Início Site Página 622

Covid-19: quantidade de suspeitos dobra em Adamantina

Adamantina registrou, nas últimas 24 horas, o aumento de suspeitos para covid-19, passando de 34 casos nesta segunda-feira (21) para 68 no boletim epidemiológico desta terça-feira (22). Desde 26 de maio, os testes são encaminhados para análise no Instituto Adolfo Lutz, aumentando o tempo de espera pelo resultado.

Conforme a Prefeitura, o fato ocorre de forma temporária, já que a Secretaria de Saúde deu início ao processo licitatório para aquisição de nova remessa de exames. “Assim que chegarem, os resultados voltam a ser liberados pelo Município”, informa a pasta.

A atualização de hoje mostra que a cidade conta com 147 casos ativos. A quantidade de registros positivos da doença chegou a 3.179, sendo que 2.930 munícipes estão livres do vírus. O número de mortes permanece em 102.

Lucélia inicia imunização contra covid-19 de pessoas de 43 a 45 anos

0

Mais uma faixa etária será imunizada contra a covid-19 a partir desta quarta-feira (23), em Lucélia. As pessoas de 43 a 45 anos podem procurar o Centro de Saúde para a vacinação.

Conforme a Prefeitura, o local estará aberto apenas nesta quarta, das 8h às 20h, para imunização contra o coronavírus.

É indispensável a apresentação do documento de identidade (RG e CPF) e que todos os munícipes utilizem máscara de proteção facial.

Com morte suspeita, Lucélia atualiza situação da covid-19

A Secretaria de Saúde de Lucélia atualizou, na tarde desta terça-feira (22), a situação da covid-19, com o registro de uma morte em investigação.

Desde o início da pandemia, são 1.750 casos positivos da doença, sendo 1.633 curados. Em comparação com boletim desta segunda-feira (21), houve aumento de 11 positivados.

Atualmente são 65 suspeitos, 62 munícipes em quarentena e quatro internados. A quantidade de mortes permanece em 51.

Privatização da Eletrobras é a maior do país, diz ministério

A Secretaria de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia publicou nota em que afirma que a aprovação da Medida Provisória 1.031/2021 pelo Congresso Nacional, que prevê a privatização da Eletrobras, “representa um momento histórico para o país e chega com 26 anos de atraso”. A primeira tentativa de privatização da empresa ocorreu em 1995.  
 
texto base da MP, aprovada na Câmara na segunda-feira (21), prevê, entre outras medidas, a emissão de novas ações da Eletrobras, a serem vendidas no mercado sem a participação da empresa, resultando na perda do controle acionário de voto mantido atualmente pela União. A matéria segue, agora,  para sanção do presidente Jair Bolsonaro.
 
Segundo a nota, o texto final aprovado pelo Legislativo traz “expressivas vantagens ao consumidor”, pois a operação pode representar cerca de R$ 100 bilhões aos cofres públicos e promover a reorganização do setor elétrico brasileiro por meio de benefícios como a “redução das garantias físicas das usinas renovadas e as obras de revitalização das bacias; além do direcionamento de mais de R$ 40 bilhões para a CDE [Conta de Desenvolvimento Energético] em benefício da modicidade tarifária de todos os consumidores”.

A estimativa do Ministério de Minas e Energia é de redução de 6,3% na tarifa de energia para por todos os brasileiros. “Em que pese esse número ainda tenha que ser revisado, a partir das alterações finais do texto, fica evidente que a redução tarifária será expressiva”, diz a nota.
 
Ainda de acordo com a nota, sobre o uso das termelétricas de base, considerada a “questão mais polêmica” levantada ao longo da tramitação da MP, os custos de para a construção de eventuais gasodutos estarão embutidos no valor do preço-teto do leilão. Conforme a nota, a proposta das térmicas reduz tarifa e traz segurança ao sistema.

“Esse valor compreende a operação completa: construção da térmica e eventual gasoduto; a contratação do bloco de gás possibilitará o deslocamento das termelétricas a óleo diesel, que custam três vezes o preço-teto proposto e são muito mais poluentes”, destaca.

Em entrevista, o secretário Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, destacou que o valor de mercado da Eletrobras, após a aprovação da Medida Provisória, aumentou em R$ 30 bilhões.

Ele ressaltou ainda que a privatização renovará a capacidade de investimento da empresa. “A privatização reorganiza o setor elétrico brasileiro, pois elimina os contratos de cota, beneficiando o MRE [Mercado de Realocação de Energia], direciona recursos inéditos para a CDE  e promove a redução tarifária”, disse.

Presidente da Anvisa apela à população que tome segunda dose da vacina

0

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, apelou às pessoas que já tomaram a primeira dose da vacina contra a covid-19 que, no momento indicado, tomem a segunda dose, completando o ciclo de imunização.

