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Linha entre Adamantina e Mariápolis volta a operar na segunda-feira

A linha de ônibus entre Adamantina e Mariápolis voltará a circular com horários reduzidos na segunda-feira (1º). A operação do trecho é realizada pela empresa Jandaia Transportes e Turismo.

Os novos horários foram divulgados pelo Jornal O Povo nesta sexta-feira (29). Confira:

Mariápolis sentido Adamantina

Segunda a sexta: às 7h

Terça e quinta: às 7h e às 13h

Sábado: às 7h

Domingo e feriado: sem circulação

Adamantina sentido Mariápolis

Segunda a sexta: às 17h

Terça e quinta: às 11h30 e às 17h

Sábado: às 13h

Domingo e feriado: sem circulação

Com informações do Jornal O Povo, de Mariápolis

Adamantina deve soltar decreto sobre regulamentação do comércio somente no domingo

O prefeito de Adamantina, Márcio Cardim (DEM), anunciou que pretende soltar decreto sobre a regulamentação das atividades liberadas a funcionar na próxima semana apenas no domingo (31).

O gestor discorda da fase determinada pelo Estado para os municípios do DRS (Departamento Regional de Saúde) de Marília. A região de saúde está classificada no segundo nível, permitindo abertura do comércio com expediente de apenas 4 horas. Imobiliárias, concessionárias, escritórios e shoppings também podem abrir nesta classificação.

Para o prefeito de Adamantina, a cidade deveria estar na fase 4 do Plano SP, que dispõe sobre a retomada da economia. “Não vamos aceitar as injustiças. Não é justo o que estão fazendo com a nossa região. Chegamos ao limite”, disse Cardim em entrevista à Rádio Brasil FM.

Ainda, segundo o prefeito, Adamantina buscará até domingo mudança de classificação. Caso não seja possível, divulgará regulamentação seguindo as determinações do Estado. “Não vou soltar decreto se não concordo com a fase. Deveríamos estar pelo menos na fase 3”, afirmou. “Barbaridade, facada em cima de facada”, reclamou.

 

Adamantina registra mais dois casos de Covid-19

A Secretaria de Saúde de Adamantina divulgou que na tarde desta sexta-feira (29), foram confirmados mais dois casos de Covid-19. Contudo, o número de casos curados também subiu de 30 para 31.

Até o momento, a cidade segue com 126 notificações, sendo que dois aguardam resultados dos exames, 87 casos negativos e 37 casos positivos, com três óbitos e 31 curados.

A Secretaria de Saúde recomenda:

– Fique em casa, evite sair sem necessidade e evite aglomerações;

– Caso seja necessário sair de casa, use uma máscara de proteção facial;

– Lavar bem as mãos por 20 segundos com Água e sabão e, utilizar álcool em gel quando não há torneira e sabão por perto;

– Cobrir o nariz e boca com o braço quando for tossir ou espirrar;

– Evite tocar o rosto com as mãos, principalmente olhos, nariz e boca;

– Não compartilhe objetos pessoais;

– Em casos de sintomas como tosse seca, espirros frequentes, febre e/ou dificuldade respiratória ligar para o Centro de Saúde/Postão.

Sagres confirma segundo caso de coronavírus

A Prefeitura de Sagres confirmou na tarde desta sexta-feira (29), o segundo caso de paciente que atestou positivo para Covid-19.

Trata-se de um homem de 43 anos de idade, portador de doença pulmonar crônica. Ele permaneceu inicialmente internado por dez dias, recebeu alta e depois de dois dias teve novas complicações e teve que ser internado novamente.

De acordo com o Prefeito Ricardo Rived Garcia, que confirmou o caso, o homem foi diagnosticado com Covid-19 e submetido a novo teste para contraprova e aguarda-se resultado. “Inicialmente ele foi diagnosticado com outro tipo de vírus, o H1N1, mas pelo protocolo do Ministério da Saúde, entrou como paciente de Covid-19 após ser submetido a teste rápido”, disse o Prefeito.

O paciente está isolado na Santa Casa de Osvaldo Cruz e toda família que teve contato com o paciente nos dois dias em que o homem esteve em Sagres foi isolada também.

Há ainda um outro paciente que apresentou sintomas e foi isolado por sete dias para acompanhamento de sintomas. Se houver novos sinais a pessoa será submetida a teste. Por enquanto o quadro é de monitoramento.

O outro caso de paciente positivo de Sagres já saiu do período de quarentena e está sem sintomas. Portanto, caso é considerado curado.

Denúncias apontam para escalada da violência contra mulheres no país

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O número de denúncias de violência contra mulheres que a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos recebeu em 2019, por meio da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, aponta para uma escalada do processo de violações à integridade e aos direitos das mulheres no país.

O balanço divulgado hoje (29) pelo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, revela que entre 2018 e 2019, o total de tentativas de feminicídiodenunciadas por meio do Ligue 180 aumentou 74,6%, saltando de 2.075 para 3.624 notificações.

