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Estado tem 4,2 mil internados por covid-19, menor número dos últimos 18 meses

O Estado de São Paulo registrou neste sábado (8) menos de 4,2 mil internados por covid-19. O balanço é o menor dos últimos 18 meses e sete vezes menor que o registrado no pico da segunda onda, que chegou a ultrapassar 31 mil pacientes com a doença.

Ontem, haviam 4.230 pessoas hospitalizadas, sendo 2.045 em unidades de Terapia Intensiva e 2.185 em enfermaria. Uma marca menor que esta só havia sido atingida pela última vez em 5 de abril de 2020, com 1.660 pessoas em UTIs e 2.419 em leitos clínicos, totalizando 4.079 pacientes.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI também estão entre as menores da história da pandemia, com 31,2% no estado e 38,7% na Grande São Paulo.

No decorrer da pandemia, até o momento, houve 4.382.863 casos, dos quais 4.202.104 já estão recuperados, incluindo 451.892 que foram internados e receberam alta hospitalar. Houve também 150.728 óbitos.

O detalhamento dos dados da pandemia está disponível no site www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.

Dados atualizados em 09/10/2021 – 16h50

Plataforma consumidor.gov passa a receber queixas sobre redes sociais

Instabilidades, erros, conteúdo excluído sem justificativas, vazamento de dados e golpes em redes sociais, como Facebook e o Instagram, agora poderão ser registrados na plataforma consumidor.gov. A medida foi publicada nesta semana na portaria nº 12 de 2021 da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

Segundo aponta levantamento feito pela Senacon, que é vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, as reclamações de usuários de redes sociais aumentaram 300% no período de janeiro a julho deste ano. Entre as principais queixas estão o registro de perfis falsos utilizando dados pessoais, o compartilhamento de dados não autorizados e a cobrança por produtos e serviços não solicitados.

“O consumidor acessa, confere o registro da empresa. Ele então faz a reclamação e a empresa tem um prazo de 30 dias para se manifestar. Esse canal é importante e traz uma taxa de resolução de conflitos de quase 80% dos casos”, explica Lilian Brandão, diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor.

A Secretaria-Geral da Presidência da República registra que existem 150 milhões de usuários de redes sociais no Brasil – o que equivale a 70% da população.

Nesta semana, o Facebook, o Instagram e o Whatsapp apresentaram instabilidade de mais de 6 horas, o que inviabilizou diversos negócios, já que as plataformas são usadas como meio de operação de inúmeros usuários.

A falha gerou uma notificação por parte do Procon do estado de São Paulo, que orientará usuários sobre possíveis ações contra as empresas. “O Procon-SP pretende identificar as causas da pane geral e punir as empresas com multas superiores a R$ 10 milhões, salvo se houver justificativa de evento fortuito, externo e incontrolável, e assim fixar responsabilidades para futuras ações individuais reparatórias”, disse o diretor do Procon, Fernando Capez.

A Nasdaq – a bolsa de valores dedicada ao mercado de tecnologia – foi afetada pela falha, e as ações das gigantes das redes sociais chegaram a acumular perdas de US$ 50 bilhões.

Covid-19: medo de contágio e perda de convívio podem gerar ansiedade

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Após longos períodos de isolamento por causa da covid-19, o retorno às atividades presenciais já é uma realidade para muitos trabalhadores que ficaram em casa na época mais crítica da pandemia. Com a retomada, no entanto, algumas pessoas têm manifestado o que se conhece como ansiedade social. O medo da contaminação e a perda da habilidade de convívio são aspectos que podem explicar, neste momento, essa questão de saúde mental. O Dia Mundial da Saúde Mental, que ocorre neste domingo (10), marca a importância de ter um olhar atento e sem estigmas para o assunto.

“A apreensão, o desconforto, aquela sensação de evitação, é muito comum para quem está retornando. [É preocupante] quando essa ansiedade passa a ser muito intensa, a ponto de gerar reações físicas muito desagradáveis, muito intensas, que não passam a partir do primeiro contato”, explica Flávia Dalpicolo, professora do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

Flávia, que é também psicóloga, explica que os sintomas são similares aos da ansiedade por razões diversas, como apreensão, alteração no padrão de respiração e elevação da frequência cardíaca. “Só que [está] direcionada às situações que envolvem contextos sociais, ou situações envolvendo contextos de avaliação de exposição, ou ainda as situações que envolvem um volume maior de pessoas, ou mesmo qualquer situação, mesmo que seja um contato mais íntimo, mas que exista a possibilidade de uma avaliação [externa].”

A professora acrescenta que a ansiedade social costuma ser mais frequente em pessoas que já vivenciaram situações na história de vida em que foi exposta ou ridicularizada, como casos de bullying, ou que têm habilidades sociais deficitárias, como timidez ou introversão.

“Agora, por conta da pandemia, com o retorno das atividades presenciais, os contextos sociais ficaram muito marcados como perigosos, aversivos. Tem sido bastante frequente que pessoas que nunca vivenciaram sentimentos de ansiedade diante de encontros sociais ou de um volume maior de pessoas se sentirem ameaçadas. Sentirem que ali pode ser uma situação de potencial risco, e aí, a partir disso, desencadeiam-se reações de ansiedade”, afirma.

