Selecionados, o tema da redação e as questões da prova são salvos em um HD levado de avião, por um servidor do Inep, até a gráfica de segurança máxima, onde o exame é impresso. Outro servidor embarca, em um avião diferente, levando a senha que permitirá a abertura dos arquivos do HD.
A videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras) é gravada em um estúdio montado dentro do Ambiente Físico Integrado Seguro, no Inep. Os DVDs com o conteúdo da prova também são enviados para a gráfica. As provas são empacotadas e recebem lacres de segurança, que registram o momento em que os malotes são abertos. Os pacotes das provas são separados por sala e local de aplicação. Todo esse processo é feito pelo menos três meses antes da aplicação do exame.
O processo de elaboração da prova ganhou evidência na reta final para a realização do Enem. Este mês, servidores do Inep realizaram ato para denunciar problemas que vêm ocorrendo na atual gestão do presidente Danilo Dupas. O ato culminou no pedido de exoneração dos cargos ocupados por 37 servidores.
Em 2019, o Inep chegou a criar uma comissão para definir o que não seria usado no Enem. O grupo fez uma análise dos itens da BNI. Em sessão no Senado Federal, esta semana, Dupas afirmou que as provas do Enem 2021 “foram montadas pela equipe técnica seguindo a metodologia que vem sendo adotada, a Teoria de Resposta ao Item (TRI). A prova possui um conjunto de questões de diversos níveis de dificuldade que são calibradas para garantir um certo nível de prova. É comum, portanto, que durante a montagem da prova tenha itens que são colocados e itens que são retirados justamente para garantir o nivelamento das provas”.
Enem 2021
O Enem será aplicado nos dias 21 e 28 de novembro para mais de 3 milhões de estudantes em todo o país, tanto na versão impressa quanto na versão digital. No primeiro dia de prova, os participantes farão as provas de linguagens, ciências humanas e redação. No segundo, matemática e ciências da natureza. Os locais de prova estão disponíveis no Cartão de Confirmação de Inscrição na Página do Participante.
Arte/Agência Brasil
O Enem seleciona estudantes para vagas do ensino superior em universidades públicas, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados também podem ser usados para ingressar em instituições de ensino portuguesas que têm convênio com o Inep.
O total de domicílios nos quais as pessoas recebiam outros programas sociais subiu de 0,7% para 23,7% de 2019 para 2020. O percentual representa 16 milhões 928 mil domicílios que auferiam no ano passado este tipo de rendimento.
O aumento foi notado em todas as regiões, mas os maiores percentuais foram no Norte, onde cresceu de 0,5% para 32,2%, e no Nordeste, que saiu de 0,8% para 34,0%.
Os dados fazem parte da pesquisa Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Pnad Contínua 2020: Rendimento de todas as fontes, divulgada hoje (19), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o estudo, a causa da expansão foi a concessão do auxílio emergencial, criado pelo governo federal durante a pandemia visando atender trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados.
Na Pnad Contínua 2020, o benefício entrou na rubrica de outros rendimentos, como valores recebidos por meio de programas sociais, aplicações financeiras, seguro-desemprego e seguro-defeso.
“Esse aumento de 0,7% para 23,7% é porque muitos domicílios tinham alguém ganhando o auxílio emergencial. Aqui não é o número de pessoas. É o percentual de domicílios com alguém recebendo outros programas sociais”, disse Alessandra Scalioni Brito, analista da pesquisa.
Norte e Nordeste
As maiores proporções de domicílios com beneficiários de programas sociais foram verificadas nas regiões Norte e Nordeste. Nelas, 12,9% e 14,2%, respectivamente, tinham rendimento do Programa Bolsa Família; 5% e 4,5% do Benefício de Prestação Continuada (BPC) da Lei Orgânica de Assistência Social (Loas); e 32,2% e 34,0% de outros programas sociais, com destaque para o auxílio emergencial.
Na outra ponta, a Região Sul, independente do programa, apresentou as menores proporções. No Bolsa Família eram 2,9%, BPC-Loas 1,7% e outros programas sociais 14,4%.
Os domicílios que recebiam o BPC-Loas também recuaram. Eram 3,5% e caíram para 3,1% no período. Em 2019 o valor chegou a R$ 761 e, no ano seguinte, R$ 792.
Na rubrica de outros rendimentos, as regiões Norte e Nordeste tiveram ganhos expressivos. De 2019 para 2020 houve um aumento de 47,8% na região Norte, passando de R$ 435 em média para R$ 643, e no Nordeste, de 55% saindo de R$ 400 para R$ 620 em média.
“Já na região Sudeste e Sul, a gente teve uma redução. Isso porque Norte e Nordeste, em geral, já têm um peso maior de Bolsa Família e de BPC. Quando surgiu o auxílio emergencial e alguns beneficiários do Bolsa Família começaram a receber o auxílio, havia mais gente recebendo em média um valor bem maior do que o Bolsa Família pagava, que era de R$ 200. Se passa a pagar o auxílio de R$ 600 ou de R$ 1.200, então essa rubrica, que no Norte e no Nordeste já tem maior peso, fez a de outros rendimentos ter um aumento de valor médio”, afirmou Alessandra.
Bolsa Família
Em outro movimento, a parcela de domicílios recebendo o Bolsa Família teve queda de 14,3% para 7,2%. Isso se deve em parte porque alguns beneficiários passaram a receber o auxílio emergencial. Segundo a analista, durante a pesquisa de campo pode ter ocorrido o relato errado do tipo de benefício.
A pessoa pode ter falado que ganhava o Bolsa Família e estava recebendo o auxílio ou o contrário. Além disso, uma parte das pessoas do Bolsa Família começou a receber o auxílio, que foi pensado para o beneficiário que recebia menos de R$ 600 em média. O rendimento médio de um domicílio que ganhava Bolsa Família em 2020 era R$ 379 e o que não ganhava este benefício era de R$ 1.453.