“Hoje, estamos apresentando os números do Ligue 180 com tristeza. Em 2019, apresentei os dados de 2018, quando a gestão da política pública não estava nas minhas mãos, mas, hoje, apresento os dados já de minha responsabilidade. Avançamos nas políticas públicas? Avançamos. E estamos trabalhando muito, principalmente em relação às [vítimas] invisibilizadas. Infelizmente, apesar disso, a violência cresceu. Ainda assim, não vamos desanimar diante destes números”, afirmou a ministra Damares Alves.

Políticas Públicas

Para a ministra, os resultados destacam a importância de se discutir a reformulação de políticas públicas: “Já estamos conversando com o Parlamento, inclusive sobre a adequação de legislação, pois esses resultados nos levam a refletir sobre as prioridades nacionais, inclusive a orçamentária. Como está o Orçamento da União para idosos? O que é destinado ao combate à violência contra pessoas com deficiência? Acho que os dados vão nos motivar a fazer uma revisão geral de prioridades de políticas públicas, indicações de emendas parlamentares e, também, no Orçamento da União”.

Durante a apresentação dos dados, Damares Alves admitiu ter ficado “negativamente impressionada”, tal como já havia ocorrido na semana passada, quando a Ouvidoria Nacional divulgou os números de denúncias de violência contra crianças, idosos, pessoas com necessidades especiais e presidiários, registrados pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100), no ano passado.

Acolhimento

A secretária Nacional de Políticas para as Mulheres, Cristiane Rodrigues Britto, disse que ” lamentavelmente, as informações indicam o crescimento expressivo do número de denúncias de tentativas de feminicídios”. Segundo ela, os dados revelam um processo de escalada da violência “que precisa ser interrompido”.

Cristiane destacou que algumas ações foram adotadas pelo ministério para tentar conter a violência contra as mulheres, entre elas a reformulação do modelo da Casa da Mulher Brasileira, espaço de acolhimento e atendimento às mulheres em situação de violência.

Violência Policial

Também chamam a atenção o aumento de 471% no número de denúncias de violência policial contra mulheres e de 400% da violência contra a diversidade religiosa. No primeiro caso, os registros passaram de 99 queixas em 2018, para 566 notificações em 2019. Já no segundo caso, os telefonemas para o Ligue 180 passaram de 3 para 15.

Para o Ouvidor Nacional de Direitos Humanos, Fernando César Pereira Ferreira, a diferença nos números se deve mais a mudanças de metodologia do que ao aumento das agressões. Também pode ser resultado das campanhas publicitárias que o próprio ministério fez para estimular a denúncia.

De acordo com Ferreira, o mesmo vale para os casos de violência moral, cujas denúncias aumentaram 46% entre 2018 e 2019. E também para a redução das denúncias de violência psicológica (-100) e patrimonial (-100), duas classificações redefinidas e cujos casos relatados no ano passado foram somados à categoria violência doméstica e familiar – contribuindo para o aumento do número de registros deste último tipo de denúncia.

“Fazemos os registros específicos de cada tipo de violência. No que se refere à violência policial, adotamos um marcador específico [uma classificação própria] e, a partir daí, passamos a receber um volume de denúncias específicas, o que não ocorria anteriormente”, disse Ferreira. Segundo o ouvidor, neste ano a classificação voltou a ser alterado, o que deverá voltar a influenciar nos próximos dados.

“Queria deixar claro que todas estas discrepâncias muito volumosas em termos percentuais ocorreram em razão de mudança de metodologia, de melhor classificação das denúncias e, às vezes, não devido ao aumento do número de denúncias. Mas quanto à violência praticada por policiais [contra as mulheres] vamos fazer uma investigação mais criteriosa para, no futuro, podermos responder”, acrescentou o ouvidor.

Denúncias apontam para escalada da violência contra as mulheres

No sentido contrário, os registros de homicídios notificados por meio do Ligue 180 diminuíram 84% entre 2018 e 2019 e as denúncias de tentativas de homicídio e de violência física contra mulheres caíram, respectivamente, -70% e quase -42%, no período. A Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos também registrou um menor número de casos de ameças genéricas (-74%) e de tráfico de mulheres (-63%), bem como de cárcere privado (-18%), dentre outros crimes.

Números

Criada em 2005 para orientar mulheres vítimas de violência sobre seus direitos e serviços protetivos, a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 passou a receber denúncias em 2014, encaminhando-as aos órgãos locais competentes. Os telefonemas para o serviço são gratuitas e confidenciais.

Denúncias apontam para escalada da violência contra as mulheres

Em 2019, o serviço recebeu mais de 1,3 milhão de telefonemas – metade das 2,6 milhões chamadas atendidas em 2018. E o número de denúncias registradas também foi menor: 92.663, em 2018, contra 85.412, no ano passado. Considerando a diferença dos números absolutos, o percentual de denúncias registradas em 2019 foi superior ao de 2018. Segundo o ministério, isto também se deve a “ajustes metodológicos” na contagem de ligações, realizados em agosto de 2018.

Ainda assim, no ano passado, as denúncias de crimes e violações representaram apenas 6,5%, ou 85.412, do total das chamadas atendidas. Outras 629,5 mil (47%) ligações foram para obtenção de informações sobre a rede protetiva.

