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Trabalhadores nascidos em novembro podem sacar auxílio emergencial

A partir desta quarta-feira (16), os trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em novembro podem sacar a segunda parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 5 de julho.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

CALENDÁRIO DA SEGUNDA
PARCELA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL 2021
Calendário de saques da segunda parcela do auxílio emergencial 2021 – Divulgação governo federal

 A terceira parcela poderá ser sacada a partir de 27 de julho e a quarta, a partir de 27 de agosto. 

Ontem (15), o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que o banco estuda antecipar o pagamento da quarta parcela do auxílio emergencial. O atual cronograma prevê que a Caixa comece a depositar os valores relativos à quarta parcela na conta social digital dos beneficiários nascidos em janeiro a partir de 23 de julho e que os depósitos da quarta fase se estendam até 22 de agosto, com o pagamento para os nascidos em dezembro.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

No dia 8 de junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o auxílio emergencial será prorrogado por pelo menos mais dois meses. Previsto para terminar em julho, o benefício pode ser estendido até setembro, mas esse período ainda poderá ser ampliado, caso a vacinação da população adulta não esteja avançada. 

“O presidente Jair Bolsonaro é quem vai decidir o prazo. Primeiro, esses dois ou três meses, e então devemos aterrissar em um novo programa social que vai substituir o Bolsa Família”, disse.

Segundo Guedes, os recursos para a prorrogação do auxílio emergencial serão viabilizados por meio de abertura de crédito extraordinário. Atualmente, o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.

Covid-19: Pfizer vai entregar 2,4 milhões de doses nesta semana

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A Pfizer e sua parceira, BioNTech, anunciaram nesta terça-feira (15) que enviarão ao Brasil 2,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 nesta semana, entre hoje e quinta-feira (17). 

Conforme comunicado divulgado pelas empresas, a remessa será enviada em três lotes. Hoje chegam 530 mil doses. Outras 936 mil deverão chegar amanhã (16) e igual quantitativo na quinta-feira (17). Com as entregas dessa semana, o número de vacinas disponibilizadas pela farmacêutica chegará a 10,6 milhões.

O consórcio Pfizer BioNTech fechou acordo com o governo brasileiro em março deste ano que envolve a aquisição de 100 milhões de doses. Em maio, um novo negócio previu mais 100 milhões de doses, que serão entregues entre outubro e dezembro.

Covax facility

O Ministério da Saúde anunciou também hoje que na próxima semana receberá mais um lote de vacinas contra a covid-19 do consórcio Covax Facility, coordenado pela Organização Mundial de Saúde e que reúne governos e fabricantes.

Serão enviadas ao país 842,4 mil doses pelo consórcio. Até o momento, o Brasil recebeu cinco milhões de doses pela Covax Facility. Pelo investimento feito, o país tem direito a 42,5 milhões até o fim do ano. O Ministério da Saúde não divulgou quando deverá ter a próxima remessa.

Decisão sobre reajuste de bandeiras tarifárias deve sair até o dia 30

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O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, disse hoje (15), em Brasília, que a decisão sobre o aumento no valor das bandeiras tarifárias deve ser tomada até o fim de junho. Ele afirmou que o reajuste deve passar de 20%.

Este será o primeiro aumento nos valores das bandeiras desde 2019. Em 2020, por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19), os valores foram mantidos e a bandeira verde foi acionada de junho a novembro.

O país vive a pior crise hídrica dos últimos 91 anos, com os reservatórios das bacias das principais usinas hidrelétricas em níveis muito baixos. Por isso, houve a necessidade de acionamento de mais usinas termelétricas. O acionamento das bandeiras tarifárias reflete o aumento no custo da geração de energia no país.

Desde março, a Aneel acionou o sistema de bandeiras tarifárias que chegou em junho ao ponto mais alto – vermelha no patamar 2 – com a cobrança adicional de R$ 6,243 para cada 100kWh (quilowatt-hora) consumidos.

Redução

Também em março, a Aneel abriu uma consulta pública sobre a revisão dos adicionais e das faixas de acionamento para as bandeiras tarifárias no período 2021/2022. A proposta da agência é de redução no valor da bandeira tarifária amarela, que passaria R$ 1,343 a cada 100 kWh consumidos para R$ 0,996.

Já a bandeira vermelha 1 subiria de R$ 4,169 a cada 100 kWh para R$ 4,599 para cada 100 kWh consumidos e a bandeira vermelha 2 aumentaria de R$ 6,243 para R$ 7,571 para cada 100 kWh consumidos.

“Hoje temos um custo de R$ 6,24 a cada 100 kilowatt hora consumidos, mas certamente o valor final será bem maior do que R$ 7 e alguns centavos, esse valor deve superar os 20%. A agência [Aneel] deve estar tomando essa decisão ainda no mês de junho do novo valor das bandeiras para pagar as térmicas”, afirmou Pepitone, durante audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados para debater a crise hídrica no país.   

Medidas

Principal fonte de energia elétrica do país, as usinas hidrelétricas são responsáveis por pouco mais de 62% de toda a geração elétrica, mas sofrem com o regime hídrico abaixo da média histórica.

Há escassez de chuvas, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, onde se concentram as principais bacias hidrelétricas. O problema atinge especialmente as bacias dos rios Parnaíba, Grande, Paraná e Tietê.

Por conta desse cenário, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) decidiu, em maio, despachar fora da ordem de mérito todos os recursos da geração termelétrica até dezembro. O custo desse despacho térmico foi estimado pela Aneel em R$ 8,99 bilhões, dos quais R$ 4,3 bilhões já foram usados no período de janeiro a abril de 2021.

Segundo Pepitone, além do aumento nos valores das bandeiras tarifárias, a medida vai ter um impacto médio nas tarifas de energia de 5%, percentual que será repassado ao consumidor em 2022.

“Só temos praticamente água para atender a geração de energia do país até novembro. Até lá, teremos que atender os país com as térmicas e isso tem um custo”, disse o diretor da Aneel.

