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Em comemoração aos 27 anos, Unimed Adamantina inaugura Centro Médico

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Referência há 27 anos, a Unimed Adamantina amplia os serviços aos conveniados com Centro Médico. O espaço, situado na avenida Rio Branco, 310, traz uma nova estrutura de atendimento, agora com consultas médicas com clínico geral.

Desde 10 de agosto de 1994, o objetivo da Unimed Adamantina é oferecer muito mais que um plano de saúde, mas promover, em todas as fases da vida, o bem-estar dos mais de 6,5 mil conveniados, na cidade ou da região, como Flórida Paulista, Inúbia Paulista, Lucélia, Mariápolis, Parapuã, Pracinha, Sagres e Salmourão.

Para isso sempre investiu desde a qualificação dos colaboradores, para prestar o melhor atendimento e suporte, até na estrutura física, com farmácia própria e agora o novo Centro Médico, que amplia os serviços anteriormente disponibilizados pela Uniclínica.

A nova estrutura foi inaugurada no último dia 1º, fazendo parte das comemorações de 27 anos. Aliando serviços já conhecidos e utilizados pelos beneficiários com novos procedimentos, como de atendimento profissional, o Centro Médico traz mais comodidade e segurança para qualquer horário do dia, já que o acolhimento também ocorre no período noturno.

Os atendimentos de pequenos procedimentos e aplicações de vacinas e de medicamentos (inclusive intra-hospitalar, que dispensa a necessidade do beneficiário ir até um hospital) estão disponíveis das 8h às 22h. Já as consultas médicas com clínico geral, que necessita de agendamento prévio, ocorrem das 13h às 17h e das 18h às 22h.

Outro diferenciado destacado pela Unimed Adamantina é o prontuário eletrônico, com registro de todos os atendimentos do beneficiário, permitindo, desta forma, o rápido acesso ao histórico do paciente. Também estarão disponíveis, neste sistema eletrônico, a agenda dos exames de imagens, laboratoriais e outros.

“Queremos que nosso beneficiário seja bem atendido e tenha o Centro Médico como referência de qualidade”, destaca o presidente da Unimed Adamantina, Dr. Antônio Carlos Borsato.

SERVIÇO

A Unimed Adamantina fica na avenida Rio Branco, 258, Centro. Telefone: (18) 3502-4600 e WhatsApp: (18) 99676-7761. O Centro Médico fica na mesma quadra, na Rio Branco, 310. Telefone: (18) 3521-4621 e WhatsApp: (18) 99680-7986.

MTC Agronegócios amplia área de atuação com nova filial no Nordeste

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Estar cada dia mais próximo do campo é uma das prioridades da MTC Agronegócios, que atua para disponibilização de técnicas e soluções para o incremento da produção.

Neste sentido, a empresa que conta com matriz em Adamantina e filiais em Ribeirão Preto, também no Brasil, além de Pierson, nos Estados Unidos, chega ao Nordeste brasileiro com nova representação.

A nova filial fica em Tamandaré, no Pernambuco, o que possibilita o acesso facilitado de mais agricultores aos produtos que melhoram a rentabilidade sem perder a qualidade.

“O Nordeste é uma importante região produtora do nosso país. E, agora, com a nova filial, a nossa gama de produtos agropecuários, sempre com as melhores condições de preços e prazos, também fará parte daquela realidade”, destaca o CEO da empresa, Maurício Cyrino. “Temos ainda uma linha própria de produtos de nutrição e proteção vegetal”, enfatiza.

A empresa, com cinco anos de mercado, mas que agrega experiência de mais de 22 anos no ramo de agronegócios do seu CEO, disponibiliza ainda sementes de pastagens, fertilizantes, suplementação mineral e rações.

Um diferencial da MTC é a assistência técnica de qualidade e 100% gratuita. A equipe é formada por agrônomos, médicos veterinários e zootecnistas. “Ela visa os melhores resultados no campo. Aumenta também a produção dos parceiros que utilizam nossos produtos, que se destacam pela qualidade”.

Acompanhe a MTC Agronegócios pelas redes sociais: @mtcagronegocios. WhatsApp: (18) 99622-1402.

IBGE: um em cada dez estudantes já foi ofendido nas redes sociais

Aproximadamente um em cada dez adolescentes (13,2%) já se sentiu ameaçado, ofendido e humilhado em redes sociais ou aplicativos. Consideradas apenas as meninas, esse percentual é ainda maior, 16,2%. Entre os meninos é 10,2%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019, divulgada hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Ao todo, foram entrevistados quase 188 mil estudantes, com idade entre 13 e 17 anos, em 4.361 escolas de 1.288 municípios de todo o país. O grupo representa 11,8 milhões de estudantes brasileiros. A coleta dos dados foi feita antes da pandemia, entre abril e setembro de 2019. A partir de 2020, com a suspensão das aulas presenciais, o uso das redes sociais, até mesmo como ferramenta de estudos, foi intensificado.

As agressões existem também fora da internet, nas escolas, onde 23% dos estudantes afirmaram ter sido vítimas de bullying, ou seja, sentiram-se humilhados por provocações feitas por colegas nos 30 dias anteriores à pesquisa. Quando perguntados sobre o motivo de sofrerem bullying, os três maiores percentuais foram para aparência do corpo (16,5%), aparência do rosto (11,6%) e cor ou raça (4,6%).

