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Casal que morreu na vicinal Plácido Rocha é de Adamantina

Identificadas as vítimas de um grave acidente na tarde de domingo (31), na rodovia vicinal Plácido Rocha, em Valparaíso, logo após a ponte sobre o rio Aguapeí – divisa com Adamantina.

Nelson Gomes de Brito, de 61 anos, e a esposa Sônia Aparecida Aquino, de 59 anos, moravam em Adamantina, no Jardim Brasil. Eles morreram depois que o veículo que estavam colidiu com um caminhão. O acidente foi registrado por volta das 16h35. Segundo a Polícia Militar de Valparaíso, o casal morreu ainda no local.

Tanto o veículo Ford-Belina, que o casal estava, quanto o caminhão canavieiro possuem placas de Adamantina.

De acordo com a Polícia, o veículo estava parado no acostamento da vicinal e, ao fazer uma conversão, foi atingido pelo caminhão que seguia no sentido Adamantina X Valparaíso.

VELÓRIO E SEPULTAMENTO

A funerária Flor de Lotus informou na manhã desta segunda-feira (1°), que aguarda a liberação dos corpos do IML (Instituto Médico Legal) de Araçatuba.

Por medidas de segurança e saúde pública, devido ao contágio do novo coronavírus, haverá restrição do número de pessoas durante o velório, reservado apenas para familiares mais próximos. O velório será realizado no Memorial Flor de Lótus, em Adamantina.

O sepultamento do casal será no Cemitério Municipal local. Segundo a empresa funerária ainda não há definição de horário.

Prefeitura realiza bloqueios de orientação nas entradas de Lucélia

A Prefeitura de Lucélia continua o trabalho de orientação nas entradas principais da cidade em prevenção a Covid-19. Os bloqueios são realizados todos os dias, inclusive aos fins de semana.

Segundo a Prefeitura, Agentes Comunitárias de Saúde informam aos motoristas e acompanhantes sobre possíveis sintomas do novo coronavírus e orientam sobre o uso obrigatório da máscara facial.

Os bloqueios são realizados na via principal de acesso, trevo secundário (via Salto Botelho), alameda Demétrio Cavlak (acesso para Adamantina) e rua Cecília Mendes Mesquita (acesso para Pracinha).

O trabalho é realizado pela Diretoria Municipal de Trânsito juntamente com as secretarias de Saúde, Administração e Desenvolvimento.

Bloqueio de orientação na alameda Demétrio Cavlak (acesso para Adamantina) | Foto: Divulgação/Prefeitura de Lucélia
Bloqueio de orientação na via principal de acesso à cidade | Foto: Divulgação/Prefeitura de Lucélia
Bloqueio de orientação no trevo secundário (via Salto Botelho) | Foto: Divulgação/Prefeitura de Lucélia

Cidades com menos de 15 mil habitantes devem usar pregão eletrônico

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Os municípios com menos de 15 mil habitantes terão de utilizar o pregão eletrônico em todas as aquisições de bens e serviços comuns, realizadas com recursos decorrentes de Transferências Voluntárias da União, a partir de hoje (1º). Estão nesta situação 3.165 cidades, espalhadas por todas as regiões do Brasil. Segundo levantamento do Ministério da Economia, os convênios com esses municípios movimentaram mais de R$ 2,2 bilhões em 2019.

“Este é um movimento para tornar as contratações públicas mais eficientes, aumentando a concorrência nas licitações e gerando economia para o município. É também uma forma de ampliar a transparência sobre a utilização dos recursos das transferências voluntárias, pois o andamento de um pregão eletrônico pode ser acompanhado por qualquer cidadão interessado no controle social”, explica o secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Heckert, em nota.

De acordo com a secretaria, o Sistema de Compras do Governo Federal (Comprasnet) está disponível de forma gratuita para todos os municípios. Para usar o sistema, é necessário celebrar um acordo com o Ministério da Economia. Até o momento, 1.808 cidades utilizam a ferramenta.

O uso obrigatório do pregão eletrônico nessas contratações foi estabelecido pelo Decreto nº 10.024/19 e também pela Instrução Normativa nº 206/2019.

As cidades com menos de 15 mil habitantes são o último grupo a ter de utilizar essa modalidade em suas aquisições de bens e serviços realizadas com recursos de transferências voluntárias. Com isso, a medida passa a valer para todos os estados e municípios.