“Nem todo mundo que ganhava o Bolsa Família recebeu o auxílio, mas algumas pessoas passaram a ter o auxílio. Aí a redução de 14,3% de domicílios onde havia alguém ganhando o Bolsa Família para 7,2%, parte vai ser porque essa pessoa passou a receber o auxílio, mas também pode ser por confusão no campo do que é Bolsa Família e auxílio”, observou.
Estados e prefeituras
Adriana Beringuy, analista da pesquisa, disse que, entre outros programas sociais, estão incluídas medidas adotadas por governos estaduais e prefeituras. “Em 2020, além do auxílio emergencial providenciado pelo governo federal, algumas prefeituras e governos locais também adicionaram algum valor aos programas que esses governos já distribuem como forma também de combate aos efeitos da pandemia na economia local. Dentro dessa rubrica a gente tem esses auxílios extraordinários implementados por conta da pandemia, obviamente que o principal é o auxílio emergencial pelo valor do benefício e a amplitude de quem podia receber”, completou.
Reponderação
De acordo com o IBGE, a partir da divulgação de novembro de 2021, as estimativas mensais e trimestrais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD Contínua – são calculadas incorporando o novo método de ponderação, incluindo a série histórica dos indicadores, que é de 2012 a 2020. Em cada divulgação temática anual, as estimativas serão calculadas incorporando o novo método de ponderação, e
refazendo, inclusive, a série histórica dos indicadores. A Pnad Contínua 2020: Rendimento de todas as fontes já incorporou essa reponderação da série histórica da pesquisa.
Luna Hidalgo, estatística do IBGE, afirmou que a calibração foi feita porque o IBGE mudou o modo de coleta das informações. “A gente não podia mais ir na casa das pessoas entrevistar. A gente teve que fazer isso por telefone e isso fez com que o perfil do nosso respondente mudasse, tanto quanto o perfil da população brasileira. Para mitigar essa diferença, a gente fez uma calibração”, finalizou.
Até 2025, mais de R$ 326 bilhões de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) poderão ser usados para a contratação de projetos nas áreas de habitação, saneamento básico e infraestrutura urbana. O Conselho Curador do FGTS aprovou, ontem (18), o orçamento operacional do fundo para 2022 e o plano plurianual de aplicação para o período de 2023 a 2025.
As propostas foram encaminhadas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), que é o gestor da aplicação dos recursos, e referendadas pelo colegiado, durante reunião ordinária.
A projeção do MDR é de que o aporte possibilite, até 2025, a construção de 2,5 milhões de unidades habitacionais por meio do Programa Casa Verde e Amarela, além de beneficiar quase 56 milhões de brasileiros com obras de saneamento e infraestrutura urbana. Também há a expectativa de manutenção e geração de 7,4 milhões de empregos por todo o Brasil.
Do total previsto, R$ 278 bilhões serão destinados a financiamentos para a construção de novas residências. Outros R$ 34 bilhões serão usados na concessão de descontos nos financiamentos para a aquisição da casa própria a pessoas físicas com renda familiar mensal de até R$ 4 mil, incremento de R$ 4,5 bilhões para essa modalidade. Já as obras de saneamento poderão captar até R$ 19,7 bilhões, enquanto R$ 25,2 bilhões serão voltados a empreendimentos de infraestrutura urbana.
Em 2022, o orçamento operacional aprovado é de R$ 75,4 bilhões para a contratação de obras e de mais R$ 8,5 bilhões em subsídios para a aquisição de moradias.
O MDR também anunciou o lançamento de um novo painel de informações para acompanhamento da gestão dos recursos do FGTS. A ferramenta está disponível na página do ministério.
Há dois meses, Adamantina ganhou um novo morador. Millo Vecchiatti Filho, mais conhecido como Kotty, chega à cidade mostrando sua melhor face. Ele assina uma exposição de pinturas em tela com espátulas que segue até esta sexta-feira (12), na Biblioteca Pública Jurema Citeli. O artista plástico é referência regional, já que o dom com trabalhos manuais transforma simples objetos em verdadeiras obras de arte. E tal habilidade foi despertada ainda quando criança, quando demostrava facilidade para desenhar e pintar. Mais sobre este talento na exposição, aberta das 9h às 17h.
Voluntários do Tiro de Guerra realizando a organização dos alimentos arrecadados | Foto: Divulgação
O Fundo Social de Solidariedade de Adamantina realizou, no sábado (13), a ‘Campanha do Alimento 2021’.
A ação é uma parceria entre a Prefeitura, Secretaria de Assistência Social, Tiro de Guerra, Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), Santa Casa e as instituições: IAMA, Lar dos Velhos, Clínica PAI, Ave Cristo, Vicentinos, Lar Cristão e Casa da Sopa.
Com o apoio de voluntários, Tiro de Guerra e Sabesp foram arrecadados ao todo 7.515 quilos de alimentos não perecíveis como arroz, feijão, óleo, açúcar, entre outros alimentos que já foram distribuídos para as entidades parceiras.
A presidente do Fundo Social de Solidariedade, Marisa Cardim, agradece a colaboração de todos: “O Fundo Social agradece a todos que mais uma vez colaboraram com essa importante campanha que em muito favorece as entidades do nosso município!”
Na foto, a entrega de uma parte dos alimentos para os colaboradores da entidade parceira Lar Cristão | Foto: Divulgação
O Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) iniciou um estudo para avaliar os motivos da hesitação de responsáveis por crianças e adolescentes em imunizá-los contra a covid-19. Os pesquisadores criaram um formulário na internet, que poderá ser respondido até 30 de janeiro de 2022.
A pesquisa, chamada de VacinaKids, foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa do IFF/Fiocruz (CEP-IFF), e é destinada a brasileiros maiores de 18 anos que morem no Brasil e sejam responsáveis por ao menos uma criança ou adolescente menor de 18 anos. O objetivo é compreender o posicionamento e as motivações desses adultos para a decisão de não vacinar crianças e adolescentes sob seus cuidados.
A coordenadora do estudo é a pesquisadora clínica do IFF/Fiocruz Daniella Moore, que também coordenou o trabalho Trend, realizado entre 22 e 29 de janeiro de 2021 para verificar a intenção dos brasileiros de tomar a vacina. Com mais de 173 mil participações voluntárias, o estudo chegou ao percentual de 89,5% de pessoas com a intenção de se imunizar e também investigou os motivos da hesitação, que foi definida como não pretender se vacinar, não ter certeza se iria se vacinar ou apenas concordar em ser vacinado dependendo do imunizante usado.