Em relação à saúde mental dos estudantes, metade (50,6%) disse se sentir muito preocupado com as coisas comuns do dia a dia. Um em cada cinco estudantes (21,4%) afirmou que a vida não valia a pena ser vivida. Entre as meninas, esse percentual é 29,6% e, entre os meninos, 13%.

Os resultados mostram ainda insatisfação com o próprio corpo. Menos da metade (49,8%) achava o corpo normal, 28,9% se achavam magros ou muito magros e 20,6%, gordos ou muito gordos.

Violências

Em 2019, de acordo com a PeNSE, cerca 14,6% dos adolescentes, alguma vez na vida e contra a sua vontade, foram tocados, manipulados, beijados ou passaram por situações de exposição de partes do corpo. No caso das meninas, o percentual (20,1%) é mais que o dobro do observado entre os meninos (9%). Além disso, 6,3% dos estudantes informaram que foram obrigados a manter relação sexual contra a vontade alguma vez na vida, sendo 3,6% dos meninos e 8,8% das meninas.

A pesquisa mostra também que quase um em cada dez adolescentes (10,6%) envolveu-se em lutas físicas e 2,9%, em briga com arma de fogo. Dentro de casa, também há relatos de violência – 21% afirmaram ter sido agredidos pelo pai, mãe ou responsável alguma vez nos 12 meses anteriores ao estudo.

Esse cenário pode, de acordo com a PeNSE, ter se intensificado na pandemia. “A pandemia trouxe grandes dificuldades para os adolescentes do mundo todo. A falta de acesso à escola, além da significativa perda de aprendizagem, pode significar também a perda de proteção contra perigos como violência doméstica e abuso infantil ou até a perda da única refeição balanceada que tinham. Tornou-se mais difícil para os adolescentes manter práticas de exercícios, intensificando os quadros de desânimo, tristeza, ansiedade e ausência de amigos”, diz o estudo.

Infraestrutura

A PeNSE traz também dados sobre a infraestrutura disponível para os estudantes, tanto nas escolas quanto em casa. Os resultados mostram que menos da metade (49,7%) dos alunos das escolas públicas tem computador em casa, enquanto entre os alunos das escolas privadas esse percentual é de 89,6%. Quase a totalidade (95,7%) dos alunos de escolas privadas tem aparelhos celulares. Entre os alunos de escolas públicas, esse percentual é 82,2%. Entre os estudantes de escolas particulares, 98,6% têm internet em casa. Entre os alunos de escolas públicas, 84,9%.

A PeNSE mostra ainda que 61,5% dos estudantes de 13 a 17 anos estudam em escolas com pia ou lavatório em condições de uso e que oferecem sabão para lavagem das mãos. Nas escolas privadas esse percentual chega a 97,5% e, nas públicas, a 55,4%.

A pesquisa ressalta que a lavagem das mãos é reconhecida como importante medida de saúde pública, por sua eficácia em reduzir a incidência de doenças infectocontagiosas. Nas escolas, a importância da disponibilização da estrutura necessária à lavagem é dupla: por ser um ambiente de aprendizagem de hábitos saudáveis e pela própria prevenção de transmissão de doenças entre os alunos.

Síndrome respiratória aguda grave apresenta sinais de estabilização

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apresentam sinal de estabilização na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e curto prazo (últimas três semanas) no país, com poucas unidades da federação com sinal de crescimento. O estado do Rio de Janeiro e a capital fluminense são o destaque, por interromperam a tendência de crescimento observado em julho e na primeira quinzena de agosto. É o que demonstra a mais recente edição do Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira (9).

A análise referente à Semana Epidemiológica 35, que compreende o período entre 29 de agosto e 4 de setembro, e tem como base dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até 6 de setembro, alerta sobre a importância de retomar a testagem de demais vírus respiratórios, especialmente em crianças.

Na evolução por faixa etária, entre crianças e adolescentes (0-9 e 10-19), há uma estabilização dos casos de SRAG, em patamar significativamente elevado em comparação ao histórico da pandemia. Para os primeiros, os valores atuais são similares aos observados no pico mais agudo em 2020. Os grupos de 60 anos ou mais apresentam estabilização similar a outubro de 2020, quando foi registrado o valor mais baixo no dado nacional.

De acordo com o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, “a medida que a idade diminui é nítido que o patamar de estabilização é relativamente mais alto em comparação com os valores registrados em 2020. Enquanto a redução expressiva no número de casos de SRAG na população idosa é reflexo do impacto da campanha de vacinação escalonada, que permitiu proteger essa população durante o aumento na transmissão nos meses de abril e maio, a estabilização em valores relativamente mais altos na população mais jovem é reflexo da manutenção de transmissão elevada na população em geral”.

Estados

Observa-se que seis das 27 unidades apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) com destaque para Bahia, Espírito Santo, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Rondônia. Dentre as demais, 11 apresentam sinal de queda na tendência de longo prazo: Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima, Sergipe e Tocantins. Já o Amapá apresenta sinal de crescimento apenas na tendência de curto prazo (últimas três semanas). Nove unidades apresentam sinal de estabilidade nas tendências de longo e curto prazo: Acre, Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

Os estados apresentam ao menos uma macrorregião de saúde em nível alto ou superior. E seis deles apresentam ao menos uma macrorregião em nível extremamente elevado: Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta que “nos estados em que se observa aumento significativo de SRAG, principalmente em crianças, é importante testagem por RT-PCR dos demais vírus respiratórios que integram o painel de vigilância nacional, principalmente o VSR, para classificação e ações adequadas evitando confusão com a situação da covid-19 nesses estrados”.