Retomada das aulas

A professora Sílvia Almeida, de 56 anos, conseguiu cumprir a maior parte das atividades remotas com seus alunos na pandemia. Em poucos momentos, precisou estar presencialmente na escola, desde o início das restrições por causa do novo coronavírus. Nesse período, ela conciliou as aulas de educação física  na tela do computador com os cuidados com a mãe e o tio, já idosos.

Com o retorno das aulas, no entanto, sem entender ao certo o que se passava, Sílvia encarou um processo rápido de adoecimento: tontura, taquicardia, fraqueza, dores musculares e crises agudas de fibromialgia. A filha percebeu a necessidade de uma ajuda psiquiátrica e, após 20 dias de medicação antidepressiva e de psicoterapia, a professora começou a melhorar.

“Em alguns casos em que os sintomas estão muito intensos, a gente precisa da avaliação psiquiátrica somada à psicoterapia justamente para diminuir a presença desses sintomas”, explica Flávia Dalpicolo. A psicóloga acrescenta que, em casos não patológicos, a orientação é a exposição gradual. “A gente não precisa enfrentar tudo de uma vez, pode ser gradualmente, mas a exposição, o enfrentamento desses contextos, é o que nos permite desenvolver repertório, habilidade, para lidar com esse novo normal.”

Anvisa aprova ampliação do prazo de validade da vacina da Janssen

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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou por unanimidade a extensão do prazo de validade da vacina da Janssen (Johnson & Johnson) contra a covid-19. O prazo passa de quatro meses e meio para seis meses, sob condições de armazenamento de 2°C a 8°C. 

A empresa Janssen-Cilag Farmacêutica solicitou, no último dia 15 de setembro, a alteração do prazo de validade para a autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, do imunizante.

Segundo a Anvisa, a aprovação foi baseada em uma criteriosa avaliação dos dados de qualidade dos estudos que demonstrou que a vacina se manteve estável pelo período de seis meses.

No Brasil, a vacina da Janssen está autorizada para uso emergencial desde 31 de março deste ano. A vacina é a única aprovada pela Anvisa em dose única e, quando armazenada entre temperaturas de -25°C e -15°C, possui prazo de validade de 24 meses, a partir da data de fabricação.

Em uma semana, Adamantina registra 85 novos casos de covid-19 e uma morte

A primeira semana de outubro foi marcada pelo aumento da taxa de contaminação da covid-19. De acordo com o boletim epidemiológico desta sexta-feira (8), a cidade conta 3991 casos da doença desde o início da pandemia – 85 registros a mais que a atualização de segunda-feira (4).

A quantidade de curados também aumentou, passou de 3701 munícipes livres do vírus no início da semana para 3729, ontem. Como não evoluiu na mesma proporção de novos positivados, Adamantina também vivencia crescimento nos casos ativos: no boletim desta sexta eram 126.

Houve ainda uma morte em decorrência de complicações da covid-19, totalizando 136 óbitos.

O crescimento na contaminação também faz aumentar o número de hospitalizados. Ontem, a Santa Casa local contava com nove internados, sendo seis na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e outros três na ala de enfermaria.

ALERTA

Durante a semana, a Prefeitura divulgou alertas sobre o aumento da taxa de contaminação, além de intensificar a fiscalização contra as aglomerações neste fim de semana prolongado.

“A situação é preocupante, temos registrado elevação dos índices, a população não pode descuidar!”, pediu o secretário de Saúde, Gustavo Taniguchi Rufino.

Além dos casos em alta, a Secretaria de Saúde vem registrando a recusa por parte dos munícipes no recebimento da 2ª dose da vacina.

“A vacina, o distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização constante das mãos são as ferramentas que temos para combater a doença”, afirmou.

 

Fim de semana prolongado tem fiscalização redobrada contra aglomerações em Adamantina

O aumento da taxa de contaminação da covid-19 em Adamantina fez a Prefeitura intensificar a fiscalização contra as aglomerações. A ação foi iniciada pela Vigilância Sanitária ontem (8), e deve seguir até segunda-feira (11), durante todo o feriado prolongado.

Nesta sexta, o poder público municipal também já havia anunciado o cancelamento – pelo mesmo motivo – do Festival de Pipas, que ocorreria no Dia das Crianças (12 de outubro).

Agora, há o aumento na fiscalização de estabelecimentos para que não sejam realizados eventos que ainda estão proibidos pelo Plano São Paulo, evitando a permanência de pessoas em pé, bem como está sendo verificado a utilização de máscara, que continua obrigatória em todos os espaços.

Conforme a Prefeitura, a rua Osvaldo Cruz, quarteirão entre a alameda Armando Sales de Oliveira com a avenida Rio Branco, também permanecerá fechada no período da noite, já que o local tem propiciado aglomerações.

“A medida visa coibir aglomerações, pois o momento epidemiológico do Município exige atenção e a ação tem como objetivo evitar a proliferação do vírus novamente”, enfatiza a gestão municipal.

Mãe é presa em flagrante por tentativa de homicídio após abandonar bebê recém-nascida em pasto em Emilianópolis

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A Polícia Civil prendeu na tarde desta sexta-feira (8) uma mulher, de 20 anos, suspeita de tentativa de homicídio após abandonar sua bebê recém-nascida em uma área de pastagem, no Jardim das Flores, em Emilianópolis (SP).

Por volta das 11h30, a Polícia Civil foi informada de que populares haviam encontrado a menina recém-nascida que ainda estava com parte do cordão umbilical junto ao corpo. A Polícia Militar foi acionada e rapidamente compareceu ao local.

