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Lula é condenado na Lava Jato no caso do triplex

O juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no processo que envolve o caso da compra e reforma de um apartamento triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo. Ele foi condenado a nove anos e seis meses pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Além de Lula, outras seis pessoas foram condenadas no mesmo processo (veja abaixo a lista dos condenados).

A sentença foi publicada nesta quarta-feira (12).

O G1 fez contanto com a defesa de Lula e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

“A prática do crime de corrupção envolveu a destinação de R$ 16 milhões a agentes políticos do Partido dos Trabalhadores, um valor muito expressivo”, diz um trecho da sentença.

“O condenado recebeu vantagem indevida em decorrência do cargo de Presidente da República, ou seja, de mandatário maior. A responsabilidade de um Presidente da República é enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica crimes”, diz Moro no texto da decisão.

Triplex no Guarujá

O que diz o MPF: A construtora OAS destinou à família do ex-presidente Lula um triplex no Condomínio Solaris, em frente à praia, em Guarujá. Antes de a empreiteira assumir a obra, o edifício era comercializado pela antiga cooperativa de crédito do Sindicato dos Bancários de São Paulo, conhecida como Bancoop, que faliu. A ex-primeira-dama Marisa Letícia tinha uma cota do empreendimento.

O imóvel, segundo o MPF, rendeu um montante de R$ 2,76 milhões ao ex-presidente. O valor é a diferença do que a família de Lula já havia pagado pelo apartamento, somado a benfeitorias realizadas nele.

Parte da denúncia é sustentada com base em visitas que Lula e Marisa Letícia fizeram ao apartamento, entre 2013 e 2014. Segundo procuradores, a família definiu as obras a serem feitas no imóvel, como a instalação de um elevador privativo.

O que diz a defesa: A defesa de Lula reconhece que Marisa Letícia tinha uma cota para comprar um apartamento no Condomínio Solaris. No entanto, diz que ela desistiu da compra quando a Bancoop faliu e a OAS assumiu o empreendimento.

Segundo os advogados, o apartamento 164 A está em nome da OAS, mas, desde 2010, quem detém 100% dos direitos econômico-financeiros sobre o imóvel é um fundo gerido pela Caixa Econômica Federal.

Sobre as visitas de Lula e Marisa ao apartamento, a defesa alega que eles queriam conhecer o imóvel e planejar uma possível compra. Afirmam, porém, que, mesmo com as benfeitorias realizadas pela construtora, a compra não foi realizada.

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Armazenamento de bens

O que diz o MPF: A OAS pagou R$ 1.313.747,24 para a empresa Granero guardar itens que Lula recebeu durante o exercício da presidência, entre 2002 e 2010. O pedido foi feito pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e pelo próprio ex-presidente da República.

O que diz a defesa: Os itens sob a guarda da Granero não eram bens de uso pessoal do ex-presidente, mas faziam parte do acervo presidencial, que lhe foi concedido pela Secretaria-Geral da Presidência da República, assim que ele deixou o mandato. Segundo o Instituto Lula, a maior parte dos materiais são cartas, camisetas e peças de artesanato.

Conforme Paulo Okamotto, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro se ofereceu para ajudar temporariamente o Instituto Lula a armazenar os objetos em um espaço que a empresa já alugava na Granero. Okamotto nega qualquer irregularidade no apoio dado pela OAS.

Nomeações na Petrobras

O que diz o MPF: Quando era presidente, Lula usou seu poder para manter na Petrobras os ex-executivos Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco e Renato Duque – já condenados na Lava Jato por atuar em favor de um cartel que fraudava contratos na Petrobras. O MPF defende que a manutenção deles nos cargos favoreceu o consórcio liderado pela OAS.

O que diz a defesa: Todas as nomeações para as diretorias da Petrobras foram feitas a partir de indicações de aliados políticos. Lula apenas assinou as ordens para que as pessoas assumissem os respectivos cargos.

Benefícios para a OAS

O que diz o MPF: Consórcios dos quais a OAS fazia parte conseguiram contratos para obras na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, e na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco.

Na Repar, antes da licitação, a Petrobras fez um orçamento para a obra e estimou que gastaria até R$ 1,4 bilhão. No entanto, a estatal acabou fechando contrato no valor de R$ 2,079 bilhões, quase 50% a mais do esperado. Outros dois contratos com sobrepreço ocorreram na Rnest. Juntos, custaram cerca de R$ 4,4 bilhões.

O que diz a defesa: Lula não atuou em favor de cartel na Petrobras, e não há evidências que suportem a denúncia. O foco de corrupção alvo da Lava Jato está restrito a alguns agentes públicos e privados, que atuavam de forma independente, regidos pela dinâmica de seus próprios interesses, e alheios à Presidência da República.

Todos os réus do processo

Além de Lula, outras seis pessoas foram envolvidas nesta ação penal. Veja abaixo as acusações contra cada réu.

•Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente: corrupção passiva e lavagem de dinheiro

•Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS: corrupção ativa e lavagem de dinheiro

•Paulo Gordilho, arquiteto e ex-executivo da OAS: lavagem de dinheiro

•Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula: lavagem de dinheiro

•Agenor Franklin Magalhães Medeiros, ex-executivo da OAS: corrupção ativa

•Fábio Hori Yonamine, ex-presidente da OAS Investimentos: lavagem de dinheiro

•Roberto Moreira Ferreira, ligado à OAS: lavagem de dinheiro

Outros processos de Lula

O ex-presidente é réu em outras duas ações da Lava Jato, em uma ligada à Operação Janus, que trata de contratos no BNDES, e outra relacionada à Operação Zelotes, que apura venda de medidas provisórias.

Lula também foi denunciado no caso envolvendo o sítio em Atibaia, no interior de São Paulo, no âmbito da Lava Jato.

Ele é alvo ainda de dois inquéritos na Lava Jato: um sobre a formação de organização criminosa para fraudar a Petrobras, e outro sobre obstrução das investigações ao tomar posse como ministro de Dilma. Na Zelotes, ele é investigado em inquérito sobre a edição da medida provisória 471, que criou o Refis.

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Justiça de SP decide que professores não podem ser penalizados por greve

A Justiça de São Paulo decidiu que os professores que participaram do movimento grevista ocorrido no período de 28 a 31 de março de 2017 não podem ser punidos em decorrência das ausências nos dias de paralisação. Segundo a Justiça, os docentes não podem ser penalizados com o registro de faltas, bem como demissões, dispensas, rescisões de contratos temporários e outras possíveis sanções.

A decisão, publicada na última sexta-feira (7), é da juíza Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi, da 13ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, e foi tomada em ação proposta pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

“A mera possibilidade de aplicação de penalidades administrativas e disciplinares aos que aderem ao movimento grevista compromete o próprio direito de greve. O artigo 37, inciso VII, da Constituição Federal, deixa fora de dúvida que a greve é fato legal, direito do trabalhador na luta de suas reivindicações”, diz o texto da decisão tomada em caráter liminar.

A Agência Brasil não conseguiu contato com a assessoria de comunicação da Secretaria de Educação de São Paulo para que o órgão comentasse a decisão.

Na ação proposta pela Apeoesp, os professores relataram ameaças praticadas por diretores de escolas que teriam considerado usar as faltas relacionadas à greve como fundamento para aplicação de penalidades disciplinares. Informaram ainda sobre procedimentos administrativos instaurados para a rescisão contratual de professores contratados temporariamente.

“Defiro a tutela de urgência para impor ao polo passivo [governo do Estado de São Paulo] o dever de abster-se de consignar faltas, muito menos como injustificadas, aos professores que participaram do movimento grevista; abster-se de aplicar as penalidades administrativas; suspender eventuais penalidades aplicadas e rescisões contratuais dos docentes contratados temporariamente também decorrentes da participação na greve”, disse a magistrada na sentença.