Macrorregiões

Em 17 dos 27 estados observa-se ao menos uma macrorregião de saúde com sinal de crescimento nas tendências de longo ou curto prazo: Amazonas, Pará, Rondônia, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Nos demais 9 estados e no Distrito Federal há tendência de longo e curto prazo, com sinal de queda ou estabilização em todas as respectivas macrorregiões de saúde.

Marcelo Gomes explicou que “assim como destacado para os dados agregados por estado e para os dados associados a residentes das capitais, é fundamental que cada município avalie o indicador de transmissão comunitária para identificar se o sinal de estabilidade na tendência de longo ou curto prazo na macrorregião correspondente está ocorrendo já em nível significativamente baixo ou ainda em valores elevados, para evitar retomada de atividades de maneira precoce, podendo gerar manutenção de níveis altos de novas internações e óbitos, além de manter a taxa de ocupação hospitalar em percentuais próximos da saturação”.

Em queda desde 2015, coberturas vacinais voltam ao patamar de 1980

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As sucessivas quedas nas coberturas vacinais desde 2015 levaram os percentuais da população vacinada a retornarem a níveis semelhantes aos da década de 1980. A série histórica foi apresentada ontem (9) na Jornada Nacional de Imunizações, pela especialista em epidemiologia e assessora técnica da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (PNI) Antônia Maria Teixeira. A enfermeira destacou que a pandemia potencializou essa queda, mas que o movimento é anterior à covid-19 e não se restringe ao Brasil.

“[A pandemia] pode ser um potencializador, mas não é necessariamente a causa principal. Não se nega a importância que a pandemia teve nesse processo”, disse a pesquisadora, que citou uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) indicando que a adoção de quarentenas e lockdown para prevenir a covid-19 afetou a vacinação de bebês em pelo menos 68 países.

“As baixas coberturas vacinais, ao meu ver, são efeitos colaterais decorrentes de pelo menos duas razões macro: a desinformação e o acesso. É um processo que antecede e é potencializado pela pandemia e não limitado ao Brasil. É mais uma pandemia em curso, com riscos reais para outras doenças”, alertou.

Antônia Teixeira descreveu que, na década de 1980, o Programa Nacional de Imunizações disponibilizava menos tipos de vacinas nos calendários de rotina das crianças e havia altas taxas de incidência de doenças imunopreviníveis. A cada triênio, porém, era possível observar crescimento das coberturas.

Entre os anos 1995 e 2015, as coberturas vacinais foram mantidas em patamares altos e novas vacinas foram acrescentadas ao calendário, que hoje oferece 23 imunizantes para proteger diferentes faixas etárias contra 19 doenças. O resultado foi uma queda da incidência das doenças contra as quais já há vacinas disponíveis, disse a enfermeira.

Desde 2015, porém, segundo Antônia Teixeira, as coberturas estão em queda, o que já tem gerado novos surtos, como é o caso do sarampo, que chegou a ser erradicado e voltou a circular no país. A continuidade desse processo fez com que entre 2019 e 2021 a cobertura das vacinas disponíveis retornasse a um patamar semelhante ao do triênio 1983/1985.

A vacina contra a poliomielite é um dos exemplos citados pela assessora técnica do PNI ao mostrar a queda acumulada nos últimos cinco anos. Em 2015, quando o Brasil teve 3,017 milhões de bebês nascidos vivos, o esquema de três doses foi completo em 2,845 milhões de crianças. Em 2019, dos 2,849 milhões de nascimentos, houve 2,480 milhões de terceiras doses aplicadas. No ano seguinte, em meio à pandemia, a diferença cresceu, com 2,726 milhões de nascimentos e 2,217 milhões de terceiras doses aplicadas.

No caso da BCG, foram 3,019 milhões de doses aplicadas em 2015, 2,525 milhões, em 2019, e 2,134 milhões, em 2020. Outro exemplo foi a vacina contra o rotavírus, que teve suas duas doses aplicadas em 2,767 milhões de crianças em 2015, e em 2,253 milhões, em 2020.

Consultor técnico do Programa Nacional de Imunizações (PNI), o infectologista Victor Porto chamou a atenção para a hipótese de as medidas de prevenção à covid-19 terem reduzido a incidência de outras doenças de transmissão respiratória desde 2020, como o sarampo e o influenza, a despeito da queda nas coberturas vacinais. Diante disso, ele destaca a preocupação com o cenário de cada vez mais flexibilização.

“A gente fica preocupado com a queda nas coberturas vacinais, porque quanto mais formos relaxando as medidas não farmacológicas contra a covid-19 e mais se avança na vacinação da covid-19, a gente pode voltar a ter uma população suscetível e com capacidade de transmissão dessas doenças”, disse.

O professor titular de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa São Paulo José Cássio Moraes acrescentou às preocupações a retomada das viagens internacionais, que podem alimentar novos surtos de doenças contra as quais há baixas coberturas vacinais. Ele mostrou que a redução nessas taxas ocorre em praticamente todo o continente americano e, no caso do sarampo, vizinhos do Brasil como o Paraguai, a Colômbia e a Argentina também vivem um cenário de menos proteção contra a doença. Já países europeus como a Espanha lidam com a circulação de genótipos diferentes do vírus que circula na América Latina, o que pode facilitar sua introdução em uma população não imunizada.

