Após três reduções seguidas, o número de brasileiros com dívidas voltou a subir no último mês de 2020, informou hoje (6) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de dezembro apontou que 66,3% dos consumidores estão endividados, uma alta de 0,3 ponto percentual com relação a novembro. No comparativo anual, o indicador registrou aumento de 0,7 ponto percentual.
Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, o crédito deve ganhar destaque na retomada da economia em 2021. “É importante não somente seguir ampliando o acesso aos recursos com custos mais baixos, mas também alongar os prazos de pagamento das dívidas para mitigar o risco da inadimplência no sistema financeiro”, disse, em nota, Tadros, ressaltando que grande parte do crédito ofertado durante a pandemia de covid-19 foi concedido com carência nos pagamentos e deve começar a vencer no início deste ano.
Em relação à renda, as trajetórias do endividamento passaram a apresentar tendências semelhantes em dezembro. Entre as famílias que recebem até dez salários mínimos, o percentual subiu para 67,7% do total, após três reduções consecutivas. Para as famílias com renda acima de dez salários, o indicador aumentou para 60%.
Segundo a economista da CNC responsável pela pesquisa, Izis Ferreira, com o fim do auxílio emergencial, em janeiro as famílias de menor renda que recebiam o benefício precisam adotar maior rigor na organização dos orçamentos domésticos. “O crédito pode voltar a funcionar como ferramenta de recomposição da renda, ainda no contexto de incertezas sobre a evolução do mercado de trabalho”, afirmou Izis.
Inadimplência em queda
Apesar da alta do endividamento, os consumidores continuam conseguindo quitar débitos e compromissos financeiros. O total de famílias com dívidas ou contas em atraso apresentou a quarta redução consecutiva, caindo de 25,7%, em novembro, para 25,2%, em dezembro. Em comparação com igual mês de 2019, a proporção cresceu 0,7 ponto percentual.
Segundo a CNC, a parcela das famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permanecerão inadimplentes teve nova retração, passando de 11,5% para 11,2%. Em dezembro de 2019, o indicador havia alcançado 10%.
Com relação aos tipos de dívida, a proporção de brasileiros que utilizam o cartão de crédito voltou a crescer, alcançando 79,4% das famílias – a maior taxa desde janeiro de 2020 – mantendo-se como a principal modalidade de endividamento. Além do cartão de crédito, o cheque especial também aumentou a sua participação entre as famílias endividadas. “Ambas são modalidades associadas ao consumo imediato e de curto e médio prazos”, disse Izis.
Em novembro de 2020, os rendimentos médios da população corresponderam a 93,7% da renda média habitual, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado hoje (6), que analisou os efeitos da pandemia do novo coronavírus (covid-19) sobre o mercado de trabalho e o impacto do auxílio emergencial na renda dos brasileiros.
A base de dados usada pelo Ipea são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Ipea aponta que os trabalhadores por conta própria tiveram a maior redução nos rendimentos, recebendo 85,4% do habitual em novembro.
Segundo a pesquisa, 4,32% dos domicílios sobreviveram apenas com o valor do auxílio de R$ 600 ou R$ 1.200, encerrado em dezembro. O percentual representa cerca de 2,95 milhões de lares, uma queda de 0,44 ponto percentual na comparação com outubro, ou diminuição de 300 mil domicílios.
No mês analisado, 27,45% dos domicílios do país permaneciam sem nenhuma renda do trabalho efetiva, uma leve redução frente aos 27,86% registrados em outubro.
Os trabalhadores formais foram os menos atingidos pela pandemia em novembro. Entre os do setor privado com carteira assinada e os funcionários públicos, a renda efetiva equivaleu a 96,9% do habitual. Já os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada receberam 91,6% dos rendimentos usuais. A menor queda no rendimento foi entre os trabalhadores do setor público com carteira assinada (98,4%) e servidores do setor público informais (98,9%).
Segundo o Ipea, o auxílio emergencial contribuiu para a elevação em 1% da renda domiciliar média, se comparado com a condição em que os domicílios tivessem recebido apenas os rendimentos do trabalho habituais. Na parcela da população com renda muito baixa os rendimentos ficaram 19% acima do usual.
Por outro lado, o impacto do auxílio emergencial na renda domiciliar média ficou R$ 64 a menos do que o registrado em outubro, caindo de R$ 294,69 para R$ 229,77. Com isso, a renda média total domiciliar caiu 1,76% em novembro, para R$ 3.783. A queda entre os domicílios de renda muito baixa foi de 2,8%, passando de R$ 1.106 para R$ 1.075.