Além da geração térmica, outras medidas estão sendo adotadas para evitar que os reservatórios das usinas hidrelétricas fiquem ainda mais vazios. No dia 1º, a ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento) decidiu declarar emergência hídrica na Bacia do Paraná. A medida permite a limitação de volumes de captação de água nos rios da bacia em caso de necessidade.

Flexibilização

O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Carlos Ciochi, disse, na mesma audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Câmara, que outras ações foram discutidas e apresentadas ao Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. A mais importante delas abrange a redução na vazão das Usinas Jupiá e Porto Primavera e a flexibilização dos reservatórios da cabeceira do rio Paraná, principalmente do reservatório da usina de Furnas.

De acordo com Ciochi, a expectativa é que a medida gere um ganho de armazenamento de 3,8% do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Não usaremos essas águas para a geração de energia elétrica visando garantir a governabilidade de toda a cascata, para garantir que todos os reservatórios tenham o mínimo de água”, disse.

Outra proposta é a de reduzir o calado ou paralisar a hidrovia Tietê-Paraná a partir de 1º julho. O ganho de armazenamento com a redução do calado seria de 0,5% e a paralisação de 1,6% no SIN. Ainda há a proposta de flexibilizar a operação dos reservatórios do rio São Francisco, com ganho de 0,8% do SIN. Segundo Ciochi, mesmo com a adoção dessas ações, o nível dos reservatórios deve ficar em 10% no fim do ano.

“As ações vão permitir estocar água para outubro e novembro. Se não adotarmos essas medidas chegaremos em 2022 em uma condição muito frágil para atender a necessidade de energia do próximo ano”, alertou Ciochi.

O diretor do ONS disse, ainda, que essas medidas geram impactos ambientais que estão sendo debatidos com órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e que elas não vão gerar prejuízos para outros usos da água, como o para consumo humano, irrigação e dessedentação (uso de água por animais).

Após longa fila de espera, Secretaria de Saúde inicia distribuição de senhas para vacinação da covid-19

A longa fila durante todo o dia para vacinação contra covid-19 no CIS (Centro Integrado de Saúde), em Adamantina, motivou a Secretaria de Saúde alterar a sistemática de imunização, agora com a distribuição de senhas. O atendimento será estendido nesta terça-feira (15), até às 19h, para atender os munícipes que ainda aguardam a aplicação da vacina.

A partir desta quarta-feira (16), será disponibilizada 400 senhas, diariamente, distribuídas entre as unidades de saúde da cidade. O público que está sendo imunizado compreende de 50 a 59 anos.

A pasta reforça que a vacinação será realizada durante toda a semana até o dia 22 de junho, inclusive no sábado (19), das 8h às 15h. “A Prefeitura de Adamantina pede a compreensão de todos, pois o número de integrantes na atual faixa etária é elevado”, finaliza a nota.

‘Plácido Rocha’ integra Programa de Novas Vicinais lançado pelo Governo do Estado

No início da tarde de ontem (14), o governador João Doria anunciou os municípios que foram contemplados na segunda fase do programa ‘Novas Estradas Vicinais’. O prefeito Márcio Cardim esteve em São Paulo e participou do lançamento.

Adamantina está inserida no programa e foi contemplado 26,4 quilômetros de recapeamento da vicinal Plácido Rocha. Um total de R$17.815.588,05 em investimentos. A obra abrange serviços de recapeamento e sinalização.

“Esta reivindicação consta no nosso Plano de Governo do segundo mandato, e logo no primeiro ano vamos viabilizar o que foi pautado. É uma obra de alto investimento que trará grandes benefícios econômicos, já que liga duas importantes rodovias, a Comandante João Ribeiro de Barros e Marechal Rondon. Agradeço o governador João Dória, ao deputado estadual Mauro Bragato e ao deputado federal Alexandre Leite por apoiarem a inclusão de Adamantina neste importante programa”, disse o prefeito.

RELEMBRE

Após o primeiro anúncio do Governo do Estado do lançamento do Programa, prefeito Márcio Cardim, o secretário de planejamento João Vitor Marega e o de obras, Wellington Zerbini e, ainda, o diretor de engenharia e projetos arquitetônicos, Rodrigo Gumiero estiveram no Departamento de Estradas e Rodagem (DER), em reunião com Helena Aguiar e Álvaro Ferro, engenheiros do DER e Franciso Torturello, diretor do escritório desenvolvimento regional.

Na oportunidade, eles foram informados que a vicinal Plácido Rocha será submetida a recuperação funcional, com melhorias no piso e drenagem. O projeto já está aprovado pelo DER.

Caixa antecipa pagamento de terceira parcela do auxílio emergencial

A Caixa Econômica Federal anunciou que vai antecipar os pagamentos da terceira parcela do auxílio emergencial. O novo calendário tem início no dia 18 de junho, com os depósitos para os nascidos em janeiro, e vai até o dia 19 de julho para os nascidos em dezembro.

Tabela auxilio emergencial caixa
Divulgação/Caixa Ecônomica Federal

Antes, os pagamentos seriam feitos até o dia 12 de agosto. De acordo com a Caixa, para os beneficiários do Bolsa Família, nada muda. Eles continuam a receber o auxílio emergencial 2021 da mesma forma e nas mesmas datas do benefício regular.

Em maio, a Caixa já havia antecipado o pagamento da segunda parcela em cerca de duas semanas.

A Caixa disse ainda que quem recebe o auxílio por meio da conta digital, poderá movimentá-los pelo aplicativo Caixa Tem e na Rede Lotérica. O benefício também poderá ser sacado por meio do Cartão Bolsa Família ou Cartão Cidadão.

Aplicativo Poupatempo Digital permite acesso à carteira de vacinação contra a covid-19

Para atender as necessidades da Secretaria Estadual da Saúde no gerenciamento integrado da pandemia, a Prodesp – empresa de Tecnologia do Governo de São Paulo -, oferece três funcionalidades da campanha de imunização contra a Covid-19 no aplicativo Poupatempo Digital. Entre elas, está a carteira de vacinação, fundamental para quem ainda precisa concluir a imunização, mas está sem o comprovante em papel, que é oferecido nos postos durante a primeira dose da vacina. 