Em texto divulgado pelo IFF/Fiocruz, Daniella Moore explica que a pesquisa permitirá ver se a adesão se mantém no caso dos responsáveis por crianças e adolescentes. Tais informações vão ajudar a elaborar estratégias para reduzir a hesitação e contribuir para a imunidade coletiva e a superação da pandemia de covid-19.
“Um estudo realizado em 12 emergências dos Estados Unidos da América, do Canadá e de Israel mostrou dados preocupantes, pois, apesar da persistência da pandemia, a hesitação vacinal aumentou entre pais de crianças e adolescentes, quando comparados os períodos de março a maio de 2020 com dezembro a março de 2021. Esse estudo mostrou intenção vacinal de 59,7%. Outro estudo na Arábia Saudita mostrou 53,7% de intenção dos pais em vacinar seus filhos (as) para prevenção da covid-19”, afirma Daniella, no texto divulgado pelo instituto.
A vacinação de crianças e adolescentes menores de 12 anos contra a covid-19 no Brasil ainda está sendo avaliada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na semana passada, os fabricantes Pfizer/BioNTech pediram autorização à agência para que sua vacina seja aplicada na faixa etária de 5 a 11 anos. Para 12 anos ou mais, o uso da vacina já está autorizado.
A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia reduziu a projeção para o crescimento da economia este ano e elevou a estimativa para a inflação, de 7,9% para 9,7%, por influência da alta nos preços dos combustíveis e energia elétrica. Os dados estão no Boletim MacroFiscal divulgado hoje (17).
A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) caiu de 5,3% para 5,1% em 2021, em relação ao último boletim, divulgado em setembro. Entre os fatores que motivaram a revisão para baixo está a piora nas condições financeiras do país, com alta da inflação, elevação mais intensa dos juros e depreciação do câmbio.
Nos últimos meses, o Banco Central vem promovendo a elevação da taxa básica de juros, a Selic, para conter o avanço da inflação. Hoje, a Selic está fixada em 7,75% ao ano e deve subir novamente na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em dezembro.
Além disso, há piora no cenário internacional. De acordo com a SPE, assim como no Brasil, na China e em alguns países europeus há problemas na oferta de energia, com forte elevação dos preços na Europa e racionamento na China. A quebra de cadeias produtivas também está prejudicando a indústria e reduzindo sua produção devido à falta de insumos.
“Os efeitos negativos na oferta e a maior demanda global são notórios e podem ser vistos na pressão no nível de preços. Cita-se o elevado nível do preço das commoditites, com destaque para os valores da energia, alimentos e metais industriais. A inflação de itens que não são apenas de alimento e energia tem assolado diversos países”, diz o boletim.
No Brasil, a atividade econômica desacelerou ao longo do terceiro trimestre de 2021, decorrente do desempenho da indústria e do comércio, e houve estabilização dos indicadores de produção agropecuária. “Por outro lado, notou-se continuidade da expansão dos serviços. Nesse mesmo sentido, indicadores antecedentes e coincidentes mensais mostram que se mantêm a trajetória de recuperação da economia no quarto trimestre de 2021”, diz a SPE.
Durante coletiva virtual para apresentação do boletim (assista à íntegra aqui), o secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, destacou alguns fatores positivos que impulsionam o crescimento em 2021, como a forte retomada no mercado de trabalho, diante da vacinação em massa e retomada da mobilidade, e o aumento dos investimentos privados. Segundo ele, o governo também segue com a agenda de consolidação fiscal e de reformas pró-mercado para o aumento da produtividade.
“A consolidação fiscal é expressa na redução consistente do valor da dívida pública em relação ao PIB, seja pela manutenção do teto de gastos, pilar central na nossa política macroeconômica, seja na redução dos três grandes pilares de gastos que este governo promoveu, a redução de gastos com previdência, funcionalismo e com juros”, disse.
“Temos forte agenda de aumento da produtividade, seja pela redução da má alocação de recursos, melhoria dos marcos legais para segurança jurídica, agenda de privatização e concessões, abertura comercial, desburocratização e melhor ambiente de negócios”, completou.
Retomada do emprego
As projeções da SPE para o crescimento da economia em 2021 e da inflação em 2021 e 2022 estão muito próximas das projeções de analistas financeiros. A diferença está na projeção do PIB para 2022, que o governo prevê acima da previsão do mercado.
Assim como para este ano, a SPE diminuiu a projeção para a expansão do PIB em 2022, de 2,5% para 2,1%. De 2023 em diante, a projeção de crescimento do PIB é de 2,5%. Já a expectativa do mercado para o PIB do ano que vem é de crescimento de 0,93%, de acordo com a pesquisa Focus do Banco Central.
Segundo o boletim, o valor superior projetado pela secretaria se deve ao alto volume de investimento privado para o ano que vem, principalmente em infraestrutura, e aos dados positivos do mercado de trabalho, que vem se recuperando da queda na pandemia. Apesar da taxa de desemprego ainda estar em patamar elevado, 13,2% da população economicamente ativa, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), “nota-se continuidade da recuperação do emprego, com alta da população ocupada, tanto informal quanto formal”.
“Nessa crise, o grosso do desemprego aconteceu no setor informal. Com a vacinação em massa e a volta ao trabalho seguro, nós temos um grande crescimento do emprego informal [voltando aos níveis pré-pandemia], e ele está sendo responsável por uma queda rápida da taxa de desemprego [desocupação]”, explicou o secretário Sachsida. “A força da retomada no mercado de trabalho nos parece suficiente para garantir um crescimento [do PIB] superior a 2% no ano que vem”, disse.
A estimativa, segundo ele, é de 5 milhões a mais de trabalhadores no mercado nos próximos 12 meses.