Ao abrir, hoje (22), a 12ª reunião da diretoria colegiada da agência, Torres também enfatizou a importância do uso de máscaras e das demais orientações das principais autoridades sanitárias mundiais, como o distanciamento social e a frequente e adequada higienização das mãos.

“As vacinas representam, neste momento, a medida farmacológica de maior comprovação, credibilidade e eficácia disponíveis no mercado em todo o mundo”, disse Torres, enfatizando a importância da segunda dose da vacina.

“Temos observado índices que apontam uma baixa procura pela segunda dose da vacina em alguns municípios, mesmo quando elas são disponibilizadas à população. Isso não é razoável. Não há nenhum sentido em [a pessoa] tomar uma dose da vacina e não se apresentar para tomar a segunda dose. Quem assim o faz está com uma proteção incompleta, insuficiente e inadequada”, alertou Torres.

“Reitero o posicionamento da Anvisa. Posicionamento irrevogável até o presente momento, em relação [à necessidade de] ao uso de máscaras, ao distanciamento social e às boas normas de higiene em termos gerais. A Anvisa se mantém atrelada aos princípios técnico-científicos que norteiam os trabalhos da casa”, disse Torres.

Lote de 1,5 milhão de doses da vacina da Janssen chega ao Brasil

0

O primeiro lote de 1,5 milhão de doses da vacina contra a covid-10 da Janssen, unidade farmacêutica da Johnson & Johnson, chegou na manhã de hoje (22) ao Brasil. O avião que trouxe a remessa pousou no Aeroporto Internacional de Guarulhos no início da manhã. Ao todo, foram encomendadas pelo governo federal 38 milhões de doses dessa empresa.

“Mais 1,5 milhão de doses de esperança para a população brasileira. Essa vacina tem a vantagem de ser dose única e, com isso, conseguimos avançar no nosso programa de imunização. A certeza é a de que até setembro teremos imunizado toda a população acima de 18 anos. É a esperança de colocar fim ao caráter pandêmico dessa doença”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Ele presenciou a chegada das vacinas.

Os imunizantes serão distribuídos aos estados. A recomendação inicial é no sentido de sejam enviadas às capitais, mas ainda será feita negociação com os estados. As doses devem ser aplicadas até agosto.

Em entrevista ontem (21) ao programa A Voz do Brasil, o ministro Queiroga afirmou que mais de 16 milhões de doses de vacinas diversas já foram adiantadas em negociações do governo federal.

Sorteio dos endereços das novas moradias do Mário Covas ocorre nesta quarta

A Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Assistência Social, informa que na quarta-feira (23) às 18h no Anfiteatro Municipal Fernando Paloni, anexo a Biblioteca Municipal será realizado o sorteio dos endereços dos mutuários contemplados no Adamantina N “Mário Covas”.

Até o momento, 41 famílias estão pré-habilitadas para o recebimento das casas e 11 famílias  estão com pendências no dossiê, documento que é avaliado pela Caixa Econômica Federal. A Secretaria de Assistência Social entrará em contato com os já habilitados informando a realização do sorteio.

Pessoas com 48 anos podem ser imunizadas contra covid-19 em Adamantina

 A Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Saúde, informa que a partir de hoje (22), aplicará a primeira dose da vacina contra a COVID-19 em pessoas que tem 48 anos. A imunização acontece no Centro Integrado de Saúde (CIS) das 8h às 15h.

Essa faixa etária conta com aproximadamente 480 pessoas. Por esse motivo, não será necessário fazer a retirada de senhas. Conforme o município for recebendo novas doses, novos públicos serão contemplados.

A pasta orienta que seja realizado o pré-cadastro no site www.vacinaja.sp.gov.br que foi desenvolvido para agilizar a campanha de imunização contra a COVID-19 no Estado. A Prefeitura reforça que tem dose suficiente para as pessoas que tem 48 anos.

Até o momento, Adamantina já vacinou 89,5% do grupo que tem de 50 a 59 anos e 57,8% das pessoas que tem 49 anos. A imunização para os dois grupos continua acontecendo no CIS.

A secretaria de saúde ressalta que independentemente do tipo de imunobiológico, o importante é ser imunizado, pois assim o município vai parar de sofrer com as consequências da pandemia.

Ainda conforme a pasta, 65 pessoas ainda não tomaram a 2ª dose e é fundamental receber o imunizante para que a proteção fique completa.

Campanha Vacina contra Fome

Aqueles que quiserem contribuir de forma voluntária com a Campanha Vacina contra a Fome podem entregar no CIS um quilo de alimento não perecível.