No mês, cerca de 70% dos domicílios receberam a metade ou menos do valor do auxílio emergencial de setembro, proporção que sobe para 80% entre os lares de renda muito baixa.
A Prefeitura de Adamantina, por meio do Departamento Municipal de Trânsito (DEMTRAN), deu início ao plano de execução que objetiva promover em todos os bairros da cidade melhorias na sinalização de trânsito.
A medida visa aumentar a segurança de motoristas e pedestres que circulam em todos os bairros da cidade. “O plano será desenvolvido por meio da implementação da faixa de pedestre e pare nas ruas que tem maior movimentação”, explica o secretário de planejamento, João Vitor Marega.
Os bairros também serão beneficiados com a iniciativa, pois o DEMTRAN fará a pintura de solo indicando “pare” além das demais que se fizerem necessárias, sempre focando no aumento da segurança do trânsito para motoristas e pedestres.
Além da ação, a Prefeitura de Adamantina pede para que a população colabore com o trânsito sempre respeitando e dirigindo de forma responsável.
No último dia 28 de dezembro, a Prefeitura de Adamantina celebrou convênio com a Secretaria de Desenvolvimento Regional para a execução de recapeamento asfáltico em CBUQ.
Esse repasse é do Programa Atuação Especial em Municípios. A emenda foi destinada ao Município pelo então deputado estadual, Ed Thomas, agora prefeito de Presidente Prudente.
O valor do repasse do Estado é de 150 mil reais mais a contrapartida municipal de R$ 2.126,21. As ruas que serão beneficiadas no Parque dos Lagos são: Rua Antônio Aparecido Malheiros e Rua Kioshi Shimizu.
O prazo para execução do presente convênio é de 720 dias.
O Estado de São Paulo registra nesta terça-feira (5) 47.222 óbitos e 1.486.551 casos confirmados do novo coronavírus. Entre o total de casos diagnosticados de COVID-19, 1.324.431 pessoas estão recuperadas, sendo que 158.298 foram internadas e tiveram alta hospitalar.
As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 65,3% na Grande São Paulo e 62,3% no Estado. O número de pacientes internados é de 11.945, sendo 6.770 em enfermaria e 5.175 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 12h desta terça-feira.
Hoje, os 645 municípios têm pelo menos uma pessoa infectada, sendo 611 com um ou mais óbitos. A relação de casos e óbitos confirmados por cidade, junto com o perfil, pode ser consultada também em: www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.
Preocupados com os níveis dos estoques de sangue e de hemoderivados, hemocentros de diferentes regiões do Brasil estão tentando sensibilizar a população para a importância da doação de sangue.
A habitual preocupação com os estoques, principalmente durante o período de festas de fim de ano e férias de verão, este ano foi potencializada pelas mudanças comportamentais impostas pela pandemia da covid-19, que afastou muitos doadores ao longo do ano passado.
O Ministério da Saúde ainda não tem os números consolidados, mas estima que, em 2020, o medo da doença que, no Brasil, matou 197,7 mil pessoas até essa terça-feira (5), pode ter causado uma diminuição da ordem de 15% a 20% no total de doações de sangue em comparação a 2019.
No Rio de Janeiro, mesmo com todos os esforços e campanhas para atrair novos voluntários, o HemoRio (Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti) contabilizou uma queda de 4,4% no número de bolsas de sangue coletadas: foram cerca de 78.400 unidades, em 2020, contra aproximadamente 82 mil bolsas, em 2019.
Segundo o Ministério da Saúde, não houve registros de desabastecimento ao longo de 2020. Fato que, segundo representantes de hemocentros consultados pela Agência Brasil, pode ter ocorrido devido à adoção de medidas preventivas, como a suspensão temporária de cirurgias eletivas. Mesmo assim, houve situações em que o ministério precisou acionar o plano nacional de contingência e transferir milhares de bolsas de sangue de unidades da Federação em situação mais folgada para outras onde o nível dos estoques era considerado crítico.
“O principal risco deste cenário seria um possível desabastecimento de sangue e o consequente comprometimento da assistência”, informou o ministério em nota enviada à Agência Brasil. O desabastecimento colocaria em risco a vida de pessoas que precisam receber transfusão de sangue ao serem submetidas a tratamentos, cirurgias e procedimentos médicos complexos, ou que tratam os efeitos de anemias crônicas, complicações da dengue, da febre amarela ou de câncer.