A carteira de vacinação digital pode ser acessada pelo celular e conta com as mesmas informações do comprovante entregue no formato impresso à população imunizada. No app é possível baixar e fazer a impressão da carteira digital, caso seja necessário. Ela já vem com um QR Code, que comprova os dados do cidadão e da vacinação anterior.   

“Neste momento em que a tecnologia tem se mostrado ainda mais essencial na vida das pessoas, a Prodesp, em parceria com a Secretaria Estadual da Saúde, desenvolveu a versão digital da Carteira de Vacinação, para oferecer mais praticidade, na palma da mão. Como o comprovante de vacinação deve ser apresentado para a aplicação da segunda dose, caso o cidadão não tenha o documento impresso, poderá apresentar carteira digital, no celular”, explica André Arruda, presidente da Prodesp. 

Além da carteira de vacinação, o aplicativo do Poupatempo também possibilita ao usuário realizar o pré-cadastro e ter acesso à validação do certificado de vacinação. 

Apesar de não ser obrigatório, o pré-cadastro, quando feito online – no app Poupatempo Digital ou no site www.vacinaja.sp.gov.br – diminui em até 90% o tempo de permanência no local de vacinação. O preenchimento é simples e rápido, tanto que a plataforma já contabiliza mais de 8,5 milhões de cidadãos cadastrados. 

Já a validação do certificado de vacinação oferece à pessoa imunizada a garantia de um documento oficial, que pode ser conferido online.

Poupatempo Digital 

Desenvolvido pela Prodesp, o super App do Poupatempo disponibiliza mais de 110 serviços online de diversos órgãos. Lançando em maio de 2020, a ferramenta já foi baixada quase cinco milhões de vezes.

De janeiro a maio deste ano foram contabilizados quase oito milhões de serviços no app do Poupatempo. A versão digital da Carteira de Vacinação teve 400 mil acessos pelo aplicativo. 

Trabalhadores nascidos em outubro podem sacar auxílio emergencial

A partir desta terça-feira (15), os trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em outubro podem sacar a segunda parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 2 de julho. A terceira parcela poderá ser sacada a partir de 27 de julho e a quarta, a partir de 27 de agosto.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

CALENDÁRIO DA SEGUNDA
PARCELA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL 2021
Calendário de saque da segunda parcela do auxílio emergencial 2021 – Divulgação/Governo Federal

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

No dia 8 de junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o auxílio emergencial será prorrogado por pelo menos mais dois meses. Previsto para terminar em julho, o benefício pode ser estendido até setembro, mas esse período ainda poderá ser ampliado, caso a vacinação da população adulta não esteja avançada. 

“O presidente Jair Bolsonaro é quem vai decidir o prazo. Primeiro, esses dois ou três meses, e então devemos aterrissar em um novo programa social que vai substituir o Bolsa Família”, disse.

Segundo Guedes, os recursos para a prorrogação do auxílio emergencial serão viabilizados por meio de abertura de crédito extraordinário. Atualmente, o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.

Covid-19: Janssen adia entrega de 3 milhões de vacinas

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O Ministério da Saúde confirmou hoje (14) que a farmacêutica Janssen adiou a entrega de um novo lote de 3 milhões de doses de imunizantes para o combate à covid-19 que chegaria ao Brasil amanhã (15). O ministério disse que a entrega das 3 milhões de doses deve ocorrer nesta semana. A pasta afirmou que a empresa não explicou os motivos ou quando o lote será enviado. 

O lote consistia em um adiantamento anunciado pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no fim-de-semana. Elas possuem validade até o dia 27 de junho.

Com o adiamento da entrega que ocorreria nesta segunda-feira, o desafio de garantia da logística e aplicação do imunizante fica mais complexo. No cronograma original, com a chegada amanhã, a previsão era que demorasse dois dias para começar a distribuir as doses aos estados.

Estado investe R$ 30 mi em produtos de higiene menstrual para alunas da rede estadual

O Governador João Doria lançou nesta segunda-feira (14) o programa Dignidade Íntima, que vai investir mais de R$ 30 milhões na distribuição de produtos de higiene menstrual a alunas de escolas da rede estadual. A verba será aplicada pela Secretaria da Educação por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola e vai beneficiar, principalmente, estudantes em situação de vulnerabilidade econômica e social.

“Nós temos razões de sobra para respeitar as mulheres, as meninas, as alunas e os direitos que elas possuem. Não pode ser a pobreza, o distanciamento, a vulnerabilidade a limitar a oportunidade de vida, principalmente na escola”, declarou o Governador na cerimônia de apresentação do projeto. “As professoras e diretoras sabem quem precisa ou não precisa de absorventes. E as que precisam, agora terão”, reforçou Doria.

A ONU (Organização das Nações Unidas) estima que uma entre dez meninas no mundo sofre com o impacto da pobreza menstrual na vida escolar. No Brasil, estima-se que a média seja de uma a cada quatro meninas. Em 2014, a ONU reconheceu o direito à higiene menstrual como uma questão de direito humano e à saúde pública.

”As alunas perdem até 45 dias de aula por causa do período menstrual. É um tema que precisa ser tratado com todo o cuidado para que essas alunas não sejam expostas”, destacou o Secretário de Estado da Educação Rossieli Soares.

“Uma atitude tão simples como a compra de absorventes pode mudar a vida de meninas. As escolas que estiverem sensíveis ao tema poderão fazer a diferença na vida dessas meninas e também das educadoras e todas as mulheres que trabalham nas escolas. Todas nós merecemos ter condições dignas, física e psicologicamente, no nosso período menstrual”, afirmou Vivian Clara Marchiori, Diretora da Escola Estadual Capitão Deolindo de Oliveira Santos, em Ubatuba, no litoral norte.

A rede estadual conta com 1,3 milhão de alunas em idade menstrual, entre dez e 18 anos. Desse total, mais de 500 mil possuem cadastro no CadÚnico e são consideradas vulneráveis, enquanto que 330 mil estão em situação de extrema pobreza. Mais de 290 mil alunas são beneficiárias do programa federal Bolsa Família.

