Por volta das 12h desta sexta-feira (12), um acidente envolvendo um caminhão, um automóvel e uma moto foi registrado na Rua Joaquim Nabuco, sentido Pontilhão/Centro, em Adamantina.
Foto: Cedida
Segundo informações da Polícia Militar, o automóvel e a moto aguardavam no semáforo fechado quando foram atingidos na traseira por um caminhão que trafegava logo atrás. O condutor do veículo de carga alegou falha no sistema de freios, o que teria provocado a colisão.
Com o impacto, a condutora da moto sofreu lesões corporais e foi socorrida pela equipe do Corpo de Bombeiros, sendo encaminhada ao pronto-socorro para exames médicos. Os demais envolvidos não se feriram.
Foto: CedidaFoto: Cedida
A Polícia Técnico-Científica esteve no local e constatou que o caminhão apresentava pneus em mau estado de conservação, com a banda de rodagem já atingindo os indicadores de profundidade (TWI). Diante da situação, foi lavrado um auto de infração contra o condutor.
Devido à pane no sistema de freios, o caminhão precisou ser removido com auxílio de um guincho. A moto foi encaminhada a um pátio próximo, enquanto o automóvel foi liberado no local.
As circunstâncias do acidente seguem em apuração pelas autoridades competentes.
Um acidente envolvendo um carro e um caminhão-baú foi registrado na manhã desta sexta-feira (12), em Osvaldo Cruz. A colisão aconteceu por volta das 7h30, no km 568,700 da SP-294 (Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros).
De acordo com informações da concessionária Eixo-SP, responsável pela via, o carro colidiu na traseira do caminhão por motivos que ainda serão apurados.
Apesar do impacto, não houve vítimas. A Polícia Militar Rodoviária informou que o Boletim de Ocorrência foi registrado de forma on-line.
Ainda segundo a concessionária, os veículos envolvidos foram removidos da pista, e o tráfego segue normalmente no trecho.
Prefeitura realiza retirada das placas da passarela da rua Joaquim Nabuco | Foto: João Vinícius Faustino/IMPACTO
A Prefeitura de Adamantina anunciou que o tráfego de veículos no viaduto da rua Joaquim Nabuco ficará novamente interditado nesta segunda-feira (15), das 13h às 17h, em razão da continuidade das obras em uma das passarelas do pontilhão.
Segundo a administração municipal, a intervenção consiste na retirada de placas que ainda permanecem no local. Durante o bloqueio, a circulação de pedestres está garantida pela passarela lateral, no lado esquerdo do viaduto. Já a passagem inferior, sob a linha férrea, segue interditada por motivos de segurança.
A passarela de pedestres está bloqueada desde 12 de fevereiro, após decisão da Prefeitura diante do risco estrutural. Na ocasião, parte das placas chegou a ser retirada, mas as obras não tiveram continuidade, gerando cobranças da comunidade. O local é utilizado diariamente por crianças, idosos e trabalhadores, o que aumentou a pressão por uma solução definitiva.
Com a retomada das obras nesta semana, a área está sinalizada pela Prefeitura para garantir a segurança de motoristas e pedestres.
Seca extrema e calor histórico atingem Adamantina também nesta sexta-feira (12) | Foto: João Vinícius Faustino/IMPACTO
O estado de São Paulo enfrentou nesta quinta-feira (11) uma das tardes mais secas e quentes do ano, com registros alarmantes que colocaram a população em estado de alerta. O Centro de Gerenciamento de Emergências da Defesa Civil informou que a umidade relativa do ar em diversas cidades atingiu níveis semelhantes aos dos desertos mais áridos do planeta, como o Saara e o Atacama.
Na Nova Alta Paulista, a situação foi crítica: em Tupi Paulista, a temperatura chegou a 38,8°C, enquanto em Adamantina, nesta sexta-feira (12), a previsão é de máxima de 35°C, com umidade em torno de 18%, segundo dados do Climatempo.
Na região de Araçatuba, os termômetros marcaram 38,1°C, também sob umidade baixa, o que eleva os riscos à saúde e de queimadas. Já em Marília, a umidade caiu para apenas 8%, índice considerado de emergência pela OMS (Organização Mundial da Saúde).