Segundo a Polícia Civil, a criança foi abandonada em uma área de pastagem próxima ao bairro Vila Continental, em um dos extremos do município de Emilianópolis. Trata-se de uma menina, com 45 centímetros de altura, pesando 2,6 quilos, com cabelo preto, olhos castanhos e pele branca, de acordo com a polícia.

A recém-nascida foi atendida no Posto de Saúde de Emilianópolis (SP) e depois encaminhada ao Hospital Estadual (HE), em Presidente Prudente (SP) | Foto: Cedida

A bebê foi levada ao Posto de Saúde do município para os primeiros atendimentos médicos e depois encaminhada ao Hospital Estadual (HE), em Presidente Prudente (SP). Segundo informações médicas, a criança passa bem e não corre qualquer risco.

Após tomarem conhecimento do ocorrido, o delegado responsável pelo caso, Daniel Aparecido Viudes, e os investigadores da Polícia Civil obtiveram a informação de que em uma residência próxima ao local havia possíveis manchas de sangue no quintal.

Ao ser questionada sobre o assunto, a moradora, uma moça de 20 anos, negou envolvimento com o caso, dizendo, em princípio, que estava em seu período menstrual e com hemorragia.

Os policiais civis realizaram diligências e encontraram no quintal várias manchas de substância avermelhada, roupas e o lençol do quarto da jovem também com machas assemelhadas a sangue.

Novamente questionada e após inúmeras contradições constatadas pelos policiais, a mulher confessou ter abandonado a criança, conforme a Polícia Civil.

A jovem disse aos policiais que ninguém sabia que ela estava grávida e ainda justificou que, por já ser mãe e não ter condições de criar outro filho, acabou tomando essa atitude no começo da madrugada.

Ainda segundo a Polícia Civil, a mulher foi autuada em flagrante por tentativa de homicídio e ficará à disposição da Justiça.

A criança ficará sob os cuidados da rede de proteção do município de Emilianópolis.

A Polícia Científica foi acionada para periciar o local onde a criança foi abandonada.

Celular da mãe da bebê foi apreendido em Emilianópolis (SP) — Foto: Polícia Civil

Do Portal G1 Presidente Prudente

Covid-19: 354 milhões de doses de vacinas estão garantidas para 2022

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou, nesta sexta-feira (8), que o Brasil já tem 354 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 garantidas para 2022. Queiroga incluiu na conta os acordos fechados para a aquisição de dois imunizantes, dos laboratórios Pfizer e AstraZeneca.

“Estamos ainda mais fortes para, no ano de 2022, fazer uma campanha ainda mais bem consolidada. Nós já temos adquiridas para o ano de 2022, adquiridas ou em tratativas avançadas, 354 milhões de doses de vacina contra a covid-19”, disse Queiroga, em pronunciamento no fim da tarde de ontem.

O governo fechou um acordo para compra de 100 milhões de doses da vacina da Pfizer e 120 milhões de doses do imunizante da AstraZeneca. Com os 134 milhões de doses adquiridos neste ano, chega-se às 354 milhões de doses anunciadas por Queiroga. Além disso, existe a possibilidade de compra de 50 milhões de doses adicionais da vacina da Pfizer, caso seja necessário, e 60 milhões de doses da Covishield, da AstraZeneca.

O ministro, que se recuperou recentemente de covid-19, diagnosticada durante viagem oficial aos Estados Unidos, afirmou que 90% da população adulta do país já tomou a primeira dose de vacinas contra a doença  e 60%, as duas doses, ou  dose única. “E já iniciamos [a aplicação de] uma dose adicional para idosos acima de 60 anos e uma dose de reforço para os profissionais de saúde. Isso é a prova concreta da força do SUS [Sistema Único de Saúde] e do nosso programa de imunização”, acrescentou Queiroga.

A CoronaVac, vacina desenvolvida na China e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, de São Paulo, não entrou no planejamento de novas aquisições do governo. O secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, lembrou que a CoronaVac, assim como a Janssen, ainda é usada no Brasil com autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial. Dessa forma, esclareceu Cruz, assim que a pandemia for declarada encerrada, essa autorização deixa de existir. A CoronaVac foi o segundo imunizante mais aplicado no braço dos brasileiros, com 75,1 milhões de doses.

Sobre o registro definitivo da CoronaVac, o Instituto Butantan divulgou nota afirmando que a Anvisa recebeu, no dia 20 de novembro de 2020, a primeira parte da documentação necessária para oficializar o pedido de registro definitivo de sua vacina.

“A partir dessa data, iniciou-se a discussão sobre as metodologias utilizadas, o que fez com que houvesse esse atraso nos resultados dos testes de imunogenicidade. Se tivesse havido consenso nos métodos propostos pelo instituto, o processo já estaria concluído, e o registro definitivo da CoronaVac já teria sido concedido. No momento, com o objetivo de sanar a questão, o Butantan fechou um acordo com a Sinovac para que as análises complementares de imunogenicidade sejam realizadas em parceria com o laboratório. As amostras já foram enviadas para análise no padrão requerido pela Anvisa”, acrescentou.

