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SP registra queda de mortes por coronavírus por três semanas seguidas

O Governador João Doria confirmou em coletiva nesta segunda-feira (13) mais uma queda, pela terceira semana consecutiva, no número de mortes pelo novo coronavírus no Estado de São Paulo. A menor taxa de letalidade por COVID-19 da série histórica também foi registrada em SP, com 4,8% nesta segunda – no início de maio, chegou a 8,6%.

“São boas notícias, mas que devem ser celebradas com muita moderação e muita solidariedade e nos colocar no foco das medidas de controle da pandemia e do atendimento de saúde. Não é hora de festejar ou sair para comemorar. É hora para estarmos concentrados, seguindo orientação da saúde e orando pela redução, como tem acontecido nas últimas três semanas, do número de óbitos em São Paulo”, afirmou o governador.

Na última semana, houve 27 óbitos a menos em comparação à semana anterior – foram registrados 1.706 vítimas entre os dias 5 e 11 de julho, contra 1.733 entre 28 de junho e 4 de julho. A redução tem sido observada de maneira constante nas últimas semanas. Entre os dias 14 e 20 de junho, o número de óbitos foi de 1.913 óbitos; na semana seguinte, de 21 a 27 de junho, foram 1.769, uma diferença de 144 mortes.

No decorrer da pandemia, o estado tem um número acumulado de 374.607 casos confirmados e 17.907 óbitos referentes ao novo coronavírus. Dos 645 municípios, houve pelo menos uma pessoa infectada em 633 cidades, sendo 412 com um ou mais óbitos. Do total de casos diagnosticados de COVID-19, 230.680 pessoas estão recuperadas, sendo que 53.693 foram internadas e tiveram alta hospitalar.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 64,7% na Grande São Paulo e 66,1% no Estado. O número de pacientes internados é de 14.059, sendo 8.393 em enfermaria e 5.666 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 10h30 da manhã de hoje.

Perfil da mortalidade

Entre as vítimas fatais, 10.353 são homens e 7.554 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 74,7% das mortes.

Em relação à faixa etária, a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (4.368), seguida pelas faixas de 60 a 69 anos (4.195) e 80 e 89 anos (3.578). Entre as demais faixas, estão: os menores de 10 anos (23), 10 a 19 anos (34), 20 a 29 anos (145), 30 a 39 anos (595), 40 a 49 anos (1.244), 50 a 59 anos (2.493) e maiores de 90 anos (1.232).

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (58,5% dos óbitos), diabetes mellitus (43,3%), doenças neurológicas (11%) e renal (9,8%), pneumopatia (8,3%). Outros fatores identificados são obesidade (7%), imunodepressão (6,1%), asma (3,1%), doenças hepáticas (2,1%) e hematológica (1,9%), Síndrome de Down (0,5%), puerpério (0,1%) e gestação (0,1%). Esses fatores de risco foram identificados em 14.349 pessoas que faleceram por COVID-19 (80,1%).

Perfil dos casos

Entre as pessoas que já tiveram confirmação para o novo coronavírus, estão 176.963 homens e 197.378 mulheres.

A faixa etária que mais concentra casos é a de 30 a 39 anos (90.990), seguida pelas faixas de 40 a 49 (81.651), 50 a 59 (58.198), 20 a 29 (57.125), 60 a 69 (34.754), 70 a 79 (18.724), 10 a 19 (12.970), 80 a 89 (9.965), menores de 10 anos (7.167) e maiores de 90 (2.824). A relação de casos e óbitos confirmados por cidade pode ser consultada em: www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.

Adamantina: 41 suspeitos aguardam resultados para Covid-19; Prefeitura confirma mais três casos

A Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Saúde, informa que mais três casos foram confirmados para Covid-19 nesta segunda-feira (13). Com isso, a quantidade de positivos no Município chegou a 80.

A pasta ressalta que cinco casos ainda estão ativos. Todos os pacientes estão em isolamento domiciliar e recebem o acompanhamento da Secretaria de Saúde.

Apesar das novas confirmações, o número de curados também subiu saindo de 67 para 70. O óbito registrado como suspeito ocorrido na última semana testou negativo para a Covid-19. Com isso, a cidade permanece com cinco óbitos confirmados.

Até hoje (13) foram notificadas 434 pessoas, sendo que 41 ainda aguardam resultados de exames. Os casos negativos somam 313: 14 a mais que sexta-feira (10); e com monitoramento encerrado são 356, 25 a mais que o fim da semana passada.

A pasta esclarece que o número de notificações subiu, pois há uma normativa que determina que todos os profissionais de saúde que atuam no Município e que tenham ou não apresentado sintomas devem ser testados.

A Prefeitura pede ainda que os munícipes só saiam de casa em casos de extrema necessidade e usando máscara de proteção facial, inclusive na realização de atividades físicas.

A Secretaria de Saúde recomenda:

– Fique em casa, evite sair sem necessidade e evite aglomerações;
– Caso seja necessário sair de casa, use uma máscara de proteção facial;
– Lavar bem as mãos por 20 segundos com Água e sabão e, utilizar álcool em gel quando não há torneira e sabão por perto;
– Cobrir o nariz e boca com o braço quando for tossir ou espirrar;
– Evite tocar o rosto com as mãos, principalmente olhos, nariz e boca;
– Não compartilhe objetos pessoais;
– Em casos de sintomas como tosse seca, espirros frequentes, febre e/ou dificuldade respiratória ligar para o Centro de Saúde/Postão.