Cartório de Registro Civil atende em novo endereço a partir desta segunda

O Cartório de Registro Civil de Adamantina atende em novo endereço a partir desta segunda-feira (1º). O órgão sai da esquina da alameda Fernão Dias com a rua Osvaldo Cruz e passa a funcionar na praça Dom Henrique Gelain, 99 – na lateral da entrada principal da Igreja Matriz Santo Antônio.

Ao jornal Diário do Oeste, a oficial do Cartório local Deborah de Lima Possar contou que o novo espaço possui ambiente planejado para proporcionar atendimento mais adequado a população, inclusive com vagas exclusivas de estacionamento.

“É importante enfatizar que devido à pandemia do novo coronavírus solicitamos aos usuários do Cartório de Registro Civil que utilizem máscaras de proteção facial a fim de garantir a saúde de todos”, disse ao periódico.

Outra possibilidade de atendimento – para os pedidos menos urgentes de serviço – é por meio do portal eletrônico (https://registrocivil.org.br/).

A plataforma é o canal oficial da Arpen Brasil (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais), que representa os 836 Cartórios de Registro Civil do estado de São Paulo.

O canal é destinado ao cidadão para solicitar 2ª via de certidões de nascimento, casamentos e óbitos de Cartórios de Registro Civil de todo o Brasil, seja em formato digital, ou não. O usuário recebe o documento em casa ou pode retirar o documento no órgão mais próximo.

O Cartório adamantinense atende das 9h às 17h, com intervalo das 11h30 às 13h. Telefone: (18) 3522-8879.

Com informações do Jornal Diário do Oeste

Número de casos do novo coronavírus no Brasil ultrapassa 510 mil

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O Brasil chegou a 514.849 casos do novo coronavírus, mais de meio milhão de pessoas infectadas com a doença, com a inclusão nas estatísticas de 16.409 novos casos. Com 480 mortes registradas nas últimas 24 horas, o número de óbitos pela covid-19 chega a 29.314. Os números foram atualizados, no início da noite deste domingo (31), pelo Ministério da Saúde.

Do total de casos confirmados, 278.980 (54,2%) estão em acompanhamento e 206.555 (40,1%) pacientes se recuperaram. Há ainda 4.208 óbitos em investigação.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes: 7.615. O estado é seguido, em número de óbitos, pelo Rio de Janeiro (5.344), Ceará (3.010), Pará (2.923) e Pernambuco (2.807).

Na sequência, aparecem Amazonas (2.052), Maranhão (955), Bahia (667), Espírito Santo (604), Alagoas (443), Paraíba (360), Rio Grande do Norte (305), Minas Gerais (271), Rio Grande do Sul (224), Amapá (222), Paraná (182), Distrito Federal (170), Piauí (161), Sergipe (158), Rondônia (156), Santa Catarina (136), Acre (148), Goiás (124), Roraima (116), Tocantins (73), Mato Grosso (61) e Mato Grosso do Sul (20).

Já em número de casos confirmados, aparecem nas primeiras posições do ranking São Paulo (109.698), Rio de Janeiro (53.388), Ceará (48.489), Amazonas (41.378) e Pará (37.961). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (34.639), Pernambuco (34.450), Bahia (18.392), Espírito Santo (13.690) e Paraíba (13.162).

Na comparação internacional, o Brasil figura em segundo lugar no número de pessoas infectadas (514 mil), atrás dos Estados Unidos (EUA), com mais de 1,7 milhão de casos, de acordo com balanço divulgado pela Universidade Johns Hopkins, que reúne os números oficiais dos países. Em número de óbitos, o Brasil ocupa a quarta colocação, atrás de Estados Unidos (104.319), Reino Unido (38.571) e Itália (33.415).

Dois morrem em grave acidente na vicinal Plácido Rocha

Um grave acidente deixou duas pessoas mortas na tarde deste domingo (31), em Valparaíso. A colisão, entre caminhão e carro, ocorreu na rodovia vicinal Plácido Rocha, logo após a ponte sobre o rio Aguapeí na divisa com Adamantina.

Informações apuradas pelo Jornal Diário do Oeste dão conta que as vítimas fatais eram ocupantes de uma Belina e moradores de Adamantina, porém, os nomes ainda não foram divulgados.

Mais informações a qualquer momento.