CEE renova reconhecimento de Direito e Psicologia com base na nota do Enade 2015

Os cursos de Direito e Psicologia do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) tiveram o seu reconhecimento renovado pelo Conselho Estadual de Educação de São Paulo (CEE-SP), conforme a Portaria CEE-GP 218, de 10 de maio de 2017, vigente até a divulgação dos resultados do próximo ciclo avaliativo do Enade para estes cursos, previsto para 2018 e cujo resultado sairá em 2019.

A decisão se deu baseada no resultado da avaliação do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), aplicado em 2015 e cujas notas foram anunciadas pelo Ministério da Educação (MEC) em março deste ano, em que os cursos obtiveram conceito 4 (que vai de 1 a 5), se destacando no cenário nacional.

“Para obter este resultado (conceito 4), é preciso estar entre os melhores cursos de Psicologia do País. Neste sentido, é um reconhecimento dos esforços institucionais, o que envolve o corpo docente, a diretoria acadêmica, o corpo discente. Além disso, temos uma diversidade de ações que nos permitem ter um curso bastante sólido. Os alunos tem ainda a possibilidade de cursar Psicologia na UniFAI, através de programas de incentivo como, financiamento estudantil pelo FIES, bolsa do sistema prisional e do Pibid”, destacou o então coordenador de Psicologia, Prof. Me. Cassiano Ricardo Rumin, na época da divulgação do resultado do Enade.

Segundo o INEP, o objetivo do Enade é avaliar o desempenho dos estudantes com relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação, o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional, e o nível de atualização dos estudantes com relação à realidade brasileira e mundial, integrando o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

“Esta nota se deve especialmente à qualidade de ensino, ao entrelaçamento entre a parte teórica ministrada em sala de aula e as atividades práticas e de pesquisa desenvolvidas pela Instituição, enaltecendo a dedicação e o empenho dos alunos concluintes de 2015, que foram essenciais para obtenção deste resultado. Com essa nota alcançada, o curso passa a ser mais valorizado no mercado de trabalho. Este bom resultado passa a ser uma marca na Instituição, estendendo-se aos que nela estudaram, o que significa que mais alunos desejarão estudar no curso de Direito da UniFAI”, avaliou a coordenadora do curso de Direito, Prof.ª Ma. Mariângela Conceição Vicente Bergamini de Castro.

Casal é preso por tráfico de drogas em Adamantina

Um casal foi preso por tráfico de drogas na tarde desta segunda-feira (10), no jardim Aviação, em Adamantina.

Eles seguiam pela vicinal Moisés Justino da Silva quando, ao perceberem bloqueio policial de trânsito, evadiram-se em sentido a rua Aurora Mendes Cruz Del Valle, sendo abordados pelos policiais no jardim Aviação.

Durante revista, foram localizados “quatro invólucros em papel alumínio contendo uma erva esverdeada e com odor característico da maconha”, informou a Polícia.

O casal foi enquadrado no Artigo 33 da lei 11.343/06 (tráfico de drogas), ficando ambos presos a disposição da Justiça.

Banco do Brasil lança hoje Plano Safra em Adamantina

O Banco do Brasil fará, nesta terça-feira (11), o lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018 em diversos municípios do país. Em Adamantina, o evento está marcado para às 17h, na sede da AABB (Associação Atlética Banco do Brasil).

O gerente geral do Banco do Brasil, Tiago Cerazi Bruzatti, destaca que participarão cerca de 60 agricultores, considerado os principais de Adamantina e região. O evento conta com a parceria da Disma/Massey Ferguson, Alpavel/Fiat, Grupo Agrofertil e Prefeitura de Adamantina.

Plano Safra

O agricultor brasileiro pode contar com recursos para financiar a próxima safra agrícola. São R$ 190,25 bilhões destinados pelo governo federal a operações de custeio, comercialização e investimento, por meio do Plano Agrícola e Pecuário (Plano Safra) 2017/2018.

O Plano Safra é lançado pelo governo federal no início do ano agrícola, em 1º de julho. Para ajudar os agricultores a custear a safra, é disponibilizado crédito em linhas com recursos obrigatórios, livres e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O produtor interessado deve verificar se seu banco oferta linhas de crédito do plano.

O Plano Safra 2017/2018 reduziu em 1 ponto percentual ao ano as taxas de juros das linhas de custeio e de investimento e de 2 pontos percentuais ao ano, as dos programas voltados à armazenagem e à inovação tecnológica na agricultura.

No crédito de custeio e de investimento, os juros caíram de 8,5% ao ano e 9,5% ao ano para 7,5% e 8,5%, à exceção do Programa de Construção de Armazéns (PCA) e do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro), nos quais a taxa será 6,5% ao ano.

O volume de crédito para custeio e comercialização é de R$ 150,25 bilhões, sendo R$ 116,25 bilhões com juros controlados e R$ 34 bilhões com juros livres. O montante para investimento é de R$ 38,15 bilhões, com aumento de 12% em relação à safra anterior.

(Com informações da Agência Brasil)

Jiu-Jitsu para as mulheres

Os benefícios do Jiu-Jitsu para as mulheres são enormes. A arte marcial ajuda desde a defesa pessoal até a estética. No trabalho mental, diminui o estresse, a TPM (tensão pré-menstrual), desinibe as tímidas e acalma as agitadas e ansiosas.

O professor de Jiu-Jitsu, Rafael Tiezzi Belluci, explica que a técnica trabalha todos os músculos do corpo, principalmente o abdômen, os ombros, os braços e o quadril. “Acelera a capacidade cardiovascular e respiratória, além de aumentar a flexibilidade”.

Por ter grande exigência anaeróbia e ser muito isométrico, o Jiu-Jitsu faz com que a mulher desenvolva toda sua força. Estudos mostram que mulheres que praticam desporto podem  ter a força aumentada até quatro vezes, aumentando inclusive a massa muscular, o que diminui a possibilidade de ocorrência de celulite, estrias, gordura localizada, varizes, melhorando a qualidade de sono e de vida.

Professor de Jiu-Jitsu, Rafael Tiezzi Belluci
Professor de Jiu-Jitsu, Rafael Tiezzi Belluci

Em relação à flexibilidade, o Jiu-Jitsu ganha a muitos outros esportes e ainda mais se falarmos em Jiu-Jitsu feminino, pois a mulher naturalmente já tem mais facilidade em ter flexibilidade, o que nesta arte marcial é uma das partes mais trabalhadas. A parte da luta por si só, é um verdadeiro exercício de alongamento.

A parte técnica por exigir muita concentração e atenção, faz das mulheres candidatas a serem as melhores alunas. Por ser de fundamento técnico baseado nas alavancas do corpo e uso da força do oponente, juntamente com a estratégia, fazem o conjunto perfeito para que a mulher  sobressaia em relação aos homens. “Faz bem ao coração por ter um aeróbico muito exigente e aumenta muito a capacidade cardio respiratória melhorando a disposição e queimando as gordurinhas indesejáveis”, destaca.

Outro benefício é a queima de gordura. “Esta luta requer nos treinos um alto esforço físico, mas que pode ser praticado por qualquer pessoa, o que sem dúvidas, desenvolverá um físico melhor com o passar do tempo. Melhor ainda para emagrecer, quando durante os treinos, não é praticado apenas o exercício aeróbico, mas também o anaeróbico, acelerando bastante seu metabolismo durante e após o treino que queima a gordura e não a massa corporal (músculo)”, afirma Belluci, faixa marrom de Jiu-Jitsu.

Serviço

Faça uma aula experimental na Cross Hard. Treinos realizados as terças e quintas, às 19h30, e aos sábados às 10h, na academia que fica no Adamantina Tênis Clube.