Planejamento

Para o ano que vem, o ministério planeja vacinar a população com doses de reforço para a população. De acordo com o planejamento da pasta, todos os maiores de 18 anos serão vacinados novamente. Pessoas entre 18 e 60 anos receberão uma dose e maiores de 60 anos e imunossuprimidos (aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos), duas doses.

A vacinação será feita por idade, em escala decrescente.

As doses de reforço serão dadas em um prazo de seis meses após a imunização completa, ou a aplicação da dose adicional, caso tenha ocorrido. Além disso, se a Anvisa aprovar a imunização de menores de 12 anos, esta será feita com a aplicação de duas doses.

Assista na íntegra

 

CoronaVac: Butantan vai enviar amostras de testes para a Sinovac

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O Instituo Butantan informou ontem (8), por meio de nota, que fechou um acordo com o laboratório Sinovac para que análises complementares de imunigenicidade da CoronaVac sejam realizados em parceria com o laboratório chinês. No dia 20 de novembro, o Butantan enviou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a primeira parte destes dados, documentação necessária para oficializar o pedido de registro definitivo da vacina do instituto, mas houve uma divergência com a agência sobre as metodologias utilizadas. Segundo a nota do Butantan, as amostras já foram enviadas para análise no padrão requerido pela Anvisa.

Segundo a nota, “se houvesse tido consenso nos métodos propostos pelo instituto, o processo já estaria concluído e o registro definitivo da CoronaVac já teria sido concedido”.

O instituto destacou que os diálogos com Anvisa ocorrem rotineiramente.

Também em nota divulgada nesta sexta-feira, a Anvisa informou que não recebeu nenhum pedido de registro da vacina CoronaVac, que está sendo aplicada no país graças a uma autorização de uso emergencial.

Segundo a Anvisa, a agência não mudou o método de análise da imunogenicidade da CoronaVac e não houve alteração de metodologia ou regras de análise por parte da agência.

“Foram apresentadas duas propostas de metodologia para imunogenicidade pelo Instituto Butantan. As propostas não foram consideradas adequadas pela Anvisa, pois não cumpriam com as exigências e parâmetros científicos para avaliação de imunogenicidade de uma vacina”, informou a nota.

A nota informa que a Anivsa aguarda que o Butantan “realize os testes de imunogenicidade e entregue os dados de acordo com os parâmetros estabelecidos e válidos para todas as vacinas em uso no Brasil.”

Presidente do Senado prevê queda de veto à distribuição de absorventes

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, sinalizou que trabalhará pela derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro ao trecho de um projeto de lei que prevê a distribuição gratuita de absorventes. Na quinta-feira (7), Bolsonaro sancionou o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual, mas vetou a distribuição do item. Pelo Twitter, Pacheco afirmou que esse veto deve ser derrubado.

Na justificativa do Planalto, não há previsão orçamentária no projeto para a compra dos absorventes. O presidente do Senado – que é também presidente do Congresso -, afirmou que o Legislativo está comprometido com o controle de gastos públicos, mas isso não deve interferir na derrubada do veto. “O Congresso está pronto para contribuir com o governo nas soluções de cunho fiscal, mas considero desde já que esse veto é candidatíssimo a ser derrubado”.

O projeto foi aprovado no Congresso em setembro e previa a distribuição de absorventes para estudantes de baixa renda da rede pública e para mulheres em situação de rua ou de vulnerabilidade social. O projeto visa promover uma estratégia de saúde e atenção à higiene, combatendo a precariedade menstrual – a falta de acesso a produtos de higiene e a outros itens necessários ao período da menstruação feminina.

“São impressionantes as histórias de proteção com papel de jornal e miolo de pão por adolescentes e mulheres carentes”, disse Pacheco na publicação. O veto deve ser analisado em sessão do Congresso Nacional, quando deputados e senadores decidem se mantém ou derrubam vetos presidenciais a projetos aprovados na Casa. Na mesma sessão também votam projetos de lei do Congresso Nacional, os chamados PLNs.

Mais de 1,2 mil municípios devem manter exigência de máscara, diz CNM

Um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que consultou gestores de 1.960 municípios, aponta que 1.248 (63,9%) pretendem manter a obrigatoriedade do uso de máscara mesmo que a população esteja totalmente vacinada, contra 48 (2,4%) que pretendem acabar com a exigência. Outras 645 (32,9%) prefeituras informaram que a questão ainda não foi decidida e 19 gestores municipais não responderam. 

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de outubro, e tratou sobre as medidas de enfrentamento à pandemia de covid-19 adotada pelos municípios. A amostra pesquisada (1.960) representa mais de um terço (35,2%) do total de prefeituras do país (5.568).

Segundo a CNM, em 1.935 cidades (98,7%) há campanhas informativas sobre a importância do uso de máscaras. Em 1.902 (97%) é obrigatório o uso em locais públicos e em 1.922 (98,1%) não é permitido entrar em locais privados sem o equipamento de proteção individual.

O tema da obrigatoriedade do uso de máscara ganhou força recentemente após declarações do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de que pretende, ainda que de forma gradual, desobrigar o uso de máscara pela população. Em viagem ao Piauí, nesta sexta-feira (8), Queiroga voltou a falar sobre o tema e criticou medidas obrigatórias de proteção individual.

“Em relação a máscara, minha posição é clara: o cuidado é individual, o benefício é de todos. Ocorre que existem leis que querem obrigar as pessoas a usar máscaras. Essas leis são absolutamente ineficazes. O que nós temos que fazer é com que as pessoas se conscientizem”, disse. O ministro comparou o uso de máscara contra a covid-19 com a recomendação para uso de preservativo em relações sexuais.