Na nota que enviou à reportagem, o ministério também garantiu que está acompanhando a situação nos maiores hemocentros estaduais para, se necessário, adotar as medidas que minimizem “o impacto de eventuais desabastecimentos de sangue”.
“Através das ações e providências já tomadas pelo ministério, junto com as ações locais realizadas pelos estados, como a mobilização e sensibilização de doadores e estratégias para a redução do consumo de sangue, a situação tem se mantido estável”, garantiu a pasta – que afirma ter investido, em 2020, R$ 1,680 milhão em projetos de ampliação, reforma e qualificação da rede de sangue e hemoderivados, além da compra de medicamentos e equipamentos. Em 2019, foram investidos R$ 1,548 milhão.
Amazonas
Após coletar, em 2020, 4,6% menos bolsas de sangue do que em 2019 (foram 51.800 doações contra 54.300), a Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) começou o ano com metade do volume que considera ideal em termos de estoque.
A maior preocupação é com o volume armazenado de sangue do tipo O+, que representa cerca de 70% da demanda estadual, e com todos os de fator RH negativo, menos comuns entre a população brasileira e, portanto, mais difíceis de obter.
“A pandemia afastou significativamente as pessoas [dos postos de coleta], principalmente em meados de março, abril e maio [de 2020], quando o estoque caiu cerca de 40%”, informou a Hemoam à Agência Brasil. “Para dar conta de toda demanda diária, precisamos do comparecimento de 200 a 250 doadores por dia. Ultimamente esse número está na média de 100 doadores”, acrescentou o órgão em uma mensagem divulgada pelas redes sociais.
Responsável por distribuir sangue para 27 unidades de saúde públicas e privadas de Manaus e para 42 outras cidades amazonenses, a fundação tem mais de 500 mil voluntários cadastrados; mas apenas 150 mil dessas pessoas doam sangue regularmente.
Ceará
Devido às restrições de segurança, como o distanciamento social, a maioria dos hemocentros do país adotou medidas como o agendamento prévio de doações, além de reforçarem os cuidados com a higiene dos postos de coleta de sangue. Ainda assim, o impacto da pandemia se fez sentir.
O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), por exemplo, recebeu, em 2020, 92.524 doações de sangue, enquanto, em 2019, foram coletadas 101.066 bolsas de sangue. O Hemoce garante que o menor número de doadores em função da pandemia não chegou a comprometer o atendimento das cerca de 480 unidades de saúde cearenses, e que chegou até mesmo a fornecer bolsas de sangue para outros estados, como Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Sergipe.
Embora, atualmente, os estoques se encontrem dentro do que o centro classifica como “margem de segurança” para atendimento, o Hemoce segue usando as redes sociais para incentivar as doações.
Distrito Federal
No Distrito Federal, os níveis dos estoques da Fundação Hemocentro de Brasília de dois dos oito tipos sanguíneos mais comuns são considerados críticos. “O ano de 2021 começou com os estoques de O positivo e O negativo em níveis baixos”, informou o órgão responsável por garantir o fornecimento de sangue e seus componentes para a rede de saúde pública local. A quantidade de sangue tipo B- disponível nessa segunda-feira (4) também era considerada baixa.
Segundo a fundação, entre janeiro e dezembro de 2020, os postos de coleta receberam pouco mais de 47,5 mil doações de sangue. Menos que as 51 mil doações registradas no mesmo período de 2019. Já transfusões foram realizadas 72 mil no ano passado, contra 76 mil em 2019.
A fundação afirma ter “estoques estratégicos” para abastecer toda a rede pública e os hospitais conveniados do Distrito Federal por até sete dias, dependendo do hemocomponente (hemácia, plasma ou plaqueta) em caso de falta de doadores.
São Paulo
Vinculada ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e responsável por abastecer a mais de 100 instituições de saúde da rede pública paulista, a Fundação Pró-Sangue coletou, em 2020, 108.707 bolsas de sangue. O resultado é não só inferior ao registrado em 2019, quando foram coletadas 114.050 bolsas, como mantém a tendência de queda dos últimos cinco anos.
Ano
Coleta de bolsas de sangue (Fundação Pró-Sangue)
2015
131.068
2016
124.063
2017
123.851
2018
118.997
2019
114.050
2020
108.707
A preocupação da fundação é que, geralmente, em janeiro, o número de doações caem ainda mais, podendo chegar a um resultado 30% inferior à média mensal por conta das férias de verão. Neste início de 2021, os níveis dos estoques de sangue do tipo B- e O- já estão em situação crítica, enquanto os dos tipos O+ e A- colocaram a fundação em alerta.