Posto de Saúde de Lucélia recebe desinfecção contra Covid-19

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A Secretaria de Saúde de Lucélia promoveu no sábado (11), a sanitização e desinfecção em todos os ambientes do Centro de Saúde.

O trabalho foi realizado por agentes do Controle de Vetores, que utilizaram Hipoclorito de Sódio, conforme recomendação da Secretaria Estadual de Saúde. O produto atua reduzindo uma possível contaminação por vírus, parasitas e bactérias.

De acordo com a Secretaria de Saúde, “a medida é importante para proteger tantos os servidores públicos quanto os pacientes que frequentam a unidade”.

Confira como fica o funcionamento dos comércios na microrregião

Com a reclassificação dos municípios pertencentes ao DRS de Marília (Departamento Regional de Saúde) para a fase laranja do Plano São Paulo, algumas atividades consideradas não essenciais podem abrir as portas, como o comércio. Com isso, cada prefeitura define um horário de funcionamento, seguindo as exigências do Governo do Estado, como a abertura por período restrito de quatro horas.

Confira como fica o funcionamento dos estabelecimentos comerciais, escritórios em geral, imobiliárias e concessionárias em algumas cidades da microrregião:

ADAMANTINA

O comércio de Adamantina reabre as portas das 14h às 18h, se segunda a sexta-feira, e aos sábados das 9h às 13h. Com isso, os bancos funcionam diariamente até às 14h e, os estabelecimentos comerciais depois deste horário, medida que visa diminuir a circulação de pessoas em um mesmo período na região central da cidade.

LUCÉLIA

Em Lucélia, o horário de funcionamento será das 13h às 17h, de segunda a sexta, e aos sábado das 9h às 13h. O atendimento presencial permite apenas 20% da capacidade máxima estabelecida pelo A.V.C.B. (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).
OSVALDO CRUZ

Em comunicado, a Aceoc (Associação Comercial e Empresarial de Osvaldo Cruz) disse que o atendimento presencial na cidade poderá ser feito das 13h às 17h, e que os empresários devem respeitar a limitação de clientes dentro dos estabelecimentos (20m² por cliente).

PARAPUÃ

Já Parapuã continua na fase vermelha por mais uma semana. A Prefeitura explica que a medida é para proteger a população, diante do aumento dos casos da doença na cidade nos últimos dias. O novo decreto, assinado nesta segunda-feira (13), deixa o comércio fechado por mais uma semana.

RINÓPOLIS

Em Rinópolis o comércio também atende ao público. Uma série de exigências devem ser seguidas pelos estabelecimentos comerciais para preservação dos funcionários e clientes, como utilização de máscaras e disponibilização de álcool em gel 70%.

 

Prefeito de Parapuã diz que a Covid-19 está sob controle

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A Prefeitura de Parapuã atualizou na sexta-feira (10) os números da Covid-19. O novo boletim epidemiológico apontou que desde o início da pandemia foram 147 notificações, sendo 65 pacientes descartados, 63 aguardam resultados dos exames, 19 confirmações para o novo coronavírus, com um óbito.

De acordo com o prefeito Gilmar Martin Martins, o aumento nos registros foi devido crescimento na realização dos testes rápidos pelo Município. Na semana passada foram testados funcionários da área administrativa da Prefeitura, e três foram positivos para a Covid-19.

O gestor municipal ressalta que o aumento nos casos é preocupante, mas a doença está sob controle na cidade. “É uma preocupação muito grande, porém, nossa equipe de saúde está atenta a situação que está sob controle”, diz o Chefe do Executivo.

Os três servidores municipais que testaram positivo foram isolados e, segundo o prefeito, estão bem de saúde. “Também houve aumento no número de casos nos munícipes em geral, por isso pedimos para a população que se possível fique em casa e saia somente se for necessário, utilizando máscara, e tome todos os cuidados”, comenta Gilmar.

A Prefeitura informa que ao longo desta semana o boletim epidemiológico será atualizado. “Pedimos tranquilidade à população. É um vírus perigoso, mas com os cuidados que estamos tomando vamos conseguir controlar e não vamos precisar internar ninguém”, conclui o prefeito.

TESTES RÁPIDOS

Cristina Pereira da Silva, enfermeira da Vigilância Epidemiológica de Parapuã, explica que desde o dia 1º de julho o Estado liberou testes rápidos para todos os pacientes sintomáticos gripal e, por isso, foi registrado aumento do número dos casos com suspeita do novo coronavírus na cidade.

A profissional afirma que não foi registrado paciente com Covid-19 assintomático. Todos tiveram sintomas leves como dor de garganta, coriza e tosse. “Como o sintoma é leve, as pessoas não assimilam a Covid-19, pedimos que ao primeiro sinal de sintoma gripal, por mais leve que seja, procure rapidamente a Sentinela, para ser avaliado por um médico e orientado se precisa fazer isolamento social domiciliar e teste rápido”, pede.

Segundo a enfermeira, os casos mais graves como dificuldade ao respirar, cansaço intenso ou fadiga devem procurar o Pronto Socorro da Santa Casa.

FASE VERMELHA

O comércio de Parapuã continua na fase vermelha por mais uma semana. A Prefeitura explica que a medida é para proteger a população, diante do aumento dos casos da doença na cidade. O novo decreto será assinado nesta segunda-feira (13), deixando o comércio fechado por mais uma semana.

