O comércio varejista adamantinense já sente a queda nas vendas por conta dos decretos estadual e municipal, que incluem a menor circulação de pessoas em ambientes públicos, e no comércio de uma forma geral. A medida segundo as autoridades públicas previne a propagação da epidemia do Covid-19, o novo coronavírus.
Preocupados com a crise que esta queda no consumo pode gerar a Ace (Associação Comercial Empresarial de Adamantina) e o Sincomércio desenvolveram a campanha ‘O comércio de Adamantina fechou, mas não vai ficar parado’. A ação tem como objetivo conscientizar a população da necessidade de continuar movimentando as compras e fortalecendo as empresas do município.
De acordo com o presidente do Sincomércio, Sergio Vanderlei, esta é uma campanha de parceria que envolve as entidades representativas do comércio varejista de Adamantina. No município são mais de 1.300 empresas que geram aproximadamente 5 mil empregos diretos.
Serão desenvolvidas peças publicitárias que englobam som ambulante, vinhetas em rádios, espaços em jornais impressos, redes sociais e outdoors. Toda ação conta com apoio das emissoras de rádio e de jornais parceiros.
A medida visa orientar os consumidores a fazer suas compras no comércio de Adamantina por telefone, mensagens de texto e redes sociais, recebendo os produtos em casa por meio de entrega em domicílio ou estilo drive thru.
“Assim, pretendemos garantir a sobrevivência das empresas e dos empregos neste momento de grave crise em virtude do coronavirus”, explica o presidente do Sincomércio. “Esta pandemia infelizmente terá um custo alto para as pequenas e médias empresas, e os consumidores neste momento têm papel fundamental para a sobrevivência das mesmas, continuando a prestigiar e a comprar no comércio local”.
Nas ruas, os adamantinenses já ouvem a mensagem: “O comércio de Adamantina fechou, mas não vai ficar parado. Durante o período de quarentena, você pode continuar comprando na sua loja favorita, pedir os seus produtos de primeira necessidade. Tudo através do telefone WhatssApp ou pelas redes sociais. O comércio de Adamantina vai sempre ter um bom vendedor para atender você e nunca vai te deixar na mão. Pode contar para todo mundo. Pode contar com os comerciantes de Adamantina e região. Apoio Ace (Associação Comercial Empresarial de Adamantina) e Sincomércio. Solidariedade é o que conta agora”.
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL
Em entrevista ao IMPACTO, o presidente da Ace Luís Henrique Sgobbi Mortari disse que este trabalho em conjunto é de extrema importância para este momento que o país e a economia passam.
Segundo o presidente as duas instituições juntas– Ace e Sincomercio, conseguem filtrar e catalisar as verdadeiras necessidades dos empresários e empreendedores, independente de qual setor que atua.
Para ele o momento é extremamente delicado, já que as informações são desencontradas, onde cada um “puxa a sardinha” para o seu lado, e muitos estão buscando a autopromoção com a situação.
“As instituições sólidas como a Ace e o Sincomercio servem como contra ponto para que os objetivos comuns sejam restaurados. Buscamos sempre pelo bem social, comercial e empresarial querendo sempre preservar trabalho, emprego, comércio e consequentemente a arrecadação de impostos, mas, ao mesmo tempo também conscientizamos as pessoas da necessidade de se preservar, frente ao perigo eminente do coronavírus”, explica.
Segundo Luís Henrique, o que está acontecendo é uma histeria generalizada e não está sendo analisada ponto a ponto a situação de cada município e empresa e isto atrapalha muito.
“Tivemos um decreto de uma quinzena do final de março até agora, um segundo decreto prorrogando. Nada mudou, estamos trabalhando fortemente para que o próximo decreto da semana que vem, seja mais consciente e participativo, na junção da saúde e economia. Todos têm o mesmo objetivo, de passar por esta situação, sentindo o menor impacto possível, mas para isto acontecer temos que unir forças”, conclui o presidente.
*Matéria atualizada às 14h e 20 para acréscimo de informações.



CURSOS ONLINE
As máscaras já foram distribuídas aos profissionais do Centro de Saúde do município.
A presidente do Fundo Social de Solidariedade, Mariza Campos, entregou a doação ao prefeito Carlos Junior, que repassou imediatamente as máscaras para a secretaria de saúde, Maria do Carmo Rapacci.
Para confecção das máscaras, o Fundo Social adquiriu o tecido e a costureira Célia Aparecida de Oliveira voluntariamente doou toda a mão de obra.

O desafio neste ano seria a construção de um templo, que ao mesmo tempo serviria de abrigo para muitas famílias que não têm onde ficar, principalmente em casos de tempestades ou outras intempéries. “A cidade de Dondo é próxima de uma rota de peregrinação e não há onde as pessoas ficarem. A igreja seria uma referência de abrigo”, disse.
“Agradeço a todos que nos ajudaram e recomendo que fiquem em isolamento social até que esta pandemia passe e possamos retomar nossas atividades”, completou o pastor Gilberto.