O novo projeto da Secretaria da Educação foi planejado para atender todas as alunas da rede estadual, mas priorizando as que estão situação de vulnerabilidade. A distribuição dos produtos será feita de forma a garantir a privacidade das estudantes a partir de boas práticas e sugestões de escolas estaduais. A partir de julho, a pasta irá orientar as equipes escolares para o atendimento.

Dinheiro Direto na Escola

O programa Dinheiro Direto na Escola permite que as escolas estaduais recebam recursos financeiros com mais rapidez e menos burocracia. Os repasses são feitos diretamente às APMs (Associações de Pais e Mestres) para custeio de pequenas reformas, manutenções emergenciais e compra de produtos ou equipamentos de forma mais ágil, contribuindo para a melhoria do ambiente escolar e do ensino.

Com a autonomia de escolher onde será aplicado o dinheiro, as escolas conseguem suprir necessidades mais pontuais e relevantes para a comunidade escolar. Em 2021, o Governo de São Paulo destinou mais de R$ 700 milhões por meio do programa para as unidades de ensino da rede estadual.

Santa Casa de Adamantina inicia obras de ampliação do Pronto Socorro

A Santa Casa de Adamantina iniciou, nesta segunda-feira (14), a ampliação do Pronto Socorro, local que atende casos de urgência e emergência de pacientes com risco eminente de vida.

O início das obras ocorreu com benção conduzida pelo padre José Afonso Maniscalco. Estiveram presentes a vice-prefeita Dinha Santos Gil, presidente da Câmara Paulo Cervelheira, reitor da UniFAI (Centro Universitário de Adamantina), prof. Dr. Paulo Sérgio da Silva, e representantes da construtora e da Associação e Fraternidade São Francisco de Assis na Providência de Deus.

“A ampliação e regularização do espaço, conforme as normas técnicas vigentes, vão proporcionar melhor eficiência e qualidade no atendimento aos usuários. Isso só foi possível graças às parcerias que se desenharam ao longo desses anos entre a Santa Casa, Prefeitura, Câmara Municipal, UniFAI e a comunidade, cada um à sua maneira não mediu esforços para que este projeto saísse do papel e se concretizasse”, destaca o administrador do hospital, Frei Mateus Alves.

Referência para cerca de 150 mil habitantes da regional de saúde de Adamantina, o Pronto Socorro realiza aproximadamente 4.500 atendimentos ao mês.

“Queremos transformar este local em um Santuário de Amor. Como nos foi dito na oração da benção do local: ‘’Os enfermos não só completam o que falta aos sofrimentos de Cristo em favor de seu corpo, que é a Igreja, mas representam de modo singular a pessoa do próprio Cristo, que disse estar presente nos que sofrem””, ressalta Frei Mateus.

O local passará dos atuais 451,26m² de área construída para 1.152m² – ampliação de 547m², sendo ocupado por seis consultórios, salas de medicação, de coleta de exames, de inalação e de assistência social, recepção, triagem e banheiros. A obra está orçada em R$ 1.335.000,00, valor disponibilizado pela UniFAI.

“A reforma do Pronto Socorro de Adamantina faz parte de um pacote de investimentos que a UniFAI, juntamente com a Prefeitura e Santa Casa, realiza para a melhoria da saúde no Município e da região, visando, principalmente, abrir novos campos de estágios práticos para os nossos alunos, como os do curso de Medicina. Dessa forma, além de ganharmos mais complexidade dos atendimentos na nossa saúde, aumentará ainda mais a intensificação do aprendizado dos estudantes”, destaca o prof. Dr. Paulo Sérgio da Silva.

Com informações da Santa Casa de Adamantina


Benção conduzida pelo padre José Afonso Maniscalco marca início das obras do Pronto Socorro de Adamantina | Foto: Divulgação/Santa Casa de Adamantina

Adamantina e Lucélia registram novas mortes por covid-19

As cidades de Adamantina e Lucélia confirmaram novas mortes em decorrência de complicações da covid-19. Os registros constam nos boletins epidemiológicos, divulgados na tarde desta segunda-feira (14).

ADAMANTINA

Conforme a Secretaria de Saúde, a 94ª morte é referente um homem, de 49 anos, que não possuía comorbidades. A atualização de hoje traz ainda a confirmação de 64 casos positivos referentes aos dias 11, 12 e 13 de junho.

A cidade permanece com 147 casos ativos, e outros 107 munícipes ainda aguardam resultados dos exames, já que as análises estão sendo feitas pelo Instituto Adolfo Lutz.

LUCÉLIA

Já em Lucélia são 1.628 casos positivos desde o início da pandemia, sendo 1.484 curados. Os suspeitos são 64 e, em quarentena, 89 munícipes.

A cidade confirmou o 46º óbito, sendo uma mulher de 83 anos. Outras duas mortes estão em investigação.

Adamantina inicia nesta terça vacinação de pessoas com 50 a 59 anos

A Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Saúde, informa que a partir de amanhã (15), as pessoas que têm entre 50 e 59 anos podem receber a primeira dose da vacina contra a covid-19. 

A vacinação acontece no CIS (Centro Integrado de Saúde), das 8h às 15h. A pasta orienta que seja realizado o pré-cadastro no site www.vacinaja.sp.gov.br que foi desenvolvido para agilizar a campanha de imunização contra a covid-19 no estado de São Paulo.

Além do novo grupo, podem ser vacinados idosos, pessoas que possuem comorbidades ou que recebem o BPC e que têm de 18 a 59 anos, profissionais da saúde, gestantes, puérperas, indivíduos com deficiência e que tem 18 anos ou mais e profissionais da educação.

Campanha Vacina contra Fome

Aqueles que quiserem contribuir de forma voluntária com a Campanha Vacina contra a Fome podem entregar no CIS um quilo de alimento não perecível.