 

Caixa credita saque emergencial do FGTS para nascidos em março

A Caixa credita hoje (13) saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores nascidos em março.

O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia de covid-19. No total, serão liberados, de acordo com todo o calendário, mais de R$ 37,8 bilhões para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores.

O pagamento do saque emergencial será realizado por meio de crédito na Conta Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores. O valor do saque emergencial é de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas ativas ou inativas com saldo no FGTS.

Para sacar os recursos, o trabalhadores nascidos em março terão que esperar até o dia 22 de agosto.

O crédito dos recursos na poupança social começou no dia 29 de junho para trabalhadores nascidos em janeiro. Nesse caso, o saque será liberado no próximo dia 25.

Confira o calendário de pagamento:

Mês de nascimento Dia do crédito na conta poupança social digital data para saque em espécie
janeiro 29 de junho 25 de julho
fevereiro 06 de julho 08 de agosto
março 13 de julho 22 de agosto
abril 20 de julho 05 de setembro
maio 27 de julho 19 de setembro
junho 03 de agosto 03 de outubro
julho 10 de agosto 17 de outubro
agosto 24 de agosto 17 de outubro
setembro 31 de agosto 31 de outubro
outubro 08 de setembro 31 de outubro
novembro 14 de setembro 14 de novembro
dezembro 21 de setembro 14 de novembro

Caso não haja movimentação na conta digital até 30 de novembro deste ano, o valor será devolvido à conta do FGTS com a devida remuneração do período, sem prejuízo para o trabalhador. Se após esse prazo, o trabalhador decidir fazer o saque emergencial, poderá solicitar pelo Aplicativo FGTS até 31 de dezembro de 2020.

A Caixa disponibiliza os seguintes canais de atendimento para informações sobre o saque emergencial do FGTS: site fgts.caixa.gov.br, Telefone 111 – opção 2, Internet Banking Caixa e APP FGTS.

Estatuto ajudou país a avançar na universalização do ensino

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Entre os principais avanços conquistados no país nos últimos 30 anos, desde que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) foi publicado, está o crescimento dos percentuais de crianças e adolescentes na escola.

Segundo o Relatório do 3º Ciclo de Monitoramento do Plano Nacional de Educação (PNE) 2020, 98,1% da população de 6 a 14 anos frequenta ou já concluiu o ensino fundamental, e 73,1% dos adolescentes de 15 a 17 anos frequentam ou já concluíram o ensino médio.

O relatório faz um acompanhamento do cumprimento das metas do PNE e aponta que alguns objetivos que deveriam ter sido cumpridos em 2016 ainda não foram alcançados. É o caso do percentual de crianças de 4 a 5 anos em escolas ou creches, que está em 93,8% e já deveria ser de 100% há quatro anos.

Candidatos fazem provas do Enem neste domingo no Centro de Ensino Médio Elefante Branco
Apesar de 99,7% das crianças e adolescentes de 6 a 14 anos estarem na escola, parcela de excluídos chega a 88,6 mil em números absolutos – Marcello Casal JrAgência Brasil

Outras metas que precisam ser cumpridas até 2024 ainda requerem um longo caminho, como o percentual de crianças de até 3 anos em creches, que precisa chegar a 50% e estava em 35,7% em 2018, ano do último resultado disponível. Outro exemplo é o percentual de adolescentes de 16 anos com o ensino fundamental concluído, que está em 78,4% e precisa chegar a 95%.

Diferenças regionais

Os números gerais sobre um país como o Brasil, no entanto, escondem desigualdades regionais, de renda e de raça, alerta a diretora de relações institucionais da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Heloísa Oliveira. Segundo o Anuário da Educação Básica, do Movimento Todos pela Educação, apesar de 99,7% das crianças e adolescentes de 6 a 14 anos estarem na escola, a parcela excluída não é pequena e chega a 88,6 mil em números absolutos. Quando dividida a renda dos domicílios brasileiros em quatro grupos, o percentual de jovens de 16 anos que concluíram o ensino fundamental é de 95,1% entre os mais ricos e de 69,1% entre os mais pobres.

“Quando a gente abre essa informação, esse é o grande problema que a gente tem na educação, é a forma como as desigualdades sociais permeiam esse direito. Essa média é composta por diferentes realidades”, avalia a pesquisadora, que exemplifica que a meta de matricular 50% das crianças de até 3 anos em creches já foi atingida para as famílias mais ricas, que alcançaram 51%, mas ainda está bem distante do ideal nas mais pobres, com cerca de 29,2%. Já na faixa de 4 e 5 anos, enquanto a média nacional já passou dos 90%, e o Ceará atingiu 98,5% e, no Amapá, o percentual era de 67,8% em 2018, o menor desde 2012.

Educação infantil

creche
Percentual de crianças de 4 a 5 anos em escolas ou creches está em 93,8%, mas deveria de 100% desde 2016 – Antonio Cruz/Arquivo Agência Brasil

A busca pelos percentuais de universalização do ensino na educação infantil, sua inclusão na educação básica e até o estabelecimento de metas no PNE fazem parte da herança do Estatuto da Criança e do Adolescente, que entre outros avanços foi base para o Marco Legal da Primeira Infância, em 2016. “É um reflexo dessa discussão da criança como sujeito de direitos. Quando a creche era da assistência social, era um espaço de cuidado. Na educação, a creche é um espaço de desenvolvimento. É uma mudança importante”, diz Heloísa.