Em termo gerais, os casos de violência doméstica e familiar respondem por 78% do total de denúncias. Em seguida vêm os casos de tentativa de homicidío (4%); violência moral (4%); ameaças (3%); cárcere privado (3%); violência sexual (2%); violência física (2%) e outros (4%).

Quase metade das vítimas que ligaram para o Ligue 180 no ano passado relataram ser vítimas de violações semanais. Duas em cada dez destas mulheres sofriam abusos e violência diariamente. A maioria das vítimas é parda, solteira, tem entre 18 e 30 anos e o ensino fundamental completo. Já os agressores são, na grande maioria, homens (84%), pardos, com 25 a 40 anos de idade e ensino fundamental incompleto.

Considerando o número de denúncias por grupo de 100 mil habitantes, os estados com maior número de notificações são Rio de Janeiro; Distrito Federal e Minas Gerais. A discrepância entre os resultados apresentados por estas três unidades da federação e as outras 24 indica, segundo Ferreira, a necessidade de melhorar a política de estímulo à denunciação da violência contra as mulheres e de divulgação de serviços como o Ligue 180 nas demais

Segundo a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, já foi registrado um aumento do número de denúncias nos quatro primeiros meses deste ano – especialmente a partir de fevereiro. O que, segundo o ouvidor nacional, se deve à pandemia da covid-19, que forçou as pessoas em geral a permanecerem mais tempo em casa. O que, paradoxalmente, expõem as vítimas ao maior convívio com agressores. Além disso, o serviço também vem sendo aperfeiçoado, com mais estímulo às denúncias e redução do tempo de espera.

Governo defende reformas após a pandemia para recuperar o PIB

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resultado negativo da atividade econômica no primeiro trimestre, embora esperado, coloca fim à recuperação econômica em curso desde o começo de 2017, afirmou a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, em nota sobre o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, divulgado hoje (29).

Em meio à pandemia de covid-19, o PIB teve queda de 1,5% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com último trimestre de 2019. Os dados foram divulgados hoje (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o primeiro trimestre de 2019, o PIB caiu 0,3%. Em 12 meses, o PIB acumula alta de 0,9%.

“Os impactos iniciais da pandemia na economia a partir de março deste ano reverteram os bons indicadores de emprego, arrecadação e atividade do primeiro bimestre, levando a variação do PIB para o terreno negativo. Os efeitos danosos sobre a saúde da população brasileira e da nossa economia ainda persistem. Dessa forma, o resultado econômico da atividade no segundo trimestre será ainda pior”, diz a nota.

De acordo com a secretaria, as consequências são “nefastas para a população, com aumento do desemprego, da falência das empresas e da pobreza”.

“Para combater e amenizar o sofrimento dos brasileiros é necessário que as reformas estruturais continuem através de uma legislação mais moderna de emprego, com o fortalecimento das políticas sociais (com transferência de recursos de programas sociais ineficientes para os mais eficientes e de comprovado efeito no combate à pobreza), com o aprimoramento da legislação de falências e a modernização e desburocratização do mercado de crédito, de capitais e de garantias”, destacou.

Pós-pandemia

Para a secretaria, a agenda pós-pandemia, além de manter o teto de gastos, precisa incluir: o fortalecimento do arcabouço de proteção social transferindo recursos de programas ineficientes para programas sociais de comprovada eficiência no combate à pobreza; a melhora da eficiência das políticas de emprego; o aprimoramento da legislação de falências; o fortalecimento e a desburocratização do mercado de crédito, de capitais e de garantias; a aprovação novo marco regulatório do setor de saneamento básico e do setor de gás; a abertura comercial; privatizações e concessões; reforma tributária.

Departamento de Trânsito promove pintura de solo nas vias centrais

O Departamento Municipal de Trânsito executa pintura de solo em todas as regiões da cidade. As vias centrais que foram recapeadas serão pintadas até este sábado (30).

Os trechos que foram beneficiados com a melhoria do recapeamento e que estão recebendo a pintura de solo são: Rua Deputado Salles Filho (trecho entre a Rua Dona Josefina Dall Antônia Tiveron e Avenida Capitão José Antônio de Oliveira); Rua Euclides da Cunha (trecho entre Avenida Rio Branco e Alameda Dr. Armando de Salles Oliveira); Rua Osvaldo Cruz (trecho entre Alameda Navarro de Andrade e Rua Dona Josefina Dall Antônia Tiveron; Avenida Adhemar de Barros (trecho entre Alameda Armando de Salles Oliveira e Avenida Rio Branco) e Avenida Adhemar de Barros (trecho entre Avenida Rio Branco e Alameda Navarro de Andrade).

Para o recapeamento da área central foi investido em recurso próprio o montante de R$ 289.174,65, contemplando 10.228,95 metros quadrados.

Diferentes bairros da cidade também foram beneficiados com essa melhoria nas vias públicas, pois por meio de emendas estaduais e federais, foi possível recapear mais de 35 mil metros quadrados. Esses trechos também receberão nova sinalização de acordo com o planejamento executado pelo departamento.