Ministério diz que setor de energia trabalha para evitar racionamento

O Ministério de Minas e Energia (MME) afirmou que as instituições do setor energético têm trabalhado “incessantemente” para garantir que não haja risco de racionamento de energia no país, por conta da crise hidrológica.

“As instituições do setor energético continuam trabalhando, incessantemente, para o provimento da segurança energética no ano que se deflagrou a pior hidrologia de toda a série histórica de 91 anos”, disse a pasta, em nota.

O problema também tem sido discutido na sala de situação do governo federal, criada para tratar da questão, com a participação de diversos órgãos da administração pública.

“Assim, com a atuação tempestiva de todos os envolvidos e considerando o quanto o setor elétrico brasileiro evoluiu, é que o governo federal, inclusive em coordenação com os entes federativos, vem explorando todas as medidas ao seu alcance que nos permitirão passar o período seco de 2021 sem impor aos brasileiros um programa de racionamento de energia elétrica”, afirmou a pasta.

A nota foi publicada ontem (12), após matéria do jornal O Estado de São Paulo informando que o governo prepara uma medida provisória (MP) que abre a possibilidade de adoção de um programa de racionamento de energia no Brasil.

De acordo com a reportagem, a medida criaria um “programa de racionalização compulsória do consumo de energia elétrica, com um comitê para adotar medidas de redução no consumo de energia, com poderes, inclusive, para determinar a diminuição da vazão de água nos reservatórios das principais bacias hidrelétricas do país”.

Ainda segundo o jornal, o programa prevê a possibilidade de adoção prioritária da termoeletricidade com o aumento dos custos pagos pelo consumidor, por meio de taxas na conta de luz.

Na nota, o ministério não trata da possibilidade de edição de uma MP. A pasta informa ainda que as “medidas tempestivas ocorrem em razão da redução no volume de chuvas que tem afetado a geração de energia no Brasil”. Cerca de 65% da produção de eletricidade do parque gerador brasileiro vêm das hidrelétricas.

Ainda de acordo com a pasta, apesar de a energia hidrelétrica ser a principal matriz no país, desde 2001, a participação dessa fonte tem cedido espaço a outras como a eólica, termoelétrica e solar.

“Numa estratégia intencional de diversificação dessa matriz, buscando reduzir a dependência da hidroeletricidade, uma das principais vulnerabilidades identificadas no racionamento observado em 2001”, afirmou o ministério.

A nota destaca ainda que, ao lado da diversificação da matriz energética, a atuação coordenada de atores como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) visa garantir a segurança no fornecimento de energia elétrica à população.

“Neste sentido, o trabalho incessante que as instituições setoriais desenvolvem, atualmente, no presente contexto de hidrologia crítica, para a adoção de medidas visando agilizar à implementação das ações que garantam o fornecimento normal de energia elétrica para toda população, se assenta sobre essa base institucional bastante competente e consistente, que tem zelado para que não falte eletricidade para os brasileiros”, disse o MME.

Butantan deve iniciar nesta semana pré-cadastro para teste da ButanVac

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Após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter autorizado uma primeira fase de testes clínicos em humanos com a vacina ButanVac, o Instituto Butantan pretende iniciar, ainda nesta semana, um pré-cadastro de voluntários para testar essa vacina.

Segundo Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, o governo paulista deve lançar, até o fim desta semana, um site onde os voluntários poderão preencher um pré-cadastro.

A fase inicial de estudos em humanos busca avaliar a segurança da vacina e sua capacidade de induzir uma resposta imunológica. Para uma vacina ser aplicada na população, ela passa por uma fase de estudos em laboratório, uma fase pré-clínica de testes em animais e três etapas clínicas de testes em voluntários humanos, que avaliam a produção de anticorpos, a sua segurança e a sua eficácia. A Anvisa autorizou apenas a realização da fase A, a primeira etapa dos testes em humanos, da qual vão participar 400 voluntários.

Os testes serão realizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

Poderão participar dos testes pessoas com idades acima de 18 anos. Nesses testes poderão fazer parte, inclusive, adultos já vacinados ou que já tiveram covid-19. “São três categorias [que serão incluídas nos testes]: o grupo que não teve contato com o vírus, o grupo que já teve contato e o grupo já vacinado”, falou Covas.

“Houve autorização da Anvisa para o início do estudo clínico. Essa semana temos ainda a fase de aprovação ética: os comitês de pesquisa [dos hospitais envolvidos] tem que aprovar [o estudo] e, posteriormente a Comissão de Ética em Pesquisa. Esta semana está previsto iniciar um pré-cadastro dos voluntários. É um estudo de fase 1, nesse momento, para avaliar a segurança da vacina”, explicou Dimas Covas.

Segundo o governador de São Paulo, João Doria, as vantagens da ButanVac são o custo reduzido e a fabricação local, ou seja, não será necessário importar insumo farmacêutico ativo (IFA) de outros países para a produção da vacina.

O imunizante

A tecnologia da ButanVac utiliza o vírus da Doença de Newcastle geneticamente modificado. O vetor viral contém a proteína Spike do coronavírus de forma íntegra. O desenvolvimento complementar da vacina será todo feito com tecnologia do Butantan, incluindo a multiplicação do vírus, condições de cultivo, ingredientes, adaptação dos ovos, conservação, purificação, inativação do vírus, escalonamento de doses e outras etapas.

A Doença de Newcastle é uma infecção que afeta aves e, por isso, segundo o Butantan, o vírus se desenvolve bem em ovos embrionados, permitindo eficiência produtiva num processo similar ao utilizado na vacina de Influenza do Butantan.

O vírus da doença de Newcastle não causa sintomas em seres humanos, o que poderia, segundo o Butantan, ser uma alternativa muito segura na produção. Ele é inativado para a formulação da vacina.

Famílias da classe D sofreram mais impactos negativos durante pandemia

Famílias da classe D – com renda familiar média mensal de R$ 720 – foram as mais negativamente impactadas pela pandemia de covid-19 no que diz respeito aos cuidados com as crianças de até 3 anos.