Inflação
A projeção de inflação da SPE para 2021, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 7,9% para 9,7%. O valor encontra-se acima da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3,75% para o ano, bem como acima do limite superior do intervalo de tolerância, de 1,5 ponto percentual, ou seja, 5,25%.
Em outubro, puxada pelo aumento de preços de combustíveis e alimentos, a inflação acelerou 1,25%, a maior para o mês desde 2002, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o indicador acumula altas de 8,24% no ano e de 10,67% nos últimos 12 meses.
Para 2022, a projeção da SPE para o IPCA passou de 3,75% para 4,7%. A partir de 2023, a estimativa converge para a meta: 3,25% em 2023 e 3% de 2024 em diante. Para 2022 e 2023, as metas do CMN são 3,5% e 3,25%, respectivamente, com o mesmo intervalo de tolerância, de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
De acordo com o boletim, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) deverá encerrar este ano com variação de 10%. Já a inflação projetada para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que inclui também o setor atacadista e o custo da construção civil, além do consumidor final, é de 18,7%.
O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (17) que um total de 37 hospitais estaduais já não têm mais pacientes de COVID-19. Eles correspondem a 56% das unidades que receberam os pacientes infectados pelo coronavírus no decorrer da pandemia. Com a queda de 92% das internações em São Paulo, estes hospitais já estão sendo direcionadas para atendimentos de outras doenças.
“Temos boas notícias: dos 66 hospitais estaduais utilizados como referência no auge da pandemia, temos apenas 29 hospitais com algum paciente com COVID-19. A melhora dos índices da pandemia é fruto daquilo que nós sempre defendemos: vacina!”, destacou Doria.
Em razão da queda das internações, mais da metade das unidades hospitalares que estavam dedicadas para o COVID-19 já tiveram o perfil assistencial redefinido. É o caso, por exemplo, do Hospital Heliópolis, Ipiranga, Geral de Carapicuíba e Sapopemba, localizados na Grande São Paulo, e de outras unidades do interior do estado, como o Regional de Registro, Regional de São José dos Campos e Hospital Estadual Serrana.
Atualmente, o Governo de SP mantém 29 hospitais como referência para atendimento de pacientes com coronavírus, como os Hospitais das Clínicas (Capital e Interior), Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Vila Penteado na Capital, Estadual de Bauru e Conjunto Hospitalar de Sorocaba.
Na maioria destas unidades, a taxa de ocupação dos leitos de UTI e enfermaria está em queda, acompanhando os índices do estado. O Hospital das Clínicas de Botucatu, por exemplo, chegou a ter 110 leitos de UTI e enfermaria disponíveis e com lotação máxima para COVID-19. Hoje conta com 80 disponíveis para os atendimentos da região e tem apenas três paciente suspeitos na UTI, podendo chegar pela primeira vez a ter os leitos de terapia intensiva vazios.
Na Capital, exemplo similar é o Hospital Vila Penteado que segue atuando como referência para casos de COVID-19. No auge da segunda onda, a unidade chegou a ter 141 leitos de enfermaria e 55 leitos de UTI. Atualmente, a unidade conta com 60 leitos, sendo 20 de Terapia Intensiva e 40 de enfermaria para atendimento a casos de coronavírus. Nesta terça-feira (16), apenas seis pacientes estavam internados, sendo apenas um em UTI.
“A melhoria dos índices da pandemia é fruto da campanha de vacinação no Estado de São Paulo, que já imunizou 100% da população adulta com pelo menos uma dose. Quase 92% dos maiores de 18 anos já estão com a imunização completa”, destaca o Secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn.
O redirecionamento de leitos faz parte da rotina de trabalho dos gestores dos serviços de saúde e toda medida é baseada em monitoramento do cenário e planejamento da rede, visando salvar vidas e assegurar atendimento igualitário.
O Governador João Doria anunciou, nesta quarta-feira (17), que a partir de amanhã (18) toda a população adulta poderá se vacinar com a dose adicional de COVID-19. A nova orientação do Plano Estadual de Imunização (PEI) segue a diretriz do Programa Nacional de Imunização (PNI) e vale para todas as pessoas que tomaram as duas doses há pelo menos cinco meses, ou seja, quem completou seu ciclo vacinação até o mês de junho.
“A partir desta quinta-feira (18), toda população adulta que já tenha recebido a segunda dose da vacina há pelo menos cinco meses poderá receber a dose adicional da vacina aqui no estado de São Paulo”, disse Doria.
A dose adicional era recomendada apenas a quem tinha mais de 60 anos de idade, aos profissionais da saúde e imunossuprimidos, com um intervalo de seis meses. Com a mudança, 710 mil pessoas em todo o estado já estão aptas a receber a dose adicional do imunizante contra COVID-19 nesta quinta-feira. Até o momento, 3,6 milhões de pessoas já tomaram a dose adicional e outras 2,4 milhões com esquema completo já podem receber a dose de reforço.
“Neste momento podem se vacinar quem tomou a segunda dose entre janeiro e junho, pois já estão com intervalo de cinco meses. Assim, em dezembro, quem tomou a segunda dose em julho já poderá receber a dose adicional”, destacou Regiane de Paula, Coordenadora do PEI.
Importante destacar que os imunizantes disponíveis na rede pública de saúde são seguros, eficazes e podem ser utilizados nesta estratégia vacinal. Assim, em São Paulo o imunizante para a dose de reforço será aquele que estiver disponível no posto de saúde: Pfizer, Coronavac e até mesmo Astrazeneca.
Ainda seguindo o Governo Federal, quem tomou a dose única da vacina da Janssen deverá tomar uma segunda dose após oito semanas e, após cinco meses de completar o ciclo vacinal, já poderá receber a dose de reforço. O Estado de São Paulo, porém, não conta com estoque deste imunizante e aguarda o envio de doses do Ministério da Saúde para definir a adesão às novas diretrizes com relação a esta vacina.
Importância da segunda dose
O Governo de SP reforça a importância da população completar o ciclo vacinal para garantir a imunização contra COVID-19. Embora na última semana São Paulo tenha registrado uma redução de 7,5% dos faltosos, ainda há 4,9 milhões de pessoas que ainda precisam tomar a segunda dose da vacina nos 645 municípios do estado: 2,8 milhões de doses da Pfizer; 1,1 milhão de Astrazeneca e 895,1 mil de Coronavac.