“Os tipos O- e O+ estão sempre críticos”, acrescentou a Pró-Sangue, em nota em que explica que o sangue do tipo O+ é o mais demandado, por ser o mais comum entre a população brasileira e compatível com todos os outros tipos positivos. Já o O-, além de menos comum, é muito usado em atendimentos médicos emergenciais por ser compatível com outros tipos sanguíneos, independente de serem positivos ou negativos.
Segurança
O Ministério da Saúde garante que os hemocentros de todo o país estão preparados para receber os doadores com segurança, sem aglomerações, e em conformidade com as recomendações das autoridades sanitárias. A maioria, senão a totalidade dos postos de coleta, está funcionando com atendimento pré-agendado, de maneira que vale a pena o interessado consultar, na internet, a página ou as redes sociais do hemocentro do estado em que reside.
Para doar, o candidato tem que ter entre 16 e 69 anos de idade – menores de 18 anos precisam do consentimento formal dos responsáveis. O voluntário deve pesar mais que 50 kg e apresentar-se munido de documento oficial com foto. Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres no pós-parto não podem doar temporariamente.
O procedimento para doação de sangue é simples, rápido e totalmente seguro. Não há riscos para o doador, porque nenhum material usado na coleta do sangue é reutilizado, o que elimina qualquer possibilidade de contaminação.
Cada voluntário pode doar sangue até quatro vezes ao ano, no caso de homens, e três vezes caso se trate de uma mulher, com intervalos mínimos de, respectivamente, dois e três meses. Para checar outras restrições, recomendações e informações, acesse a página do Ministério da Saúde.
Vence nesta quinta-feira (7) o prazo para o pagamento integral, com desconto de 3%, ou da primeira parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2021 para os veículos com final de placa 1. Os contribuintes devem ficar atentos às datas de vencimento para aproveitar o abatimento e regularizar o imposto.
A quitação pode ser feita de três maneiras: à vista com desconto de 3% (janeiro); à vista sem desconto (fevereiro) ou em três parcelas, de janeiro a março, de acordo com a data de vencimento da placa. A consulta do valor pode ser feita em toda a rede bancária ou diretamente no portal da Secretaria da Fazenda e Planejamento ( portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/ipva/).
Para efetuar o pagamento, basta se dirigir a uma agência bancária credenciada com o número do RENAVAM (Registro Nacional de Veículo Automotor) e realizar o recolhimento do tributo, através dos terminais de autoatendimento ou nos guichês de caixa. O pagamento pode ser feito também pela internet ou via débito agendado, ou por meio de outros canais oferecidos pela instituição bancária. O IPVA também pode ser pago em casas lotéricas.
O contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto.
Parcelamento no cartão de crédito É possível quitar o IPVA 2021 com cartão de crédito nas empresas credenciadas pela Secretaria da Fazenda e Planejamento. As operadoras financeiras conveniadas têm autonomia para definir o número de parcelas e adequar a melhor negociação com o contribuinte. Consulte os endereços neste link.
Os valores pagos ao correspondente bancário são repassados ao Governo do Estado de forma imediata, e sem qualquer desconto ou encargo.
Para mais informações, os proprietários dos veículos podem entrar em contato com a Secretaria pelo telefone 0800-0170110 (por telefone fixo), (11) 2450-6810 (exclusivo para chamadas por telefone móvel) e pelo canal Fale Conosco, no portal.fazenda.sp.gov.br.
Licenciamento Antecipado 2021 Para antecipar o licenciamento anual, deverão ser quitados integralmente todos os débitos que recaiam sobre o veículo, compreendendo o IPVA, a taxa de licenciamento, o prêmio do Seguro DPVAT e, se for o caso, multas de trânsito.
O período do fim do ano passado e início de 2021 ficou marcado pelo aumento considerável de casos positivos de covid-19 em Adamantina. Do dia 30 de dezembro até esta segunda-feira (4), o Município registrou 47 novos casos da doença, atingindo 709.
Os dados constam no boletim epidemiológico desta terça-feira (5). Segundo a Secretaria de Saúde, a cidade conta com 57 munícipes com a doença ativa. O número de óbitos permanece em 17.
Já a quantidade de curados também aumentou: agora são 635 livres do novo coronavírus.
A falta de limpeza nas 11 casas populares desocupadas do Conjunto Mário Covas, em Adamantina, novamente causa reclamação dos moradores vizinhos. Mato e lixo tomam conta do local, e a responsabilidade da manutenção é da Prefeitura, pois as unidades foram repassadas ao Município em agosto passado pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano).