Esse grupo (famílias da classe D) se sente mais triste, ansioso, sobrecarregado, exausto, impaciente e assustado que os demais. As famílias destacam que o fator financeiro é um ponto de atenção na forma como cuidadores têm lidado com a pandemia.

As informações fazem parte da pesquisa Primeiríssima Infância – Interações na Pandemia: Comportamentos de pais e cuidadores de crianças de 0 a 3 anos em tempos de covid-19, que será divulgada na íntegra nos próximos dias.

A pesquisa foi realizada pela Kantar Ibope Media, a pedido da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, e contou com a participação de famílias das classes sociais A, B, C e D, que convivem e são responsáveis por crianças de 0 a 3 anos. Ao todo, 1.036 pessoas participaram das entrevistas, feitas, em sua maioria, de forma online com o auxílio de uma plataforma, em março deste ano.

“Uma primeira infância de qualidade, de estímulos adequados propicia oportunidades para a criança. Ao mesmo tempo, há um efeito negativo quando não há oportunidade de disponibilizar o ambiente adequado”, diz a CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz.

“Com o isolamento social e uma natural crise socioeconômica, a gente percebe, pela pesquisa, o agravamento dessas oportunidades, os efeitos perversos da desigualdade e como esses ambientes e estímulos conseguem fazer o desenvolvimento [da criança] avançar ou retroceder.”

Mariana explica que os primeiros anos de vida das crianças representam uma oportunidade única e decisiva para o desenvolvimento de todo ser humano. Nessa etapa, são feitas conexões que formam a base das estruturas cerebrais e contribuem para a aprendizagem, além de criar condições para a saúde e a felicidade delas no presente e no futuro. Por isso, tanto a primeiríssima infância, até os  3 anos, e a primeira infância, até os 6 anos, precisam de atenção.

A especialista enfatiza ainda a necessidade de cuidar de quem cuida. “Os cuidadores e pais precisam estar bem para conseguir oferecer e estar disponíveis para que a interação aconteça. O desenvolvimento acontece por meio da interação”, diz.

No Brasil, cabe aos municípios fornecer a educação de base, que inclui as creches para crianças até 3 anos de idade.

Resultados

As situações vividas pelas famílias na pandemia são distintas, e a percepção em torno do trabalho de cuidar de crianças pequenas também muda, de acordo com a classe social de quem respondeu ao estudo.

Aqueles que puderam trabalhar em casa, por exemplo, relataram mais tempo de convivência das mães, pais e responsáveis com as crianças durante a pandemia. Isso ocorreu, sobretudo, nos segmentos de classe e educação mais elevados: 51% da classe AB1 – com renda familiar média mensal acima de R$ 11,3 mil – relataram que tiveram boas oportunidades de convivência com as crianças na pandemia. Essa porcentagem cai para 33% entre as famílias da classe D. Nesse grupo, a maioria, 52%, relatou que não houve alteração no tempo de convivência.

A pesquisa alerta que, apesar do tempo de convivência dos pais com os filhos não ter sido alterado para classe D, ele pode estar mais precário devido à sobrecarga e ao acúmulo de funções.

As mudanças na rotina tiveram efeitos também nas crianças. Cerca de uma em cada quatro (27%), de todas as classes, apresentou regressão neste um ano de pandemia. Isso significa que voltaram a ter comportamentos de quando eram mais novos, como chorar muito, fazer xixi na roupa sem pedir para ir ao banheiro e falar menos. O uso mais frequente de equipamentos eletrônicos também pode ter impactado no desenvolvimento.

O acesso à informação e a políticas públicas e a sensação de amparo também foram sentidas de forma diferente a depender da  classe social da família. A maior parte (64%) da classe B2C Básica – que corresponde às famílias com renda média mensal entre R$ 1,7 mil e R$ 5,6 mil que cursaram até o ensino médio – e da classe D (70%) tiveram acesso à renda emergencial. O índice de visita domiciliar por programas sociais, como o Saúde da Família, ficou em cerca de 20% em todos os grupos.

Os benefícios recebidos dão, no entanto, sensação de amparo principalmente para os grupos de educação elevada. Na classe AB1, 58% sentiram-se amparados. A menor porcentagem, 32%, é de famílias da classe D. Já com relação a informações recebidas durante esse período, a classe AB1 se destaca como a que mais recebeu enquanto a D foi a com menor percentual registrado, respectivamente 22% e 10%.

Acolhimento

Segundo Mariana, os impactos negativos da pandemia podem ser revertidos e amenizados com acolhimento e atenção às crianças, o que exigirá a ação de toda uma rede que envolve familiares e escola. “Essa rede precisa estar pronta, de forma segura, para acolher as nossas crianças, para acolher também os desafios e retrocessos com naturalidade, como parte de um processo de desenvolvimento”.

Ainda em meio à pandemia, dentro do possível, dedicar tempo e atenção às crianças pode ajudá-las a passar por esse momento de estresse e medo.

“Em casa, a gente precisa continuar oferecendo esses estímulos, de brincadeiras, de ouvir, de identificar sentimentos, de entender, de explicar, de ajudá-los a identificar o que estão sentindo, de se expressar. Fazer isso por meio de contação de histórias, da leitura de livros, da conversa, da música”, defende Mariana.

Governo de São Paulo adianta vacinação contra a covid-19

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O governo do estado de São Paulo adiantou em 30 dias o calendário de vacinação contra a covid-19 e pretende agora vacinar toda a população adulta do estado, ao menos com a primeira dose, até o dia 15 de setembro. O anúncio foi feito hoje (13), durante entrevista coletiva convocada pelo governador João Doria.

Segundo o novo calendário, adultos sem comorbidades com idades entre 50 e 59 anos serão vacinados a partir do dia 16 de junho. Esse público é formado por cerca de 3 milhões de pessoas.

Já adultos sem comorbidades com idades entre 43 e 49 anos serão vacinados a partir do dia 23 de junho. A expectativa do governo paulista é vacinar cerca de 3 milhões de pessoas dessa faixa etária.

Pessoas com idade entre 40 e 42 anos serão vacinadas a partir do dia 30 de junho. Esse público corresponde a cerca de 1,45 milhão de pessoas.