Benefícios do Jiu-Jitsu

:: A prática do Jiu-Jitsu serve para a defesa pessoal;
:: O Jiu-Jitsu aumenta a auto-estima, autoconfiança e desenvolve o caráter;
:: Trabalha e define o corpo, como os braços, abdômen e quadril;
:: Acelera o metabolismo e aumenta a resistência do organismo;
:: Melhora a capacidade cardiovascular e respiratória;
:: Desinibe os tímidos e acalma os agitados e ansiosos;
:: Aumenta a flexibilidade;
:: Aumenta a coordenação motora;
:: Aumenta os reflexos;
:: Ajuda no controle emocional.

Adamantinenses avaliam os 10 anos do ciclo de debates

caca

Após 10 anos, os objetivos propostos foram aplicados? O que mudou nesta década?

Acredito que em relação a questões pontuais debatidas no fórum e registradas na Carta de Adamantina, como educação, saúde, desenvolvimento socioeconômico, agricultura e meio ambiente, os objetivos foram alcançados em um momento ou outro durante os últimos 10 anos, mas o objetivo principal que era a união da classe politica, respeitando as divergências naturais e superando a dicotomia entre o bem e o mal, não foi alcançado em nenhum momento.

O que foi preponderante para que os objetivos do Fórum não fossem atendidos nestes 10 anos?

A falta de diálogo e a animosidade cultivada pelos principais grupos políticos da cidade prevaleceram. O unilateralismo apenas reforçou a falta de diálogo.  Na Chefia do Executivo local a rivalidade política ficou cada vez mais acirrada, fomentando-se ódio e rancor gratuito nos grupos que se alternaram no poder. A impressão que tenho é que a situação se assemelha aquelas gincanas de escola: o mais importante é a vitória de um grupo sobre o outro. Não se medem as consequências, o que importa é esfregar a vitória na cara do adversário e dizer “o meu grupo é o melhor”.

Quais os itens que mais necessitam de mudanças urgentes?

Os temas debatidos no fórum sempre apresentarão novos desafios. O que realmente falta para Adamantina (e para o Brasil) é pensamento coletivo e não planos pessoais para conquista do poder pelo poder. Estas atitudes de indivíduos e grupos que levantam a bandeira do “Eu sou o que Adamantina precisa” é o que menos necessitamos no momento. Já dizia o dramaturgo Bertolt Brecht “Infeliz a nação que precisa de heróis”.

sergio

Após 10 anos, os objetivos propostos foram aplicados? O que mudou nesta década?

Infelizmente bem pouco. O evento conseguiu reunir praticamente todas as cabeças pensantes e autoridades do município. Mas, no dia a dia, essa união é praticamente utópica. Adamantina, como a grande maioria das cidades, é dividida. Grupos e pessoas que se sentem acima do bem, do mal e no direito de julgar esse ou aquele. Quem pode e deve fazer a diferença não o faz. Fica fechado em seus pequenos grupos, apontando defeitos e dividindo ainda mais a sociedade. Poucos falam em união. Quase ninguém se dispõe a olhar o outro como um membro a mais para mudar esta realidade. Há muita hipocrisia, falsos discursos e falsos líderes. Líderes que agem olhando primeiro para o próprio umbigo e para o pequeno grupo a que pertence. Poucos pensam grande. E quando pensam, são barrados.

Pouca coisa mudou nesta década. Há claro um amadurecimento natural político. Boas e más experiências fazem com que a população cresça e amadureça. Vamos ver os resultados das próximas eleições, tanto a de 2018 como a de 2020. Penso que a população vem aprendendo a votar, mas precisa banir de vez os maus políticos, os corruptos e os que nada fazem de concreto. Cabe aos políticos promoverem essa união na sociedade, o que pouco aconteceu nesses últimos 10 anos.

O que foi preponderante para que os objetivos do Fórum não fossem atendidos nestes 10 anos?

A falta de união da sociedade, por culpa de nossos líderes (políticos ou não) que pouco fazem para isso acontecer.

Quais os itens que mais necessitam de mudanças urgentes?

Precisaríamos mudar esta cultura de divisão. No meu ponto de vista, um grande líder tem o dever de promover esta união. Políticos, presidentes de entidades, empresários e o cidadão comum. Teríamos uma sociedade diferente e uma cidade mais progressista se isto fosse realidade.

everton

Após 10 anos, os objetivos propostos foram aplicados? O que mudou nesta década?

Como o Fórum resultou em quase uma centena de propostas/sugestões, seria necessário uma análise minuciosa para determinar quais foram atendidas. Por isso, foi estabelecido que em 2017 um novo evento seria realizado, com resgate de uma capsula do tempo, “plantada” na praça Élio Micheloni, que seria reavaliada.

Algumas propostas foram atendidas, enquanto outras foram totalmente ignoradas. Mas é possível afirmar que os apontamentos do 1º Fórum de Desenvolvimento Socioeconômico de Adamantina foram pouco, ou nunca, utilizados para estabelecer as políticas públicas em cada uma dos setores da administração.

O que foi preponderante para que os objetivos do Fórum não fossem atendidos nestes 10 anos?

A falta de sensibilidade do Poder Público é o principal entrave para a implantação das propostas/sugestões apresentadas. O evento, suprapartidário, reuniu milhares de adamantinenses nos cinco dias de debate – em algumas plenárias até com público se acomodando nos corredores do anfiteatro da Biblioteca Pública Municipal -, e a Carta Aberta de Adamantina deveria ter sido melhor utilizada.

Quais os itens que mais necessitam de mudanças urgentes?

O slogan do 1º Fórum de Desenvolvimento Socioeconômico de Adamantina foi “Adamantina unida, Cidade desenvolvida”. Talvez este seja o principal foco de mudança, pois a comunidade precisa entender que as disputas políticas devem acabar nas urnas e que a cidade precisa de políticas públicas sólidas e sequenciais.

Espero que o evento seja realizado novamente, com reavaliação das propostas apresentadas e elaboração de novo debate para propor soluções para o desenvolvimento de nossa cidade.

helio

Após 10 anos, os objetivos propostos foram aplicados? O que mudou nesta década?

Entendo que importantes objetivos foram atingidos.

Educação: Ampliação do número de atendimento em creches e pré-escolas; ampliação do ensino fundamental para nove anos; enriquecimento curricular; promoção da inclusão digital dos alunos e profissionais da educação, utilizando a informática como ferramenta no processo ensino-aprendizagem; oferecimento da disciplina de inglês para os 4º e 5º anos do Ensino Fundamental; aprimoramento de programas de bolsas de estudo e os projetos de inclusão sócio-educacional da UniFAI; transformação da FAI em Centro Universitário e criação do Curso de Medicina.

Saúde: Ampliação do Programa Saúde da Família; desenvolvimento de ações integradas para a prevenção e combate ao uso de álcool e droga, ações voltadas ao portador do Transtorno do Distúrbio do Déficit de Atenção – TDAH; informatização do sistema de Saúde local e realização de triagem para atendimentos de urgência no Pronto Socorro.

Agricultura: Consolidação da municipalização da agricultura; ampliação dos programas de apoio à agricultura familiar; estímulo à integração entre os órgãos municipais, estaduais e federais, associações e sindicatos, de modo a fortalecer iniciativas voltadas à geração de emprego e renda no campo; apoio às diferentes agroindústrias.

Segurança e trânsito: Municipalização do trânsito; racionalização do fluxo do transito urbano; intensificação de ações de educação para melhorar o comportamento de motoristas e pedestres, principalmente no centro da cidade.

O que foi preponderante para os objetivos do Fórum não fossem atingidos nestes 10 anos?