Com informações do Jornal Diário do Oeste

Corpo de Bombeiros no atendimento da ocorrência | Foto: Cedida/Internauta

Auxílio emergencial começa a ser creditado na conta de beneficiários

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A Caixa Econômica Federal informou neste domingo (31) que vai começar a creditar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 diretamente nas contas bancárias indicadas pelos beneficiários. Os recursos, que haviam sido antecipados para uso digital pelo aplicativo Caixa Tem, agora serão transferidos automaticamente para as contas informadas pelos beneficiários, de acordo com o calendário de saque em espécie.

A transferência dos valores não movimentados pelo Caixa Tem será realizada para quem indicou contas para recebimento de outros bancos ou poupança existente na Caixa. Com isso, esses beneficiários poderão procurar as instituições financeiras com quem tem relacionamento, caso queiram sacar, segundo orientou o banco estatal.

Confira calendário:

Calendário da 2ª parcela do auxílio emergencial
Calendário da 2ª parcela do auxílio emergencial – Caixa Econômica Federal

Mais de 50 bancos participam da operação de pagamento do auxílio emergencial. Segundo o governo, todos os beneficiários do Bolsa Família elegíveis para o auxílio emergencial já receberam o crédito da segunda parcela.

“A Caixa reforça que não é preciso madrugar nas filas. Todas as pessoas que chegarem nas agências durante o horário de funcionamento, das 8h às 14h, serão atendidas. Elas vão receber senhas e, mesmo com as unidades fechando às 14h, o atendimento continua até o último cliente. O banco fechou parceria com cerca de 1.200 prefeituras em todo o país para reforçar a organização das filas e manter o distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas”, informou a Caixa, em nota.

Abertura do comércio de Lucélia terá horário reduzido: das 13h às 17h

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A Prefeitura de Lucélia, por meio do Decreto Municipal 8.882, de 31 de maio de 2020, prorroga até o dia 15 de junho o período de quarentena e disciplina a flexibilização de algumas atividades econômicas no Município.

As ações estão em consonância ao Decreto Estadual 64.994, de 28 de maio de 2020, que admitiu as especificidades regionais e setoriais, com base em dois critérios: capacidade hospitalar e propagação da doença, de acordo com a abrangência do DRS (Departamento Regional de Saúde).

O Decreto Estadual institui ainda o Plano São Paulo com medidas sanitárias e critérios para a reabertura de setores da economia durante a quarentena de enfrentamento ao coronavírus, concedendo aos municípios a necessidade de flexibilização dos setores anunciados no referido Plano, onde Lucélia se enquadra na Fase 2 (DRS/Marília).

Sendo assim, o Decreto Municipal disciplina a flexibilização do funcionamento das atividades econômicas do Município a partir de 1º de junho de 2020, conforme protocolos editados pelo Governo do Estado de São Paulo.

De acordo com a liberação progressiva das atividades econômicas, fica permitido no município de Lucélia o funcionamento das atividades imobiliárias, concessionárias, escritórios e comércio, desde que obedecidos as seguintes exigências:

I – horário de funcionamento das 13 às 17 horas de segunda a sexta-feira e aos sábado das 9 às 13 horas,
II – Atendimento presencial com 20% da capacidade máxima estabelecida pelo A.V.C.B;
III – Uso obrigatório de máscara dentro do estabelecimento comercial pelos funcionários e clientes;
IV – Disponibilizar álcool em gel 70% para funcionários e clientes, especialmente na entrada do estabelecimento e nos locais de pagamento;
V – Envelopar as máquinas de cartão de crédito com filme plástico e higienizá-las após o uso;
VI – Manter o estabelecimento constantemente higienizado, de forma que todos os equipamentos, utensílios, superfícies e instalações mantenham-se limpos, durante todo o período de funcionamento, preferencialmente com álcool 70%;
VII – Interditar bebedouros que possibilitem a contaminação da torneira com a boca ou as mãos;
VIII – Manter o distanciamento seguro entre as pessoas de 2 metros em todos os ambientes, interno e externo, ressalvadas as exceções em razão da especificidade da atividade ou para pessoas que dependam de acompanhamento ou cuidados especiais, tais como crianças de até 12 anos, idosos e pessoas com deficiência;

O descumprimento das regras gerais ou específicas pelos estabelecimentos ensejará na aplicação de multa no valor correspondente a três salários mínimos, além das medidas e sansões cabíveis, de natureza administrativa, Cível e Penal e, em especial, dos crimes dispostos nos artigos 267 e 268 do Código Penal.

Decreto completo clique aqui.

Idoso de 63 anos é preso por estupro de vulnerável

Um idoso de 63 anos foi preso neste sábado (30), em Flórida Paulista, por estupro de vulnerável. A ação da Polícia Militar aconteceu na avenida Vereador Augusto Roque e o suspeito está a disposição da Justiça.