“É fundamental ressaltar que apenas com o esquema vacinal completo a população estará protegida. Estamos intensificando a comunicação com as prefeituras e com a população buscando conscientizar sobre a necessidade de completar o esquema vacinal. O maior número de faltosos está entre os adolescentes que não retornaram aos postos para a vacinação”, alertou Regiane.
No primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021, no próximo domingo (21), os candidatos farão, além das provas objetivas de linguagens e ciências humanas, a única prova subjetiva da avaliação, a redação. Nesta edição, o tema será o mesmo, tanto para o Enem impresso quanto para o digital e, em ambas modalidades, o texto deverá ser feito à mão. Por isso, é obrigatório levar caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente.
Ir bem na redação pode ser um diferencial para o candidato. Para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, e o Programa Universidade para Todos (ProUni), que concede bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior, é necessário não ter tirado zero na redação.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibiliza todos os anos, conforme previsto no edital do exame, uma cartilha com os detalhes da correção. Ainda não foi disponibilizada a cartilha do Enem 2021. Documentos de anos anteriores, com exemplos de redações que receberam a nota máxima, 1 mil, estão disponíveis na página da autarquia.
DICAS
Conhecer as provas de redação anteriores pode ajudar os candidatos, segundo o coordenador de Integração Pedagógica do SAS Plataforma de Educação, Vinicius Beltrão. “Os temas de redação geralmente são cíclicos. Ou vão trazer questões de inclusão ou questões sobre cidadania e ética. Podem falar de comportamento, de sociedade da informação, esses temas macros sempre são previstos pensando numa realidade brasileira”.
Como os candidatos precisam, além de ter um conhecimento mínimo sobre o assunto, fazer uma proposta de intervenção, a dica é buscar referências que ajudem a embasar o texto. Podem ser músicas, filmes, livros, notícias e documentos como a Constituição Federal e a Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual o Brasil é signatário. “Fazer grupo de estudo, compartilhar com colegas o que cada um andou lendo, ver os principais temas, escrever. Pegar alguns temas e refazer a redação, não só para treinar a parte cognitiva, mas para treinar o tempo”.
No dia da prova, de acordo com o professor, o ideal é reservar uma hora para fazer a redação. Isso pode ser feito logo no começo, quando o candidato está mais descansado. A dica é antes mesmo de ler os textos de apoio, ver, no final do enunciado, qual é o tema da redação. Assim, quando o estudante ler os textos de apoio, já saberá sobre o que precisará escrever e poderá destacar elementos que o ajudem na produção do próprio texto.
O estudante terá à disposição uma folha de rascunho, mas somente o que estiver escrito em caneta preta na folha de redação será considerado na correção. “É importante fazer o treinamento para a gestão do tempo”, recomenda Beltrão.
Acompanhe a cobertura da Agência Brasil sobre o Enem 2021:
RELER AS REDAÇÕES
A professora de redação na plataforma Explicaê Cainã Marques Vilanova recomenda que, nessa reta final, os estudantes revisem os textos que escreveram ao longo do ano. “Fazer uma análise de redações já feitas. Se estudou durante o ano e fez 30 redações, por exemplo, é hora de colocá-las em cima da mesa e dar uma olhada, rever os principais erros, analisar o que é preciso melhorar”, diz.
Outra dica é ler redações que tiraram nota 1 mil em edições anteriores. Produzir muitos novos textos a alguns dias do exame pode, de acordo com Cainã, gerar nervosismo. “Esta semana não é mais para fazer muitos textos, vejo alunos desesperados querendo recuperar o tempo perdido. Isso atrapalha até porque dificilmente terão alguém para fazer a correção dessas redações e não terão um feedback”.
Uma alternativa é buscar temas que o estudante ainda não tenha trabalhado e fazer um roteiro com os tópicos que abordaria e com os conhecimentos que teria se o tema fosse aquele, incluindo filmes relacionados ao assunto, entre outros. É preciso também, segundo a professora, tomar cuidado com o que se vê nas redes sociais, onde muitas informações e dicas falsas são divulgadas.
A professora conta que a alguns dias do exame, os estudantes estão ansiosos e abalados pelo ano de pandemia e também pelas notícias recentes de demissões no Inep. Nessa segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Enem irá ocorrer na mais absoluta tranquilidade. “Começam agora a ter a cara do governo as questões da prova do Enem. Ninguém está preocupado com aquelas questões absurdas do passado que caíam, temas de redação que não tinham nada a ver com nada. Realmente algo voltado para o aprendizado”, afirmou.
Segundo Cainã, os estudantes que conhecem bem a estrutura da prova estão preparados para discorrer sobre qualquer tema. Ela ressalta que os textos de apoio são de grande ajuda e que devem ser lidos com atenção. Eles não devem ser copiados na íntegra, o que poderá zerar a redação, mas podem conter informações que ajudem nos argumentos dos estudantes.
MOTIVOS PARA NOTA ZERO
Segundo o edital do Enem, são motivos para zerar a redação:
• fuga total ao tema;
• não obediência ao tipo dissertativo-argumentativo;
• extensão de até sete linhas manuscritas, qualquer que seja o conteúdo, ou extensão de até dez linhas escritas no sistema Braille;
• cópia de texto(s) da Prova de Redação e/ou do Caderno de Questões sem que haja pelo menos oito linhas de produção própria do participante;
• impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação, em qualquer parte da folha de redação;
• números ou sinais gráficos sem função clara em qualquer parte do texto ou da folha de redação;
• parte deliberadamente desconectada do tema proposto;
• assinatura, nome, iniciais, apelido, codinome ou rubrica fora do local devidamente designado para a assinatura do participante;
• texto predominante ou integralmente escrito em língua estrangeira;
• folha de redação em branco, mesmo que haja texto escrito na folha de rascunho; e
• texto ilegível, que impossibilite sua leitura por dois avaliadores independentes.