Tempo em Adamantina nesta sexta-feira (12) | Fonte: Portal Climatempo
ALERTA SEVERO PARA 511 CIDADES
Diante do cenário, a Defesa Civil emitiu um alerta severo via Cell Broadcast às 12h20, desta quinta, atingindo celulares com tecnologia 4G e 5G em 511 municípios paulistas. A mensagem orientou a população a reforçar a hidratação, proteger grupos vulneráveis, evitar exercícios físicos sob o sol intenso e, principalmente, não realizar queimadas.
Celulares recebem alerta severo da Defesa Civil sobre umidade do ar em nível critíco nesta quinta-feira (11) | Foto: Reprodução/Defesa Civil do Estado de São Paulo
RISCOS À SAÚDE E AO MEIO AMBIENTE
Especialistas alertam que a baixa umidade favorece o ressecamento das mucosas, aumentando riscos de infecções respiratórias, crises de asma, fadiga e desidratação. Crianças, idosos e pessoas com doenças pré-existentes são as mais afetadas.
No meio ambiente, a vegetação seca torna a propagação de incêndios em matas e pastagens quase imediata, exigindo forte atuação de brigadistas e bombeiros, como já ocorreu em várias regiões da Nova Alta Paulista.
MUNICÍPIOS COM ÍNDICES MAIS CRÍTICOS
Alguns dos menores índices registrados nesta quinta-feira foram:
Descalvado: 4%
Bragança Paulista: 4,3%
Itapira: 5,8%
Cordeirópolis: 6,7%
Sumaré: 6,9%
Barretos e Piracicaba: 7,0%
Nova Odessa: 7,8%
Monte Azul Paulista: 7,9%
Marília, Bebedouro, Ariranha, Ituverava e Pederneiras: 8%
ORIENTAÇÕES DA DEFESA CIVIL
Beba água constantemente, mesmo sem sentir sede.
Evite atividades físicas em horários de calor intenso.
Use soro fisiológico para olhos e narinas.
Umidifique os ambientes internos.
Jamais utilize fogo para limpeza de terrenos ou descarte de lixo.
Em casos de emergência, os telefones de atendimento são 199 (Defesa Civil) e 193 (Corpo de Bombeiros).
Um incêndio de grandes proporções atingiu, na tarde desta quinta-feira (11), áreas de preservação permanente e extensos canaviais na zona rural de Flórida Paulista, próximo ao distrito de Indaiá do Aguapeí e à divisa com Adamantina.
Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas começaram por volta das 13h11 e se espalharam rapidamente, exigindo a atuação conjunta da corporação com equipes da Defesa Civil e caminhões-pipa de usinas sucroalcooleiras da região.
Foto: Reprodução/Redes sociais
Imagens divulgadas pela Defesa Civil do Estado de São Paulo mostraram a dimensão da fumaça preta e a intensidade do fogo, que consumiu a vegetação e avançou sobre a lavoura.
Após horas de combate, o Corpo de Bombeiros confirmou nesta sexta-feira (12) que o incêndio foi controlado. Durante a noite, o trabalho de rescaldo continuou para evitar a retomada das chamas. Caminhões-pipa permaneceram na área e há possibilidade de uso de aeronaves agrícolas para auxiliar na contenção de focos remanescentes.
Até o fim da tarde de quinta-feira, não havia registro de feridos nem estimativa da área total afetada.
A adamantinense Izabela Rodrigues da Silva, de 30 anos, é uma das esperanças brasileiras no Mundial de Atletismo, que começa nesta sexta-feira (12) em Tóquio, no Japão. A atleta disputa logo a terceira prova do torneio: a qualificatória do lançamento do disco, marcada para as 21h (horário de Brasília) desta sexta – 9h da manhã de sábado (13) no Japão. Se conquistar vaga entre as finalistas, voltará à pista no domingo (14), às 7h12 (de Brasília).