A “Carta de Adamantina” estabelecia a necessidade da criação de uma Agência Municipal de Desenvolvimento ou uma Secretaria Municipal de Políticas Estratégicas com o objetivo de promover a articulação entre os diversos atores e setores da sociedade: agentes políticos e sociais, instituições, organizações, bem como investimentos e captação de recursos capazes de realizar a implementação das sugestões apresentadas no Fórum, inclusive contemplava a necessidade do fortalecimento de ações políticas de Adamantina junto à AMNAP (Associação dos Municípios da Nova Alta Paulista).

Às dificuldades naturais para a implantação desses itens somou-se a grave crise que vivemos no Brasil. A drástica redução da arrecadação tem impedido o município de um investimento maior em políticas públicas e, em consequência, dificultado o cumprimento de metas estabelecidas no Fórum.

Quais os itens que mais necessitam de mudanças?

Importantes propostas de políticas públicas, de impacto positivo na vida do cidadão e na cadeia produtiva do município, precisam ser retomadas, dentre as quais podemos citar:

Educação: Agilizar a instalação da FATEC; compatibilizar a educação, a cultura e o esporte aos programas e às metas de seus ministérios, de modo a consolidar políticas municipais voltadas a estes setores; incentivar os talentos artísticos, culturais e esportivos do município, por meio de concursos artísticos e literários, competições esportivas e estímulo à participação em modalidades externas.

Saúde: Instalar um Centro de Referência da Mulher; contratar profissionais especializados em doenças de alta complexidade no Pronto Socorro; envolver a Comissão de Saúde da Câmara Municipal na solução de problemas de saúde; solicitar maior participação da Unimed na Santa Casa e trabalhar articulada e intensamente para a instalação do sonhado hospital universitário.

Meio Ambiente: Elaborar plano municipal de meio ambiente; priorizar o saneamento básico, limpeza pública e gestão dos resíduos sólidos urbanos, de modo a adequar o município ao Programa Estadual Município Verde-Azul; desenvolver ações de educação ambiental, integrar as redes municipal e estadual de ensino aos departamentos acadêmicos da UniFAI, dinamizando projetos que fortaleçam iniciativas nas diferentes ações sugeridas neste eixo.

Comércio: Simplificar as políticas fiscais municipais do comércio e ampliar sua infraestrutura na cidade; editar lei municipal que estabeleça normas específicas às empresas de pequeno porte; ampliar a divulgação das leis que permitem a destinação de parte do Imposto de Renda para associações municipais sem fins lucrativos.

Turismo: Cadastrar os pontos turísticos e instalar infraestrutura mínima naqueles que demonstrem maior potencialidade: incentivar o turismo ecológico e a criação de parques de proteção ambiental; estimular iniciativas de recepção de turistas: hotéis-fazenda, pesque-pague, semana gastronômica, etc.

Agricultura e indústria: criar um plano de desenvolvimento rural do município; estimular a integração do parque produtivo local às iniciativas regionais; celebrar parcerias com os diferentes departamentos acadêmicos da UniFAI, de modo a dinamizar programas que fortaleçam iniciativas nas diferentes atividades aqui sugeridas.

Inovações: Trabalhar para a instalação de um porto seco, ou terminal intermodal, e para a reativação da ferrovia; criar o polo tecnológico de Adamantina e redes produtivas no município.

Cidadania: Desenvolver ações integradas de educação para a cidadania por meio de campanhas na mídia local e regional, visando comportamentos compromissados com o bem comum. As ações integradas devem ser realizadas pela UniFAI, Secretarias Municipais, Diretoria de Ensino de Adamantina, Escolas Técnicas do Centro “Paula Souza”, escolas particulares, igrejas, associações, sindicatos, clubes de serviço e outras entidades agremiativas. Nesse sentido, destaca-se um belo trabalho que vem sendo coordenado pelo padre Rui Rodrigues, Pároco da Matriz de Santo Antônio, através do acompanhamento das atividades dos vereadores nas sessões camarárias, por intermédio dos fiéis e membros de Pastorais.

1º Fórum de Desenvolvimento Socioeconômico de Adamantina completa uma década sem atingir objetivos

Realizado entre 21 e 25 de maio de 2.007, o 1º Fórum de Desenvolvimento Socioeconômico de Adamantina buscou ampliar o debate sobre a cidade, realizado até então por meio de audiências públicas, de maneira superficial e sem adesão da comunidade. O ciclo de debates, organizado pelo Sincomercio (Sindicato do Comércio Varejista de Adamantina e Região), da 59ª Subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e da Câmara Municipal, promoveu a participação da sociedade organizada, por meio de entidades e órgãos de classe, associações de moradores, clubes de serviços, instituições de ensino, secretarias e autarquias municipais.

(Foto: Jorge Munhos)
(Foto: Jorge Munhos)

“A ideia de realizar um fórum de desenvolvimento em Adamantina surgiu de um bate papo com o então presidente do Sincomercio, Marcelo Lopes. Falávamos sobre a necessidade de fazer com que a classe política adamantinense deixasse os interesses partidários e pessoais de lado e falasse a mesma língua. As conversas eram empolgantes, com palavras de ordem: “temos que colocar os principais lideres locais em um mesmo lugar e fazer com que eles conversem uns com os outros sobre os principais problemas da cidade e proponham juntos alternativas viáveis para as reais necessidades do município: saúde, educação, segurança, trânsito, agricultura e meio ambiente, desenvolvimento etc.”. Falávamos com entusiasmo: “os políticos precisam reconhecer que em primeiro lugar vem o interesse da coletividade e não o interesse de pequenos grupos e suas vontades pessoais. Eles precisam parar de brigar entre eles e procurar o que é melhor e mais importante para Adamantina”. Surgiu o slogan “Adamantina Unida, Cidade Desenvolvida”. Estava aceso o estopim de uma bomba que parecia que ia explodir, mas até hoje não explodiu. Empolgados e acreditando que poderíamos ajudar a cidade entramos de cabeça na empreitada. A Ordem dos Advogados do Brasil, a Câmara Municipal e o Sincomercio foram os principais parceiros na organização do fórum. Era necessário dialogar com todos os grupos e fazer com que a população também participasse. Autoridades, lideres comunitários, representantes de Instituições, empresários e grupos sociais aderiram à ideia. Tínhamos uma data, 21 a 25 de maio de 2007, tínhamos os temas, tínhamos a participação popular”, comenta o coordenador geral do Fórum, Antônio Carlos Haddad (Cacá Haddad).

As propostas apresentadas compuseram um documento público, elaborado por uma série de grupos de trabalho, formados por representantes dos diversos segmentos participantes, que sintetizou as problemáticas e apresentou alternativas viáveis para o nortear a criação e/ou alteração de políticas públicas e o desenvolvimento de Adamantina nas seguintes áreas-chave: Saúde: Perspectivas para o Futuro; Educação, Cultura e Esporte: O Urgente caminho do Futuro; Segurança e Trânsito: Entendimento e União; Agricultura e Meio Ambiente: Prevenção e Ação; e Desenvolvimento Socioeconômico: Economia Forte e Dignidade de Vida.

Os palestrantes eram Joamyr Castro (Saúde), Hélio José dos Santos (Educação, Cultura e Esporte), Abel Pereira de Matos (Segurança e Trânsito), Izabel Castanha Gil (Agricultura e Meio Ambiente) e Jurandir Savi (Desenvolvimento Socioeconômico).

Um documento público, denominado Carta Aberta de Adamantina, com as propostas, reivindicações e problemas apresentados durante o fórum de debates foi encaminhado às autoridades da cidade, bem como entregue aos governos Estadual e Federal, buscando auxílio para a execução dos projetos e auxiliando a administração municipal no cumprimento do Plano Diretor.

Editorial: 10 anos sem grandes avanços

O 1º Fórum de Desenvolvimento Socioeconômico de Adamantina completou aniversário de uma década. Mas, ao contrário do que os organizadores vislumbravam naquela época, não há o que se comemorar.