Sebrae Aqui e Prefeitura promovem curso para empreendedores de Lucélia

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O Sebrae Aqui e a Prefeitura de Lucélia promoverão gratuitamente o ‘Programa Enfrentar’ voltada aos micros e pequenos empreendedores da cidade. Os encontros serão realizados das 19h às 21h, de 8 a 12 de junho.
O programa foi criado exclusivamente para as empresas enfrentarem o momento de crise causado pelo coronavírus. “Se você precisa de um atendimento mais profundo e personalizado, conheça o programa de mentoria que preparamos para te ajudar neste momento tão difícil”, explica o Sebrae Aqui.
Com conteúdo direcionado às necessidades atuais dos empresários, o programa é composto de encontros coletivos remotos e ao vivo, ferramentas práticas e atendimentos individuais focados em sua empresa. “Tudo isso contando com o time de especialistas do Sebrae que está preparado para te ajudar a superar esse momento”, destaca o órgão.

Os MEIs (Microempreendedores Individuais) que participarem da ação poderão ter acesso ao benefício Programa Juro Zero Empreendedor, com acesso à crédito, seguindo as seguintes premissas:
:: Participar/concluir minimamente 75% do Programa Enfrentar;
:: Possuir CNPJ válido (ou seja, o cliente eletivo, nesse caso do Enfrentar, tem que possuir CNPJ);
:: Atender aos critérios de exigibilidade do Banco do Povo para acesso ao crédito;

O conteúdo programático é:

• Enfrente a Crise Inovando nas Vendas: Conheça as estratégias que sua empresa pode adotar para continuar vendendo e se relacionando com o cliente.
• Enfrente a Crise Protegendo o Caixa da sua Empresa: Aprenda como analisar a situação financeira da sua empresa, conheça alternativas para reduzir os custos e avalie seu nível de endividamento.
• Enfrente a Crise Conhecendo o Crédito Certo para sua Empresa: Calcule sua necessidade real de capital e conheça as principais linhas de crédito para seu negócio.
• Enfrente a Crise (re)Negociando com Fornecedores e Clientes: Saiba como utilizar técnicas de negociação e o processo para renegociar com bancos, fornecedores e seus clientes.
• Enfrente a Crise Entendendo os seus Direitos: Entenda os benefícios, aspectos trabalhistas e decisões do governo estadual e federal que podem beneficiar seu negócio.
• Carga horária: 2 horas por módulo totalizando 10 horas coletivas + atendimentos individuais.

As inscrições podem ser feitas no Sebrae Aqui, que fica na Rua Manoel Lopes, 1.331, Centro. Informações: (18) 3551-3835 / (18) 3551-1156.

Comércio de Osvaldo Cruz funcionará das 13h às 17h a partir de segunda

A Prefeitura de Osvaldo Cruz publicou nesta sexta-feira (29), o Decreto Municipal 4471/2020 para flexibilização da economia local frente à pandemia da Covid-19.

Poderão funcionar sem restrições as atividades anteriormente consideradas essenciais e ainda:

– atividades imobiliárias;

– concessionárias e;

– escritórios

Entretanto, essas atividades só poderão atender com acesso de uma pessoa por vez ao interior do estabelecimento, uso de máscaras tanto do público externo quanto dos colaboradores e proprietários, disponibilizar álcool em gel 70% na entrada dos estabelecimentos, manter o interior do estabelecimento limpo e higienizado.

Já os estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços “não essenciais” poderão trabalhar com presença de público nas seguintes condições:

–  20% de seus colaboradores, afora o proprietário;

– um cliente em estabelecimentos com até 20 metros quadrados. Os estabelecimentos que tiverem dimensões maiores em sua área de atendimento ao público deverão respeitar a proporção de um cliente a cada 20 metros quadrados;

– o horário de funcionamento de atendimento ao público desses estabelecimentos não essenciais será de segunda a sexta-feira das 13h às 17h e aos sábados das 9h às 13h. Logo após as portas deverão permanecer fechadas

–  essas empresas só poderão atender com acesso de uma pessoa por vez ao interior do estabelecimento, uso de máscaras tanto do público externo quanto dos colaboradores e proprietários, disponibilizar álcool em gel 70% na entrada dos estabelecimentos, manter o interior do estabelecimento limpo e higienizado.

– adoção de medidas de distanciamento de pelo menos 2 metros de distância entre um cliente e outro em caso de fila ou local de espera;

Após a adoção de medidas de flexibilização a Prefeitura adotará medidas de testagem da população para manutenção do baixo número de pessoas contaminadas pela Covid-19, como se apresenta atualmente (com 4 casos). Há atualmente 750 kits para testes rápidos que foram repassados pelo Governo Federal e a Prefeitura adquiriu outros 150.

A cidade conta com seis leitos de U.T.I. específicos para pacientes com Covid-19 e os atendimentos deverão ocorrer na Santa Casa de Misericórdia local.  O decreto ainda elenca os recursos de equipamentos e instalações que encontram-se em funcionamento na Santa Casa.

Os comerciantes ou prestadores de serviços que não respeitarem os termos do Decreto editado estarão sujeitos a multas e até mesmo a cassação do alvará de funcionamento da empresa.