Além desses grupos, o governo divulgou que pretende vacinar pessoas com idades entre 35 e 39 anos a partir do dia 15 de julho; pessoas entre 30 a 34 anos a partir de 30 de julho e pessoas entre 25 e 29 anos a partir do dia 16 de agosto. O último grupo a ser vacinado será o das pessoas com idades entre 18 e 24 anos, a partir do dia 1° de setembro.

O novo calendário foi planejado com base na programação de entrega de vacinas prevista pelo Programa Nacional de Imunizações, anunciado pelo Ministério da Saúde.

Segunda dose

O governo paulista alerta que a vacinação contra a covid-19 é feita atualmente com duas doses de vacina. Por isso, ele pede para que as mais de 400 mil pessoas que ainda não tomaram a segunda dose no estado procurem um posto de saúde para completar o seu esquema vacinal.

“Fica aqui nossa solicitação para que as pessoas que não retornaram e não tomaram a segunda dose o façam independentemente do tempo que tomaram a primeira dose”, disse a coordenadora do Programa Estadual de Vacinação de São Paulo, Regiane de Paula.

“Adamantina tem avançado, com projetos e muitas conquistas”, destaca Cardim

Domingo, 13 de junho, é um dia de comemoração para população de Adamantina, data em que a cidade comemora 72 anos. Mesmo em período de pandemia de covid-19, o prefeito Márcio Cardim destaca ser o momento de ressaltar projetos e conquistas que contribuem para o desenvolvimento do Município.

“Precisamos ser cautelosos nas comemorações, mantendo o distanciamento e todos os protocolos de segurança em relação à pandemia, mas são muitas as ações e projetos sendo desenvolvidos em nosso Município. Neste sentido, acredito que devemos sim dar destaque para população ver que Adamantina tem progredido, porém, sempre ressaltando a situação pandêmica. Por isso, as comemorações ocorrem através de lives e poucos eventos presenciais, que, quando acontecem, com poucos participantes”, pontua o gestor municipal.

Entre as conquistas deste início de segundo mandato estão R$ 2 milhões destinados para recapeamento asfáltico. A Prefeitura inicia o cadastramento das ruas, avaliadas como mais deficitárias. “Estamos recebendo R$ 1,4 milhão de infraestrutura urbana, temos programado mais emendas parlamentares que devem chegar a R$ 2 milhões ainda este ano. E, agora, iremos iniciar, estamos licitando, o asfalto a frio com recursos próprios, a aplicação nos bairros deve começar em duas semanas”.

O prefeito ressalta também o trabalho desenvolvido pela Secretaria de Cultura e Turismo, que dá andamento a concretização do Museu e Arquivo Histórico. “Em relação ao recurso do MIT (Município de Interesse Turístico), existia um projeto em torno de R$ 600 mil, mas houve um corte pelo Governo do Estado. E, por isso, estamos readequando a proposta ao valor destinado. Basicamente, os recursos serão investidos no Parque dos Pioneiros, na questão dos decks. Realizaremos o espaço de food truck com recursos próprios. E, quem sabe, com parte destes recursos do MIT conseguimos investir também no Museu, parte importante do turismo municipal”.

Outra conquista do primeiro semestre é o recapeamento da vicinal Plácido Rocha entre a SP-294 (rodovia Comandante João Ribeiro de Barros) e rio Aguapeí. O investimento supera os R$ 15 milhões.

“Estamos ainda com projeto junto ao Desenvolve SP de financiamento que gira em torno de R$ 18 milhões para implantarmos uma usina fotovoltaica, que dará economia tanto na iluminação pública como nos prédios públicos. Também, dentro deste recurso, pretendemos instituir um Distrito Industrial, abrindo possibilidades para a cidade se desenvolver. Precisamos de um espaço para crescer, para atrair empresas que gerem emprego e renda”.

Na área da habitação o Município aguarda os trâmites para efetivar a construção de 369 habitações pelo programa Nossa Casa. Parte das moradias será pelo sistema CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) e, o restante, comercializado a preço de mercado.

Na educação, o prefeito explica que aguarda efetivação junto a Secretaria de Estado para ampliação de quatro creches.

“As nossas comemorações de 72 anos não poderiam passar em branco, pois Adamantina tem avançado com projetos e muitas conquistas, com apoio de todos os secretários, Legislativo e a sociedade. São comemorações simples e singelas, mas com carinho e sem perder o foco na pandemia. Todos os cuidados e restrições devem ser cuidados por nós”, recomenda Márcio Cardim.

Adamantina: um polo de saúde em transformação na Alta Paulista

“Muita coisa vai avançar, mas percebemos uma mudança extraordinária, principalmente em relação à nossa Santa Casa”. A frase do prefeito Márcio Cardim reflete o momento de transformação que a área da saúde de Adamantina passa. Visando tornar-se polo de referência regional, a cidade realiza investimentos milionários nas estruturas de atendimento, além de agregar outros municípios.

Após visita do vice-governador Rodrigo Garcia à Santa Casa de Adamantina em maio, nova reunião entre gestores de 10 cidades ocorreu na última semana objetivando a montagem de levantamentos sobre as demandas de especialidades, de média e alta complexidades, para dar continuidade ao projeto, que, se efetivado, proporcionará atendimento mais próximo, sem a necessidade de deslocamento para outros centros médicos, como Marília.

“A ideia é contar com apoio destes municípios, e o Rodrigo Garcia aguarda estudos sobre os números de atendimentos, cirurgias, e queremos focar em meia dúzia de especialidades que dê giro para a Santa Casa. É claro que haverá mais especialidades, hoje temos 14 em função dos alunos de Medicina, mas, iremos focar, além destas 14, em meia dúzia que a torne uma Santa Casa cirúrgica, que atraia a região para cá”, explica o prefeito.