“Então, por exemplo, preservativos diminuem as doenças sexualmente transmissíveis. Eu vou fazer uma lei pra obrigar as pessoas a usarem preservativo? Imagina”, acrescentou.

Reabertura

A pesquisa da CNM mostra que 794 municípios (40,5%) mantêm restrições de circulação e funcionamento do comércio. Em mais da metade dos municípios consultados (1.121 ou 57,2%) esse tipo de medida já foi revogada.

Sobre o gerenciamento das ações de enfrentamento adotadas, em 1.529 localidades (78%) foi instituído algum comitê de crise ou centro de operações emergenciais. Mais de 800 prefeitos (55%) optaram por instalar gabinetes de crise; 460 (30,1%) estabeleceram grupo de trabalho, 347 (22,7%) criaram Centro de Operações em Emergências em Saúde (COE); e 230 (15%) montaram salas de operações para monitorar o avanço do vírus.

De acordo com os números levantados pela Confederação Nacional dos Municípios, 310 gestores (15,8%) disseram haver casos da variante Delta em seu território, contra 1.576 (80,4%) que não identificaram a presença da cepa mais transmissível do Sars-CoV-2.

Mortes e internações

Na pesquisa, 370 (18,9%) municípios pesquisados declararam que houve aumento do número de pessoas infectadas; 561 (28,6%) apontaram estabilidade; e 452 (23,1%) indicaram queda. Já 27,4% afirmaram que não houve novos casos da doença.

Seguindo a tendência das últimas semanas, em 1.468 (74,9%) municípios não houve registro de óbitos em decorrência da covid-19. Apenas 96 (4,9%) localidades apontaram alta de mortes, enquanto 216 (11%) tiveram estabilidade nesta semana.

Ao todo, 254 (13%) municípios relataram diminuição no número de internações de pacientes por covid-19; 318 (16,2%) estabilidade; e 164 (8,4%) reportaram alta de internações. Na maioria dos municípios pesquisados (1.174 ou 59,9%), no entanto, não houve internações nesta semana.

Vacinas

A obrigatoriedade da vacinação, ou o chamado passaporte da vacina foi novamente uma das questões do levantamento da CNM, que perguntou aos gestores se eles editaram algum decreto sobre o assunto. Em 9,9%, ou 194 administrações municipais, foram editados normativos para obrigar a vacinação.

De acordo com a pesquisa, a dose de reforço em idosos já começou a ser aplicada por mais de 90% dos entrevistados, ou seja: 1.759 municípios. Em 9,5% deles (185 localidades), essa fase da vacinação ainda nao foi iniciada.

Faixa etária

Nesta semana, a faixa etária predominante de vacinação em 88,2% dos municípios é a de adolescentes entre 12 e 17 anos sem comorbidades. Outros 14,2% vacinam adolescentes entre 12 a 17 anos com comorbidades. Em menor número, 6,2% dos municípios vacina a população de 18 a 24 anos. Apenas dois municípios afirmaram estar vacinando a população acima de 25 anos.

A pesquisa revelou ainda que 43% dos municípios já vacinaram mais de 90% da população com ao menos uma dose e outros 45% vacinaram um contingente entre 70% e 90% das pessoas.

Com relação à segunda dose, apenas 1% atingiu a marca de 90% da população com vacinação completa; 17% vacinaram entre 70% e 90%; e 45% concluíram o ciclo vacinal em 50% a 70% do público-alvo.

A falta de vacina foi registrada por 410 municípios, ou 21,3%, que apontaram que enfrentaram esse problema. Já para 71,6% dos municípios consultados a vacinação continuou normalmente. Dentre os que relataram falta de imunizantes, a primeira dose foi afetada em 48,4% dos municípios; em 49,9% não houve falta do imunizante para a aplicação.

A falta de imunizantes para a segunda dose foi relatada por 66,4% dos gestores municipais. Para 32,9%, não houve falta de vacina para a segunda dose.

Petrobras reajusta hoje preços do gás de cozinha e da gasolina

A partir de hoje (9), entram em vigor nas distribuidoras o reajuste nos preços do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha, e da gasolina. A Petrobras manteve por 95 dias os preços estáveis no gás de cozinha, “nos quais a empresa evitou o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais, a companhia realizará ajuste no preço do GLP para as distribuidoras”, informou a companhia, em nota.

Para a gasolina, o período de estabilidade foi de 58 dias. Na nota, a empresa esclarece que “esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras”. E refletem parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial, e da taxa de câmbio, dado o fortalecimento do dólar em âmbito global.

Desta forma, a partir deste sábado, o preço médio de venda do GLP da Petrobras, passa de R$ 3,60 para R$ 3,86 por kg, equivalente a R$ 50,15 por botijão de 13kg, refletindo reajuste médio de R$ 0,26 por kg.

Para a gasolina, o preço médio de venda da Petrobras, para as distribuidoras, passa de R$ 2,78 para R$ 2,98 por litro, com reajuste médio de R$ 0,20 por litro.

Para melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor.

Lojas abrem até às 16h neste sábado em Adamantina

Quem deseja presentear no Dia das Crianças pode aproveitar para fazer suas compras hoje (9) no comércio de Adamantina. As lojas funcionam até às 16h, conforme o Sincomercio Nova Alta Paulista (Sindicato do Comércio Varejista).