O desenvolvimento é percebido com clareza pela copeira Brenda Cristina de Oliveira, de 27 anos, que conseguiu matricular as três filhas em creches públicas do Rio de Janeiro. Hoje, na escola, as meninas têm bom desempenho, porque saíram da creche “mais espertas”, comemora a mãe.

“A criança que frequenta a creche consegue largar a fralda mais cedo, juntar as palavras melhor. Quando a criança não é da creche, parece que tem menos idade”, conta ela, ao lembrar de outra criança na família que não conseguiu vaga. “Ele teve muita dificuldade no primeiro ano, chorava muito, não queria ficar, teve dificuldade de aprender, coisas que minhas filhas não tiveram.”

O direito a que suas filhas tiveram acesso, porém, ainda exclui muitas pessoas no seu bairro, Lins de Vasconcelos, na zona norte do Rio de Janeiro. “Onde moro, é o que mais tem [crianças sem creche]. São muitas crianças e poucas creches. Muita gente não consegue.”

Qualidade do ensino

Para Heloísa, além das desigualdades, a educação brasileira ainda tem que superar o desafio da qualidade. A avaliação coincide com a do Instituto Nacional de Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que apontou no último dia 2 que o baixo nível de aprendizado dos alunos, as grandes desigualdades e a trajetória escolar irregular estão entre as questões mais preocupantes em relação à educação pública brasileira.

O anuário do Todos Pela Educação mostra que, de cada 100 estudantes que ingressam na escola, 78 concluem o ensino fundamental antes dos 16 anos, e 65 chegam ao fim do ensino médio antes dos 19. Ao final da educação básica, apenas 29,1% têm aprendizagem adequada de língua portuguesa, e 9,1%, de matemática.

Casas populares devem ser entregues em agosto e outubro

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As casas populares construídas em Adamantina possuem novas datas de entrega: agosto e outubro. É o que informou a Caixa Econômica Federal, responsável pela obra, ao IMPACTO na quinta-feira (9).

Nas 99 casas são investidos R$ 2,7 milhões pela Casa Paulista, do Governo do Estado, e R$ 7,2 milhões pela Caixa. As habitações estão divididas em dois blocos, um no bairro Mário Covas e outro no Parque Itamarati.

A CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) aponta que 45 unidades já estão concluídas, e o restante estará finalizado em 45 dias.

Já a Caixa esclarece que a data de entrega dos empreendimentos do Programa Minha Casa Minha Vida é definida somente após conclusão da construção e legalização do empreendimento, com o devido aceite das concessionárias, de forma a garantir a habitabilidade dos mesmos.

“Com relação aos empreendimentos a serem entregues em Adamantina esclarecemos que tratam-se do Residencial Adamantina O [Parque Itamarati], composto por 45 unidades, e Residencial Adamantina N [Mário Covas], composto por 54 unidades. Com relação às unidades do Adamantina O, estão concluídas e legalizadas, estando em fase final de análise dos beneficiários, à luz das regras do Programa, com previsão de entrega no início de agosto. E referente ao Residencial Adamantina N, está em fase final de obras e legalização, com previsão de entrega para outubro de 2020”, informa a Caixa.

Racismo e violência contra criança e adolescente são desafios do país

Publicado há 30 anos, o Estatuto da Criança e do Adolescente trouxe avanços na abordagem dos direitos essenciais do público para o qual foi criado em diversas áreas, como saúde, educação e também no combate ao trabalho infantil. No entanto, a situação no país está longe de ser a ideal em alguns aspectos como o racismo, a violência doméstica e o abuso sexual. Para o coordenador do Programa de Cidadania dos Adolescentes do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Mario Volpi, o maior dos desafios para fazer valer esses direitos no Brasil é a desigualdade, e, entre as diversas formas em que ela se apresenta no país, destaca-se o racismo.

“Esse elemento do racismo, da desigualdade racial, é um elemento que o país ainda não superou. E um dos motivos é porque o Brasil é um país que demorou a admitir que existe discriminação racial. Tivemos uma ideologia de uma pseudodemocracia racial, quando todo os conteúdos escolares e referências de acesso a políticas públicas são brancos.”

O Unicef apresenta diversos dados que corroboram essa avaliação: 64,1% das crianças e adolescentes em trabalho infantil em 2016 eram negros, assim como 82,9% das vítimas de homicídios entre 10 e 19 anos e 75% das meninas que engravidam entre 10 e 14 anos. “Uma criança negra tem três vezes mais possibilidades de abandonar a escola que crianças não negras”, acrescenta Volpi.

Ao contrário da maioria dos indicadores, a taxa de homicídios de adolescentes teve uma alta preocupante nos 30 anos do ECA. O número de adolescentes assassinados mais que dobrou no país entre 1990 e 2017, ano em que 32 brasileiros de 10 a 19 anos foram mortos por dia. Somente entre 1996 e 2017, o número de vítimas chega a 191 mil, estima o Unicef.

Vulnerabilidade

A letalidade infantojuvenil é considerada pela Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente um dos problemas mais urgentes. O secretário nacional, Maurício Cunha, conta que a situação vem sendo discutida entre governo e Unicef, e uma das frentes de atuação será a redução da evasão escolar. “Está provado que reduzir a evasão escolar diminui a letalidade juvenil”, disse o secretário, que aponta ações de busca ativa de adolescentes fora da escola como uma das estratégias.