Nomes de Vagner Belo e Albanir Borrasca são rejeitados pela Câmara para Reitoria da UniFAI

Os vereadores de Adamantina rejeitaram, na noite desta segunda-feira (21), os nomes dos professores doutores Vagner Amado Belo de Oliveira e Albanir Gabriel Borrasca para a Reitoria da UniFAI (Centro Universitário de Adamantina). Eles foram escolhidos pelo prefeito Márcio Cardim (DEM) para o comando da autarquia municipal a partir de 1º de julho, mas receberem votos contrários de cinco dos nove parlamentares durante referendo realizado ontem.

Votaram a favor da escolha do Chefe do Executivo os vereadores Hélio Santos (PL), Cid Santos (DEM), Riquinha do Bar (DEM) e Noriko Saito (PV), que aprovaram os nomes de Vagner Belo e Albanir Borrasca. Já Aguinaldo Galvão (DEM), Rafael Pacheco (Podemos), Bigode da Capoeira (Podemos) e Alcio Ikeda (Podemos) votaram contra a indicação, sendo que o presidente da Câmara Paulo Cervelheira (PV) teve que desempatar a votação, optando também por rejeitar a indicação de Márcio Cardim.

Desde a definição da lista tríplice pelo Conselho Universitário, as movimentações políticas dominaram o processo de escolha da nova Reitoria da UniFAI. E, quando o prefeito escolheu a dupla segunda colocada na votação do grupo com representantes dos corpos docentes e discentes, além de funcionários, foi intensificado a pressão de ambos os lados, uns buscando o referendo de Vagner Belo e Albanir Borrasca e outros almejando a rejeição, com o discurso que a decisão do Conselho Universitário deveria prevalecer. Os professores doutores Alexandre Teixeira de Souza e Wendel Cleber Soares alcançaram a primeira colocação no pleito com 12 votos. A terceira dupla, sem candidatura, é formada pelos também professores doutores Marceli Moço Silva e Fábio Alexandre Guimarães Botteon.

Protestos de alunos ocorreram antes da votação da Câmara como durante a sessão ordinária de ontem. Eles se concentraram na praça Élio Micheloni. Uma Carta Aberta aos vereadores foi publicada pelo Centro Acadêmico da instituição, com críticas à decisão do prefeito. O documento também foi lido na sessão desta segunda.

Outro ofício lido encaminhado para Câmara, assinado por Márcio Cardim, pontuou que o professor doutor Alexandre Teixeira de Souza “omitiu o fato de estar cursando Engenharia Civil na instituição”. Conforme o Executivo, os documentos encaminhados pela atual Reitoria apontam, “de forma concomitantes, aulas ministradas e aulas assistidas pelo professor”.

O fato foi uma das justificativas, além de outras questões, apontadas pelos vereadores que referendaram os nomes de Vagner Belo e Albanir Borrasca. Já os discursos dos parlamentares contrários ressaltaram a necessidade de autonomia da autarquia municipal e respeito a escolha do Conselho Universitário.

O resultado – contrário ao desejo de Márcio Cardim – pode resultar em uma judicialização, caso o prefeito opte por nomear a sua escolha seguindo situações similares em universidades federais e estaduais, quando o presidente da República e governador não indicaram os nomes que encabeçaram as respectivas listas tríplices, conforme o vereador Hélio José dos Santos.

A decisão deve sair até 30 de junho, data em que se encerra o mandato do atuar reitor, professor doutor Paulo Sérgio da Silva.

OMS alerta que vacinas estão escassas nos países mais pobres

Alguns países que recebem vacinas por meio do esquema de partilha da Organização das Nações Unidas (ONU), a Covax, estão sem doses suficientes para continuar os programas de vacinação, avisou a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A Covax entregou 90 milhões de doses a 131 países, número que nem sequer está perto da quantidade suficiente para proteger aquelas populações, alerta Bruce Aylward, conselheiro da OMS. A insuficiência é maior na África, que enfrenta nova onda de infecções.

O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, pediu que os países ricos  deixem de monopolizar as vacinas. Ele lembrou que em todo o continente africano só foram administradas 40 milhões de doses – menos de 2% da população.

Ramaphosa anunciou que a OMS está instalando na África do Sul um hub para dar a companhias dos países pobres e em vias de desenvolvimento o conhecimento e as licenças para produzir vacinas contra a covid-19. Ele chamou a iniciativa de “passo histórico” na partilha de tecnologia que salva vidas.

hub pode permitir que as companhias africanas consigam produzir vacinas com a tecnologia mRNA (usadas nas vacinas da Pfizer e da Moderna) dentro de 9 a 12 meses.

Segundo a OMS, duas companhias já integram o sistema e há negociações para que a Pfizer e a Moderna participem.

“Com a iniciativa, vamos mudar a narrativa”, disse Ramaphosa, em entrevista coletiva para anunciar o programa.