Nesta segunda-feira (4), o IMPACTO questionou a Administração Municipal sobre a limpeza das moradias condenadas devido a problemas estruturais. Segundo relatos dos moradores nas redes sociais, o aparecimento de escorpiões é constante. Além disso, o abandono das unidades também traz insegurança, já que não há controle de quem entra ou sai do local, havendo até usuários de drogas.
Em dezembro o vereador Alcio Ikeda (Podemos) já havia apresentado indicação solicitando a limpeza do mato e retirada de entulhos. Parte das casas fica na alameda Padre Nóbrega, que dá acesso a diversos bairros da região do Eldorado.
LIMPEZA INICIADA
Ao IMPACTO, a Prefeitura de Adamantina informou que a “limpeza do espaço está programada para próxima semana”. Porém, funcionários já iniciaram os trabalhos nesta terça-feira (5).
“Diante do aparecimento de animais peçonhentos, aqueles que moram nas proximidades deverão entrar em contato com o Departamento de Controle de Vetores, por meio do telefone (18) 3522-5120. Caso os moradores flagrem a utilização do espaço para outros fins, a recomendação da Prefeitura é que a Polícia Militar seja acionada”, esclarece a Administração Municipal.
Prefeitura inicia limpeza do local | Foto: Arquivo Pessoal
O Ministério da Saúde, por meio da Portaria GM/MS nº3.706, de 22 de dezembro de 2020, habilitou na Santa Casa de Adamantina mais quatro leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Adulto Tipo II.
O documento ainda estabelece recurso financeiro do Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde – Grupo de Atenção Especializada, a ser incorporado ao limite financeiro de Média e Alta Complexidade – MAC do Estado de São Paulo e para Adamantina.
Para a habilitação dos leitos e do repasse financeiro, o Ministério da Saúde levou em consideração a deliberação da Comissão Intergestores Bipartite do Estado de São Paulo – CIB-SP n° 20, de 26 de abril de 2016, que aprova o Plano de Ação Regional da RUE – RRAS 10 Marília; e, ainda, toda a documentação que o Município apresentou na proposta.
Segundo o secretário de Saúde, Gustavo Taniguchi Rufino, o recurso financeiro será de R$ 1.051.200,00, onde o depósito será executado em parcelas mensais mediante processo autorizativo encaminhado pela Secretaria de Atenção Especializada à Saúde.
A portaria já está em vigor e o repasse financeiro acontecerá já em 2021. Com a habilitação dos leitos de UTI por parte do Ministério da Saúde, o Município de Adamantina passa a contar com 10 leitos de UTI Geral, sendo oito para atendimento SUS e dois para convênios/planos de saúde, além de cinco leitos de UTI Covid.
“Mais um passo importante na efetivação de Adamantina como Polo Regional de Saúde. Não mediremos esforços para avançar cada dia mais nos cuidados com a saúde da nossa população!”, comemora o prefeito Márcio Cardim.
A Santa Casa de Adamantina permanece com os leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) destinados para tratamento da covid-19 sem ocupação. A informação foi confirmada pelo secretário de Saúde da cidade, Gustavo Rufino.
Na manhã desta terça-feira (5), a pasta municipal aguardava a transferência de três pacientes, sendo dois de Ourinhos e um de Marília, para tratamento no hospital de Adamantina. Mas, segundo o gestor, devido a melhora nos quadros de saúde não serão mais necessárias as transferências.
O possível encaminhamento de pacientes de outras cidades para a Santa Casa local é devido a ocupação dos leitos de UTI nos hospitais referências do DRS de Marília (Departamento Regional de Saúde).
Após contato do IMPACTO, o secretário de Adamantina informou que neste momento o encaminhamento destes pacientes com covid-19 não será necessário, mas não descarta transferências futuras.
“A situação dos hospitais nestas cidades está crítica. Devido à falta de vagas nestas unidades, a Santa Casa de Adamantina poderá receber os pacientes destes municípios. No momento, estamos sem pacientes nos leitos de UTI Covid”, esclarece.
A Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Educação, informa que por motivo de férias coletivas dos funcionários, educadores e professores as escolas municipais estarão fechadas a partir desta quarta-feira (6).
As atividades internas nas EMEIs Ciclo I (creches) serão retomadas no dia 21 de janeiro, já as EMEIs Ciclo II (pré-escola) e EMEF(1º ao 5º ano) retornam no dia 26 de janeiro.