Cunha destaca que as desigualdades são um elemento que precisa ser observado para além dos indicadores gerais, mas alerta que há problemas que afetam todas as classes sociais, como a violência doméstica, os abusos sexuais dentro e fora da internet e o cyberbullying.

“Independentemente da classe social, ser criança no Brasil é estar em situação de vulnerabilidade. Há uma série de violações que independem da classe social, embora sejam muito maiores na condição da pobreza”, diz ele, que destaca a internet como um desses desafios e cita a exploração sexual no meio virtual. “O Brasil, infelizmente, não é só consumidor dessas imagens, é um exportador.”

Pandemia e violência

Esse conjunto de preocupações se acirrou com a chegada da pandemia de covid-19. Entre os dados mais alarmantes, sublinha Cunha, está a queda nos registros de violência contra crianças e adolescentes no Disque 100, que recebe denúncias de violações aos direitos humanos.

“Os registros de violência contra crianças caíram 18% em março em relação ao mesmo mês do ano anterior. Como a gente sabe que 90% das violências contra a criança acontecem no ambiente doméstico, o que está acontecendo é uma grande subnotificação. Os atores sociais que fazem a denúncia não estão fazendo, porque são justamente os professores, educadores e profissionais de saúde. É gravíssima a situação”, afirma ele, que acredita que as crianças serão as maiores vítimas indiretas da pandemia no médio e longo prazo. “A criança está sofrendo sozinha em casa. O abusador está lá, e ela não tem a quem recorrer.”

violência contra crianças
Com a pandemia e o isolamento social, as vítimas de violência doméstica que encontravam proteção e abrigo na escola, estão agora em casa, com os agressores – Marcello Casal Jr./Arquivo/Agência Brasil

A secretaria fez campanhas publicitárias estimulando a denúncia de abusos contra a criança e o adolescente e planeja distribuir um material para alertar escolas sobre o acolhimento das crianças no pós-pandemia. “Que a preocupação seja mais de acolhimento, de escuta e criar um ambiente de confiança do que de recuperar conteúdo perdido”, diz Cunha.

Maioridade penal e encarceramento

Diretora do Centro Internacional de Estudos e Pesquisas sobre a Infância (CIESPI) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Irene Rizzini participou das discussões que geraram o Artigo 227 da Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Apesar dos avanços conquistados, a socióloga pondera que nenhuma lei é capaz de corrigir problemas sociais crônicos. “Não é o estatuto que vai corrigir a desigualdade social. Mas ele é uma lei que, com as várias que vieram depois e com as políticas públicas criadas a partir do seu referencial, proporcionou uma mudança positiva em inúmeros aspectos.”

A pesquisadora considera como ameaças a essa população iniciativas como reduzir a maioridade penal e aumentar o encarceramento de crianças e adolescentes. “É extremamente grave que se reduza o problema a encarcerar adolescentes. No Brasil, os adolescentes e jovens são as principais vítimas de homicídios.”

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Adolescentes em unidade socioeducativa em Brasília – Arquivo/Agência Brasil

A socióloga alerta que haverá retrocessos se as crianças e adolescentes não ocuparem uma posição de prioridade no orçamento público. Irene Rizzini afirma que cortes em áreas como a saúde, a educação e a assistência podem reverter ganhos em indicadores como mortalidade infantil, analfabetismo e desnutrição.

Ela também defende o fortalecimento de espaços para participação da sociedade civil, como o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que teve a composição reduzida de 56 para 36 membros por decreto presidencial no ano passado, mudança suspensa pelo Supremo Tribunal Federal. Em nota divulgada na época, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos explicou que a medida visava a reduzir gastos com passagens e diárias dos conselheiros.

Diante de desafios históricos, como a desigualdade, e contemporâneos, como questões ligadas à internet, Irene acredita que as premissas do ECA continuam a apontar o caminho a seguir. “A criança e o adolescentes são sujeitos de direito e têm proteção integral. Essa semente não tem volta. Essa semente fica.”

ECA mudou abordagem do Estado em relação ao trabalho infantil

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Quando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) foi publicado, há 30 anos, Wendell Perinotto tinha 7 anos e vivia em Itobi, no interior de São Paulo. Quando não estava na escola, ele acompanhava o pai no trabalho em uma terra arrendada pela família para subsistência. “Minha parte era a mais leve”, recorda ele: arrancar ervas daninhas, fazer a colheita menos pesada e capinar.

“Era uma coisa cultural”, lembra o professor universitário, que não culpa os pais. Embora de gerações distintas, a infância de pai e filho foi parecida, e a da maioria das crianças da região à época era semelhante.

Diferentemente de alguns de seus amigos, porém, Wendell teve incentivo da família para não interromper os estudos e, a partir de um curso pré-vestibular comunitário, conseguiu se preparar e passou para a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), onde se formou em veterinária. A universidade pública foi o caminho que permitiu que alcançasse a pós-graduação e a carreira de professor na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), onde dá aulas hoje, aos 37 anos.

“Hoje, vendo a nossa situação, não vejo meu filho fazendo o que eu fiz. Hoje, eu penso em dar [a ele] uma coisa diferente”, compara Perinotto, que aguarda a chegada do primeiro filho. “Vejo meus amigos de infância que não tiveram essa oportunidade e continuam no interior trabalhando na agricultura sem uma perspectiva melhor. Eles permanecem lá, e os filhos continuam”.