“Retomando os voos com esses países, podemos ter a reimportação do vírus do sarampo, o que pode propiciar um recrudescimento de sua ocorrência”, alertou.

Retrocesso

A queda das coberturas vacinais está entre os principais temas discutidos na Jornada Nacional de Imunizações e fez parte do discurso de abertura do presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha, que considerou o problema um retrocesso.

“Como chegamos a esse retrocesso? São muitos os fatores. A mudança no perfil e frequência das campanhas de vacinação, as falhas no abastecimento, falta de investimento na qualificação e retenção dos profissionais que atuam nas unidades de saúde, precarização e limitação nesses espaços e o baixo engajamento de médicos”, disse.

“Além desses, a complexidade dos calendários vacinais, a disseminação de noticias falsas, as recentes campanhas para desacreditar a ciência e a falta de percepção de risco da população em relação às doenças controladas pela vacinação”, acrescentou Juarez Cunha.

Apesar desses problemas, Cunha disse acreditar que o Brasil será o país com a maior cobertura vacinal contra a covid-19. “Tenho certeza absoluta de que seremos o país que terá os maiores percentuais vacinais. O brasileiro acredita e confia em vacinas e quer se vacinar”.

O vice-presidente da SBIm e integrante do grupo consultivo da OMS Vaccine Safety Net, Isabela Ballalai, defendeu que é preciso investir em campanhas de informação que não apenas desmintam notícias falsas, mas que se antecipem e comuniquem conhecimento à população, produzindo segurança sobre as vacinas.

“Falta comunicação nesse país. A gente tem avisos”, disse a médica, acrescentando que a comunicação não pode se limitar a informar o dia de se vacinar. “É preciso fazer mais do que informar. Tem que comunicar de forma proativa, impactante e empática com essa população, inclusive sobre como não cair nas fake news”, defendeu.

Comércio cresce 1,2% em julho e atinge patamar recorde, diz IBGE

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O volume de vendas do comércio varejista brasileiro cresceu 1,2% em julho deste ano, na comparação com o mês anterior. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que atingiu patamar recorde da série histórica da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), iniciada em 2000.

O comércio também teve altas de 5,7% na comparação com julho de 2020; de 1,1% na média móvel trimestral; de 6,6% no acumulado do ano e de 5,9% no acumulado de 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A receita nominal também apresentou altas: de 2,2% na comparação com junho deste ano; de 1,5% na média móvel trimestral; de 19,7% em relação a julho de 2020; de 18,6% no acumulado do ano e de 15,7% no acumulado de 12 meses.

Setores

A alta de 1,2% no volume de vendas foi puxada por cinco das oito atividades pesquisadas: Outros artigos de uso pessoal e doméstico (19,1%); Tecidos, vestuário e calçados (2,8%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,6%); Supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,2%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%).

Por outro lado, três segmentos tiveram recuo no volume de vendas de junho para julho: Livros, jornais, revistas e papelaria (-5,2%); Móveis e eletrodomésticos (-1,4%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,3%).

Varejo ampliado

No varejo ampliado, que também inclui materiais de construção e veículos, a alta de junho para julho foi de 1,1% no volume de vendas. O setor de Veículos, motos, partes e peças subiu 0,2% entre junho e julho, enquanto Material de construção recuou 2,3%.

O varejo ampliado teve altas de 0,7% na média móvel trimestral; de 7,1% na comparação com julho de 2020; de 11,4% no acumulado do ano e de 8,4% no acumulado de 12 meses.

Trabalhadores nascidos em junho podem sacar auxílio emergencial

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Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em junho podem sacar, a partir de hoje (10), a quinta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 25 de agosto.

O calendário é organizado em ciclos de crédito em conta e de saque em espécie, de acordo com o mês de nascimento. O saque pode ser feito no caixa eletrônico das agências da Caixa ou nas lotéricas. Os recursos também podem ser transferidos para uma conta corrente, sem o pagamento de tarifas.

O dinheiro ainda pode ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar boletos e contas, como água e telefone, fazer compras pela internet e pelas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, com o cartão de débito virtual e QR Code.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Calendário de pagamento da quinta parcela do auxilio emergencial de 2021
Calendário de pagamento da quinta parcela do auxilio emergencial de 2021 – Fonte: Ministério da Cidadania
Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio é pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não houve nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício.

São Paulo tem falta de vacinas da Astrazeneca para segunda dose

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O governo de São Paulo informou ontem (9) que estão em falta no estado doses da vacina Astrazeneca para a segunda dose da imunização. A Secretaria de Saúde estadual está cobrando o Ministério da Saúde o envio de novas doses. No entanto, segundo a pasta, as doses já foram enviadas, mas o estado as usou como 1ª dose, em desacordo às recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

“O Ministério da Saúde do Governo Federal deixou de enviar cerca de 1 milhão de vacinas de dose 2 da Astrazeneca para São Paulo, provocando um verdadeiro apagão de vacinas nos 645 municípios do estado. O prazo de aplicação destas doses começou a vencer no dia 4 de setembro”, disse o governo do estado, em nota.

O governo do estado acrescentou que, em eventual indisponibilidade de mais remessas da Astrazeneca, e solicita o envio imediato de doses da Pfizer para suprir a demanda e concluir os esquemas de vacinação em conformidade com a solução de intercambialidade indicada pelo governo federal.