O objetivo é proporcionar atendimento especializado no hospital da cidade em conjunto com as estruturas de Flórida Paulista, Lucélia, Osvaldo Cruz e Pacaembu. “Para isso precisa desta integralização da saúde na microrregião. Isso criará um fluxo grande de procedimentos cirúrgicos. Se o médico detecta um problema, é necessária uma cirurgia, e teremos um Centro Cirúrgico moderno. Os novos leitos de UTI [Unidade de Terapia Intensiva] serão utilizados como resguardo e, as Santas Casas da região, como apoio no pós-cirúrgico, fomentando a vida nestas unidades de saúde. Já os municípios que não possuem Santas Casas darão apoio na atenção básica, com os postos de saúde”, esclarece.

INVESTIMENTOS

E os investimentos já atraem atendimentos de outras cidades para Adamantina. O DRS de Marília (Departamento Regional de Saúde) está referenciando a Santa Casa local para realização de exames de tomografia, afirma o prefeito.

“O Centro de Diagnóstico por Imagem está sendo finalizado, e já possui tomógrafo novo que adquirimos em dezembro. Pacientes de Tupã vêm realizando exames aqui. Agora, a Santa Casa conta com raio-x digitalizado, uma máquina moderna. Endoscopia e tonoscopia, tudo dentro deste Centro de Diagnóstico – um espaço próprio para realização de todos os exames. E, para finalizar, o prédio da ressonância magnética. O valor de R$ 1,7 milhão está autorizado, repassado da UniFAI [Centro Universitário de Adamantina], para construção deste prédio que contará ainda com auditório de 100 lugares e salas para o ensino dos alunos dos cursos da área de saúde. Uma obra de dois pisos, com 780 metros quatros. E existe uma equipe de cinco médicos que vai colocar este aparelho, que custa cerca de R$ 5 milhões. Tudo com atendimentos pelo SUS [Sistema Único de Saúde], gratuito para população. Haverá a parte privada, mas, quem necessitar, entrar pelo atendimento SUS, vai receber estes exames”.

Cardim pontua ainda que todos os prefeitos “abriram as portas” para o desenvolvimento da proposta, que conta com outros investimentos. “Inauguramos os 10 leitos de UTI que estão em pleno funcionamento e credenciados no Ministério da Saúde. As obras do Pronto Socorro já vão iniciar, a Santa Casa fez o contrato com a empresa vendedora. Investimento de R$ 2,2 milhões, quadriplicando de tamanho. Tem R$ 800 mil para reforma do Centro Cirúrgico, aguardando apenas a liberação de 20% do recurso pela Caixa para início da obra. E já temos uma emenda de R$ 300 mil para compra de equipamentos para este novo Centro Cirúrgico”, finaliza Márcio Cardim.

Adamantina: cidade do futuro?

Adamantina se prepara para o futuro. Com iniciativas que visam tornar a cidade sustentável, a visão de futuro garantirá mais qualidade de vida à população, solucionando problemas que ainda fazem parte do cotidiano, como o lixo, e proporcionando desenvolvimento, com a geração de mais empregos.

As ações fazem parte do pacote de investimentos que o prefeito Márcio Cardim (DEM) pretende concretizar até 2024, quando termina o segundo mandato. Algumas iniciativas já estão sendo elaboradas, e outros projetos ainda dependem da Prefeitura conseguir liberação de financiamento de R$ 18 milhões da Desenvolve SP, uma instituição financeira do governo do estado de São Paulo.

SUSTENTABILIDADE

Mais do que palavra da moda, sustentabilidade é um propósito para toda a humanidade, uma vez que hábitos como o consumismo estão levando recursos naturais ao esgotamento.

É urgente a necessidade de politicas públicas que favoreçam o meio ambiente, e a geração de energia limpa é um tema bastante debatido por cidades de todo o mundo que buscam alternativas limpas e renováveis.

Neste sentido, a Prefeitura de Adamantina pretende construir uma usina fotovoltaica que, além de ser uma fonte de eletricidade ecologicamente correta, proporcionará economia aos cofres públicos. A energia produzida será utilizada na iluminação pública e para abastecer os prédios públicos.

Outra iniciativa do Executivo complementa as ações voltadas à destinação correta de resíduos. “Já resolvemos a questão dos resíduos urbanos e da poda de árvores, que fazemos o composto, e agora estamos montando outro espaço para receber o RCC (Resíduo da Construção Civil) com escritório e cancela, com fiscal, que avaliará se o material está minimamente separado. Também vai se construir barracão para receber este material e baias para colocar madeira, cascalho, ferro, lata de tinta, tudo separado”, pontua Cardim.

O projeto deve contemplar ainda a aquisição de máquina trituradora dos resíduos da construção civil. “Não adianta ter um local para depositar blocos e tijolos, por exemplo, se não forem triturados. Essa máquina trituraria dentro de uma trigonometria específica até podendo virar pó, trazendo economia para compra de pedra para as estradas rurais e areia para as obras do Município. Queremos tornar o processo sustentável”, ressalta.

DESENVOLVIMENTO

O desenvolvimento sustentável passa ainda pela separação correta do lixo produzido diariamente pela população. Está em fase final a implantação de cooperativa de catadores de lixo, que fará a destinação correta dos resíduos urbanos. Um novo barracão também foi construído.

“Além de resolver um problema, possibilitaremos a geração de emprega e renda”, pontua Cardim sobre a cooperativa. A Administração Municipal busca desenvolver projetos neste molde, com objetivo de oferecer retorno suficiente para sustentar as pessoas envolvidas.

“O projeto de podas de árvores também queremos torná-lo autossustentável. Já estamos chegando a quase 120 propriedades rurais cadastradas neste projeto, realizado em parceria com Energisa e Euroclima+. Os parceiros investem mais de R$ 2 milhões. Hoje, temos seis técnicos cadastrados neste projeto. Caso se findem no fim do ano, queremos continuar com a iniciativa e com os técnicos que dão assistência aos agricultores. Estamos ampliando o pátio de compostagem, dobrando o tamanho, para produção de mais composto”, ressalta Márcio Cardim. “Se em tudo a Prefeitura colocar recursos, sangra o Município, que não consegue realizar outros investimentos. Por isso, temos que tornar os projetos autossustentáveis”, finaliza.