O horário ampliado também ocorrerá na segunda-feira (11), quando os ‘atrasadinhos’ terão das 9h às 22h para comprar aquela lembrança especial para a criançada.

Já no feriado, dia 12, as lojas ficam fechadas. Porém, os supermercados podem atender no feriado. Cada estabelecimento funciona em horário habitual, com limite até às 14h.

Bebê recém-nascida e com cordão umbilical é encontrada em pasto da região

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Uma bebê recém-nascida foi achada em um pasto na manhã desta sexta-feira (8), em Emilianópolis, cidade que fica cerca de 90km de Adamantina. Quando foi encontrada, a vítima estava com o cordão umbilical junto ao corpo.

Conforme o Portal G1, a menina foi encontrada na área de pastagem, do Jardim das Flores, envolta em um pano que tinha marcas de sangue, o que dá indícios de que havia nascido nas últimas horas.

Ela foi achada por um morador próximo ao pasto que ouviu o choro bem baixinho da criança e, ao verificar do que se tratava, constatou que era a recém-nascida no chão. Em seguida, a bebê foi encaminhada para atendimento médico no Hospital Regional, de Presidente Prudente.

O secretário municipal de Saúde de Emilianópolis, Elton Munhoz, que é enfermeiro, informou ao Portal G1 que a criança pesou 2,6 quilos e aparentava estar saudável.

Túlio Manfrim Redivo, que foi quem encontrou o bebê, também disse ao G1 que, quando se deparou com a criança, não acreditava no que estava vendo.

“Um rapaz que mora no fundo da área de pastagem em que o bebê estava escutou um choro e veio até mim, no meu lava-jato. Fomos até lá e encontramos a criança, não acreditamos que aquilo era possível”, falou.

Redivo contou ainda que, logo em seguida, chamou a Polícia Militar e acionou o Posto de Saúde.

“Eu liguei para um policial militar que eu sabia que estava de serviço, pois fiquei com medo de ligar no 190 e demorar. Depois, liguei no posto e avisei que o bebê iria para lá”, disse ao Portal G1.

As condições do local onde estava a recém-nascida, de acordo com Redivo, aparentavam que o parto tinha acontecido ali mesmo e que não havia se passado muito tempo.

“Tinha uma toalha branca e o cordão umbilical ainda estava sujo, então, parecia que o parto tinha acabado de acontecer”.

A Polícia Científica foi acionada para periciar o local onde a criança foi abandonada.

A Polícia Civil já começou a recolher informações e a ouvir os depoimentos de pessoas que possam ajudar a esclarecer o caso e a localizar a mãe da criança.

Informações do Portal G1

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Com aumento de casos de covid-19, Prefeitura adia realização do Festival de Pipas

Adamantina tem registrado, neste início de outubro, crescimento da taxa de contaminação por covid-19. Visando resguardar a saúde dos munícipes, além de dar o exemplo evitando ações que promovam aglomerações, a Prefeitura adiou a realização do Festival de Pipas.

O evento seria realizado no Parque dos Pioneiros em comemoração ao Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro. Também ocorreria nesta data o lançamento do projeto ‘Meu Bairro em Ação’, que levará em breve atividades culturais, sociais e esportivas para as comunidades da cidade.

Confira a nota da Prefeitura:
“A Prefeitura de Adamantina informa que em virtude da elevação dos casos de COVID-19 que o município vem registrando nos primeiros dias de outubro, o Festival de Pipas e o Lançamento do Projeto Meu Bairro em Ação que seria realizado no feriado, dia 12 de outubro, próxima terça-feira, foi adiado”.

Devedores do Simples Nacional são notificados pela Receita Federal

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A Receita Federal disponibilizou no Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (SN), os termos de Exclusão do Simples Nacional e os Relatórios de Pendência dos contribuintes que estão em débito com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e/ou Receita Federal.

A empresa que apresenta tal condição deve regularizar sua condição evitando assim sua exclusão do Simples Nacional a partir de 01 de janeiro de 2022. Os débitos poderão ser pagos ou parcelados em um período de 30 dias a contar da data de ciência do Termo de Exclusão.

Mais informações podem ser obtidas no Departamento de Fiscalização pelo telefone 35029009/35029042.

Novo teste rápido detecta coronavírus na saliva e também indica a carga viral

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) patentearam um novo teste para detecção do SARS-CoV-2 na saliva. O dispositivo reúne precisão equivalente à do teste de RT-PCR, baixo custo e capacidade de analisar várias amostras ao mesmo tempo. Além de detectar a presença do vírus, o novo teste também indica a carga viral da pessoa infectada.

A tecnologia usada para detectar o vírus envolve um marcador com propriedade eletroquimioluminescente (que emite luz a partir de reações eletroquímicas). Dessa forma, na presença do material genético do patógeno, ocorre uma reação que emite luz vermelha, indicando o resultado positivo para a COVID-19. A intensidade da luz vermelha é proporcional à carga viral presente na amostra. Caso o aparelho não acenda, é sinal de que o vírus não foi detectado e, portanto, a pessoa não está infectada.