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), no entanto, a pasta não está devendo lotes da segunda dose de vacina covid-19 da Astrazeneca ao estado de São Paulo. “Até o momento foram entregues ao estado 12,4 milhões de dose 1 e 9,2 milhões de dose 2 da AstraZeneca. As 2,8 milhões de doses não foram enviadas porque o prazo de intervalo entre a primeira e segunda dose só se dará no final do mês”, destacou o ministério, em nota.

Segundo o Ministério da Saúde, dados inseridos por São Paulo no LocalizaSUS mostram que o estado utilizou como primeira dose vacinas destinadas à segunda dose. “O estado aplicou 13,99 milhões de dose 1 e 6,67 milhões de dose 2. As alterações nas recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) acarretam na falta de doses para completar o esquema vacinal na população brasileira”, acrescentou o ministério.

Saúde mantém vacinação neste sábado, mas apenas para 2ª ou 3ª dose da Pfizer e Coronavac

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A Secretaria de Saúde de Adamantina abre, neste sábado (11), o CIS (Centro Integrado de Saúde) para vacinação contra a covid-19.

Conforme nota divulgada na manhã desta sexta-feira (10), apenas quem possui agendada a 2ª dose com imunizante da Pfizer ou tomará a 2ª ou 3ª dose da Coronavac devem procurar a unidade de saúde.

Devido à falta de vacina em todo o estado de São Paulo, a vacinação com a Astrazeneca/Fiocruz está suspensa neste sábado.

O CIS funcionará das 8h às 14h.

Adamantina entrega 135 senhas para 2ª dose da Astrazeneza/Fiocruz nesta sexta

Em nota divulgada na manhã desta sexta-feira (10), a Secretaria de Saúde de Adamantina informou que distribuirá, no dia de hoje, apenas 135 senhas para aplicação da vacina da Astrazeneca/Fiocruz no CIS (Centro Integrado de Saúde).

O imunizante será destinado para quem possui agendada a 2ª dose.

Conforme a pasta, o número baixo do imunizante decorre da falta de vacina em todo o território do estado de São Paulo. Com isso, a vacinação com Astrazeneca/Fiocruz está suspensa neste sábado (11), também no CIS.

Secretaria de Saúde de Adamantina e UniFAI desenvolvem projeto “Grupo de Luto”

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Os efeitos da pandemia são devastadores para a saúde mental. Por esse motivo, teve início em Adamantina, em uma iniciativa da Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Saúde e do curso de Psicologia da UniFAI, chamado de o “Grupo de Luto”.

Essa ação propõe discutir vivências e aprendizado por meio das trocas e minimizar o processo de luto.

Integram o projeto as alunas formandas do curso de psicologia, a professora doutora Fúlvia de Souza Veronez, docente supervisora de estágios de psicologia e pró-reitora de ensino da UNIFAI e, ainda, pessoas que tiveram perdas repentinas de algum familiar, seja por COVID-19 ou cardiopatia.

De acordo com a docente supervisora, a importância do projeto se faz na troca de experiências, na identificação com outras vivências onde as falas do próprio grupo se faz terapêutico.

“Além disso, há a possibilidade de quebrar o tabu para falar sobre a morte e demais aspectos em torno do assunto”, afirma. Para integrar o grupo, estão sendo convidados familiares de falecidos por mortes repentinas e que estavam hospitalizados nos últimos meses deste ano.

A professora doutora ainda explica que o impacto da perda de um ente querido de forma repentina pode causar inúmeras alterações na vida de uma pessoa, provando, muitas vezes, agravos e alterações nos desempenhos emocionais e cognitivos.

“A morte repentina e inesperada de um ente querido é considerada complicadora para elaboração do luto normal, podendo desencadear problemas psicológicos como a depressão e a ansiedade”, assegura.

Ainda segundo Fúlvia, o luto é um processo natural do ser humano que acontece à medida que a pessoa se encontra em privação da figura e tende a ser elaborado e superado por meio da adoção de novos comportamentos.

“Em nome do curso de psicologia UNIFAI agradecemos a secretaria de saúde que cedeu o espaço físico para realização do grupo”, finaliza.

Adolescentes com 13 anos podem receber primeira dose da covid-19 nesta sexta

A partir de amanhã (10), os adolescentes com 13 anos podem procurar o Centro Integrado de Saúde (CIS) para receber a primeira dose contra a COVID-19. A vacinação acontece das 12h às 17h. O público estimado nesta faixa etária é de 400 pessoas.

Para receber a vacina, o adolescente precisa contar com a presença de um adulto responsável, podendo esse proceder com a autorização verbal no ato.

No caso da impossibilidade do comparecimento dos pais/responsável, é necessário preencher a autorização que estará disponível em todas as unidades básicas de saúde do município e no site da Prefeitura de Adamantina e entregar no Centro Integrado de Saúde (CIS) no momento em que o adolescente for imunizado, conforme consta no art.142 do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Ontem (8), foram aplicadas 1255 doses dos imunizantes. 63 pessoas receberam a primeira dose, 1183 munícipes estão com o esquema vacinal completo e a dose adicional foi recebida por 9 pessoas.

Até o momento, cerca de 5% da população que tem 14 anos recebeu a primeira dose da vacina, em mais de 70% dos adolescentes com 15 anos foi aplicada a primeira dose e o percentual é superior a 80% em pessoas com idade entre 16 e 17 anos. A meta é atingir pelo menos 90% da população compreendida em cada faixa etária.