A OMS vem pedindo aos países ricos que partilhem a tecnologia das vacinas. A iniciativa de ajudar os países africanos a produzir vacinas é especialmente urgente, em um momento em que os casos e mortes no continente aumentaram quase 40% na semana passada.

“Tenho o prazer de anunciar que a OMS está em negociações com um consórcio de empresas e instituições para estabelecer um centro de transferência de tecnologia na África do Sul”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Em comunicado, a OMS descreveu o hub como uma instalação de treino, “onde a tecnologia é implantada em escala industrial e o desenvolvimento clínico é realizado. Os fabricantes interessados, de países de baixo e médio rendimento, podem receber treinamento e quaisquer licenças necessárias para a tecnologia”.

As duas empresas sul-africanas que já participam são a Afrigen Biologics e a Biovac.

O cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, afirmou que a organização negocia com a Pfizer e a Moderna, que produziram vacinas amplamente utilizadas em países ricos usando a nova tecnologia de mRNA.

“Poderemos esperar vacinas a serem produzidas na África no período de 9 a 12 meses, acrescentou Swaminathan.

Copom: Inflação persiste, mas economia evolui mais que o esperado

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) informou hoje (22) que o aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, levou em consideração a “persistência da pressão inflacionária” maior que a esperada, sobretudo entre os bens industriais. Apesar da persistência, o comitê identifica tendência de melhora na economia do país. Na última quarta-feira (16), o Copom elevou a Selic de 3,5% ao ano para 4,25% ao ano.

“Adicionalmente, a lentidão da normalização nas condições de oferta, a resiliência da demanda e implicações da deterioração do cenário hídrico sobre as tarifas de energia elétrica contribuem para manter a inflação elevada no curto prazo, a despeito da recente apreciação do Real”, informou a autoridade monetária ao divulgar a ata da reunião realizada na semana passada pelo comitê.

Apesar da persistência inflacionária apontada, o BC prevê uma “evolução mais positiva do que o esperado” para a economia brasileira, conforme vem sendo identificado nos indicadores recentes que mostram “revisões relevantes” nas projeções de crescimento. Com isso, acrescenta a ata, “os riscos para a recuperação econômica reduziram-se significativamente”.

No cenário externo, a ata registra que estímulos fiscais e monetários em alguns países desenvolvidos têm promovido ”uma recuperação robusta da atividade econômica”, o que corrobora para um cenário mais otimista nesses países.

“No cenário básico, com trajetória para a taxa de juros extraída da pesquisa Focus e taxa de câmbio partindo de US$ 5,052, e evoluindo segundo a paridade do poder de compra, as projeções de inflação do Copom situam-se em torno de 5,8% para 2021 e 3,5% para 2022”, diz a ata.

Levando em conta esse cenário, o Copom prevê uma trajetória de juros que se eleva para 6,25% ao ano em 2020 e para 6,5% ao ano, em 2022. “As projeções para a inflação de preços administrados são de 9,7% para 2021 e 5,1% para 2022. Adota-se uma hipótese neutra para a bandeira tarifária de energia elétrica, que se mantém em ‘vermelha patamar 1’ em dezembro de cada ano-calendário”, complementa.

Na avaliação do BC, manifestada semana passada pelo Copom, foi dito que o cenário indica ser apropriada a normalização da taxa de juros para patamar considerado neutro, de forma a mitigar a disseminação dos atuais choques temporários sobre a inflação. “Não há compromisso com essa posição e que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar o cumprimento da meta de inflação”, complementa a nota.

Para a próxima reunião, a expectativa é de “continuação do processo de normalização monetária com outro ajuste da mesma magnitude”. O comitê, no entanto, ressalta que uma deterioração das expectativas de inflação para o horizonte “pode exigir uma redução mais tempestiva dos estímulos monetários”.

Trajetória

Com a decisão, a Selic continua em um ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano, em março de 2018.

Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Esse foi o menor nível da série histórica iniciada em 1986.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

O centro da meta inflacionária, definida pelo Conselho Monetário Nacional, está em 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Auxílio emergencial: nascidos em abril podem sacar 3ª parcela

A Caixa paga nesta terça-feira (22) a terceira parcela do auxílio emergencial aos trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em abril, inscritos no programa por meio do site e do aplicativo, mas estão fora do Bolsa Família. A quarta parcela está marcada para 1º de agosto.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Calendário de pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial
Calendário de pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial – Caixa – Divulgação

Bolsa Família

Também hoje, a Caixa realiza o pagamento da terceira parcela do auxílio para beneficiários do Bolsa Família com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 4. O pagamento do auxílio é feito da mesma forma e nas mesmas datas do benefício regular do programa.