A fiscalização será por funcionários do setor respectivo da Prefeitura, autoridades estaduais e eventualmente a pessoas a quem será delegada a mesma função, caso haja necessidade.

Osvaldo Cruz foi incluída na fase “Laranja” do Plano São Paulo de flexibilização da economia. A mudança para outras fases mais brandas como “Amarela”, por exemplo, deverão seguir os critérios determinados em decreto estadual para este fim.

O município está atualmente com 4 casos positivos, sendo 3 curados, 3 suspeitos,  26 casos descartados, 7 monitorados  e 111 monitoramentos encerrados.

Prefeitura continua desinfecção de locais públicos

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Em parceria com a Granja Mizohata, a Prefeitura de Parapuã realiza a desinfecção das unidades de saúde e locais com grande concentração de pessoas. Este serviço é realizado das 6h às 8h, às segundas, quartas e sextas-feiras, desde 24 de abril.

A gestão municipal explica que está sendo utilizado o produto quaternário de amônia, um composto que elimina com melhor eficiência o vírus. A ação é uma das atitudes de prevenção a propagação da Covid-19.

Nesta semana, a cidade confirmou o primeiro caso positivo da doença.

A Prefeitura agradece a Granja Mizohata pela grande parceria em um momento que é essencial a colaboração de toda a comunidade.

Adamantina tem pior abril dos últimos quatro anos na geração de empregos

A economia parcialmente paralisada desde março devido à pandemia do novo coronavírus resultou em demissões em Adamantina. A cidade, que teve saldo positivo na geração de emprego nos meses de abril dos últimos quatro anos, fechou abril de 2020 com menos 128 postos de trabalho.

O recorte divulgado pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), na quarta-feira (27), considera apenas os empregos com carteira assinada. Os trabalhos informais, também atingidos pela crise, não são aferidos para o levantamento do Ministério da Economia.

Se comparar com os números do ano passado, a crise econômica causada pela Covid-19 na cidade fica mais evidente. No primeiro quadrimestre de 2019, Adamantina tinha aberto 764 postos de trabalho. Este ano foram 180. Somente em abril do ano passado foram 264 contratações a mais do que demissões.

TRADICIONAL SETOR NÃO MUDA CENÁRIO

Abril é um período com número expressivo de contratações devido ao setor agropecuário. Apesar do Caged não divulgar mais o cenário detalhado de cada município, o setor foi o único positivo nos quatro primeiros meses do ano em todo o país com saldo de 10.032 empregos, fruto de 275.464 contratações e 265.432 desligamentos.

Mesmo com resultado expressivo considerando o atual cenário, a área agrícola não reverteu o balanço negativo na geração de emprego na maioria das cidades, como Adamantina. Porém, duas cidades da microrregião seguiram caminho inverso, com mais contratações do que demissões em abril.

Os saldos de 196 postos no mês passado em Lucélia (no ano são 967) e de 39 em Parapuã (394 em 2020) podem ter relação com as usinas sucroalcooleiras que estão em período de safra.

EM ADAMANTINA, COMÉRCIO É PRINCIPAL FORÇA

Apesar de também contar com usina de produção de álcool e açúcar – o que pode ter minimizado as perdas, Adamantina tem no comércio a principal fonte de geração de emprego. A cidade teve em abril 328 contratações e 456 demissões.

As lojas do Centro da cidade estão a 69 dias de portas fechadas devido às restrições impostas pelo Governo do Estado e Prefeitura para se evitar aglomerações. Junto com o setor de serviços, o comércio é responsável por gerar 68% dos empregos formais em Adamantina.

“Os números do Caged, apesar de não especificar a situação de cada setor, enfatizam nossa preocupação desde o início da quarentena. Conforme já relatado, entendemos sim as ações visando resguardar a integridade física da população, mas salvar vidas é também garantir emprego, renda e comida às famílias de nosso Município”, pontua o presidente do Sincomercio Nova Alta Paulista (Sindicato Patronal do Comércio Varejista), Sérgio Vanderlei.

Segundo ele, o problema vai além de demitir ou pagar salários, sendo uma questão de continuar funcionando ou não as empresas. O governador João Doria anunciou, também na quarta, a retomada das atividades econômicas consideradas não essenciais a partir da próxima semana por etapas.

O setor industrial também foi atingido em Adamantina com demissões.

MAIORIA DAS CIDADES FICA NEGATIVA NA MICRORREGIÃO

O cenário de demissões em abril se repete em oito das 14 cidades da microrregião. São elas: Adamantina (-128), Flora Rica (-29), Flórida Paulista (-3), Inúbia Paulista (-9), Irapuru (-1), Osvaldo Cruz (-172), Rinópolis (-14) e Sagres (-2). Estes municípios tiveram saldo negativo 358 vagas.

Os números da microrregião também são reflexos da pandemia do novo coronavírus, que leva a economia mundial para uma forte recessão. No Brasil, estimativa mais recente dos economistas dos bancos é de uma queda de quase 6% para o PIB (Produto Interno Bruto) neste ano.