Segundo a corporação em nota divulgada neste domingo (31), os militares foram acionados após a mãe da menina descobrir que a filha havia sido vítima de assédio sexual. A mulher havia pedido para a criança ir até a casa do acusado buscar limões.

Ao retornar para casa, a criança relatou que havia sido forçada pelo idoso a sentar no sofá e, em seguida, ele a beijou e passou a mão em suas partes íntimas.

Diante dos fatos foi feito patrulhamento no intuito de localizar o indiciado. Ao ser abordado foi dado voz de prisão em flagrante delito pelo crime de estupro de vulnerável, permanecendo preso a disposição da Justiça.

Mães menores de idade já podem pedir auxílio emergencial

Desde sábado (30), as mães com menos de 18 anos podem pedir o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). A novidade está disponível na 16ª versão do aplicativo Caixa Auxílio Emergencial, que foi liberada pela Caixa Econômica Federal.

Incluída pelo Congresso durante a tramitação da medida provisória que instituiu o benefício, a extensão do auxílio emergencial para mães menores de idade havia sido sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 15. O cadastro no auxílio emergencial pode ser pedido até 3 de junho.

A vice-presidente de Tecnologia da Caixa, Tatiana Thomé, explicou como funcionará a novidade em entrevista coletiva na tarde de ontem. A mãe menor de idade precisa cadastrar pelo menos dois membros da família (ela própria mais um filho, no mínimo). Caso a adolescente pertença a uma família maior, com algum membro que tenha se cadastrado no auxílio emergencial, precisará fazer o cadastro compatível com o do outro membro da família.

Mães grávidas não poderão fazer o cadastro porque o aplicativo pedirá o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do filho. O processo se dará de forma igual ao dos demais cadastramentos. Ao entrar no aplicativo, a mãe digitará nome completo, número do CPF, nome da mãe e data de nascimento, conforme constam nos cadastros da Receita Federal. O aplicativo oferece a opção “mãe desconhecida”, caso a requerente não conheça a mãe.

Finalizado o cadastro, os dados serão enviados à Dataprev, empresa estatal de tecnologia, que comparará as informações prestadas com as 17 bases de dados disponíveis para ver se o requerente cumpre as condições da lei para receber o auxílio emergencial. A usuária poderá acompanhar, no próprio aplicativo, se o benefício foi aprovado, negado ou se o cadastro foi considerado inconclusivo (quando as informações prestadas não conferem com os bancos de dados do governo).

Consumo de vídeo e áudio online cresce no Brasil, aponta pesquisa

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O consumo de vídeo e áudio online (o chamado streaming) aumentou e se consolidou no Brasil. Entre os usuários de internet, 74% assistiram a programas, filmes, vídeos ou séries e 72% ouviram música online em 2019.

As informações são da pesquisa TIC Domicílios 2019, mais importante levantamento sobre acesso a tecnologias da informação e comunicação, realizada pelo Centro Regional para o Desenvolvimento de Estudos sobre a Sociedade da Informação (Cetic.br), vinculado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Vídeo online

O consumo de vídeo online é bastante diferente quando observadas as condições econômicas e a escolaridade. A prática foi registrada em 87% dos entrevistados da classe A, enquanto nas classes D e E o percentual foi de 65%. O hábito ficou em 83% para aqueles com ensino superior completo, contra 45% para os analfabetos ou que fizeram até a educação infantil.

A prática de assistir a vídeos foi mais comum nas áreas urbanas (75%) do que rurais (63%); e entre homens (79%) do que entre mulheres (69%). No recorte por cor e raça, o índice apenas oscila entre brancos, pretos e pardos. O carregamento de arquivos (download) de filmes ficou em patamar bem menor, de 23%. Este era o principal canal de consumo de vídeos na década passada e início da atual.

Áudio online

O ato de ouvir música pela internet também difere pelos mesmos indicadores. Na classe A, ele foi identificado em 79% dos ouvidos, enquanto nas classes D e E foi relatado por 68% dos entrevistados. Entre os usuários com ensino superior, alcançou 80%, contra 52% entre os analfabetos e pessoas que tiveram até a educação infantil.

As músicas online são ouvidas por 73% dos entrevistados nas cidades e por 64% no campo. Os homens apareceram com índice maior (76%) do que as mulheres (70%). No recorte por cor e raça, as respostas ficaram em patamares semelhantes. Já os downloads de músicas ainda permanecem como opção para 41% dos ouvidos.