Organizado visando discutir problemas e soluções da cidade, os cinco dias do ciclo de debates realizados em 2.007 teve mais de 100 propostas apresentadas, copiladas para Carta de Adamantina, que deveria direcionar as políticas públicas do Município.

Passado 10 anos, pouca coisa, ou quase nada, das idéias foram utilizadas pelos políticos locais nas áreas da educação, saúde, desenvolvimento socioeconômico, agricultura e meio ambiente, mas o objetivo principal era a união da classe política, respeitando as divergências naturais, o que não foi alcançado em nenhum momento.

Essa falta de interesse político pela unidade, o que resultaria em um trabalho conjunto em prol do desenvolvimento do município, trouxe diversas consequências a Adamantina nos últimos anos.

Enquanto o pensamento for o “poder pelo poder” ou quem está de fora do comando desejar apenas “quanto pior, melhor”, a população continuará sofrendo devido ao descaso.

O sentimento que fica destes últimos 10 anos é que não existem culpados ou salvadores da pátria, apenas de frustração, já que Adamantina poderia ter ganho muito com a união, como Junqueirópolis, exemplo de maturidade política na Alta Paulista, o que resultou em crescimento.

Uma década pode até parecer pouco, mas é muito quando nada é feito!

Adamantina unida? Cidade desenvolvida?

Segunda-feira, 21 de maio de 2.007. Biblioteca municipal lotada. Autoridades políticas, entidades representativas, estudantes e a população presentes. Todos entusiasmados com o 1º Fórum de Desenvolvimento Socioeconômico de Adamantina, um marco na história, já que era a oportunidade de se debater os problemas e soluções para a cidade para os 10 anos seguintes. Era uma Adamantina unida, em busca de uma cidade desenvolvida.

Passado uma década, o que se observa é que este entusiasmo acabou naquela mesma semana, em uma sexta-feira, 25 de maio de 2.007. Sem grandes mudanças, devido à falta de interesse político, os assuntos e propostas debatidas ficaram em sua maioria apenas no papel em uma Carta Aberta e em uma cápsula do tempo, enterrada na praça Élio Micheloni.

O Fórum foi uma iniciativa suprapartidária do Sincomercio (Sindicato do Comércio Varejista de Adamantina e Região), da 59ª Subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e da Câmara Municipal, com o objetivo de promover um amplo debate acerca dos diversos aspectos do município, levantando as problemáticas e apontando soluções nas mais diversas áreas da administração pública.

Considerado um sucesso, os resultados nunca, ou tão poucos que se tornam inexpressivos, foram utilizados pelas autoridades políticas para o desenvolvimento de Adamantina. Nesta edição, o IMPACTO entrevistou Antônio Carlos Haddad (Cacá Haddad), coordenador geral do Fórum, Everton Santos, moderador dos debates, Sérgio Vanderlei da Silva, presidente do Sincomercio, e Hélio José dos Santos, um dos palestrastes, que avaliaram os 10 anos do ciclo de debates.

Eduardo Miyamura: talento adamantinense do lançamento de disco

Um adamantinense de 16 anos surpreendeu ao brilhar entre atletas profissionais nos 34° Jogos Abertos da Juventude. Eduardo Setsuo Miyamura foi campeão no lançamento de disco, no último dia 29, em Presidente Prudente, no maior evento multiesportivo do estado de São Paulo.

O resultado na prova não surpreende quem acompanha o desempenho de Eduardo. Em pouco mais de três anos disputando competições, o atleta da escola Cristã já coleciona dezenas de medalhas e aparece como uma das principais revelações do atletismo.

São mais de 50 troféus, medalhas e recordes conquistados nos últimos três anos, quando Eduardo começou a se dedicar ao esporte
São mais de 50 troféus, medalhas e recordes conquistados nos últimos três anos, quando Eduardo começou a se dedicar ao esporte

Trajetória

A trajetória de Eduardo teve início em 2.014 ao disputar a competição ‘Jovens Saldáveis’, pelo colégio Madre Clélia. A modalidade era o arremesso de peso. “Meu primeiro treinador foi o professor Diego, que incentivou a me dedicar ao esporte. Depois, comecei a treinar com a colônia japonesa, representando o Acrea [Associação Cultural, Recreativa e Esportiva de Adamantina] nas competições. Meus treinadores foram Takishe Matsuda, Toshi Matsuda e Arlete”, diz.

Em poucos meses, Eduardo já começou a se destacar, conquistando o primeiro troféu de melhor atleta em sua modalidade no 10º Campeonato Mirim de Atletismo do Interior, realizado ainda em 2.014, em Pereira Barreto.

De lá para cá, as conquistas e competições se multiplicaram, participando de campeonatos em diversas cidades do estado, pelo país e até no México. São mais de 50 troféus, medalhas e recordes conquistados nos últimos três anos, quando ele começou a se dedicar ao esporte.

Sempre com incentivo dos pais Artur e Marta e do irmão Ricardo Miyamura, quem considera ser seus principais apoiadores, Eduardo passou a ser orientado pelos professores Domingos e posteriormente, José Pedro. Agora, ele é treinado por Carlos Alberto Gomes Barbosa, professor da UniFAI (Centro Universitário de Adamantina).

Inicialmente, Eduardo disputava competições pelo arremesso de peso. Mas, com o novo treinador, o jovem atleta descobriu aptidão ao lançamento de disco, modalidade que se dedica atualmente.

Eduardo é treinado por Carlos Alberto Gomes Barbosa, professor da UniFAI
Eduardo é treinado por Carlos Alberto Gomes Barbosa, professor da UniFAI

Talento

Atleta de talento. É assim que o professor Carlos Alberto define o adamantinense. “O Eduardo disputou os Jogos da Juventude com atletas de até 19 anos, que realizam trabalho físico e conquistam resultados devido à intensidade do treinamento físico. Jovens que vivem já do esporte. E, o Eduardo, possui talento, habilidade acima da média. Com o aperfeiçoamento da parte física, será, com certeza, um atleta de destaque ao se tornar adulto”, afirma o treinador.

E este é objetivo do treinamento realizado diariamente pelo atleta. “Queremos trabalhar o Eduardo para o futuro. Agora, o foco dele deve ser os estudos e, em paralelo, realizamos treinamentos técnico e físico para aperfeiçoar e aflorar os resultados, para ele ganhar ritmo de competição. Ainda não veio a toma todo seu potencial”.

O jovem pretende conquistar bolsa de estudos para treinar em um centro de treinamentos fora do país, que oferece estrutura adequada para o desenvolvimento de seu talento. “Apesar de toda evolução, o Brasil ainda não oferece estrutura adequada. Por isso, a necessidade dele ir para fora. Com foco e disciplina, que ele possui, será um grande atleta no futuro”, complementa Carlos Alberto.

Eduardo sempre foi incentivado pelos pais Artur e Marta Miyamura
Eduardo sempre foi incentivado pelos pais Artur e Marta Miyamura

Competições

Eduardo já participou de mais de 100 competições. A próxima será uma seletiva ainda neste mês para competir no Chile. E, em agosto, disputará os Jogos Escolares do estado de São Paulo.

Também a partir deste mês, o adamantinense fará parte do projeto ‘Cidadão Olímpico’, equipe encabeçada pelo atleta olímpico Cláudio Roberto Souza, medalha de prata nos revezamento 4x100m, nos Jogos Olímpicos de Sydney (Austrália).

“Estou muito feliz com a conquista. Agora, é treinar para cada dia mais melhorar meu resultado. Agradeço o incentivo de minha família e do meu treinador, que acreditam em meu potencial”, finaliza Eduardo.

Flores e jardim requerem mais cuidados no inverno

Não é apenas a primavera que nos encanta com o desabrochar das flores. Algumas espécies de plantas preferem mostrar a sua beleza nas temperaturas mais baixas, deixando o jardim colorido e alegre também no inverno.