Para quem recebe por meio da Poupança Social Digital, os recursos podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem e na Rede Lotérica de todo o Brasil, ou sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou Cartão Cidadão.

Calendário de pagamento do Bolsa Família
Calendário de pagamento do Bolsa Família, por Divulgação/Ministério da Cidadania

Atendimento ao cidadão

A central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h, gratuitamente, e está pronta para atender os beneficiários do Auxílio Emergencial. Além disso, o banco disponibiliza, ainda, o site auxilio.caixa.gov.br.

Pelas regras estabelecidas pela Medida Provisória 1.039/2021, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo.

É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso. O beneficiário recebe o maior valor, seja a parcela paga no programa, seja a do auxílio emergencial.

O valor médio do benefício será de R$ 250, variando de R$ 150 a R$ 375, a depender do perfil do beneficiário e da composição de cada família.

Adamantina confirma mais duas mortes por covid-19 e 60 casos positivos

Adamantina inicia a semana com duas novas mortes por covid-19 e outros 60 casos positivos da doença. As informações constam no boletim epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Saúde na tarde desta segunda-feira (21).

Conforme a pasta, o 101º óbito confirmado é de um homem, de 75 anos, que possuía histórico de comorbidade. “O mesmo estava como suspeito na atualização de sexta-feira (18), porém, o teste deu positivo para covid-19”, informou a Secretaria.

Já a 102ª morte na cidade é de uma mulher, 70 anos, com histórico de comorbidade.

CASOS POSITIVOS

Em comparação com sexta, a quantidade de casos positivos passou de 3.105 para 3.165 – aumento de 60 registros.

CURADOS

O número de curados também teve aumento, de 2.856 para 2.915 – 59 novos munícipes livres do vírus.

OUTROS DADOS

Os casos ativos permanecem em 148 e, os suspeitos, caíram de 98 para 34.

Lucélia começa a semana sem morte por covid-19 e com 40 novos curados

Ao contrário dos últimos dias, Lucélia inicia a semana sem mortes por covid-19 e com aumento na quantidade de curados da doença, nesta segunda-feira (21). Em comparação com o boletim epidemiológico de sexta-feira (18), são mais 40 munícipes livres do vírus na cidade.

Dos 1.739 casos positivos desde o início da pandemia, 1.622 estão curados do coronavírus. O boletim de hoje traz também a confirmação de 19 novos registros. A quantidade de mortes permanece em 51.

No momento, o Município tem 71 suspeitos, outros 61 em quarentena e cinco munícipes internados.

Lucélia inicia imunização de pessoas entre 46 a 49 anos contra covid-19 nesta terça

A Secretaria Municipal de Saúde de Lucélia informa que nesta terça-feira (22), acontecerá mais uma etapa da vacinação contra a covid-19. Serão contempladas as pessoas entre 46 a 49 anos.

A ação será realizada no período das 8h às 14h no Centro de Saúde. É indispensável a apresentação do documento de identificação (RG e CPF) e que todos estejam fazendo uso da máscara.

A Secretaria lembra que a população que não se aglomere em um único horário. Caso a pessoa não consiga tomar a vacina na terça-feira, poderá procurar a unidade posteriormente.

Especialistas recomendam vacinas contra doenças mais comuns no inverno

O efeito do clima frio e seco nas mucosas do sistema respiratório e a convivência em ambientes mais fechados estão entre as razões que fazem do inverno um período mais propício para doenças de transmissão respiratória. Além de se agasalhar, usar máscara e redobrar os cuidados de higiene, especialistas ouvidos pela Agência Brasil recomendam vacinas já disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e em clínicas privadas para reforçar as defesas do organismo.

A lista de enfermidades que se propagam na estação mais fria do ano vai desde as tradicionais gripes, causadas pelo vírus Influenza, até a covid-19, contra a qual todo o grupo de risco já pode se vacinar. Há ainda as infecções bacterianas, que causam doenças como a meningite e a pneumonia.

Influenza

As vacinas contra o vírus Influenza estão disponíveis no SUS e em clínicas privadas. Na rede pública, a vacina protege contra três tipos do vírus: duas cepas do tipo A e um dos tipos de Influenza B. Já na rede privada, a vacina é quadrivalente, por proteger também contra um segundo tipo B do Influenza.

Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a vacina contra a gripe é recomendada para toda pessoa a partir de 6 meses de vida, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença. No SUS, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe está na terceira etapa, com foco em nove públicos alvos LINK 1 .

Nas duas primeiras etapas da campanha nacional, foram vacinados pessoas acima dos 60 anos de idade, professores, crianças de seis meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias); gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto); povos indígenas e trabalhadores da saúde. As pessoas que ainda não se vacinaram podem ir a um posto de saúde.