A Secretaria Municipal de Educação está funcionando normalmente. Caso seja necessário, os pais podem entrar em contato com a pasta por meio do telefone (18) 3522-3559.
No primeiro dia útil de trabalho, a nova prefeita de Lucélia, Tati Guilhermino (PV), iniciou o expediente ainda de madrugada. Logo cedo, às 5 da manhã, a gestora acompanhada do vice Marcos Lima (PV) estava no almoxarifado municipal para acompanhar a rotina dos servidores.
A visita aos setores da Prefeitura começou nesta segunda-feira (4), e deve se estender pelos próximos dias. Segundo a Administração Municipal, o objetivo é realizar uma gestão compartilhada.
No almoxarifado municipal, a nova prefeita e o novo vice foramacolhidos pelos funcionários do setor. Em seguida, eles estiveram no Centro de Saúde e no Centro Administrativo II.
No Paço Municipal, Tati Guilhermino e Marcos Lima participaram de um bate-papo junto aos funcionários. “Nos próximos dias, os representantes do Executivo municipal estarão visitando outros setores da municipalidade”, informa a Prefeitura.
Os novos secretários municipais tomaram posse, em ato realizado na manhã desta segunda-feira (4), na Prefeitura de Osvaldo Cruz. A cerimônia foi conduzida pela prefeita Vera Morena e pelo vice Amilton Albertinazzi, no Paço Municipal.
Segundo a nova gestora, os nomes foram selecionados visando garantir mais eficiência no serviço público. “São pessoas técnicas, profissionais qualificados que terão como missão proporcionar o melhor atendimento à população, com excelência, humanização e responsabilidade”, informa.
Nos próximos dias, cada secretário fará uma reunião técnica com a nova prefeita e será apresentado a sua pasta objetivando dar início aos trabalhos de forma correta e objetiva.
Rodrigo Albino -Secretário de Assuntos Jurídicos
Cynthia Sekine – Secretária de Assistência Social
Diego Alves – Secretário de Cultura, Esportes e Turismo
Inês Pierreti – Secretária de Educação
Miguel da Cunha Neto – Secretário de Indústria e Comércio
Marcelo Bianchi Fortunato – Secretário de Operações Urbanas
Renata Coneglian – Secretária Municipal de Saúde
Rogério Pigossi – Secretário de Obras
Rose Albertinazzi – Presidente do Fundo Social
Edmilson Candido – Secretário de Agricultura e Meio Ambiente
Reeleito em novembro para segundo mandato como vereador, Paulo Cesar Cervelheira de Oliveira (PV) foi escolhido por unanimidade como novo presidente da Câmara Municipal de Adamantina. Ele recebeu os nove votos possíveis na sexta-feira (1º), quando ocorreu a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2021/22.
Os quatros representantes escolhidos para comandar os trabalhos nestes dois próximos anos faziam parte da legislatura passada. Nenhum dos outros cinco novos nomes, responsáveis pela renovação da maioria das cadeiras da Câmara, ocupa cargo na Mesa Diretora do legislativo adamantinense.
Além de Paulo Cabelo, como é mais conhecido, faz parte da Mesa Diretora o vereador Aguinaldo Pires Galvão (DEM) como vice-presidente, Alcio Roberto Ikeda Junior (Podemos) é o primeiro secretário e Hélio José dos Santos (PL) é o segundo secretário.
O vereador Fagner Vinícius Bussi da Silva (PTB) foi escolhido o novo presidente da Câmara Municipal de Lucélia. Parlamentar com maior número de votos na eleição de novembro, Vinícius Bussi – como é mais conhecido – recebeu a maioria dos votos também na sexta-feira (1º).
A eleição da nova Mesa Diretora ocorreu após a posse dos novos vereadores, da prefeita Tati Guilhermino (PV) e do vice Marcos Lima (PV). Houve ainda, no dia 1º, a transmissão de cargo, no Paço Municipal.
Além de Vinícius Bussi, a Mesa Diretora para o biênio 2021/22 é composta por Maurilei Gonçalves de Farias, o Galo, como 1º vice-presidente; William Viana da Silva, o William do Foto, é o 2º vice-presidente; André José da Silva, o Prof. Baraka, é o 1º secretário; e Cristiano Aparecido Marques é o 2º secretário.
Cerca de 3,6 milhões de beneficiários do auxílio emergencial e do auxílio emergencial extensão nascidos em março podem, a partir de hoje (4), sacar ou transferir os recursos da Poupança Social Digital. De acordo com a Caixa Econômica Federal, R$ 2,4 bilhões foram creditados para esses beneficiários nos ciclos 5 e 6 de pagamentos do auxílio emergencial, sendo R$ 2,2 bilhões referentes às parcelas do auxílio emergencial extensão e R$ 200 milhões referentes às parcelas do auxílio emergencial.