Acácia-mimosa (árvore), Beijinhos, Azaléias, Chiquita-bacana e Lágrimas-de-Cristo são algumas das espécies recomendadas para essa época do ano, destaca o paisagista do Grupo Gramada/Cantinho das Flores, Pedro Pozzetti. “Escolhendo a espécie correta, seus jardins não precisam ficar limitados aos arbustos e árvores mais resistentes. Ao contrário do que se imagina, muitas flores, algumas com aparência bastante delicada, se dão muito bem com as baixas temperaturas e florescem na temporada de frio”, enfatiza. As orquídeas também se abrem no inverno devido ao stress hídrico. “A falta de chuva estimula o florescer”, completa.

Com a espécie correta e os cuidados adequados, é possível deixar seu jardim bonito mesmo no frio. “O inverno é a época que as plantas se encontram em processo de dormência. Por isso, deve-se suspender a adubação e tomar cuidado com água em excesso. Em relação aos gramados, ao realizar o corte, não é recomendado deixar excesso de matéria orgânica, pois, podem-se criar fungos que danificará a grama”.

Outra dica do paisagista é realizar podas e fazer a limpeza de jardins. “Com os cuidados corretos, você preservará a saúde de suas plantas, além de deixar seu jardim florido mesmo no inverno”, afirma Pozzetti.

Serviços

O Grupo Gramada/Cantinho das Flores fica na alameda dr. Armando Salles de Oliveira, 624 – centro de Adamantina. Mais informações no telefone: (18) 3521-4845.

P&G Proteção oferece linha completa para quem deseja assistir TV digital

Assistir televisão é um dos principais hobbies do brasileiro. Futebol, novela, séries, jornais, cada um tem a sua preferência. Mas, um item é unânime: ninguém gosta de uma imagem ruim e com chuviscos.

Com a TV digital esse problema acabou. Para isso, quem tem televisor analógico vai precisar ter um conversor e uma antena digital para continuar a ver as imagens, orienta os técnicos Everton Pessoa Nascimento e Francis Silva, da P&G Proteção.

“A televisão digital traz diversos benefícios, como a qualidade de som e imagem. Mas, para quem tem uma TV sem conversor integrado, é necessário adquirir um aparelho e, em alguns casos, também uma antena UHF/HD. Nós, da P&G Proteção, damos o suporte necessário para você que deseja assistir sua TV com imagem de cinema”, destacam.

Nova loja da PG Proteção em Adamantina
Nova loja da P&G Proteção em Adamantina

E, que tal ter uma diversidade de canais em casa? Outra opção que a P&G Proteção oferece para quem gosta de assistir TV é a SKY Pré-pago. Por apenas R$ 199,90, você adquire o aparelho e ainda ganha a instalação. Depois, só realizar uma recarga e terá inúmeras opções de canais a sua disposição. “Todos gostam de assistir televisão. Nada melhor ter diversidade de canais e qualidade. Para isso, é necessário contam com empresa renomada para te oferecer o melhor serviço”, enfatizam.

P&G Proteção

Há mais de quatro anos no mercado, a P&G Proteção conta com inúmeros serviços e equipamentos que aprimora o seu assistir TV. Com técnicos qualificados, a empresa atende Adamantina e toda região com diversos produtos e serviços, como: parabólica HD, conversor digital, SKY Pré-pago, adaptador para transformar sua televisão em Smart TV, entre outros.

Agora, a P&G Proteção conta com loja física, inaugurada no sábado (1º), em Adamantina, na avenida Cunha Bueno, 633. Informações no: (18) 3521-2013.

Osvaldo Cruz realiza Congresso Técnico dos Jogos Regionais 2.017

O Comitê Dirigente do 61º Jogos Regionais de Osvaldo Cruz realizou na sexta-feira (7)  no Cine São José (Centro Cultural Maria Conceição de Arruda Villaça) o Congresso Técnico das competições.

O encontro marcou o primeiro evento dos Jogos, que estão determinados para começar no dia 20 de julho, a partir das 19 horas no Conjunto Esportivo Jubileu de Ouro.

Ao todo são 63 municípios inscritos. “O Congresso é o momento em que são conhecidos os primeiros confrontos e o chaveamento de cidades por modalidade e onde os dirigentes de delegações poderão ter informações sobre o andamento dos Jogos e tirar dúvidas”, disse o presidente do Comitê Organizador, Odair Cavalcante.

“Já tivemos a liberação dos recursos por parte do Governo do Estado, o que nos dá uma maior segurança”, disse Odair ao mencionar. 

Aumento das cidades participantes

Em relação ao ano passado houve um aumento de municípios participantes de 52 em 2016 para 63 em 2017.

A crise econômica do ano passado afetou o envio de atletas para as competições, segundo disse o Chefe do Comitê Dirigente, Wágner Flora.

Os campeões de cada modalidade já garantirão vagas para os Jogos Abertos do Interior 2017, com sede ainda a definir.

Osvaldo Cruz recebe atletas e dirigentes dos Jogos Regionais da 7ª Região Esportiva do Estado pelo quarto ano seguido.

Este ano era para a competição ocorrer em Tupã, mas aquele município desistiu há quase um mês de sediar os jogos em razão da falta de tempo e condições para adequação quanto a locais de alojamentos e competições.

As competições vão até o dia  30 de julho. A expectativa dos organizadores é que cerca de 5 mil atletas e dirigentes visitem Osvaldo Cruz durante os Jogos.

Adamantina deve endurecer leis contra ambulantes

Adamantina foi invadida por vendedores ambulantes. Instalados em lugares estratégicos ou circulando pelo centro da cidade, eles comercializam desde acessórios até utensílios domésticos e frutas.

Devido à situação, ocasionada pela crise econômica do país que levou ao crescimento da informalidade, o Sincomercio (Sindicato do Comércio Varejista de Adamantina e Região) cobrou medidas de proteção ao comércio local.

“Os comerciantes pagam os impostos para manterem suas lojas abertas e se sentem lesionados com a presença de tantos ambulantes. Lembrando ainda, que a falta de fiscalização desprotege o comércio local e afeta diretamente o progresso”, destaca o presidente do Sincomercio, Sérgio Vanderlei da Silva.

Na segunda-feira (3), a Prefeitura de Adamantina encaminhou para avaliação da Comissão Municipal do Comércio Varejista projeto de lei que visa endurecer a legislação contra o comércio ambulante, restringindo a concorrência desleal e predatória, bem como combater o contrabando de mercadorias.

“O Departamento de Fiscalização encontra dificuldades para realizar a fiscalização dos ambulantes. Assim, a alternativa encontrada é fazer uma nova legislação, com o aumento das taxas e cobranças mais rígidas, principalmente referente os que concorrem com o comércio local”, explica Sérgio Vanderlei.

Segundo ele, a mudança na lei atingirá os ambulantes de fora da cidade. “O objetivo não é prejudicar os adamantinenses. A legislação será mais dura para quem vem de fora e prejudica a economia da cidade”, enfatiza. Após avaliação dos membros da Comissão, o projeto será enviado a Câmara Municipal.

Além disso, será estudado junto a Comissão Municipal de Trânsito projeto, conforme existe em outros municípios, que penalizada os ambulantes que ficam estacionados de forma irregular em vias públicas comercializando seus produtos.

Feiras itinerantes

Também na reunião de segunda-feira, a Comissão Municipal do Comércio Varejista entregou ofício pedindo para que o prefeito Márcio Cardim (DEM) interceda junto ao prefeito de Mariápolis, Val Dantas (DEM), com objetivo de sensibilizá-lo sobre os prejuízos da realização das feiras itinerantes.