Covid-19

Como a campanha de vacinação contra a gripe ocorre ao mesmo tempo que a imunização contra a covid-19, a orientação do Ministério da Saúde é priorizar a vacina contra a covid-19 e só receber a dose do imunizante contra o Influenza 14 dias depois de vacinado contra a covid-19.

A diretora da Regional Espírito Santo da SBIm, Ana Paula Burian, lembra que tanto a gripe quanto a covid-19 são mais facilmente transmitidas em ambientes fechados e sem o uso de máscara. Sobre a covid-19, ela destaca que as medidas de prevenção não podem ser suspensas com a vacinação.

“O CDC [Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos] recomenda quatro passos para evitar a covid-19: uso de máscara, distanciamento, hábitos de higiene e vacina. Um único mecanismo desses não é suficiente para proteger ninguém contra a covid”, alerta. “É importante que, tomando ou não a vacina, e o ideal é que todos tomem as duas doses, mantenha o uso de máscara, o distanciamento social e a higiene das mãos”.

A diretora da SBIm explica que, como o mundo vive uma pandemia, não é possível atribuir uma sazonalidade à covid-19, já que sua incidência se dá em todos os locais e em todas as épocas do ano. Mesmo assim, o agravamento da pandemia no último inverno do Hemisfério Norte e os hábitos da população diante do frio preocupam e requerem uma vacinação mais rápida e com ampla adesão da população.

“Em lugares muito frios, as pessoas tendem a se reunir em ambientes pequenos e fechados para se aquecer e acabam se alimentando nesse ambiente. Se eu estou em um restaurante em que todo mundo tira a máscara, e está tudo fechado porque está frio, a chance de disseminar a doença ali é maior”, disse.

Meningite e pneumonia

Ambientes fechados também podem facilitar a circulação de bactérias que causam doenças graves como a meningite e a pneumonia. Infectologista e gerente médica de vacinas da GSK, Lessandra Michelin explica que, além do comportamento das pessoas no frio, o próprio clima facilita a disseminação das doenças respiratórias.

“Quando a gente se expõe ao ar frio, muitas vezes a nossa mucosa fica seca, fica mais machucada e fica mais propensa à infecção”, destaca a infectologista, que defende a combinação da vacinação com hábitos saudáveis para uma proteção completa. “Estar bem agasalhado, bem hidratado e bem alimentado nessa época de frio também ajuda a prevenir infecção”, recomenda.

No caso das pneumonias e meningites, o calendário de vacinação da criança do Programa Nacional de Imunizações prevê a vacina Pneumocócica 10 valente, que, segundo a SBIm, previne cerca de 70% das doenças graves (pneumonia, meningite, otite) causadas por dez sorotipos de pneumococos. Já a vacina pneumocócica conjugada 13-valente, que previne contra 13 sorotipos da bactéria, pode ser encontrada nos Centro de Referências para Imunobiológicos Especiais (Crie), para pacientes com condições específicas de saúde, e em serviços privados de vacinação. Há ainda a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente, para crianças, adolescentes e adultos de grupos de risco para doença pneumocócica e para pessoas com mais de 60 anos de idade.

Outra doença bacteriana de transmissão respiratória que pode ser prevenida com vacinas é a coqueluche. A imunização contra a doença é feita pela vacina dTpa, que protege também contra o tétano e a difteria. O imunizante pode ser encontrado em clínicas privadas e, no SUS, está disponível para gestantes, puérperas e profissionais de saúde que atuam em maternidades e serviços de atendimento a recém-nascidos.

“Vacina não é só para criança, é um programa de família. Todo mundo pode ser protegido, a criança, o bebê, o adolescente, adultos, idosos, gestantes”, disse Lessandra Michelin, acrescentando que dúvidas em relação a quais vacinas tomar também podem ser tiradas em consultas médicas. “O médico vai revisar quais são as vacinas recomendadas para a faixa etária e vai indicar”.

Avião com 1,5 milhão de doses da Janssen chega nesta terça, diz ministro

0

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou hoje (21), em Brasília, que um avião com 1,5 milhão de doses da vacina contra covid-19, da farmacêutica Janssen, deve chegar ao Brasil às 6h45 de amanhã (22), no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). 

O anúncio foi feito após uma previsão inicial, de receber 3 milhões de doses até 15 de junho, não ter sido confirmada. De acordo com o Ministério da Saúde, o envio foi cancelado pela própria Janssen, que não teria explicado os motivos.

Queiroga afirmou que a vacina da Janssen “é muito útil” por ser de dose única, proporcionando uma vacinação “mais rápida” da população. Ele não detalhou se as doses da vacina da Janssen serão direcionadas a algum grupo específico.