Abordagem do Estado

A abordagem do Estado contra o trabalho infantil foi uma das transformações que o ECA produziu, conta a coordenadora nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ana Maria Real, que destaca uma inversão de valores que era e ainda se faz presente na forma de muitas pessoas verem essa questão.

“É a criança que tem que trabalhar ou é o Estado que tem que suprir as necessidades daquela família vulnerável? A criança é colocada naquela situação porque há uma necessidade econômica”, questiona ela, que vê relação entre a forma que se deu o fim da escravidão e a naturalização do trabalho de crianças pobres: “Não houve nenhuma política pública e ficou uma massa de crianças negras nas ruas, oferecendo sua força de trabalho e como pedintes, para tentar sobreviver.”

Ana Maria Real avalia que, antes do ECA e da Constituição de 1988, a visão da sociedade e a resposta do Estado ao trabalho infantil eram permeadas por preconceitos: “A criança em situação de trabalho infantil era vista como um menor abandonado e um potencial delinquente e rompedor da ordem social. Havia uma criminalização”, conta ela. “O ECA trouxe uma mudança paradigmática da criança como sujeito com direito ao lazer, à escola, à família.”

O combate ao trabalho infantil que se deu, desde então, reduziu o número de crianças e adolescentes nessa situação em 68% entre os anos de 1992 e 2015. Foram 5,7 milhões de crianças e adolescentes que deixaram de trabalhar no período. No entanto, 2,4 milhões continuam nesta situação, sendo 80% adolescentes, segundo a procuradora.

Legislação

A mudança de perspectiva sobre o trabalho dos adolescentes, acrescenta ela, também contribuiu para que leis criassem formas menos precárias de trabalho para essa população, como a Lei de Aprendizagem, de 2000. A lei elevou a idade mínima para aprendizagem de 12 para 14 anos e determinou que os adolescentes recebam “formação técnico-profissional metódica compatível com o seu desenvolvimento físico, moral e psicológico”.

“A aprendizagem veio como fruto do Estatuto da Criança e do Adolescente. Ela deixou de ser preparo para um ofício específico e passou a ser preparação do adolescente para o mundo do trabalho, aliando educação e emprego”conta Ana Maria.

Apesar dos avanços, ela pondera que é comum ouvir chavões que indicam que o pensamento sobre o trabalho infantil não foi completamente modificado na sociedade brasileira. “‘É melhor trabalhar do que roubar’. ‘Trabalhar não mata ninguém’. ‘Trabalhar dignifica’. Esses chavões estão muito arraigados e refletem o pensamento da sociedade, que não dá o valor devido à criança e ao adolescente”, diz a procuradora. “A criança e o adolescente ainda são vistos de alguma forma como objetos.”

Premissas do ECA moldaram políticas de saúde específicas

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A coordenadora do Grupo de Trabalho sobre Criança, Adolescente e Natureza da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Evelyn Eisenstei, participou da redação do Artigo 8 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que, na época, reforçou o direito da gestante ao atendimento pré e perinatal no Sistema Único de Saúde (SUS). Em sua casa, a pediatra guarda uma edição especial do estatuto, publicado há exatos 30 anos, que ajudou a reduzir a mortalidade infantil no país em mais de 70%.

“Não é o estatuto em si que diminuiu a mortalidade. O que diminuiu a mortalidade foram as políticas públicas baseadas nas premissas do estatuto. Quando a gente tem uma legislação, a gente obriga, entre aspas, os gestores públicos a investirem recursos, principalmente no quesito saúde”.

A pediatra acrescenta que o ECA permitiu reconhecer as necessidades específicas de crianças e adolescentes nos serviços de saúde, como estar em enfermarias menores e separadas. “O ECA mostrou que crianças têm direitos e necessidades básicas. Por exemplo, ter pai ou mãe em uma enfermaria”, conta ela, lembrando o Artigo 12 do estatuto, que garante condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente.

“A criança hospitalizada tinha o trauma da hospitalização e o trauma de ficar sozinha em uma enfermaria. É um pequeno exemplo de tudo isso”, afirma ela, que acredita que a falta de recursos foi o grande obstáculo para fazer valer as premissas do ECA quanto à saúde nestes 30 anos. “O papel não resolve. O papel é uma premissa. Você precisa de recursos para gerir essa máquina de saúde, educação e esse sistema de direitos.”

Além da mortalidade e do cuidado pré e pós-natal, Evelyn Eisenstein destaca que há avanços no tratamento odontológico, no acesso a métodos contraceptivos, na proteção contra as drogas e em diversas outras áreas, como a vacinação, que passou a sofrer recentemente com quedas na taxa de imunização.

Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.
Apesar da obrigatoriedade de vacinar, metas de imunização no país não foram cumpridas nos últimos anos | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Vacinação

Apesar de o ECA estabelecer que “é obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias”, as metas de 95% não foram batidas para a maioria das vacinas nos últimos anos. A tríplice viral, que previne rubéola, caxumba e sarampo, teve uma queda de imunização para 90% na primeira dose em 2017 e 2018, e a segunda dose continuou bem abaixo do pretendido, com 75% de cobertura.

Uma das consequências dessa queda é a volta do sarampo ao país, após a erradicação da doença no Brasil ter sido reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, em 2018. O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Guido Levi, avalia que o ECA reforçou a obrigatoriedade de vacinar crianças, que já era prevista desde a década de 1970 pelo Programa Nacional de Imunizações. O sucesso do programa, na análise do imunologista, não tornou necessária uma regulamentação mais dura para a questão na época.