Em paralelo, o Sincomercio realiza um trabalho junto ao Governo do Estado visando coibir essa prática que prejudica o comércio varejista.

 

Município mudará sistema de desenquadramento do Simples Nacional

Uma reivindicação de mais de 10 anos dos empresários de Adamantina será atendida pela Prefeitura em 2.017. Realizado antes do final do exercício, o que é ilegal, o desenquadramento de empresas do Simples Nacional deverá mudar este ano.

O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado que contempla empresas com receita bruta anual de até R$ 3,6 milhões – limite que será de R$ 4,8 milhões em 2018. Ele foi lançado no dia 30 de junho de 2.007 para descomplicar a vida dos micro e pequenos empresários.

Caso a empresa possui débitos tributários, é desenquadrada do regime no final do ano, o que não vem ocorrendo em Adamantina. Segundo o presidente do Sincomercio (Sindicato do Comércio Varejista de Adamantina e Região), Sergio Vanderlei, a Prefeitura já notifica as empresas devedoras no início do segundo semestre, sendo desenquadradas logo em seguida.

“Ao contrário do que determina a legislação e como age o Estado e a União, chega em julho e agosto a Prefeitura começa a notificar as empresas sobre os débitos pendentes e as desenquadra do Simples Nacional, trazendo prejuízos ao empresariado devido aumentar a taxa de impostos. Há casos que o comerciante nem sabia que devia R$ 12 e foi desenquadrado do regime”, explica.

Visando regularizar a situação, já que a empresa só pode ser desenquadrada de dezembro para janeiro, o Sincomercio realizou diversas reuniões com prefeito Márcio Cardim (DEM).

Na segunda-feira (3), durante reunião da Comissão Municipal do Comércio Varejista, o Departamento de Fiscalização confirmou a mudança de metodologia. “Para este ano, solicitamos que a empresa de software que desenvolve o cadastro das empresas e lançamentos dos tributos internos do Município, gere um relatório constando os CNPJ, que possuem débitos e a exclusão será efetuada no mês de dezembro. Efetuada a exclusão em janeiro de 2.018, os contadores e empresas deverão efetuar consulta no site da Receita Federal do Brasil, se permanecem ou não no Regime Tributário, para que possam se regularizar até o último dia útil do mês de Janeiro e façam nova opção, sem prejuízo de ficar fora do Simples Nacional”, informou a Diretora do Departamento de Fiscalização Tributária, Luciana de A. Tecco Mastellini.

Também na segunda-feira, o vereador Acácio Rocha (DEM) apresentou requerimento solicitando informações sobre os procedimentos adotados pela Administração Municipal.

“O que motivou a realizar esse pedido de informação é a busca por uma resposta junto à Prefeitura, sobre uma reclamação antiga, dos contribuintes, encabeçada pelo Sincomercio, o que foi objeto de reunião no começo do ano, onde participamos eu, Sincomercio, Marcelo Lopes e o secretário de finanças João Lopes. Reiteramos nesse encontro os aspectos do desenquadramento que são alvo de questionamentos, por parte dos contribuintes e especialistas, buscando uma medida que não viole a lei, mas que seja racional e coerente, e esteja em sintonia com o que se pratica, por exemplo, em vários municípios da região, para situações da mesma natureza. Desde o princípio o prefeito se mostrou receptivo e abriu espaço para estudos e diálogo, na busca de uma possibilidade de atuação que não prejudique o contribuinte, mas que também não descumpra as leis. Assim, depois desse encontro, sabemos que o tema foi discutido internamente, entre a área técnica da Prefeitura, e o que buscamos é uma devolutiva, para informar o público”, informou o parlamentar.

Sérgio Vanderlei comenta ainda que em setembro deverá ocorrer reunião da Comissão, juntamente com Departamento de Fiscalização, para orientar os contadores da cidade.

UniFAI prepara edital de licitação para construção do Bloco V

O Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) deve lançar já nas próximas semanas o edital de licitação para a construção do Bloco V do Câmpus II da Instituição.

O projeto foi desenvolvido por uma equipe do curso de Engenharia Civil da UniFAI, composta pelos alunos Felipe Dallaqua Ferrari, Wagner Bispo do Nascimento, João Paulo Silva de Almeida, Anaile da Silva Marques, Rafaela Ginez Gama, Luana Barbosa Bonfim, Ana Carla Góes Santos, Ener Guilherme Pellin Cunha, Vinícius Ribeiro e Patrique Antônio Maccagnan e chefiada pelo coordenador do curso, Prof. Dr. Bruno do Vale Silva, e o docente Prof. Esp. Roberto Kiyoshi Ito.

“Vai ser um bloco que vai agregar todos os cursos da área de Biológicas para aulas práticas. É importante enfatizar que ele não é só do curso de Medicina, mas de todos os cursos”, destacou o Prof. Dr. Paulo Sérgio da Silva, reitor da Instituição, ao mencionar que o Bloco V abrigará o Laboratório de Simulação Realística, que faz uso de manequins robóticos, além de salas de aula e um miniauditório.

Segundo o vice-reitor, Prof. Dr. Fábio Alexandre Guimarães Botteon, essa construção representa um avanço para o Centro Universitário. “O Bloco V trará uma infraestrutura melhor para os laboratórios a fim de atender a todos os cursos da área de Saúde, um novo anfiteatro que comportará uma população um pouco menor que o nosso auditório atual, onde poderemos fazer conferências, teleconferências, apresentações via Skype e estar ligados tecnologicamente a qualquer Instituição de Ensino do Brasil e de fora, além de ter salas de aula que contemplem entre 100 e 150 alunos. Então será um bloco que atenderá toda a área de Saúde e os outros cursos da UniFAI”, pontuou.

O projeto

Os alunos do curso de Engenharia Civil foram responsáveis pela elaboração dos projetos hidráulico, de prevenção a incêndio e 3D da obra, entre outras frentes. O projeto elétrico foi desenvolvido pelo engenheiro elétrico Marcelo Valente. “Primeiramente fizemos o [projeto] arquitetônico para dimensionar a área adequada para cada ambiente. Depois, partimos para o elétrico das salas de aula, dos laboratórios, secretarias, para saber os equipamentos necessários nestes locais. Fizemos também o projeto de [prevenção a] incêndio, considerando saída de emergência, iluminação, fluxo, hidrantes e extintores, fizemos o estudo de solo para sabermos como é o terreno em que iremos trabalhar, além do projeto arquitetônico em 3D para termos a noção real daquilo que será construído”, detalhou Rafaela Ginez.

Segundo os alunos, o diferencial são os novos materiais disponíveis no mercado. “Na fachada será utilizado um vidro que retém 80% dos raios ultravioletas, o que possibilitará um maior conforto climático, melhor ventilação e iluminação, além de ser um acabamento estético muito bonito. Quem estiver na rodovia terá a visão de um paredão de dez metros de altura coberto de vidro totalmente espelhado. Na área interna, inserimos muitos itens atuais no ramo da tecnologia como sensores nas torneiras e vasos, com custo acessível”, comentou Vinícius Ribeiro.

“Além de ser uma construção desse porte, com toda essa complexidade, trata-se de um bloco para os cursos da área de Saúde. Para todos os laboratórios buscamos o que existe de melhor em técnica em todo o Brasil. Utilizamos o arcabouço que foi levantado pelo pessoal da UniFAI em visitas técnicas a Belo Horizonte [MG] e vários outros locais para juntar todo esse conhecimento e fazer o melhor prédio possível, dentro da nossa realidade”, relatou o professor Roberto Ito.

“Essa aquisição será muito importante para dar continuidade na infraestrutura dos cursos de saúde. O investimento em laboratórios mais específicos se tornou necessário e iremos aproveitar e fazer salas de aulas para atender as necessidades das turmas. Não podemos esquecer que até o momento, toda estrutura que a instituição oferece, atendeu favoravelmente aos alunos”, finalizou o diretor da Divisão Administrativa da UniFAI, Fabrício Lopes.