Campanha Vacina contra Fome

Aqueles que quiserem contribuir de forma voluntária com a Campanha Vacina contra a Fome podem entregar no CIS um quilo de alimento não perecível.

Covid-19: Adamantina registra 1180 munícipes com 2ª dose em atraso

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 Em um levantamento divulgado hoje (9), pela Secretaria de Saúde de Adamantina, ficou constatado que 1180 munícipes estão com a 2ª dose da vacina contra a COVID-19 em atraso. 

Considerando o agendamento de mais de 200 pessoas para receberem a 2ª dose no sábado (11), o Centro Integrado de Saúde (CIS) funcionará em horário estendido das 8h às 14h.

Atualmente, a pasta tem organizado busca ativa dessas pessoas através de contato dos profissionais de saúde, seja por meio presencial ou até mesmo por telefone, com o objetivo de regularizar a situação vacinal dos munícipes que estejam com a imunização atrasada.

Adamantina vem registrando redução dos índices da COVID-19 no município. De acordo com o último boletim, 5 casos da doença estão ativos no município.

Contudo, o alto índice de pessoas atrasadas para completar o esquema vacinal pode resultar no aumento de casos, já que a imunização, de acordo com os estudos de eficácia da vacinação, só se dá a partir da segunda dose.

O secretário de saúde, Gustavo Taniguchi Rufino, ressalta que a pessoa que não completa o esquema vacinal fica mais vulnerável à infecção pelo novo coronavírus do que aquela que recebeu as duas doses.

“Sendo assim, além de se expor ao risco de ser contaminado e adoecer, esse indivíduo não ajuda a controlar a circulação do vírus. E tem mais: a vacinação incompleta pode criar um ambiente propício para o surgimento de versões ainda mais resistentes do coronavírus”, afirma.

Imunização

Além da ação que acontecerá no sábado, a vacinação contra a COVID-19 segue acontecendo em Adamantina de segunda a sexta-feira das 12h às 17h no CIS. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (18) 3522-9310.

Campanha Vacina contra Fome

Aqueles que quiserem contribuir de forma voluntária com a Campanha Vacina contra a Fome podem entregar no CIS um quilo de alimento não perecível.

Prefeitura abre licitação para recapeamento

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A Prefeitura de Adamantina abriu processo licitatório para contratar empresa especializada para obra de recapeamento asfáltico em CBUQ na Avenida Miguel Veiga, Alameda Padre Nóbrega e Rua Joaquim Nabuco.

O município recebeu uma emenda do deputado estadual Mauro Bragato no valor de R$400 mil para a execução da melhoria.

A abertura dos envelopes “habilitação” e “propostas” será realizada no dia 23 de setembro de 2021 às 9h na Sala de Reuniões da Procuradoria Geral do Município que está situada no Paço Municipal.

As empresas que desejarem participar do certame pela primeira vez deverão efetuar cadastramento prévio obrigatório e as que já estiveram presentes em outros certames precisam promover a atualização cadastral até o dia 20 de setembro de 2021 no Departamento de Licitação que fica no 3º andar da Prefeitura de Adamantina.

A licitante vencedora deverá dar início a obra licitada imediatamente após o recebimento da ordem de serviço. O contrato terá a vigência de 12 meses e o prazo de execução é de 720 dias.

Conselho Municipal do Meio Ambiente debate diversos assuntos durante o ciclo ambiental

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Durante o ciclo ambiental de 2021, o Conselho Municipal de Meio Ambiente realizou quatro reuniões ordinárias seguindo todos os protocolos sanitários para tratar de diversos assuntos sobre as questões ambientais do município.

Entre os temas tratados nos encontros estão: atualização do Plano Municipal de Resíduos Sólidos (PMGIRS), obras do barracão da coleta seletiva, a ampliação da divulgação da coleta seletiva, projeto de arborização no Parque dos Pioneiros, Parceria com o Corpo de Bombeiros, I Encontro Regional de Conselheiros Municipais de Meio Ambiente, Plano de Gestão Ambiental do Programa Município Verde Azul (PMVA) e o Horto Florestal.

O Conselho foi criado pela Lei Municipal nº3.265 de 30 de novembro de 2007, e é constituído por conselheiros nomeados pelo Decreto em vigor   nº6.392 de 28 de junho de 2021, com representantes do poder público Municipal e membros de órgão não governamentais do município.

O Conselho tem como objetivo assessorar a formulação e a implantação da política municipal de Meio Ambiente, com apoio dos serviços administrativos da Prefeitura.

Dentro do Programa Município Verde Azul, o Conselho é fundamental para realização das ações. Cabe ao interlocutor e suplente estarem desenvolvendo ações de acordo com as orientações do Conselho Estadual, pois funcionam como multiplicadores, de modo que o Conselho Municipal mantenha a mesma linha e entendimento que o Estado.

Jovens com 14 anos podem se vacinar contra covid-19 a partir de hoje em Adamantina

A Secretaria de Saúde de Adamantina inicia, nesta quinta-feira (9), a aplicação da primeira dose do imunizante contra covid-19 em jovens de 14 anos. Também ocorre a vacinação, com dose extra, em pessoas de 90 anos ou mais.

14 ANOS

Para receber a vacina, o adolescente precisa contar com a presença de um adulto responsável, podendo esse proceder com a autorização verbal no ato.