A pesquisa incluiu a análise sobre o consumo de programas de áudio online, os chamados podcasts. Dos usuários ouvidos, 13% contaram consumir este tipo de conteúdo. Na classe A, este pecentual sobe para 37%.

Criação de conteúdos

A pesquisa também perguntou aos entrevistados sobre práticas de criação e compartilhamento de conteúdos na internet. Dos ouvidos, 19% relataram produzir ou atualizar blogs ou páginas na web e 36% publicaram textos, imagens, fotos ou vídeos que criaram na rede mundial de computadores. Os índices também crescem de acordo com a renda e a escolaridade.

Já o ato de compartilhar conteúdos de terceiros foi mais comum, sendo confirmado por 73% dos entrevistados pela pequisa.

Avaliação

Na avaliação do gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa, o Brasil passou da situação no passado recente de pessoas que faziam download de músicas e vídeos para hoje fazer esse consumo de forma online. A proporção dos usuários que assistem conteúdo de streaming está relacionada aos que usam por múltiplos dispositivos, com índices maiores para este tipo de consumo na banda larga fixa do que na móvel.

“A questão do pagamento está atrelada à classe social e renda. Famílias de renda mais altas pagam por estes conteúdos, enquanto famílias de renda mais baixa não. Há uma baixa proporção da população que está criando seu próprio conteúdo. É mais fácil consumir notícias em redes sociais do que produzir conteúdo, seja num blog do que em um conteúdo mais qualificado”, observa Barbosa.

Para Rafael Evangelista, pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp, o consumo de vídeo tem se dado fortemente pelos serviços de mensageria, como o Whatsapp. Como muitas pessoas só acessam a internet do celular e possuem pacotes de dados limitados, ficam reféns dos serviços gratuitos dessas redes sociais, que fazem acordo com as operadoras para não contar no consumo de dados.

“Há uma concentração na informação neste desenho que é muito restrito a certas aplicações. Tem problema que não consegue verificar a informação e não tem acesso livre, para que você escolha o que você está consumindo. Está consumindo aquilo que recebe nos grupos. É um problema que indica o poder dessas empresas que fazem acordos de concentração do mercado. Como vai ter competição no mercado de aplicativos que não sejam os controlados por Google ou Facebook?”, indaga.

Mega-Sena acumula e próximo sorteio deve pagar R$ 45 milhões

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2266 da Mega-Sena, realizado ontem (30), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo, situado no terminal rodoviário do Tietê.

As dezenas sorteadas foram: 10 – 23 – 31 – 37 – 58 – 59.

A quina teve 50 acertadores e cada um vai receber R$ 64.685,64. Os 4.167 ganhadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ 1.108,8

O próximo concurso será quarta-feira (3) e deverá pagar o prêmio de R$ 45 milhões a quem acertar as seis dezenas.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$4,50.

Judiciário desenvolve projetos solidários durante pandemia

Em função da suspensão das aulas presenciais devido à pandemia da Covid-19 e com o objetivo de auxiliar na continuidade do ano letivo de forma virtual na rede pública de ensino, o Judiciário da região da Alta Paulista e o Ministério Público de São Paulo se uniram para oferecer suporte de adequação psicoeducacional a professores das cidades de Adamantina, Mariápolis, Flórida Paulista, Pacaembu e Irapuru, possibilitando a capacitação e a reorganização dos trabalhos escolares por meio do projeto “Reinventar o Aprender e Criar Novas Formas de Ensinar”, que conta com a assessoria virtual de uma psicoeducadora. Além desta ação educacional, o Poder Judiciário local foi além do universo pedagógico e, pensando nas comunidades mais carentes, desenvolveu o “Marmita Solidária”, também no ambiente escolar.

“Na iniciativa privada, acompanhamos a agilidade e a presteza nas adaptações ocorridas diante da atual crise sanitária, visando não perder o ano letivo. Assim, sentimos a necessidade de levantarmos a bandeira da igualdade e da sororidade no campo público. O problema também é nosso”, afirmou a juíza Ruth Duarte Menegatti. “Muitos professores da rede pública não estavam familiarizados com ambientes virtuais, assim como não tinham experiências com os novos métodos, o que poderia prejudicar diversas crianças. Dessa forma, o projeto deu sustentação para a triangulação educacional: família, professores e alunos. Os resultados foram surpreendentes, uma vez que os docentes se sentiram mais amparados diante da nova forma de ensinar”, observou.