As declarações foram dadas durante audiência pública da Comissão Temporária da Covid-19, no Senado. O ministro voltou a afirmar que o governo planeja a vacinação – com ao menos uma dose – de todos os adultos até setembro, e a imunização completa de todas as pessoas acima de 18 anos até dezembro. 

Para isso, a previsão é distribuir 60 milhões de doses em agosto e outros 60 milhões em setembro, além das 41 milhões confirmadas pela pasta para julho. O cronograma detalhado, contudo, ainda não foi divulgado pelo ministério.

“A gente ainda não divulgou o calendário detalhado desses imunizantes nos outros meses [agosto e setembro] porque ainda não temos confirmação dos laboratórios”, disse o secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz.

Revacinação

O ministro Marcelo Queiroga foi questionado por senadores sobre notícias segundo as quais o Ministério da Saúde estaria preocupado com a baixa eficácia da vacina CoronaVac na população idosa, e se haveria a necessidade de revacinação dessa faixa etária.  

Os parlamentares perguntaram também se o ministério considera não assinar novos contratos de aquisição do imunizante, desenvolvido pela chinesa Sinovac e fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan.

O ministro afirmou que a necessidade de uma eventual revacinação, em qualquer faixa etária ou grupo da população, precisa ser esclarecida por estudos científicos cujas respostas só devem estar prontas no ano que vem. “Pesquisas estão em encaminhamento. E o que o Ministério da Saúde tem que fazer é se programar para ter vacinas disponíveis para aplicar, num curto espaço de tempo, no ano de 2022, se for o caso”, disse.

Ele citou um estudo em andamento na cidade de Serrana (SP), cuja população foi toda vacinada com a CoronaVac. O ministro negou haver desconfiança em relação ao imunizante.  “Não há nenhum tipo de mudança de estratégia em relação a esse imunizante”, afirmou.

“O fato é que essa vacina tem sido útil para o Plano Nacional de Imunização, e essa é a posição oficial do Ministério da Saúde, até que exista algum dado científico que faça com que nós tenhamos uma posição diversa”, acrescentou Queiroga.

Outros assuntos

Durante a audiência, o ministro também negou que haja falhas no monitoramento da variante delta do novo coronavírus. Essa variante, identificada primeiro na Índia, tem sido temida por, aparentemente, apresentar maior potencial de contágio e hospitalização.

Ele confirmou a identificação de ao menos nove casos da variante delta no Brasil, mas afirmou que todos são monitorados e que “não há qualquer indício de transmissão comunitária dessa variante no Brasil”.

A respeito do retorno às aulas presenciais na rede pública de ensino, Queiroga destacou que não considera necessário ter 100% dos professores vacinados, uma vez que, com percentuais superiores a 80%, já seria possível controlar a transmissão da doença por meio do monitoramento de casos.

Ele afirmou que deve se reunir em breve com o ministro da Educação, Milton Ribeiro, o ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, e o advogado-geral da União, André Mendonça, para discutir a possível volta de aulas presenciais em todo o Brasil a partir do segundo semestre. “Isso já tem acontecido em alguns estados e na própria iniciativa privada”, disse.

*Matéria atualizada para corrigir a declaração do ministro Queiroga. O correto é que toda a população adulta deverá ser vacinada, e não 70% como registrado inicialmente.

Energisa alerta: período prolongado de estiagem desperta atenção para risco de queimadas perto da rede elétrica  

0

Com a baixa incidência de chuvas dos últimos meses, o período prolongado de estiagem desperta a atenção para um problema recorrente em várias regiões do país: as queimadas. O fato é que as queimadas, sejam acidentais ou provocadas pela interferência humana, nas áreas urbanas e rurais, trazem diversos prejuízos à comunidade, a natureza e à rede de energia elétrica.   

O gerente de Operação da Energisa Sul-Sudeste, Tiago Luis Diorio Sanches, explica que as chamas causadas pelas queimadas em matas, terrenos baldios e outros lugares próximos às redes de baixa, média e alta tensão, são capazes de ocasionar sérios transtornos aos consumidores e aos serviços essenciais, devido à interrupção do fornecimento de energia elétrica.   

“Mesmo sem atingir a rede diretamente, as queimadas colocam em risco a segurança da comunidade e a distribuição de energia. O calor intenso que provém das chamas pode danificar a estrutura da rede, como cabos condutores, postes, equipamentos do sistema elétrico e, consequentemente, causar a interrupção no fornecimento da energia para os clientes”, detalha.   

Tiago orienta que, em caso de incêndios, a população precisa acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros, pelo número 193, e se o incêndio estiver próximo aos cabos de energia elétrica, avisar também a Energisa. “Nossas equipes são treinadas e capacitadas para agir de maneira rápida e segura com objetivo de eliminar o risco e garantir o abastecimento de energia elétrica”.   