O auxílio emergencial extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600.
O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie. Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período, de acordo com o mês de nascimento.
Para fazer o saque em espécie, é preciso fazer o login no App CAIXA Tem, selecionar a opção saque sem cartão e gerar código de saque. “Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. O código deve ser utilizado nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes CAIXA Aqui”, informou, em nota, a instituição.
O banco acrescenta que mantém, aos beneficiários, a opção de utilização dos recursos creditados na Poupança Social Digital para a realização de compras, por meio do cartão de débito virtual e QR Code, pagamento de boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços.
No aplicativo CAIXA Tem está também disponível a funcionalidade para pagamentos sem cartão nas cerca de 13 mil unidades lotéricas do banco.
Após uma sequência de altas a partir de julho de 2020, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) recuou 0,4 ponto em dezembro, fechando o ano em 95,2 pontos. Em médias móveis trimestrais, o indicador caiu 0,7 ponto no mês. Os dados foram divulgados hoje (4), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).
Segundo o superintendente de Estatísticas do FGV Ibre, Aloisio Campelo Jr., a evolução discreta do indicador em dezembro demonstra que o empresariado brasileiro está em compasso de espera, diante da “ainda grande incerteza” sobre os rumos da economia para os próximos meses.
“A queda do Índice da Situação Atual sinaliza desaceleração do nível de atividade corrente, enquanto a manutenção do Índice de Expectativas abaixo dos 95 pontos reflete um pessimismo moderado em relação ao primeiro semestre de 2021”, explicou.
Ele destaca que esses dois componentes do índice foram influenciados pelo recrudescimento da pandemia de covid-19 no país e pelo fim do auxílio emergencial.
“Entre os fatores que pesam na balança para os dois lados estão a ameaça de uma perigosa nova onda de covid-19 no Brasil contrapondo ao início de campanhas de vacinação em outros países e a perspectiva de uso de parte da poupança acumulada em 2020 como compensação parcial para o fim do período de concessão de auxílio emergencial. Será um primeiro semestre ainda muito difícil”, disse Campelo.
Componentes do índice
De acordo com o Ibre FGV, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida quatro índices de confiança setoriais cobertos pelas Sondagens Empresariais do instituto: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.
Em dezembro, o Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) caiu 0,2 ponto, indo para 97,8 pontos, após sete meses consecutivos de alta. O Índice de Expectativas (IE-E) recuou 0,3 ponto, ficando em 94,3 pontos.
O indicador que mede o otimismo em relação à evolução da demanda nos próximos três meses avançou 0,9 pontos em dezembro e o da Tendência dos Negócios nos seis meses seguintes subiu 0,7 pontos. Já o indicador de Emprego Previsto em três meses subiu pelo segundo mês seguido, para 1,7 ponto, sendo o único componente de expectativas empresariais a recuperar as perdas dos meses de março e abril de 2020.
Em dezembro, a confiança da Indústria subiu 1,8 ponto, a do setor de Serviços aumentou 0,8 ponto e a confiança na Construção ficou praticamente estável, com variação positiva de 0,1 ponto. Já o Índice de Confiança do Comércio teve a terceira queda consecutiva, de 1,8 ponto em dezembro.
Na difusão da confiança, o indicador aumentou em 55% dos 49 segmentos integrantes do ICE, depois de ficar em 43% no mês anterior, com evolução favorável em todos os setores.
O calendário de 2021 terá nove feriados nacionais, sem contar os feriados estaduais e municipais, como o do Dia da Consciência Negra e aniversários das cidades.
Dos nacionais, dois deles serão prolongados (Paixão de Cristo e Proclamação da República) – isto é, vão cair em segundas ou sextas-feiras e, portanto, emendam com o final de semana. Só um deles vai cair em um final de semana: 1º de maio, o Dia Mundial do Trabalho, que será em um sábado.
Carnaval e Corpus Christi não são feriados nacionais. As duas datas serão consideradas pontos facultativos no serviço público federal, conforme informou portaria publicada na quarta-feira (30) no “Diário Oficial da União”. Ainda assim, são feriados estaduais ou municipais em muitos locais.
Assim, quem gozar dessas datas terá dois feriados a mais: 15 e 16 de fevereiro (Carnaval, segunda e terça-feira) e 3 de junho (Corpus Christi, quinta-feira).