Emprego em Adamantina

                        Abril                Ano

2020               -128                180

2019               264                 764

2018               110                 616

2017               271                 516

2016               3                      –

MEDIDAS PARA MINIMIZAR DEMISSÕES

No país, abril teve a maior demissão registrada em um único mês em 29 anos. Foram 598.596 contratações e 1.459.099 demissões.

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, avaliou que o Caged revelou “números duros” e que “reflete a realidade de pandemia que vivemos”.

Para tentar evitar uma perda maior de empregos, o governo federal baixou, no começo de abril, uma Medida Provisória que autorizou a redução da jornada de trabalho com corte de salário de até 70% em um período de até três meses.

O Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda prevê que o trabalhador permanecerá empregado durante o tempo de vigência dos acordos e pelo mesmo tempo depois que o acordo acabar. Os números do Ministério da Economia mostram que, até esta quarta-feira (27), mais de 8,1 milhões de trabalhadores aderiram ao programa.

“A preservação [dos empregos] é algo para se comemorar. Temos de olhar o copo meio cheio e não o copo meio vazio. Estamos preservado empregos e renda”, afirmou Bianco.

Apesar de algumas empresas de Adamantina terem adotado o Programa, parte do empresariado local não está tendo acesso às medidas anunciadas pelos governos estadual e federal para manutenção das empresas e, consequentemente, dos empregos, o que também preocupa o Sincomercio Nova Alta Paulista.

Emprego na microrregião

                                Abril/2020             Ano/2020

Flora Rica                  -29                             -31

Flórida Paulista         -3                               71

Inúbia Paulista          -9                               -33

Irapuru                      -1                              -1

Lucélia                      196                             967

Mariápolis                 2                                -8

Osvaldo Cruz            -172                           -169

Pacaembu                 10                               60

Parapuã                     39                               394

Pracinha                    5                                 -3

Rinópolis                  -14                             2

Sagres                       -2                                0

Salmourão                13                               42

Câmara fiscaliza gastos da Prefeitura com pandemia

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a Câmara de Adamantina fiscaliza os gastos do poder público municipal em ações de combate e prevenção. Diversos pedidos de informações já foram encaminhados à Prefeitura, que decretou calamidade pública em 9 de abril.

A determinação calamidade pública, já enviada à Assembleia Legislativa para atender o artigo 65 da Lei de Responsabilidade Fiscal, significa o fim da exigência, enquanto vigorar o Decreto Municipal nº 6.133, da realização de licitação para compras específicas de materiais, insumos e serviços referentes a Covid-19.

Além de agilizar o processo de aquisição de itens essenciais para o atual momento, o reconhecimento de calamidade pública permite que o Executivo gaste mais do que o previsto e desobedeça às metas fiscais para custear ações de combate à pandemia.

O presidente da Câmara Eder Ruete (DEM) disse que a Câmara cumprirá seu papel na fiscalização dos gastos. “Estamos atentos e investigando compras e serviços”, afirma.

Entre os gastos questionados pelos parlamentares estão a aquisição de álcool em gel, pela Secretaria de Saúde, e a instalação de tendas em frente a Caixa Econômica Federal. Pedidos de informações já foram encaminhados à Administração Municipal.

Para aquisição de 2.040 frascos de álcool em gel, o Município gastou cerca de R$ 28 mil, com custo de R$ 14/unidade, em uma empresa de Anápolis (GO). O IMPACTO teve acesso a três orçamentos dos vereadores, sendo que dois com especificações técnicas e de marca similares aos adquiridos pela Prefeitura com valores de R$ 9,49 e R$ 10,50, e outro, com as mesmas características na formulação, mas marca diferente, o custo seria de R$ 7,00 (acima de 1 mil unidades).

Ao jornal Folha Regional o secretário de Saúde da cidade, Gustavo Rufino, explicou a compra, ressaltando que “não é perfil desta Administração fazer aquisições com superfaturamento”. “Em quatro anos de gestão nunca fizemos isso, nunca fomos alvos disso. E não será agora, no enfrentamento a pandemia, que faltaremos com respeito aos nossos munícipes”.

Ele disse ainda que são “situações infundadas que estão colocando de forma equivocada na mídia” e que todas preocupações para aquisição foram tomadas, de acordo com as legislações vigentes.

“Tenho como obrigação proporcionar as melhores condições de trabalho aos funcionários, para atender melhor a população. Estávamos com estoque muito baixo deste produto, há 20 dias, quando realizamos a aquisição. Fizemos as cotações, fomos atrás, e existem situações dentro da Secretaria que não tenho 20, 40 dias, uma semana para resolver. Tenho que resolver isso de imediato, não posso deixar de faltar um EPI [Equipamento de Proteção Individual] deste para os meus funcionários. Caso acabasse, os servidores não poderiam estar trabalhando, automaticamente, a população não seria atendida […]. Não que a urgência para aquisição deste material fizesse pagar mais caro. Se pegar a descrição do produto e fazer uma cotação de preço, todos os similares estão mais caros em Adamantina”, afirmou, na entrevista.

Já para colocação das tendas a Administração Municipal gastou pouco mais de R$ 14 mil, com empresa de Osvaldo Cruz.