Com a crise, professores tiveram que repensar conteúdos, reorganizar os métodos e otimizar o tempo, com ferramentas de trabalho remoto, um verdadeiro desafio para muitos deles. Para auxiliar nesse processo, a psicoeducadora Denise Alves Freire foi procurada e, a partir de então, reuniões periódicas e cursos começaram a ser desenvolvidos. Denise vem assessorando virtualmente professores, diretores e coordenadores, tudo com o apoio das secretarias de educação dos municípios envolvidos, que deram aval prévio e continuam acompanhando todo o suporte oferecido.

Além disso, os trabalhos caminham para além do lado pedagógico. Pensando nas famílias mais carentes de Adamantina, o projeto “Marmita Solidária”, também desenvolvido pela juíza Ruth Duarte Menegatti, contou com a ajuda de integrantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental Eurico Leite de Morais e da Igreja Amor e Cuidado. A proposta foi transformar as merendas escolares em marmitas, que foram oferecidas às famílias dos alunos. “Contamos com um grupo de 70 voluntários recrutados pelo próprio diretor da escola, professor Ricardo Mendes Antonio. Foram distribuídas 2.500 marmitas para 114 famílias. A opção foi considerada devido ao alto índice de carência do local e também em face ao despreparo das famílias envolvidas diante de uma situação pandêmica tão inesperada”, ressaltou a magistrada.

Trezena de Santo Antônio tem início neste domingo pela internet

A Solenidade de Pentecostes, celebrada neste domingo (31), marca o início da Trezena de Santo Antônio na paróquia que homenageia o santo conhecido pela fama de ‘casamenteiro’, em Adamantina. Este ano os 13 dias de orações comemoram os 70 anos de instalação da Paróquia Santo Antônio.

A cada dia, até 13 de junho, a comunidade católica é convidada refletir um tema. Apenas no dia 11 não haverá a Trezena, pois a Igreja celebra a Solenidade de Corpus Christi, com missa, às 8h. Confira a programação abaixo.

Em virtude da pandemia do novo coronavírus, as famílias são convidadas a acompanharem as celebrações de suas casas. A Paróquia Santo Antônio vem transmitindo, desde o fim de março, missas, momentos de orações e outras celebrações pela internet através do Facebook.

CDHU confirma entrega de conjunto habitacional ainda este ano em Rinópolis

A última semana ficou marcada pela confirmação da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) que as moradias construídas na rua Amazonas, em Rinópolis, serão entregues ainda este ano.

A boa notícia foi divulgada pelo prefeito José Ferreira de Oliveira Neto (PSDB), que se reuniu com diretor do órgão habitacional da regional de Marília, Fernando Itapuã. Na obra é investido cerca de R$ 1,7 milhão.

A concretização das unidades habitacionais foi viabilizada no último ano pelo gestor municipal, trazendo esperança para população que reside em área de risco. As novas casas, construídas no Jardim Bernardelli, trará condições dignas de moradia para comunidade.

“Estamos empenhados em entregar o quanto antes estas casas. Elas são construídas no padrão da CDHU, programa habitacional referência em todo o país. Além disso, entregaremos já com a rua asfaltada”, disse o prefeito.

Além de pedir agilidade da entrega destas moradias, o Chefe do Executivo municipal fez pedido de novo conjunto habitacional para Rinópolis.

https://www.facebook.com/jose.ferreiradeoliveiraneto/videos/1897176640418575/

A partir de segunda: comércio de Adamantina funciona das 12h às 18h

A Prefeitura de Adamantina, em consonância com o disposto no Decreto Estadual nº64.994 de 29 de maio de 2020 – Plano São Paulo, por meio do decreto municipal 6.154 de 30 de maio de 2020, estabelece a reabertura gradual do Município.

Os setores autorizados a funcionar são: atividades imobiliárias, concessionárias, escritórios e comércio. Contudo, eles funcionarão com horário de atendimento reduzido às 6 horas ininterruptas, com início às 12h e encerramento às 18h e restrição de capacidade de atendimento.

No entanto, para funcionar, os segmentos precisarão adotar medidas de intensificação nas ações de limpeza, disponibilização de máscaras e álcool em gel 70% aos colaboradores e para os clientes e, ainda, vedar clientes que queiram acessar o interior do estabelecimento sem máscara facial. Caso contrário, poderão sofrer sanções legais.