No caso da impossibilidade do comparecimento dos pais/responsável, é necessário preencher a autorização que estará disponível em todas as unidades básicas de saúde do Município e no site da Prefeitura de Adamantina (www.adamantina.sp.gov.br) e entregar no CIS (Centro Integrado de Saúde) na hora que o adolescente for imunizado, conforme consta no art.142 do Estatuto da Criança e do Adolescente.

DOSE EXTRA

A aplicação de dose adicional iniciou ontem, em Adamantina. O primeiro grupo contemplado é formado por pessoas com 90 anos ou mais. A vacinação deste grupo ocorre até esta sexta-feira (10).

CIS

A campanha de vacinação contra covid-19 em Adamantina ocorre no CIS, das 12h às 17h.

Estado vai servir merenda extra para 700 mil alunos em situação de vulnerabilidade social

O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (8) a implementação da merenda escolar extra para mais de 700 mil estudantes em situação de vulnerabilidade social da rede estadual. A medida vai entrar em vigor a partir de 27 de setembro, após as famílias de baixa renda inseridas no Cadastro Único do Governo Federal inscreverem seus filhos no sistema da Secretaria da Educação.

“Esta é mais uma medida do Governo do Estado para proteger os alunos vulneráveis da rede pública estadual de ensino. Há duas semanas, anunciamos o Programa de Combate à Evasão Escolar, destinando R$ 1 mil para que 300 mil estudantes carentes para que continuem frequentando as aulas”, disse Doria.

No total, serão R$ 424 milhões investidos na ação. A medida faz parte da política de alimentação suplementar implantada pela Secretaria da Educação no período de pandemia e pós-pandêmico.

“Desde o início da pandemia, fomos o primeiro estado a apresentar uma solução para quem está na pobreza e extrema pobreza. De forma inédita, o Governo do Estado lança a continuidade desse programa suplementar da merenda escolar”, afirmou o Secretário da Educação, Rossieli Soares.

A partir de quinta-feira (9), os estudantes interessados podem realizar a manifestação de interesse na Secretaria Escolar Digital – SED (https://sed.educacao.sp.gov.br/saiba-como-acessar). As refeições começam a ser servidas a partir do dia 27 de setembro. A distribuição da refeição extra será feita da seguinte maneira:

• Estudantes do período diurno nas escolas regulares terão direito a duas refeições diariamente: uma na escola e a outra que poderá ser levada para casa;
• Estudantes do período noturno nas escolas regulares além da merenda servida na escola, será fornecido kit alimentação;
• Estudantes em escolas de ensino integral em adição à refeição diária, os dois lanches já servidos ganharão reforço.

Desde o início da pandemia, a Secretaria da Educação adotou medidas para apoiar as famílias dos estudantes da Rede Estadual, principalmente durante o período de suspensão das aulas presenciais. No programa Merenda em Casa, foram pagos R$ 395,6 milhões em 10 parcelas – R$ 55/mês pagos por estudante – para 770 mil alunos beneficiados, cerca de 22% da rede.

Melhoria do cardápio

A Secretaria da Educação calcula o investimento de mais de R$ 106,6 milhões aplicados na melhoria do cardápio. Alimentos como carne pronta para o consumo, mistura em pó de preparo de bebida láctea, torta salgada e bolos deixaram os cardápios desde 2020. Além disso, as compras de agricultura familiar foram reformuladas e priorizadas.

Com isso, houve o aumento da oferta mensal nas refeições do feijão, da proteína animal in natura, das frutas e dos artigos de hortifruti. Já os alunos que sofrem com alguma restrição ou patologia relacionada à alimentação, como a doença celíaca, também são contemplados com um cardápio especial e orientação nutricional.

Agricultura familiar

A ampliação da oferta de produtos da agricultura familiar na merenda escolar também é uma das estratégias adotadas pela Secretaria da Educação para garantir a segurança alimentar e nutricional dos alunos da rede pública estadual.

A meta de destinar ao menos 30% dos recursos recebidos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) – aproximadamente R$ 60 milhões – para a compra de produtos fornecidos por pequenos produtores, até o início de 2019, não era cumprida. Em 2021, a meta será ultrapassada em 10%, com R$ 66,2 milhões investidos.

Justiça solta presos suspeitos de participar de assaltos em Araçatuba

Um homem preso por suspeita de financiar assaltos a agências bancárias de Araçatuba (SP) foi solto após passar por audiência de custódia. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) informou que as prisões em flagrante dos indiciados foram relaxadas. 

“Eles foram presos em Sorocaba pelo crime de associação criminosa, previsto no artigo 3º da Lei n.º 12.850/13. No entanto, o juízo do plantão de Sorocaba entendeu que não havia indício que os vinculasse ao caso de Araçatuba, porque não houve apreensão de nenhum instrumento ou produto de crime relacionado ao caso em poder dos autuados (dinheiro, armas, explosivos etc.), com exceção de uma denúncia anônima. Por essa a razão, foi determinado o relaxamento das prisões em flagrante”, informou o tribunal, em nota.

O suspeito Paulo César Gabrir, de 33 anos, a esposa dele, Michele Maria da Silva, de 40 anos, e o jovem Emerson Henrique Dias, 25 anos, foram presos em Sorocaba (SP). A mulher e o jovem também foram soltos.

O crime

Três agências bancárias foram atacadas por criminosos fortemente armados na região central de Araçatuba (SP), na madrugada do dia 30 de agosto. Duas agências bancárias tiveram seus caixas danificados por ação de explosivos e outras agências foram foram atingidas por disparos de arma de fogo. Três pessoas morreram e três ficaram feridas. Até o momento, quatro suspeitos continuam presos.