As informações solicitadas à Prefeitura foram feitas a partir de Ofício Especial, da presidência da Câmara, e por meio de requerimentos dos vereadores Alcio Ikeda e Acácio Rocha (Podemos).

VEREADOR RECLAMA DE FALTA DE ACESSO À INFORMAÇÕES

Um dos questionamentos dos vereadores nesta busca por esclarecimentos é a falta de acesso aos documentos. Alcio Ikeda explica que as dificuldades se concentram nas últimas semanas, com negações aos processos de compras.

“O secretário de Finanças [João Lopes] nunca foi simpático ao nosso acesso aos documentos, mas, no começo, não tive problemas e conseguia fazer a vista de processos de licitação e de despesas da Prefeitura, as vezes com alguma resistência, porém, conseguia. As dificuldades e obstruções se consolidaram neste período”, explica. O vereador Acácio Rocha também reclama da situação.

Alcio Ikeda destaca a Lei de Acesso a Informação, que determina que todo órgão público deve autorizar ou conceder o acesso imediato a qualquer cidadão. “Mesmo com a legislação garantindo o acesso imediato de documentos disponíveis a qualquer cidadão e mesmo com a Lei Orgânica garantindo aos vereadores a função de fiscalização dos atos do Executivo, a alegação da Secretaria é de que devemos apresentar requerimentos para somente depois de vários dias termos acesso aos documentos. Não imagino qual seja o motivo, também gostaria de saber”, diz.

Segundo o parlamentar, o objetivo principal não é encontrar irregularidades, mas, sim, “apurar e verificar situações” questionadas pelos munícipes. “Se pudéssemos analisar e verificar que a despesa foi feita devidamente e com razoabilidade, a nossa resposta seria de que o procedimento foi regular, auxiliando a própria Administração nos esclarecimentos à população. O aluguel das tendas e da compra do álcool em gel, por exemplo, foram casos em que a população nos procurou como vereadores para apurar as compras realizadas, e em ambos os casos fomos impedidos de realizar vistas dos processos de compras que já eram públicos”.

­­Alcio Ikeda também questiona o discurso de transparência da atual Administração. “Uma gestão que se diz transparente não traz obstáculos ao papel de Fiscalização de nenhum órgão ou poder. Se está tudo certo, porque dificultar o trabalho do Legislativo e burocratizar exigindo a apresentação de requerimentos?”.

Ainda, segundo o vereador, “está na moda” relacionar os questionamentos com objetivos “políticos” ou para “atrapalhar a gestão”. “Mas o que devemos entender é que a própria população pede por esclarecimentos em diversas situações, e que se existem poderes constituídos (Legislativo, Executivo e Judiciário) eles devem funcionar e suas funções devem ser respeitadas. Quando fiscalizamos gastos públicos, não estamos fazendo nada mais do que nossa obrigação enquanto vereadores, em respeito a população que paga impostos!”.

DENÚNCIAS PODEM SER APRESENTADAS AO MP

O presidente da Câmara disse ao IMPACTO que caso sejam apuradas irregularidades nos gastos os casos serão encaminhados ao Ministério Público para averiguação. “Sabemos que a situação requer ações rápidas da Prefeitura, mas isso não pode significar irresponsabilidade nos gastos. Estaremos atentos”, garante Eder Ruete.

Alcio Ikeda também pretende apresentar denúncia caso as dificuldades de acesso aos documentos permaneçam. “Já apresentei requerimento à Prefeitura questionando as condutas. Caso permaneça a ideia de que vereador não tem direito a ter acesso imediato a documentos públicos e que deve pedir tudo por escrito, vou recorrer ao Ministério Público, solicitando uma recomendação diferente aos agentes políticos frente às pastas”, conclui.

COMPRAS SÃO REALIZADAS FORA DA CIDADE

As ponderações dos parlamentares vão além dos valores das compras, mas, também, por não terem sido realizadas em Adamantina. O álcool em gel foi comprado em Anápolis (GO) e as tendas alugadas de empresa de Osvaldo Cruz.

Cardim veta descontos em mensalidades da UniFAI de março e abril

Considerado inconstitucional pela Prefeitura de Adamantina, o Projeto de Lei de autoria da Câmara de Vereadores que autorizava descontos nas mensalidades da UniFAI (Centro Universitário de Adamantina) nos meses de março e abril foi vetado pelo prefeito Márcio Cardim (DEM) na quarta-feira (27).

Outra proposta que normatiza descontos nas mensalidades de maio e junho, de autoria do Executivo municipal e já aprovada pelos parlamentares, está garantida aos discentes.

Pelo primeiro Projeto de Lei, de Acácio Rocha (Podemos), Alcio Ikeda (Podemos), Eder Ruete (PV), Paulo Cervelheira (PV), João Davoli (PV) e Hélio José (PR), os descontos seriam válidos desde 16 de março, quando teve início a interrupção das aulas presenciais devido a pandemia do novo coronavírus.

A proposta autorizava a UniFAI promover a redução, prorrogação e parcelamento temporário dos valores das mensalidades. A autarquia municipal ou o Poder Executivo decidiriam por atos normativos a aplicação da norma, bem como os valores percentuais e condições.