Veja os temas das redações de anos anteriores:
Enem 2009: O indivíduo frente à ética nacional
Enem 2010: O trabalho na construção da dignidade humana
Enem 2011: Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado
Enem 2012: O movimento imigratório para o Brasil no século XXI
Enem 2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil
Enem 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil
Enem 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
Enem 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil e Caminhos para combater o racismo no Brasil – Neste ano houve duas aplicações regulares do exame.
Enem 2017: Desafios para formação educacional de surdos no Brasil
Enem 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet
Enem 2019: Democratização do acesso ao cinema no Brasil
Enem 2020: O Estigma Associado às Doenças Mentais na Sociedade Brasileira (Enem impresso), O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil (Enem digital) e A falta de empatia nas relações sociais no Brasil (Enem PPL e reaplicação)
ENEM 2021
O Enem será aplicado nos dias 21 e 28 de novembro para mais de 3 milhões de estudantes em todo o país. No primeiro dia de prova, os participantes farão as provas de linguagens, ciências humanas e redação. No segundo, matemática e ciências da natureza. Os locais de prova estão disponíveis no Cartão de Confirmação de Inscrição na Página do Participante.
Um termo bastante politizado nos últimos anos, mas que não deve ser negado a sua existência e, sim, debatido e compreendido, é o racismo estrutural.
O assunto norteará o próximo talk show ‘Café com Rendas’, realizado pela Secretaria de Cultura e Turismo de Adamantina. Dentro da programação da Semana da Consciência Negra, o programa que pode ser assistido presencialmente no Auditório Fernando Paloni ou acompanhado pelas redes sociais discutirá a discriminação racial enraizada na sociedade.
Para o esclarecimento do assunto, o programa contará com a participação Roberto Procópio Pinheiro, que é doutorando em Fisiopatologia Experimental, da advogada cível e criminal Nádia Leocádio e da médica otorrinolaringologista Maria Angélica Bonfim.
O debate será conduzido por Meire Cunha, atual presidente do Conselho Municipal de Cultura e idealizadora do talk show. Segundo ela, o foco será a constante adaptação que o povo afro tem que se sujeitar para superar as adversidades causadas pela discriminação de raça.
“Foram anos de escravidão, que condenou uma raça inteira, e seus descendentes, à marginalização social. E até hoje a gente está se moldando. Nossos ancestrais se moldaram a escravidão, depois ao fim deste período de sofrimentos. Se moldaram a marginalização. Hoje, temos uma luta constante por igualdade e, a gente, continua se moldando pela condição da igualdade”, pontua.
Tal resiliência, uma das essências do povo afro, resulta em conquistas em diversas esferas da sociedade. “Estamos ganhando as redes sociais, a literatura, a música, a arte, então, os afrodescendentes estão ocupando seus espaços, e é outra situação de resiliência: de tanto a gente ser marginalizado, hoje em dia nossa cultura é consumida pelo mundo a fora”.
A apresentadora enfatiza ainda a importância da discussão do tema proposto no ‘Café com Rendas’ desta quarta-feira (17).
“Não basta ser esforçado quando se nasce em uma família de afrodescendentes, não basta ser esforçado para vencer na vida como as pessoas pregam. Dizem: “não precisa de cota, pois os pretos esforçados chegam a algum lugar”. Mesmo os pretos esforçados, aqueles que a família tem condições de proporcionar o estudo, dar um suporte para pessoa conseguir algo de melhor na vida, uma profissão menos marginalizada, quando chegamos no meio profissional a gente é marginalizada. É uma constante luta de resistência e uma eterna resiliência o que vivemos no Brasil”, ressalta Meire.
O talk show ‘Café com Rendas’ será transmitido em forma de live pelas redes sociais da Secretaria de Cultura e Turismo de Adamantina, a partir das 20h. Haverá ainda a participação cultural de Touks.
Representando a Prefeitura de Adamantina, a secretária de Assistência Social, Andréia Ribeiro, participou de reunião na Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo.
Durante o encontro, na quinta-feira (11), com o diretor executivo da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social do Estado, Gabriel Henrique, a secretária e o vice-presidente do IAMA, Adevalter Longuine, foram orientados tecnicamente sobre as documentações necessárias para conclusão do convênio que será destinado ao IAMA (Instituto de Assistência ao Menor de Adamantina).
A emenda parlamentar de R$250 mil será enviada ao Instituto por meio do deputado estadual André Prado, com o apoio do vereador professor Hélio.
O recurso será aplicado na reforma e ampliação da instituição.
Adevalter Longuin, vice-presidente do IAMA, Gabriel Henrique, diretor executivo da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social do Estado, André Prado, deputado estadual e Andréia Ribeiro, secretária de Assistência Social de Adamantina | Foto: Arquivo pessoal
Dados da Organização Pan-americana de Saúde (Opas) indicam que anualmente nascem mais de 1 milhão de bebês prematuros, pequenos e gravemente doentes, nas Américas. Nesta quarta-feira (17), é celebrado o Dia Mundial da Prematuridade. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil ocupa a 10ª posição entre as nações onde são registrados mais casos de prematuridade.
O bebê é considerado prematuro, segundo parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), quando nasce antes das 37 semanas de gestação. Essa foi a principal causa de mortalidade infantil em todo o mundo, segundo a organização.
Amora Dias, de 6 anos, chegou ao mundo com apenas 27 semanas de gestação e 760 gramas. Enfrentou quase três meses de internação em UTI neonatal e uma série de desafios durante o período de internação hospitalar.
“Assim que ela nasceu, já foi para CTI neo e foram 111 dias de internação. Ela teve bastante intercorrência nesse tempo, como ritnopatia da prematuridade, hemorragia intracraniana, crises convulsivas, anemia e precisou de [transfusão de] sangue quatro vezes, foi muita coisa. Por conta da hemorragia, ela tem paralisia cerebral. As pessoas acham que prematuridade é só ganhar peso. Isso é um mito que tentamos combater porque, na verdade, a situação do prematuro é muito grave”, contou Agda Dias, mãe de Amora.