Outra inovação está no fato de o dispositivo poder ser acoplado a um smartphone, permitindo que o processo de amostragem e testagem seja concluído sem a necessidade de profissional especializado. O projeto teve apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

“O teste tem as vantagens de ser portátil, conseguir analisar 20 amostras ao mesmo tempo e poder se conectar a um smartphone. Tudo com a mesma sensibilidade e precisão dos testes de RT-PCR”, diz à Agência FAPESP Ronaldo Censi Faria, pesquisador do Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da UFSCar e coordenador do projeto.

Opções variadas

Este é o terceiro teste para detecção do novo coronavírus desenvolvido e patenteado pelo Laboratório de Bioanalítica e Eletroanalítica (LaBiE) da UFSCar. Os dois anteriores também têm alta sensibilidade e, se produzidos em larga escala por empresas parceiras, podem permitir a testagem em massa da população brasileira – solucionando um dos gargalos para o enfrentamento da pandemia (leia mais em: agencia.fapesp.br/36162).

A primeira tecnologia desenvolvida pelo grupo envolveu um sensor eletroquímico que permite fazer uma análise quantitativa da proteína spike (espícula) do vírus na saliva do paciente. Nele, um sensor eletroquímico capta a molécula viral e o resultado pode ser acessado, em questão de minutos, por meio de um aplicativo de celular.

Já o segundo modelo de teste desenvolvido no LaBiE detecta o RNA do vírus presente na saliva. Porém, diferentemente do dispositivo mais recente, ele é baseado em uma adaptação da plataforma ELISA (ensaio de imunoabsorção enzimática, na sigla em inglês), amplamente utilizada em laboratórios de análises clínicas de todo o Brasil.

Faria conta que os dois primeiros testes estão em processo avançado de negociação com empresas parcerias. O objetivo é produzi-los em larga escala e comercializá-los.

“Quanto maior a variedade de testes de baixo custo capazes de detectar com precisão o novo coronavírus, melhor. Cada modelo se adapta a uma situação: lugares remotos, centros de análises clínicas ou uso individual”, diz Faria.

Uma curiosidade deste último dispositivo desenvolvido é que ele inicialmente tinha sido desenhado para o diagnóstico de sepse – inflamação sistêmica provocada por bactérias, principal causa de morte em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

O trabalho é fruto da pesquisa de doutorado de Taise Helena Oliveira Leite, sob orientação de Faria. “O projeto de pesquisa e desenvolvimento do teste já tinha iniciado e, quando chegou a pandemia, vimos que o modelo poderia ser adaptado para a COVID-19. Rapidamente fizemos alteração no dispositivo que inicialmente detectava o DNA e a quantidade de bactérias que provocam a sepse para a indicação do RNA e carga viral do SARS-CoV-2. Isso mostra como a pesquisa tem de ser constante, ainda mais quando precisamos dar resposta rápida a uma emergência”, analisa Faria.

A nova tecnologia acaba de ter seu pedido de patente registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), com titularidade de Faria, Leite, Tássia Regina de Oliveira (pós-doutoranda no LaBiE) e colaboradores: Henrique Pott Junior (UFSCar), Ester Sabino (Universidade de São Paulo), Fabio Eudes Leal e Erika Regina Manuli (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) e Matias Eliseo Melendez (empresa Cloning Solutions). A chegada do teste ao mercado depende, agora, de interesse de empresas pelo licenciamento da patente e produção do dispositivo em larga escala.

‘Operação Padroeira’ intensifica fiscalização de rodovias no Oeste paulista

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Até a próxima terça-feira (12), a fiscalização foi redobrada nas rodovias do Oeste paulista devido a ‘Operação Padroeira’, desenvolvida pelo policiamento rodoviário.

Em toda a região, a ação contemplará 1.344,525 quilômetros de vias, entre elas a SP-294 (Comandante João Ribeiro de Barros) e SP-425 (Assis Chateaubriand), que cortam a microrregião de Adamantina.

Conforme a Polícia Militar Rodoviária, a operação está alinhada ao “Movimento Paulista de Segurança no Trânsito”, cuja proposta é reduzir em 50% dos acidentes de trânsito em todo o mundo.

O policiamento desenvolverá ações de fiscalizações com o intuito de coibir o cometimento das infrações de trânsito que mais ocasionam graves acidentes de trânsito, como a embriaguez ao volante, o excesso de velocidade, com utilização de radares portáteis, uso indevido do celular ao volante, ultrapassagens em locais proibidos, verificação da não utilização do cinto de segurança, dentre outras infrações que afetem preponderantemente a chance de ocorrência ou aumentem a gravidade das vítimas.

SERVIÇO

Para quem necessitar de qualquer atendimento, o telefone da Eixo SP – concessionária responsável pela SP-294 e trecho da SP-425 – é: 0800 178 8998; do DER (Departamento de Estradas e Rodagens): 0800 055 5510; além do 190, da Policia Militar.

Procon de Adamantina orienta para compra de presentes do Dia das Crianças

Na próxima terça-feira (12) é comemorado o Dia das Crianças. Considerada a terceira principal data do comércio varejista, as lojas de Adamantina ampliam o horário de atendimento neste sábado (9), até às 16h, e na próxima segunda-feira (11), até às 22h.