Além disso, o estabelecimento deve divulgar informações acerca da Covid-19 e das medidas de prevenção e limitar o acesso à loja de modo a preservar o distanciamento mínimo de 1,5m.

Os demais segmentos que não constam no decreto municipal 6.154 de 30 de maio de 2020 terão a quarentena prorrogada até o dia 15 de junho e se descumprirem o disposto no decreto 6.111/2020 poderão sofrer sanções legais.

A Prefeitura de Adamantina informa que as medidas previstas neste decreto poderão ser reavaliadas a qualquer momento, de acordo com a situação epidemiológica do município e a classificação do Departamento Regional de Saúde – DRS IX, instituída pelo Plano São Paulo.

Regras para flexibilização do comércio em Adamantina serão definidas pela Prefeitura

Empresários de Adamantina vivem ainda incertezas sobre a retomada das atividades econômicas na próxima semana. Apesar do Governo do Estado inserir Adamantina na fase 2 do plano de flexibilização – que determina abertura das lojas por 4 horas e com apenas 20% da capacidade –,  os critérios e horários dependem de decreto a ser definido pela Prefeitura.

A demora na publicação, segundo o prefeito Márcio Cardim (DEM), é devido discordância sobre o nível de classificação determinado pelo Estado para os municípios do DRS (Departamento Regional de Saúde) de Marília.

Para o prefeito de Adamantina, a cidade deveria estar na fase 4 do Plano SP. “Não vou soltar decreto se não concordo com a fase. Deveríamos estar pelo menos na fase 3”, disse a Rádio Brasil FM, no início da noite desta sexta-feira (29).

A falta de um posicionamento sobre o que valerá na segunda-feira (1º), traz insegurança aos comerciantes, que não sabem o horário de abertura e o formato de funcionamento dos estabelecimentos.

Ainda, na entrevista de sexta, o gestor municipal informou que pretende divulgar o decreto até este domingo (30). Para segunda-feira de manhã a Assessoria de Imprensa divulgou coletiva de imprensa para esclarecer os critérios determinados pelo Município para flexibilização.

Também sem concordar com a fase definida pelo Estado, o prefeito de Marília, Daniel Alonso, anunciou ontem que liberará na próxima semana atividades que só são permitidas na fase 4 do plano estadual. Também nesta sexta, como a maioria das cidades, o prefeito de Osvaldo Cruz Edmar Mazucato divulgou decreto que determina abertura do comércio das 13h às 17h, seguindo as regras para o segundo nível.

 

Microrregião termina a semana com 117 casos positivos de Covid-19

A microrregião de Adamantina termina a semana com 117 casos positivos de Covid-19. De 14 cidades apenas Salmourão não tem registros confirmados e nem suspeitos da doença.

Adamantina é o município com maior número de casos do novo coronavírus. São 37 até este sábado (30), sendo 31 curados e três mortes. Em seguida vem Lucélia com 32 confirmações para o novo coronavírus, com cinco mortes.

A microrregião tem ainda 27 suspeitos, que aguardam os resultados dos exames.

Balanço de Covid-19 na microrregião*

  Positivos Suspeitos Mortes
Adamantina 37 2 3
Flora Rica 2 0 0
Flórida Paulista 4 1 0
Inúbia Paulista 1 0 0
Irapuru 10 2 1
Lucélia 32 2 5
Mariápolis 1 0 0
Osvaldo Cruz 4 3 0
Pacaembu 18 11 1
Parapuã 1 1 0
Pracinha 1 1 0
Rinópolis 4 3 0
Sagres 2 1 0
Salmourão 0 0 0
*Dados contabilizados até às 12h, deste sábado (30)

SP registra queda na ocupação de UTIs por casos de coronavírus

Nesta sexta-feira (29), o estado de São Paulo registra queda na taxa de ocupação dos leitos de UTI reservados para COVID-19.

Hoje, as taxas são de 70,7% no estado e 83,1% na Grande São Paulo. A redução é de cinco pontos percentuais em todo o território, e superior a oito pontos percentuais na região metropolitana em comparação ao último domingo (24).

As altas hospitalares de pacientes suspeitos e confirmados de coronavírus subiu para 19.665, mais de 3 mil desde o último domingo.

Por meio da ampliação da testagem, em curso na rede de laboratórios de SP, já foram diagnosticados 101.556 casos e 7.275 óbitos relacionados à doença.

Hoje, há 12,5 mil pacientes internados em SP, sendo 4.710 em UTI e 7.822 em enfermaria.
Das 645 cidades, houve um ou mais casos em 522 cidades. Destas, 263 tiveram pelo menos um óbito.