Segundo Agda, a possibilidade de acompanhar de perto e integralmente a recuperação da filha, por meio do método canguru, foi o que amenizou as dificuldades que enfrentava. A medida é indicada pelo Ministério da Saúde para que mães de bebês que nasceram prematuros possam ter contato pele a pele com o filho.
“Peguei a Amora no colo com um mês de internação, porque é muito arriscado pegar antes porque o bebê corre risco com essa manipulação e ali mudou muito a minha relação com ela porque senti o pertencimento, a falta que ela me fazia, de tê-la comigo e depois desse dia, todos os dias fizemos ‘canguru’, disse.
Agda alerta para os desafios e desinformações em torno da prematuridade. Segundo ela, é fundamental buscar psicológico e a troca de informações com mães que enfrentam situações semelhantes. Em virtude do nascimento prematuro, Amora tem paralisia cerebral e comprometimento motor.
“O que a gente lida com a prematuridade é pesadíssimo e a gente não dá conta. Buscar uma ajuda profissional psicológica e até mesmo um psiquiatra para ajudar com medicação, se for preciso, porque é pesado. E buscar compartilhar isso, buscar outras mães que já passaram por isso. A sensação que dá é que só o seu filho está passando por aquilo, a gente não conhece tantos prematuros assim”. Para ajudar pessoas que vivem os mesmos desafios, Agda mantém um perfil com vídeos e fotos das atividades da pequena Amora.
Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
PAIS E BEBÊS JUNTOS
Para alertar e informar sobre a prematuridade, a Rede Mundial de Prematuridade realiza anualmente uma campanha de sensibilização. Em todo o mundo, monumentos e prédios públicos são iluminados de roxo para chamar a atenção para a causa, na chamada Global Illumination Initiative.
Neste ano, o foco é a separação zero entre mãe e bebê prematuro, ou seja, permitir que a mãe tenha condições de ficar internada para acompanhar o filho prematuro o tempo todo e que o pai também tenha livre acesso. Em virtude da pandemia de covid-19, o ambiente hospitalar precisou se readequar às normas de segurança, o que acabou separando os bebês de seus pais.
Para a enfermeira neonatal e vice-diretora executiva da ONG Prematuridade.com, Aline Hennemann, o contato direto entre mãe e bebê é fundamental para recuperação da criança.
“O nosso principal desafio hoje é mostrar para as pessoas que o prematuro não é um mini adulto, ele é um ser em formação. O lugar dele seria dentro do útero materno. Dentro das UTIs neonatais, a gente tenta reproduzir o útero materno, então os nossos desafios são levar atenção integral para esse bebê prematuro, para essa família, levar ambulatórios de segmentos que possam fazer o acompanhamento pós alta desse bebê prematuro e dessa família”, explica.
“Em virtude da pandemia de covid-19, a campanha tem sido restrita ao ambiente virtual por meio das redes sociais, com material de sensibilização sobre o assunto”, disse a enfermeira. “Pai e mãe que passam por uma internação em UTI neonatal são comparados a soldados que participaram de uma guerra de tão traumática que é essa internação. E vão além das questões que a prematuridade provoca. Os impactos do nascimento de um bebê prematuro vão muito além do que as sequelas de saúde podem causar. Ela traz um trauma psicológico para as famílias”, afirmou.
O Novembro Roxo, mês da conscientização para os cuidados e prevenção da prematuridade, também alerta sobre o crescente número de partos prematuros, e como preveni-lo, além de informar sobre as consequências do nascimento antecipado para o bebê, para sua família e para a sociedade.
“Hoje, no Brasil, 11,8% dos bebês nascidos vivos são prematuros. A prematuridade é a maior causa de morte infantil antes dos cinco anos. Poucos conhecem isso. A prematuridade causa 10 vezes mais de óbitos de crianças do que o câncer. Então, é muito representativo”, explicou Aline.
Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em outubro podem sacar, a partir de hoje (17), a sétima parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 30 de outubro.
Os recursos também podem ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.
Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.
O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.
Neste ano, a rodada de pagamentos teve sete parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, receberam R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebeu R$ 375; e pessoas que moram sozinhas receberam R$ 150.
REGRAS
Pelas regras estabelecidas, o auxílio foi pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa fosse inferior a meio salário mínimo. O beneficiário precisava ter sido considerado elegível até dezembro de 2020, pois não houve nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continuou valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.
O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício.
O mercado em nível internacional continua desenvolvendo diversas programações em todas as áreas afins aos objetivos das respectivas propostas, assim, no cenário acadêmico em tempo de pandemia, tais ações continuam ocorrendo e promovendo temas e temáticas de interesse da comunidade em nível “glocal”, ou seja, do global para o local.
Também, tendo em vista que o Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) busca estar inserida em diversas atividades focadas nas áreas do Ensino, da Pesquisa e da Extensão, faz-se necessário que os docentes estejam capacitados para a participação em eventos mediados pelos cursos nos cenários local, regional, nacional e internacional.
Foto: Arquivo pessoal
Neste contexto global, o Prof. Dr. Vagner Amado Belo de Oliveira, representando a Instituição, participará como conferencista via internet no 1º Congresso Centro-americano da Cadeia de Agronomia, tendo em vista a proposta a ser apresentada com o tema “Produção Resiliente de Alimentos para garantir a segurança dos alimentos, perante as mudanças climáticas”.
A presença do Prof. Vagner está agenda para o dia 17, a partir das 11h30 (horário de Brasília), ainda, as atividades do Congresso tiveram início no dia 15 com uma programação voltada para o tema central e com a participação de diversos convidados.
Também, trata-se de uma realização internacional do Centro Universitário de Oriente (Cunori) da Universidad San Carlos de Guatemala, bem como, por meio das atividades acadêmicas realizadas no curso de Agronomia da UniFAI.
O Congresso faz parte das diversas ações promovidas pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) desde 2020 nesta região considerada uma das mais pobres da América Latina, tendo em vista o cenário que envolve os seguintes países, a saber: El Salvador, Guatemala, Honduras e Nicarágua.
De acordo com o Prof. Vagner, a promoção dos debates que estão ocorrendo neste Congresso na perspectiva de América Central, também, está focada nos problemas envolvendo os países da América do Sul, tendo em vista o cenário antes e durante a pandemia.