Para evitar incêndios, tanto na área urbana quanto na rural, a Energisa Sul-Sudeste listou algumas dicas importantes:  

– Não faça queimadas para limpar pastagem ou plantio agrícola;  

– Evite acender fogueiras, principalmente em locais perto da rede elétrica;  

– Quando acender uma fogueira, posteriormente apague as cinzas com água, para que o vento não leve as brasas para matas, terrenos baldios ou lixões;  

– Nunca jogue pontas de cigarro ou fósforos acesos em lixeiras, às margens de rodovias ou próximo a qualquer tipo de vegetação;  

– Não queime o lixo doméstico.  

– Vale lembrar que realizar queimadas próximo às linhas de transmissão constitui crime federal previsto no Decreto 2.661, de julho de 1998, que proíbe atear fogo numa faixa de 15 metros dos limites de segurança das linhas de transmissão de energia e de 100 metros ao redor das subestações.  

Ao avistar um incêndio perto da rede elétrica, contate a Energisa:  

Casa da Amizade entrega brinquedoteca ao Conselho Tutelar de Adamantina

O Conselho Tutelar de Adamantina recebeu da Casa da Amizade de Adamantina uma brinquedoteca que é composta por tatame, lego com 400 peças, bonecas e bonecos, carrinhos, 50 livros para colorir, livros de leitura, lápis de cor, banco tipo poof, caixa organizadora e poltrona.

A entrega oficial contou com a presença do prefeito Márcio Cardim, da vice-prefeita Maria de Lourdes Santos Gil, secretaria de assistência social, Andreia Regina Ribeiro, do presidente da Câmara, Paulo Cervelheira, a presidente da Casa da Amizade, Márcia Aparecida Soares Coelva Lupo e a futura presidente, Lucia de Oliveira, os integrantes do Conselho Tutelar e a presidente do Conselho Municipal da Crianças e do Adolescente, Franciele Guarino Peron.

A presidente da Casa da Amizade, Márcia Lupo, comenta que a brinquedoeca foi adquirida com recursos da Casa da Amizade. “Nós recebemos diversos ofícios pedindo ajuda e optamos pelo do Conselho Tutelar. O nosso desejo é oferecer conforto para as crianças que são atendidas no espaço”, comenta.

Vagner Antônio Mantovani, presidente do Conselho Tutelar, agradece a doação feita pela Casa da Amizade de Adamantina. “A brinquedoteca será usada pelas crianças tanto para recreação lúdica e também como uma sala de escuta para que os nossos trabalhos sejam efetuados”, afirma.

Em Adamantina, a Casa da Amizade está presente desde novembro de 1966 atuando há mais de 50 anos com obras destinadas a todos os que legitimamente necessitam de apoio.

O que é a Casa da Amizade – A Casa da Amizade de Adamantina é uma associação composta por senhoras de rotarianos, cuja ação principal é a benemerência e a filantropia, com a finalidade de atender através de suas obras a todos que legitimamente necessitem de apoio.

Desenvolve atividades de auxílio e cooperação junto a várias instituições filantrópicas do município.

Focus: mercado financeiro eleva expansão do PIB de 4,85% para 5%

Com base em consultas a instituições financeiras, o Banco Central elevou de 4,85% para 5% a projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, para 2021. 

As estimativas constam do boletim Focus de hoje (21), divulgado semanalmente pelo BC, com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2023 e 2024, o mercado financeiro a projeção é de expansão do PIB em 2,50%.

Para 2022, houve um recuo na expectativa, com um crescimento anual menor do que o projetado há uma semana. A projeção caiu de 2,2% para 2,1%. 

Inflação

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,82% para 5,90%. Para 2022, a estimativa de inflação se manteve em 3,78%. Tanto para 2023 como para 2024, a previsão para o índice se mantém em 3,25%. 

A estimativa para 2021 supera o limite da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

O centro da meta de inflação para 2022 é 3,50% e para 2023, 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos.

Taxa de juros

O principal instrumento usado pelo BC para alcançar a meta de inflação é a taxa básica de juros (Selic), que é fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A previsão das instituições financeiras para a Selic em 2021 registrou alta, passando dos 6,25% previstos há uma semana para 6,50%, conforme o boletim Focus desta semana. O mesmo índice é esperado para 2022, 2023 e 2024.

Câmbio

Com relação ao valor do dólar, a expectativa do mercado para o valor da moeda norte-americana está menor do que a registrada na semana passada, passando de R$ 5,18 para R$ 5,10. Para os três anos seguintes, a projeção  é estável, em R$ 5,20 para 2022; em R$ 5,10 para 2023 e em R$ 5 para 2024.