“O que fazer quando a criança vai se matricular na escola e não tem carteira de vacinação em dia? A melhor coisa é a persuasão. Se você chamar os pais e uma pessoa bem informada explicar a importância da vacinação, a grande maioria dos pais vai vacinar seus filhos”, avalia ele, que defende medidas mais severas somente em casos mais extremos, quando os pais se opuserem de forma irredutível à vacinação, mesmo cientes dos riscos que isso representa para seus filhos e para as demais pessoas com quem têm contato. “O ECA abre uma porta para que a não vacinação seja considerada maus-tratos.”

Comércio de Adamantina funciona das 14h às 18h a partir de hoje

O comércio de Adamantina reabre as portas, nesta segunda-feira (13), após período na fase vermelha do Plano São Paulo que restringe o funcionamento de apenas atividades essenciais.

Com a reclassificação pelo Governo do Estado na sexta-feira (10), passando a cidade para fase laranja, o comércio, escritórios em geral, imobiliárias e concessionárias podem atender ao público das 14h às 18h.

Com isso, os bancos funcionam diariamente até às 14h e, os estabelecimentos comerciais, depois deste horário, medida que visa diminuir a circulação de pessoas em um mesmo período na região central de Adamantina.

Os estabelecimentos autorizados a funcionar precisam seguir as mesmas exigências sanitárias do primeiro período de reabertura, como acesso restrito de clientes, obrigatoriedade na utilização de máscaras por funcionários e consumidores e disponibilidade de álcool em gel.

Vigilância Sanitária de Osvaldo Cruz alerta sobre uso obrigatório de máscaras

A Vigilância Sanitária de Osvaldo Cruz emitiu ontem (10), um alerta quanto à obrigação do uso de máscaras.

O coordenador da Vigilância Sanitária, José Carlos Estefani, destacou que o uso das máscaras está sendo supervisionado pela vigilância. “Começamos a fornecer informações aos cidadãos e comerciantes quando foi emitido o decreto que obrigava o uso da máscara em prol ao combate a pandemia” afirmou o coordenador.

A Vigilância tem permissão para multar aqueles que mesmo cientes da obrigatoriedade, não estão utilizando máscara ou não estão fazendo o uso correto, cobrindo o nariz e a boca. Os proprietários de estabelecimentos comerciais têm autonomia para pedir apoio policial e chamar atenção de quem se recusar a seguir as normas.

Foram disponibilizados placas e cartazes aos munícipes e colaboradores sobre a obrigatoriedade da máscara. Lembrando que todos que circulam sem a máscara, independente do horário, está sujeito a multa.

Todas as dúvidas podem ser sanadas com a Vigilância Sanitária de Osvaldo Cruz, pelo telefone 3528-9507, o horário de funcionamento é das 7h às 17h.

Casas populares devem ser entregues em agosto e outubro

As casas populares construídas em Adamantina possuem novas datas de entrega: agosto e outubro. É o que informa a Caixa Econômica Federal, responsável pela obra, ao IMPACTO nesta quinta-feira (9).

Nas 99 casas são investidos R$ 2,7 milhões pela Casa Paulista, do Governo do Estado, e R$ 7,2 milhões pela Caixa. As habitações estão divididas em dois blocos, um no bairro Mário Covas e outro no Parque Itamarati.

A CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) aponta que 45 unidades já estão concluídas, e o restante estará finalizado em 45 dias.

Já a Caixa esclarece que a data de entrega dos empreendimentos do Programa Minha Casa Minha Vida é definida somente após conclusão da construção e legalização do empreendimento, com o devido aceite das concessionárias, de forma a garantir a habitabilidade dos mesmos.

“Com relação aos empreendimentos a serem entregues em Adamantina esclarecemos que tratam-se do Residencial Adamantina O [Parque Itamarati], composto por 45 unidades, e Residencial Adamantina N [Mário Covas], composto por 54 unidades. Com relação às unidades do Adamantina O, estão concluídas e legalizadas, estando em fase final de análise dos beneficiários, à luz das regras do Programa, com previsão de entrega no início de agosto. E referente ao Residencial Adamantina N, está em fase final de obras e legalização, com previsão de entrega para outubro de 2020”, informa a Caixa.

 

Residencial Adamantina O [Parque Itamarati], composto por 45 unidades, está concluído e deve ser entregue em agosto | Foto: Gustavo Castellon/IMPACTO

CDHU sorteia 60 casas de Lucélia; confira a relação dos contemplados

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Esta sexta-feira (10) ficou marcada para 60 famílias de Lucélia, que foram contempladas com casa própria. Em parceria com a Prefeitura, a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo) promoveu sorteio das habitações que ainda serão construídas na Vila Rennó. Confira a relação dos sorteados abaixo.

Foram 912 inscritos aptos a participar do processo, que aconteceu pela internet. “Diminuir o déficit habitacional é uma das metas de nossa administração. Para tanto, não medimos esforços e, desde o início, estamos em contato com a Secretaria de Habitação que, por meio da CDHU, pudesse agilizar os trâmites para execução do projeto de construção do Lucélia G. Após alguns entraves, conseguimos a liberação de 60 moradias num total de 110, as demais deverão ser liberadas em breve”, informa o prefeito Carlos Junior.

A gestão municipal esclarece que as ações de prevenção ao coronavírus não possibilitaram reunir as famílias inscritas para realização do sorteio de forma presencial. Desta forma, a ordem de classificação de todos os candidatos para os grupos de idosos, pessoas com deficiência e demanda geral aconteceu de forma online e auditada, executado por meio do programa de computador desenvolvido pela CDHU.