Portanto, faz-se necessário que todos(as) participem destes debates que estão acontecendo na Guatemala, considerando que as preocupações com a segurança alimentar no contexto das mudanças climáticas são de responsabilidade de todos os países.
Deve-se registrar que existem cursos em nível de graduação que estão sempre desenvolvendo atividades além das salas de aula, tendo em vista que a “praticidade” deve ser constante visando à formação acadêmica do(a) aluno(a).
Portanto, neste cenário focado e de acordo com a proposta pedagógica, realizou-se uma programação focalizando o curso de Educação Física entre os dias 8 e 12 deste mês no Câmpus III do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI).
Tais possibilidades permitem uma aproximação entre docentes e discentes, ainda, destacando diversas escolhas pautadas pelas ofertas envolvendo o lado “prático” da Educação Física e outros olhares que estão além da formação teórica.
A participação dos docentes esteve de acordo com esperado em todas as noites e sempre com início às 19h30, todavia, deve-se ressaltar que os(as) discentes corresponderam à proposta desta semana de movimentação em benefício de todos(as) que estão envolvidos(as) no curso.
Educação Física promove semana de atividades práticas entre os dias 8 e 12 no Câmpus III | Foto: Arquivo pessoal
ATIVIDADES DA SEMANA
A programação seguiu a seguinte proposta, a saber: dia 8, segunda-feira: Festival com Show de Talentos com a Prof.ª Ma. Joselene Maria Mangueira Carvalho; 9, terça-feira, Competição de Supino com o Prof. Me. Carlos Alberto Gomes Barbosa e a Prof.ª Dra. Gabriela Gallucci Toloi Cardoso com Experimentação de Esportes Adaptados: goalbol e basquete; 10, quarta-feira: Intercalasses de Futsal com o Prof. Me. Marcos Ricardo Minutti; 11, quinta-feira: Ginástica Funcional/Pilates com o Prof. Me. Fabiano Montagnoli Pereira; e 12, sexta-feira: Natação, gincana, recreação, hidroginástica e circuito com o Prof. Me. Marcelo Grespi Corradi.
Portanto, deve-se registrar que foram cinco noites com intensas atividades e resultados efetivos para todos(as) os(as) envolvidos(as) na programação, desta forma, os resultados serão contabilizados e efetivados de acordo com a proposta envolvendo a prática por meio da orientação teórica dos(as) professores(as) do curso de Educação Física.
A coordenadora, Prof.ª Gabriela reforça que se torna necessário a realização destas atividades em benefício do curso, considerando que a Educação Física está em conexão com todas as áreas afins a formação acadêmica do(a) aluno(a).
Também, os recursos disponibilizados para tais ações no Câmpus III da UniFAI são utilizados da melhor forma possível pelos(as) discentes com supervisão dos(as) docentes responsáveis pelas respectivas disciplinas/práticas do curso de Educação Física da UniFAI.
A participação efetiva dos(as) envolvidos(as) nesta Semana de Atividades Práticas na perspectiva do(a) educador(a) físico(a), demonstram o compromisso com formação acadêmica de acordo com as exigências do mercado.
A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), empresa vinculada à Secretaria de Estado da Habitação, alerta para um novo golpe praticado por estelionatários que usam o nome de escritórios de advocacia. Nas cartas enviadas para a casa dos mutuários, são oferecidas falsas propostas de acordo com descontos para regularização da dívida. No texto, é indicado também um número de WhatsAPP e um e-mail para o mutuário dar sequência à negociação fraudulenta (ver imagem).
As cartas usam nomes de escritórios de advocacia, existentes ou não, e, inclusive, um deles é credenciado pela CDHU. O objetivo é ludibriar o mutuário, dando a falsa impressão de se tratar de correspondência oficial da companhia. No boleto enviado aos mutuários, a CDHU aparece como beneficiária, mas ao digitar o código de barras aparece o nome de outra pessoa.
A orientação da CDHU para o mutuário é desconsiderar essas cartas e registrar um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia (presencialmente ou pela internet) por estelionato ou tentativa de estelionato.
O mutuário também é orientado a denunciar seu recebimento para a companhia por meio de seus canais oficiais: o site www.cdhu.sp.gov.br (acessar o menu no lado esquerdo, clicar em Contato e Localização e depois em Ouvidoria/Denúncias; pelo Alô CDHU 0800 000 2348 ou pelo e-mail [email protected] e anexar, cartas, boletos recebidos, print de conversas e o BO, independentemente de ter sido efetuado ou não um pagamento.
Foto: Divulgação
ALERTAS
Outra modalidade de golpe usa o aplicativo de mensagens Whats App para oferecer falsas negociações financeiras. Por isso, a CDHU reforça ao mutuário que não negocia nem envia boletos por WhatsApp; não solicita qualquer tipo de depósito ou transferência bancária ou PIX para pagamento de boletos ou quitação de débitos; e seus boletos são emitidos apenas pela Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil, cujos códigos de barras iniciam com 104 ou 001.
Outra orientação é conferir sempre o nome do beneficiário do boleto que chega ao mutuário. Se foi emitido pela CDHU sempre terá o nome da Cia como beneficiário e o CNPJ 47.865.597/0001-09, pois a CDHU não emite boleto em nome de pessoas físicas ou CNPJ diferente do informado.
Os endereços de e-mail oficiais da CDHU terminam sempre com @cdhu.sp.gov.br ou @apoiocdhu.sp.gov.br. A empresa não usa e-mail público (gmail, hotmail, ig e outros). Em caso de dúvida, consulte apenas os canais oficiais, como o site www.cdhu.sp.gov.br ou ligue para o Alô CDHU: 0800 000 2348, que está operando regularmente.
Para consultas presenciais, o mutuário pode procurar um dos Postos do Poupatempo, onde o atendimento está funcionando normalmente, ou agendando um atendimento nos escritórios regionais da companhia. A CDHU comunica que está tomando todas as providencias administrativas e judiciais necessárias para coibir a ação destes golpistas.