Izabela chega à competição como 19ª colocada no ranking mundial e carrega no currículo a marca pessoal de 65,25m, a melhor de sua carreira. Em 2024, sua melhor performance foi de 63,70m, resultado que lhe garantiu a medalha de ouro no Troféu Brasil, disputado pouco mais de um mês atrás.
Foto: Instagram / Reprodução
Além dela, a microrregião de Adamantina terá outro representante em Tóquio. O maratonista Paulo Roberto de Almeida Paula, de 46 anos, natural de Pacaembu e criado em Irapuru, disputa sua quinta edição de Mundial. A maratona será realizada no domingo (14), às 19h30 (horário de Brasília) – manhã de segunda (15) no Japão.
Em preparação, Paulo compartilhou nas redes sociais as dificuldades de adaptação. “Treinar em Tóquio tem sido um grande desafio. Sou apaixonado por correr na rua, mas dessa vez precisei me adaptar à esteira. O sono não tem sido dos melhores, mas consigo descansar o suficiente para manter a preparação.”
O Mundial de Atletismo segue até o dia 21 de setembro, reunindo 2 mil atletas de 200 países em busca de 147 medalhas distribuídas em 49 provas. Todas as disputas acontecem no Estádio Nacional de Tóquio, palco dos Jogos Olímpicos de 2021.
Uma obra iniciada pela Prefeitura de Adamantina no auge da campanha eleitoral de 2024 segue sem previsão de término. Trata-se da pavimentação da ligação entre os bairros Jardim Brasil e Parque Itamaraty, que nesta semana completa um ano desde o início dos trabalhos.
Antiga reivindicação dos moradores e promessa da gestão passada, a melhoria foi iniciada a quatro meses do encerramento do segundo mandato de Márcio Cardim.
Os serviços começaram na semana de 11 de setembro de 2024, logo após a conclusão do processo de desapropriação da área, formalizado em julho do mesmo ano. As primeiras intervenções consistiram na terraplanagem do local, mas os trabalhos foram interrompidos em outubro, por falta de materiais para a drenagem.
Um novo processo licitatório para a compra de tubos foi concluído apenas em novembro de 2024, o que empurrou a retomada para maio deste ano, após o período de chuvas, já na gestão José Carlos Tiveron.
Em nota ao IMPACTO, a Prefeitura informou, por meio da Secretaria de Planejamento, que as obras seguem em andamento. Atualmente, a Secretaria de Obras executa a implantação da rede de drenagem, com tubulação e galerias pluviais.
Foto: João Vinícius Faustino/IMPACTO
“Na sequência, será aberto o processo licitatório para a execução da pavimentação do local, etapa que, neste momento, encontra-se em fase de análise e liberação de recurso pelo Governo do Estado”, destacou a nota.
O investimento total da obra, que contempla drenagem, pavimentação e calçadas, é de aproximadamente R$ 670 mil, sendo R$ 250 mil oriundos de emenda parlamentar do deputado estadual Leonardo Siqueira (NOVO) e R$ 420 mil de recursos próprios do município.
Questionada pelo IMPACTO, a Prefeitura não informou uma data para conclusão da benfeitoria entre as ruas Sergipe e Saldanha Marinho.
O Museu e Arquivo Histórico “Setsu Onishi”, em Adamantina, recebe até o fim deste mês a exposição fotográfica “Jardim Brasil: dos trilhos para cá”. A mostra reúne registros produzidos por adolescentes participantes do projeto Lentes do Amanhã, idealizado em 2023 pela fotógrafa, jornalista e socióloga Estela Mendes.
Ao todo, dez jovens de 13 a 16 anos participaram de um curso de fotografia ministrado pela profissional durante três meses, resultando nas imagens que compõem a exposição. As fotografias retratam o cotidiano, os moradores e a cultura do Jardim Brasil, um dos bairros mais antigos de Adamantina.
Segundo Estela, a proposta vai além do aspecto artístico. “O bairro nem sempre é compreendido enquanto um espaço periférico, à margem da sociedade adamantinense, e por isso é alvo de inúmeras formas de preconceitos. Levar imagens desse território para o museu é uma forma de valorizar e colocar o Jardim Brasil em pauta”, afirma.