AS HABITAÇÕES

As casas terão dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e lavanderia. As unidades respeitam e incorporam as melhorias estabelecidas como diretrizes de qualidade pela CDHU, como pisos cerâmicos com rodapé e laje de concreto em todos os cômodos, azulejos nas paredes hidráulicas, estrutura metálica nos telhados, aquecedor solar para chuveiro e muro de divisa entre os lotes. O empreendimento conta com infraestrutura completa: redes públicas de água, elétrica, gás e esgoto; pavimentação das vias do entorno, drenagem, calçadas, paisagismo e iluminação pública.

“Ainda não temos previsão do início das obras e, tampouco, sua conclusão, mas estaremos reiterando as solicitações para que tudo seja agilizado e as pessoas possam adquirir a tão sonhada casa”, conclui o gestor municipal.

Link com a listagem por ordem de classificação – Lucélia G – Listagem de Fam sorteadas – Ordem de Classificação

 

Três novos casos de Covid-19 são registrados em Adamantina

A Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Saúde, informa que mais três casos foram confirmados para Covid-19 na cidade. Com isso, o número de positivos no Município chegou a 77.  O número de curados segue em 67.

Sendo assim, cinco casos ainda estão ativos com a doença. Todos estão em isolamento domiciliar e recebendo o acompanhamento da Secretaria de Saúde.

Até hoje (10), foram notificadas 408 pessoas, sendo que 32 aguardam resultados de exames. Os casos negativos somam 299, quatro a mais que ontem (9); e com monitoramento encerrado são 331, cinco a mais que quinta. A cidade tem um óbito suspeito ocorrido na quarta-feira (8), e soma cinco confirmados.

A Secretaria de Saúde esclarece que o número de notificações subiu, pois há uma normativa que determina que todos os profissionais de saúde que atuam no município e que tenham ou não apresentado sintomas, devem ser testados.

A Prefeitura pede que os munícipes só saiam de casa em casos de extrema necessidade e usando máscara de proteção facial, inclusive na realização de atividades físicas.

A Secretaria de Saúde recomenda:

– Fique em casa, evite sair sem necessidade e evite aglomerações;

– Caso seja necessário sair de casa, use uma máscara de proteção facial;

– Lavar bem as mãos por 20 segundos com Água e sabão e, utilizar álcool em gel quando não há torneira e sabão por perto;

– Cobrir o nariz e boca com o braço quando for tossir ou espirrar;

– Evite tocar o rosto com as mãos, principalmente olhos, nariz e boca;

– Não compartilhe objetos pessoais;

– Em casos de sintomas como tosse seca, espirros frequentes, febre e/ou dificuldade respiratória ligar para o Centro de Saúde/Postão.

 

Estado de SP está ingressando em fase de platô da covid-19, diz Doria

O governador de São Paulo, João Doria, disse hoje (10), que o estado está entrando em uma fase de platô da pandemia do novo coronavírus, o que indica a situação de um pico contínuo, com estabilidade de indicadores. Contudo, segundo ele, isso não significa relaxamento.  

“Estamos ingressando numa fase de platô no estado de São Paulo, depois de um longo período enfrentando o pico. Agora, não apenas na capital, como em todo o estado de São Paulo, estamos ingressando no platô. Isso não significa relaxamento, distensão total e absoluta. Significa atenção redobrada para mantermos o platô em todo o estado de São Paulo e o controle sobre a doença”, disse ele.

O estado atingiu hoje a sua menor taxa de letalidade, desde o início da pandemia. A taxa, que aponta a gravidade da doença calculando a proporção de óbitos sobre o total de casos, está agora em 4,9%.

Doria anunciou hoje a manutenção do período de quarentena no estado até o dia 30 de julho. E divulgou também a nova atualização do Plano São Paulo, em que apenas quatro regiões do estado terão que continuar mantendo a quarentena, sem poder dar início ao processo de retomada econômica. São elas: as regiões de Ribeirão Preto, Campinas, Araçatuba e Franca. O restante do estado está ou na fase 2-laranja ou na fase 3-amarela.

Mapa das regiões SP

São Paulo tem 9.395 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas

O estado de São Paulo registrou, nas últimas 24 horas, 9.395 novos casos de coronavírus, somando agora 359.110 ocorrências confirmadas desde o início da pandemia.

Das novas vítimas, 6.349 (68%) se referem a casos ativos, confirmados por meio de exame de RT-PCR. Do restante, 31% foram confirmados por meio de testes sorológicos, os chamados testes rápidos, que revelam as pessoas que já tiveram o vírus em algum momento e produziram anticorpos, e 1% foi detectado por outros métodos.

Já do total de casos confirmados no estado, 254.841 (71%) foram identificados por meio de exame de RT-PCR, 99.855 (28%) através testes rápidos e 4.414 (1%) por outros métodos.

O estado de São Paulo somou hoje 17.442 óbitos. Já o total de curados chegou a 204.531 pessoas.

O estado tem 5.291 pessoas internadas em unidades de terapia intensiva (UTIs) em casos suspeitos ou confirmados de coronavírus, além de 8.259 pessoas internadas em enfermarias.

A taxa de ocupação de leitos de UTI no estado está em 65%, enquanto na Grande São Paulo ela gira em torno de 63,8%.