Quem ainda pretende comprar o presente da criançada deve ficar atento as dicas do Procon de Adamantina:

– Considere a idade, o interesse e a habilidade da criança;

– Prefira brinquedos educativos que estimulem a coordenação motora, a inteligência, a afetividade, a criatividade e a socialização;

– Examine o brinquedo: a Lei Estadual 8.124/92 determina que as lojas sejam obrigadas a manter amostra de jogos e brinquedos sem lacre, abertos, para que possam ser testados pelo consumidor;

– Verifique a identificação do fabricante (nome, CNPJ, endereço);

– O selo de segurança do Inmetro, que indica que o produto foi fabricado e comercializado de acordo com as normas técnicas, e o selo de órgão credenciado (IQB, Falcão Bauer).

A questão de segurança merece atenção, alerta o coordenador do Procon local, Silvio Eduardo Lucas. “É comum crianças precisarem de cuidados médicos devido a ferimentos acidentais provocados por brinquedos”.

Caso o brinquedo apresente qualquer problema de fabricação, o fornecedor tem até 30 dias para reparar e entregar o bem em perfeitas condições. Se após esse prazo o problema não for resolvido, o consumidor poderá escolher entre: a troca do produto; abatimento no preço; ou o dinheiro de volta, corrigido monetariamente.

“Lembre-se que a Nota Fiscal, tíquete do caixa, recibo ou equivalente são documentos importantes caso você consumidor precise fazer valer os seus direitos e formalizar uma reclamação. Exija e guarde”, finaliza.

SERVIÇO

O Procon Municipal de Adamantina funciona no Ganha Tempo que está situado na Avenida da Saudade nº 1072.

 

Governo publica novas regras para registro de defensivos agrícolas

O governo federal publicou no Diário Oficial da União de hoje (8) o Decreto 10.833, de 7 de outubro de 2021, que simplifica os processos de pesquisa, análise e registro comercial de defensivos agrícolas para uso no Brasil.

Segundo nota publicada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a alteração nas leis que regem o uso de agrotóxicos no país visa a modernizar os processos referentes ao uso de defensivos agrícolas nas plantações brasileiras, que são originalmente dispostos na Lei 7.802 de 1989.

Apesar de tornar mais rápida e menos burocrática a análise de novos produtos, a legislação também endurece a fiscalização e punição às más práticas na agricultura nacional e o uso de substâncias não reguladas em lavouras e plantações. O novo decreto inclui aditivos próprios para cultivos certificados como orgânicos, além de facilitar a produção de agrotóxicos genéricos – aqueles que usam princípios ativos idênticos aos patenteados por laboratórios.

Pesquisas, estudos e levantamentos na área de defensivos agrícolas serão facilitados com a nova lei. Segundo a pasta, análises com substâncias e ingredientes ativos que já foram aprovados pelos órgãos reguladores do setor – Ministério da Agricultura, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – poderão ser viabilizados sem necessidade de uma licença especial temporária que era exigida antes do decreto.

“As novas regras facilitam as atividades de pesquisa e experimentação com ingredientes ativos já registrados, realizadas por empresa ou entidade de ensino, extensão e pesquisa ou por entidade credenciada”, informa o Mapa. Apenas pesquisas em ambientes hídricos ou florestas nativas mantêm a exigência.

“A entrega de documentos e estudos ficará concentrada no órgão competente para a análise, sem a possibilidade de duplicidade. O Ministério da Agricultura faz a análise agronômica, o Ibama faz a análise ambiental e a Anvisa, a análise toxicológica. A excelência e a robustez do sistema de registro [de agrotóxicos] brasileiro permanecem inalteradas”, afirmou o coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Ministério da Agricultura, Bruno Cavalheiro Breitenbach.

Sobre a quantidade de novos defensivos agrícolas que poderão entrar em circulação, Breitenbach afirmou que ainda não é possível prever, já que o novo processo permite que um único número de registro de defensivo agrícola abarque uma linha de produtos comerciais – mudança avaliada como “evolução no processo”.

O coordenador-geral do ministério lembrou que o Brasil tem o código regulatório de agrotóxicos mais avançado da América Latina, no mesmo patamar, segundo ele, de legislações equivalentes em países desenvolvidos, como os Estados Unidos e a União Europeia. O novo texto desburocratiza a produção nacional de defensivos exclusivamente para exportação.

Orgânicos

Com a publicação, não apenas novos produtos para lavouras convencionais poderão ser disponibilizados no mercado, mas também defensivos fitossanitários para plantações com certificação orgânica. “A nova alteração permitirá que outros produtos, de base biológica, possam – se aprovados – ser permitidos para uso em orgânicos”, afirmou Breitenbach.

Capacitação para uso

O texto do decreto prevê ainda a criação de um registro de aptidão para aplicadores de agrotóxicos e cursos de capacitação para funcionários do setor.

Sobre o uso de defensivos ilegais e não regulamentados no Brasil, o coordenador-geral do Mapa afirmou que a nova legislação prevê, além de medidas educativas e de conscientização, formas mais onerosas de punição para infratores. “A alteração vai permitir que a fiscalização se torne mais rigorosa e mais punitiva. Dessa maneira, esperamos intensificar o combate ao comércio ilegal de agrotóxicos e punir o uso incorreto desses produtos, tornando a agricultura brasileira mais sustentável e ainda mais segura”.

Registro público

O novo decreto mantém a exigência de registros públicos para novos agrotóxicos. A mudança é o meio de publicação. Os novos produtos deixam de ser listados no Diário Oficial da União e passam a integrar o Sistema de Informações Sobre Agrotóxicos (SIA), que fica responsável por divulgar mudanças no setor.