E quem puder emendar essas datas vai acabar com um feriadão prolongado: de 13 a 16 de fevereiro (Carnaval).
Lista de feriados nacionais em 2021
1º de janeiro (sexta): Confraternização Universal
2, 3 e 4 de abril (sexta a domingo): Paixão de Cristo é dia 2
21 de abril (terça-feira): Tiradentes
1º de maio (sábado): Dia Mundial do Trabalho
7 de setembro (terça-feira): Independência do Brasil
12 de outubro (terça-feira): Nossa Senhora Aparecida
2 de novembro (terça-feira): Finados
13, 14 e 15 de novembro (sábado, domingo e segunda): Proclamação da República é dia 15
25, 26 e 27 de dezembro (quinta a sábado): Natal é dia 25
Lista de pontos facultativos nacionais em 2021
13 a 17 de fevereiro (sábado a quarta): Carnaval é ponto facultativo o dia inteiro na segunda e na terça-feira e até as 14h na Quarta-Feria de Cinzas
3 junho (quinta-feira): Corpus Christi
28 de outubro (quinta): Dia do Servidor Público
24 de dezembro (sexta-feira): véspera de Natal – ponto facultativo após as 14h
31 de dezembro (sexta-feira): véspera de Ano Novo – ponto facultativo após as 14h
Miguel, Arthur, Heitor e Helena foram os nomes mais registrados nos cartórios do Brasil em 2020, de acordo com levantamento do portal de Transparência do Registro Civil, da Arpen Brasil (Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais).
O ranking deste ano marcou o retorno dos nomes simples ao topo da lista, ultrapassando os nomes compostos. Enzo Gabriel era bicampeão, em 2018 e 2019, mas ficou de fora do top 10 neste ano.
Em 2018, os nomes compostos ocupavam cinco colocações do ranking nacional, tendência que se manteve em 2019, quando apareciam nas sete primeiras posições da lista de mais escolhidos.
Além de ser o nome mais registrado em 2020, Miguel também foi o mais utilizado na última década no Brasil. Arthur e Davi apareceram, respectivamente, em 2º e 3º entre 2010 e 2020.
De acordo com a Arpen, o levantamento reuniu dados de todos os 7.660 Cartórios de Registro Civil dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal, que formaram uma base de mais de 24 milhões de registros realizados na última década.
OS 50 NOMES MAIS REGISTRADOS EM 2020
Miguel: 27.371
Arthur: 26.459
Heitor: 23.322
Helena: 22.166
Alice: 20.118
Theo: 18.674
Davi: 18.623
Laura: 17.572
Gabriel: 17.096
Gael: 16.667
Bernardo: 17.775
Samuel: 15.195
Valentina: 13.637
João Miguel: 13.586
Enzo Gabriel: 13.567
Heloísa: 12.980
Pedro: 11.380
Lorenzo: 11.210
Sophia: 10.885
Maria Clara: 10.830
Maria Júlia: 10.676
Maria Eduarda: 10.444
Lorena: 10.154
Lucas: 10.123
Manuela: 9.940
Cecília: 9.731
Maria Cecília: 9.685
Benício: 9.505
Júlia: 9.101
Isabella 9.036
Lívia: 8.961
Pedro Henrique: 8.629
Maria Luiza: 8.484
Guilherme: 8.482
Maria Alice: 8.440
Joaquim: 8.240
Manuella: 7.947
Eloa: 7.889
Rafael: 7.877
João Pedro: 7.690
Antonella: 7.667
Matheus: 7.659
Isadora: 7.542
Nicolas: 7.390
Isaac: 7.327
Henrique: 7.305
Gustavo: 7.277
Benjamin: 7.242
Maite: 7.158
Anthony: 7.034
OS 10 NOMES FEMININOS MAIS REGISTRADOS EM 2020
Helena: 22.166
Alice: 20.118
Laura: 17.572
Valentina: 12.653
Heloísa: 12.077
Maria Clara: 10.121
Sophia: 10.044
Maria Júlia: 10.023
Maria Eduarda: 9.856
Lorena: 9.414
OS 10 NOMES MASCULINOS MAIS REGISTRADOS EM 2020
Miguel: 27.371
Arthur: 26.459
Heitor: 23.322
Theo: 18.674
Davi: 18.623
Gabriel: 17.096
Gael: 16.667
Bernardo: 16.558
Samuel: 14.069
João Miguel: 12.746
OS 10 NOMES MAIS REGISTRADOS NA DÉCADA (2010 a 2020)