Perfil da mortalidade

Entre as vítimas fatais estão 4.249 homens e 3.026 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 72,9% das mortes.

Observando faixas etárias subdividas a cada dez anos, nota-se que a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (1.716 do total), seguida por 60-69 anos (1.696) e 80-89 (1.403). Também faleceram 491 pessoas com mais de 90 anos.

Fora desse grupo de idosos, há também alta mortalidade entre pessoas de 50 a 59 anos (1.056 do total), seguida pelas faixas de 40 a 49 (541), 30 a 39 (280), 20 a 29 (61) e 10 a 19 (20), e 11 com menos de dez anos.

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (58,8% dos óbitos), diabetes mellitus (42,9%), doença neurológica (11%), doença renal (10,4%) e pneumopatia (9,5%). Outros fatores identificados são imunodepressão, obesidade, asma e doenças hematológica e hepática.

Esses fatores de risco foram identificados em 5.871 pessoas que faleceram por COVID-19 (80,7%).
A relação de casos e óbitos confirmados por cidade pode ser consultada em: https://www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/.

 

Ligue 180 registra aumento de 36% em casos de violência contra mulher

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Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos parecem confirmar o que diversas autoridades, incluindo a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, já vinham apontando: a necessidade das pessoas permanecerem mais tempo em casa devido à pandemia da covid-19 pode estar contribuindo para o aumento da violência doméstica contra mulheres.

Segundo a ouvidoria, na comparação com janeiro de 2019, o número de denúncias registradas por meio do Ligue 180 diminuíram 4,5% em janeiro deste ano. Já em fevereiro, houve um aumento de 15,6% das notificações quando comparado ao mesmo mês do ano passado. A tendência se manteve em março, quando o novo coronavírus chegou ao país e algumas unidades da federação começaram a adotar medidas para isolar a população e, assim, tentar conter a disseminação da doença.

Comparativamente, o número de denúncias registradas pelo Ligue 180 em março deste ano foi 15% superior ao de março de 2019. Segundo o ouvidor nacional de Direitos Humanos, Fernando César Pereira Ferreira, considerando o que acontecera em países atingidos pela doença antes do Brasil, os resultados de janeiro a março já eram, de certa forma, esperados. Mesmo assim, o desempenho registrado em abril surpreendeu negativamente: as denúncias de violações aos direitos e à integridade das mulheres aumentaram 36% se comparado a abril de 2019.

“Em janeiro, o número de denúncias estava praticamente estabilizado, com uma queda de 4,5%. Em fevereiro houve um crescimento [que se repetiu em março], e que já era esperado. Inclusive, porque também houve uma melhoria significativa no atendimento e, com isto, as pessoas passam a ligar mais”, disse Ferreira, hoje (29), ao divulgar o balanço geral dos atendimentos do Ligue 180 em 2019.

“Mas a partir de março, com o fenômeno da covid-19 e [adoção de] medidas que passaram a impactar seriamente no número de denúncias, o número de casos disparou. Provavelmente, por causa do confinamento”, acrescentou Ferreira, referindo-se ao fato de mulheres vítimas de agressão doméstica se verem forçadas a passar mais tempo junto a seus agressores. Os dados da Ouvidoria apontam que, em geral, as denúncias recebidas pelo Ligue 180 tratam, na maioria das vezes, de casos de violência doméstica e familiar (em 2019, elas somaram 79% do total de notificações).

Gráfico aponta escalada de violência contra mulheres durante isolamento social.

A ministra Damares Alves frisou que, a partir da experiência internacional, o ministério e o governo federal se anteciparam, reorganizando serviços para manter o atendimento durante à crise sanitária; orientando a rede de acolhimento e proteção à mulher e realizando campanhas para estimular as mulheres em situação de violência a procurarem ajuda e denunciarem seus agressores. Um dos receios é que, mesmo considerando a maior procura aos serviços de orientação e proteção, a situação torne ainda mais difícil para as vítimas de violência se desvencilharem e buscarem apoio.

“Estamos atuando de forma efetiva. Nossa ação de contingenciamento e de combate à pandemia, especificamente na ações de prevenção à violência doméstica [conta com] inúmeras ações que já estão sendo feitas”, disse a ministra, lamentando que, conforme indicam os dados de 2019, para além da pandemia, “o dia a dia vem demonstrando para todo mundo que a violência contra as mulheres é crescente no Brasil.”