Villa Anna completa cinco anos em Adamantina

Confiança. É assim que Helena Corpa Jorge define os serviços prestados a sua mãe, Anna Corpa Jorge, de 85 anos, que há quatro reside no Villa Anna, residencial geriátrico especializado em oferecer qualidade de vida e bem estar aos idosos.

Anna Corpa Jorge, de 85 anos, com os filhos e Ana Karina (Foto: João Vinícius | Grupo IMPACTO)
Anna Corpa Jorge, de 85 anos, com os filhos e Ana Karina (Foto: João Vinícius | Grupo IMPACTO)

Na comemoração dos cinco anos do local, realizado nesta sexta-feira (7), Helena contou um pouco sobre o carinho e atenção dado pelos profissionais do Villa Anna. “Moro nos Estados Unidos, e há pouco mais de quatro anos sentimos a necessidade de um espaço que poderia cuidar de minha mãe, com o mesmo carinho e zelo se estivesse em minha casa. No começo, é difícil a adaptação, tanto para a família quanto para o idoso, mas, devido à dedicação dos profissionais, hoje minha mãe não se vê em outro lugar, se não aqui. É a casa dela. Ela ama a convivência, todo o cuidado que é doado pela equipe do Villa Anna, o que traz confiança à família”, comenta Helena.

Outro ponto destacado por Helena é a dedicação em tornar o local próximo da realidade em que sua mãe vivenciava em sua casa, como os hábitos e as preferências. “Este lugar é maravilhoso, aqui ela tem autonomia de fazer o que deseja, mas com uma equipe capacitada para acompanhá-la, o que traz segurança”, enfatiza.

Espaço especializado

Embora muitos idosos façam questão de manter a sua independência, eles precisam de alguns cuidados essenciais para manter saúde e bem-estar. Neste sentido o Villa Anna oferece serviços específicos para terceira idade, trazendo qualidade de vida através da integração social e da participação em atividades interdisciplinares.

Ana Karina e parte da equipe do Villa Anna (Foto: João Vinícius | Grupo IMPACTO)
Ana Karina e parte da equipe do Villa Anna (Foto: João Vinícius | Grupo IMPACTO)

“Embora ainda exista resistência, a hotelaria assistida é um serviço especializado por trazer a tranquilidade ao idoso e aos familiares. Muitas vezes, estes familiares têm o pensamento que estão ‘abandonando-o’, mas, na realidade é um gesto de amor, já que está oferecendo ao idoso todos os cuidados necessários para manter seu bem estar”, explica Ana Karina Romanini Figueiredo, proprietária do Villa Anna – centro dia, hotel e residencial geriátrico.

O Villa Anna é espaço destinado no acolhimento e no cuidado da saúde do idoso, onde ele pode encontrar uma residência permanente, temporária ou apenas para passar o dia.

Villa Anna – centro dia, hotel e residencial geriátrico

Com um trabalho individualizado, a ideia é estimular a convivência social e manter os laços afetivos e costumes que já faziam parte da rotina do idoso através da oferta de alternativas de lazer e bem-estar, além de cuidar da saúde a partir do auxílio de profissionais especializados.

Uma equipe multidisciplinar formada por médicos, nutricionistas, fisioterapeutas e enfermeiros garante os cuidados essenciais aos hóspedes do Villa Anna, referência em saúde para terceira idade em toda região.

Villa Anna completa cinco anos em Adamantina (Foto: João Vinícius | Grupo IMPACTO)
Villa Anna completa cinco anos em Adamantina (Foto: João Vinícius | Grupo IMPACTO)

Além do cuidado com a saúde, os hóspedes são atendidos a partir de suas preferências e participam de atividades que fazem parte de sua rotina, como ir à missa e aulas de artesanato.“O principal objetivo é transmitir amor, afeto e respeito aos hóspedes, para que se sintam em casa”, afirma Ana Karina.

O Villa Anna prioriza o total acesso da família aos hóspedes para que tenham tranquilidade e certeza de que seu familiar está sendo cuidado por profissionais qualificados, da melhor maneira possível. Além disso, para que desfrutem ao máximo do prazer da convivência familiar.

“A presença constante dos entes queridos é mais uma forma de estimular a qualidade de vida, especialmente quando o envelhecer é encarado como uma nova fase, que não impede o idoso de viver e estar em contato com outras pessoas”, comenta Ana Karina.

Cinco anos

Ana Karina agradece aos parceiros e equipe pelo sucesso dos cincos anos do Villa Anna. “Desde quando o espaço foi aberto, a população de Adamantina e região acolheu muito bem a proposta. Hoje, só tenho que agradecer a confiança, que fez a diferença nestes cincos anos do Villa Anna. Somos em 26 profissionais que trabalham com amor, com o objetivo de oferecer mais qualidade vida aos idosos”, finaliza.

Ana Karina, proprietária do Villa Anna, e Renata (Foto: João Vinícius | Grupo IMPACTO)
Ana Karina, proprietária do Villa Anna, e Renata (Foto: João Vinícius | Grupo IMPACTO)

Rede de Combate ao Câncer promove ‘Bazar de Garagem’ neste sábado

Com mais de 250 atendidos ao mês, a Rede de Combate ao Câncer é referência para Adamantina e região. Para continuidade do excelente atendimento, a entidade conta com doações e a solidariedade da população.

Neste sábado (8) acontece ‘Bazar de Garagem’, que comercializará roupas, calçados, acessórios e utensílios domésticos com preços convidativos. “São diversos itens que foram doados pela comunidade e serão vendidos com intuito de arrecadar recursos para continuidade das atividades e ações da Rede”, explica a presidente, Neusa Balzanini.

A entidade ainda recebe doações! Quem deseja contribuir com bazar basta ir até a Rede de Combate ao Câncer e fazer sua doação ou ligar na entidade, que alguma voluntária buscará a doação.

A entidade fica na rua Mario Olivero, 259, na vila Cicma. Telefone: (18) 3521-1815. “Contamos com a participação de todos”.

A ação solidária acontece das 8h até às 12h, na garagem da Rede.

Executivo propõe extinção da Emda

A Emda (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Adamantina) deverá ser extinta. Esse é o desejo da Administração Municipal, que enviou o projeto de lei completar nº 028, de 3 de julho de 2.017, à Câmara Municipal, propondo o fechamento da autarquia municipal. No ano passado, durante a administração Pacheco, a empresa chegou foi desativada para reestruturação.

Conforme divulgado nesta sexta-feira (7), pelo jornal Diário do Oeste, o prefeito Márcio Cardim (DEM) afirmou que a extinção é necessária em razão de que a empresa não tem atingido os fins para os quais foi criada. “Além disso, nos últimos anos tem sido deficitária, o que acaba influenciando de forma negativa nas contas e gestão da Administração Direta”, comenta o prefeito.

Ainda, de acordo com o periódico, houve a tentativa de reorganizar a empresa para que pudesse trabalhar e se inserir no mercado de forma competitiva. Porém, a Administração Municipal alega que em razão das exigências legais bem como da crise financeira que assola o país, a empresa teve sucesso.

“Assim, não resta alternativa a não ser providenciar o encerramento da empresa e diante da sua natureza jurídica, o seu ativo e passivo passam ser de responsabilidade da Prefeitura, que também efetuará o parcelamento de débitos fiscais junto a Receita Federal com o fim de minimizar os prejuízos deixados pela Emda”, explica Cardim, em mensagem encaminha aos vereadores.

O projeto de lei complementar, após analisado pelas comissões da Câmara, entrará em pauta para votação. O Executivo solicita que seja apreciado com urgência a referida proposta.

(Com informações do Jornal Diário do Oeste)