Foto: Divulgação/Estela Mendes
A fotógrafa ressalta que a exposição também provoca reflexões sociais. “A desigualdade social e o racismo são assuntos que estudo há alguns anos. Em Adamantina, a divisão geográfica revela também a divisão social, e isso sempre chamou minha atenção. Quis fazer algo que fosse além da fotografia, abordando questões sociais do município”, completa.
SERVIÇO A exposição pode ser visitada até o final do mês no Museu e Arquivo Histórico “Setsu Onishi”, localizado na Alameda Ihity Endo, 70, Vila Endo, próximo ao Parque dos Pioneiros. O espaço abre de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 13h às 17h, e aos sábados, das 8h às 12h.
A Prefeitura de Adamantina realiza neste sábado (13) mais uma etapa da campanha de vacinação antirrábica, desta vez na UBS (Unidade Básica de Saúde) do Jardim Brasil. A ação é destinada a moradores de toda a cidade que possuem cães e gatos.
O atendimento será realizado das 9h às 15h, por ordem de chegada, com a oferta de 400 doses do imunizante. A vacinação seguirá em outros bairros ao longo do ano, conforme calendário da campanha.
A UBS do Jardim Brasil está localizada na Rua Minas Gerais, nº 577.
Lucélia recebe, no próximo dia 18 de outubro, um dos eventos mais tradicionais de reconhecimento empresarial da região: o ‘Destaques’, promovido pelo IMPACTO. Com 28 anos de sucesso em Adamantina, a premiação retorna à cidade para homenagear empresas e profissionais liberais que se destacam em seus ramos de atuação.
A primeira etapa da edição local termina neste domingo (14), com a pesquisa aberta ao público. Moradores de Lucélia ainda podem participar pelo portal de notícias, respondendo à pergunta: “Qual o primeiro nome ou marca que vem à cabeça quando pensa em determinado segmento?”. Ao todo, são cerca de 140 categorias em votação.
Os mais lembrados serão anunciados e premiados durante um jantar dançante, ocasião em que os vencedores receberão seus troféus.
Para o diretor do IMPACTO, Sérgio Vanderlei, mais do que eleger ganhadores, a iniciativa valoriza o esforço de quem investe para conquistar e fidelizar clientes, fortalecendo a economia local.
“Os setores do comércio e serviços de Lucélia merecem a retomada deste evento, reforçando o compromisso do IMPACTO em incentivar o crescimento da cidade, por meio de informações de qualidade e iniciativas de fomento econômico”, destacou.
A edição conta com apoio do Sincomercio Lucélia (Sindicato Patronal do Comércio Varejista).
Uma nota pública divulgada na terça-feira (9) revelou o impasse em torno de uma nova edição da Feira Camaleão, que há sete anos movimenta a cena cultural de Adamantina e já realizou 20 edições, a última em 2024. Enquanto os organizadores apontam falta de interesse efetivo da Prefeitura no apoio ao projeto, o Município alega que até o momento não foi possível viabilizar a programação em razão da dificuldade de conciliar datas.
Resposta do Coletivo Camaleão sobre a realização ou não da Feira em 2025 divulgada em uma rede social | Foto: Reprodução
O comunicado foi publicado em uma rede social como resposta aos questionamentos sobre a realização ou não da Feira este ano, ganhando rapidamente repercussão, especialmente entre artistas e agentes da economia criativa. A cada edição, a Camaleão reunia artes, gastronomia e música, com a diversidade como principal marca.
“O maior legado da Camaleão foi revelar que Adamantina guarda um território cultural muito mais vasto do que parecia à primeira vista. A feira se tornou um farol num tempo em que havia escassez de espaços culturais e trouxe à tona a riqueza da produção independente. Mostrou que aqui havia poesia, música, artesanato e expressões diversas que até então viviam dispersas, escondidas em quintais e ateliês silenciosos. O legado é a diversidade, uma lembrança de que a cidade é plural, criativa e capaz de se reinventar artisticamente”, afirma Arieni Tarcila Ciceri, uma das organizadoras.