São Paulo estuda aplicar quarta dose de vacina em transplantados

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Representantes do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo anunciaram ontem (8) que estudam a aplicação de uma quarta dose de vacina contra a covid-19 em pessoas transplantadas. Eles avaliam que a resposta imune apresentada por pacientes transplantados é bem mais baixa do que na população em geral.

Segundo José Medina, integrante do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo e superintendente do Hospital do Rim, na capital paulista, a baixa imunidade ocorre com todas as vacinas aplicadas no Brasil. Uma das causas para essa baixa resposta, de acordo com Eloísa Bonfá, diretora do Hospital das Clínicas, pode se referir aos medicamentos tomados pelos transplantados.

“Nos pacientes transplantados que receberam a primeira e segunda dose de outras vacinas, da Pfizer, da AstraZeneca ou da Moderna, a resposta foi tão precária quanto a resposta da CoronaVac. Por isso que a nossa proposta agora é fazer reforço da quarta dose, talvez de uma quinta dose, para aquelas pessoas que não tiveram uma resposta adequada”, explicou Medina.

Medina disse que um estudo feito com 12 mil transplantados apontou que 21% deles tiveram covid-19. Um em cada quatro desses pacientes transplantados positivos para a covid-19 morreu por causa da doença. “Isso é dez vezes maior do que na população em geral”, disse.

O estudo comparou pacientes transplantados e funcionários do Hospital do Rim. Após a primeira dose da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac, a soroconversão ou formação de anticorpos contra a covid-19 foi de 79% entre os funcionários. Já nos transplantados, foi apenas de 15%.

“A resposta sorológica do paciente transplantado contra o vírus induzida pela vacina foi cinco vezes menor que na população de funcionários do hospital”, disse Medina. Já após a segunda dose, a resposta foi de 98% entre os funcionários e apenas 45% entre os pacientes transplantados.

Por isso, segundo ele, foi iniciado um estudo para avaliar a resposta após a aplicação de uma terceira dose da vacina CoronaVac em pacientes transplantados. “O estudo foi feito antes do assunto da terceira dose ser abordado na população em geral, porque essa resposta no transplantado estava nos intrigando muito. E a terceira dose aumentou para 53% a resposta nos pacientes transplantados”, disse.

Ao contrário do governo federal, o estado de São Paulo está utilizando a CoronaVac como dose de reforço para idosos e pacientes imunossuprimidos. Para o governo federal, somente outras vacinas devem ser aplicadas como dose adicional para essa população, principalmente a Pfizer/BioNTech, já que a resposta imune apresentada pela CoronaVac tende a ser menor para esse público. Especialistas também têm criticado o governo paulista pelo uso da CoronaVac como dose de reforço para idosos, já que a resposta desse imunizante tende a ser mais baixa entre os idosos.

São Paulo começou a aplicar a terceira dose de vacina contra a covid-19 na segunda-feira (6). Essa vacinação, segundo o governo de São Paulo, será escalonada, iniciando pelas pessoas com idade acima de 90 anos. No primeiro dia de vacinação, quase 99% das doses adicionais aplicadas foram de CoronaVac.

Calendário

Pelo calendário divulgado pelo governo de São Paulo, pessoas com idade acima de 90 anos serão vacinadas até o dia 12 de setembro, público estimado em 148,7 mil pessoas. Pessoas entre 85 e 89 anos de idade começam a ser vacinadas com dose adicional no dia 13 de setembro. Essa faixa etária representa 231,7 mil pessoas em São Paulo.

Entre os dias 20 e 26 de setembro, as doses estarão disponíveis para os que têm de 80 a 84 anos de idade. Também estão inclusos nesse período os adultos imunossuprimidos, como pacientes em tratamento de hemodiálise, quimioterapia, aids, transplantados, entre outras pessoas em alto grau de imunossupressão. Nesse caso específico, a dose adicional será aplicada pelo menos 28 dias após a data da conclusão do esquema vacinal, seja pela segunda dose ou dose única (Janssen). Juntos, esses grupos totalizam 280 mil pessoas.

A partir do dia 27 de setembro serão contempladas 242,8 mil pessoas na faixa de 70 a 79 anos de idade. Já no dia 4 de outubro, começa a vacinação de dose extra dos idosos de 60 a 69 anos de idade, totalizando mais 103,9 mil pessoas.

País recebe 1,13 milhão de vacinas da Pfizer

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O Brasil recebeu na noite de ontem (8), no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), o 66º lote de vacinas da Pfizer contra a covid-19. São 1.134.900 doses do imunizantes que agora estão sendo transportadas para o depósito do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP).

A Pfizer deverá enviar 200 milhões de doses do imunizante ao país até o final de 2021, por meio de dois contratos de fornecimento da vacina. O primeiro, fechado com o Ministério da Saúde, em 19 de março, prevê a entrega de 100 milhões de doses até o final de setembro. Já o segundo, assinado em 14 de maio, prevê mais 100 milhões de doses entre outubro e dezembro.

De acordo com a Pfizer, estão previstas as chegadas de mais seis lotes até o próximo dia 12, quando deverão ter sido entregues ao governo brasileiro cerca de 72 milhões de doses. Segundo o Ministério da Saúde, foram repassadas aos estados e Distrito Federal aproximadamente 59 milhões de doses da vacina da Pfizer.