Na avaliação do Centro Universitário e da Procuradoria do Município, o Projeto de Lei é inconstitucional por afrontar o “princípio da separação dos poderes, na medida em que a Câmara Municipal invadiu competência privativa do Poder Executivo Municipal”.

“Ademais, a Lei Municipal nº 3.978, de 8 de maio de 2020, cuja iniciativa para o processo legislativo foi dada por Vossa Excelência – formalmente regular, portanto – já dispõe sobre a concessão de descontos sobre as mensalidades cobradas pela autarquia em razão da pandemia, bem como sobre as hipóteses de não incidência de juros e de correção monetária em casos específicos. Desde modo, também não há interesse público na matéria tratada a permitir o prosseguimento da sanção”, recomendou a UniFAI.

A Procuradoria Geral do Município seguiu com mesmo posicionamento, aconselhando o veto integral ao Projeto de Lei, conforme feito por Márcio Cardim. “A normativa em questão impacta na receita da autarquia e por esta razão possui vício de inconstitucionalidade, uma vez que a matéria do Projeto de Lei é de iniciativa reservada à competência privada do prefeito, posto que interfere diretamente na organização e funcionamento da autarquia municipal”, consta no parecer.

O veto pode ser derrubado ou mantido pela Câmara.

Adamantina recebe R$ 1,6 mi para enfrentamento à Covid-19

A Prefeitura de Adamantina já recebeu R$ 1,6 milhão para enfrentamento à Covid-19 dos governos estadual e federal. O balanço foi divulgado nesta quinta-feira (28), ao IMPACTO.

Segundo os dados da Prefeitura, o Município recebeu do governo do estado de São Paulo o montante de R$300.395,78 e da União R$1.362.074,45.

Até terça-feira (26), havia sido empenhado pela Administração Municipal o valor de R$495.219,16 com as ações de combate a pandemia. A cidade tem 35 casos positivos do novo coronavírus, com três mortes.

“Todos os gastos foram destinados ao pagamento da contratação de profissionais por tempo determinado, obrigações patronais, despesas com pessoal, material de consumo, serviços com terceiros e equipamentos e material permanente nas secretarias de Assistência Social e Saúde”, informa a gestão municipal.

Sobre o planejamento das ações, a Prefeitura informou ainda “que o orçamento programado visando o combate a pandemia está em execução e que os recursos ainda não aplicados estão previstos para serem empregados nas eventuais necessidades de combate ao Covid-19”.

Mariápolis confirma primeiro caso de Covid-19; microrregião chega a 107 positivos

Mariápolis confirmou, nesta quinta-feira (28), o primeiro caso de Covid-19 na cidade. Com o registro, a microrregião de Adamantina chega a 107 positivos para o novo coronavírus.

Segundo o boletim epidemiológico de Mariápolis, a paciente é uma mulher, com mais de 60 anos, que está em isolamento domiciliar e passa bem.

Na microrregião, os casos se concentram em Adamantina, com 35 positivos e três mortes, e em Lucélia, com 31 confirmações e cinco óbitos. Há ainda 23 suspeitos que aguardam os resultados dos exames em oito cidades.

Apenas Salmourão permanece sem registros positivos ou suspeitos para Covid-19.

 

Balanço de Covid-19 na microrregião*

Positivo          Suspeito         Morte

Adamantina               35                   4                     3

Flora Rica                   1                     0                     0

Flórida Paulista         4                     1                     0

Inúbia Paulista          1                     0                     0

Irapuru                       9                     6                     1

Lucélia                        31                   0                     5

Mariápolis                  1                     0                     0

Osvaldo Cruz            3                     1                     0

Pacaembu                  16                   4                     1

Parapuã                     1                     0                     0

Pracinha                     1                     1                     0

Rinópolis                   3                     2                     0

Sagres                        1                     1                     0

Salmourão                 0                     0                     0

*Dados contabilizados até às 17h, desta quinta-feira (28)

Agências da Caixa de Adamantina e Osvaldo Cruz abrem sábado para saque de auxílio emergencial

A Caixa vai abrir as agências de Adamantina e Osvaldo Cruz neste sábado (30), das 8h às 12h, para atendimento aos beneficiários do auxílio emergencial que receberam a primeira parcela até 30 de abril, nascidos em janeiro e que queiram fazer o saque em espécie do benefício.

A partir desta data, também será possível a transferência do benefício para contas da Caixa ou de outros bancos.

Em época de pandemia, o auxílio emergencial está sendo pago a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados.

Desde o dia 20 de maio, foi creditado em 31 milhões de contas o pagamento da segunda parcela, totalizando R$ 20,3 bilhões.

 

Veja o calendário para saque e transferência da poupança social:

Nascidos em: Liberado em:
janeiro 30 de maio
fevereiro 1 de junho
março 2 de junho
abril 3 de junho
maio 4 de junho
junho 5 de junho
julho 6 de junho
agosto 8 de junho
setembro 9 de junho
outubro 10 de junho
novembro 12 de junho
dezembro 13 de junho