Edição realizada em 16 de novembro de 2024 | Foto: Reprodução
Nos primeiros anos, a feira nasceu do improviso: som emprestado, artistas voluntários e muito esforço coletivo. Com o tempo, conquistou apoio institucional, o que garantiu mais dignidade aos artistas. Durante a pandemia, sobreviveu graças às políticas emergenciais de cultura. “A história da feira é, acima de tudo, uma história de resistência”, enfatiza Alessandro Dias, também organizador.
O apoio público incluía pagamento de cachês, sonorização, estrutura da praça, eletricistas e limpeza. Os custos giravam entre R$ 5 mil e R$ 10 mil por edição. “Valor modesto se comparado, por exemplo, aos mais de R$ 70 mil pagos apenas em ECAD para a Expo Verde”, destaca a nota.
Para 2025, a organização buscou diálogo com a Secretaria de Cultura e Turismo para alinhar datas e firmar uma parceria, mas alega que não houve interesse efetivo, o que resultou na interrupção das atividades.
“O diálogo aconteceu, mas ficou mais no campo das intenções do que nas realizações. Havia interesse declarado, mas quando se tratava de transformar a ideia em datas e compromissos, o processo se tornava incerto e inviável. Uma feira diversa precisa de tempo para ser organizada, e as respostas que recebemos não permitiam esse planejamento”, acrescenta Arieni.
Segundo ela, “a Camaleão não deixou de existir por falta de público ou de artistas, mas porque não encontrou, neste momento, a mão estendida do poder público para seguir adiante. Em outras palavras, não foi a falta de talento da cidade, mas a falta de decisão em apostar nele”.
Edição realizada em 16 de novembro de 2024 | Foto: Reprodução
IMPACTO DA PAUSA
Para os organizadores, a descontinuidade gera prejuízos significativos. “Para os artistas, não se trata apenas da ausência de cachês, que já eram simbólicos, mas da perda de um espaço de visibilidade e conexão. A feira era uma vitrine: dela surgiam convites, parcerias e possibilidades. Para os artesãos, era um canal de divulgação que impulsionava vendas ao longo do ano. A ausência da Camaleão enfraquece a economia criativa local e reduz as oportunidades de circulação da arte na cidade”, avaliam.
Eles também veem a situação como reflexo de um padrão maior. “Eventos tradicionais recebem espaço e financiamento garantido, enquanto iniciativas independentes ficam vulneráveis às mudanças políticas e financeiras. Isso não significa que a chama se apague. A cultura independente é resiliente, se reinventa. Mas políticas públicas que garantam continuidade são fundamentais.”
Apesar da pausa, os organizadores afirmam que a feira, assim como o animal que lhe dá nome, busca se adaptar. “Aos artistas, digo: continuem. O palco pode ter mudado de lugar, mas a criação segue viva. Ao público: não deixem de buscar. E ao poder público: a cultura não pode viver só de acenos, precisa de compromisso. A feira faz uma pausa, mas a arte não.”
OUTRO LADO
Em nota ao IMPACTO, a Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, informou que iniciou tratativas em junho com os organizadores da Feira Camaleão.
Segundo a pasta, em julho houve nova tentativa, com sugestão de realização em 13 de setembro. A data, porém, foi considerada inviável em razão da agenda já comprometida por outros eventos.
Ainda conforme a Secretaria, em seguida foi proposta a data de 18 de outubro, mas nesse dia já consta no calendário municipal a realização do Haru Matsuri, que tem a participação da própria pasta.
Dessa forma, a Prefeitura afirma que, até o momento, não foi possível viabilizar a feira “em virtude da dificuldade para que as datas fossem alinhadas”, mas que permanece aberta a avaliar novas propostas dos organizadores.
CONTRAPONTO
Ao tomarem ciência sobre o posicionamento da Prefeitura pela imprensa, os organizadores da Feira ressaltam que também sugeriram outras datas, mas não obtiveram retorno da Secretaria, o que inviabilizou o planejamento necessário para a realização do evento.
“A secretária de Cultura e Turismo nunca deu devolutiva sobre as datas citadas, expondo as justificativas apenas agora, em nota”, enfatiza Arieni.