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UniFAI abre inscrições para o 3º Processo Seletivo Simplificado para vagas remanescentes em 20 cursos de Graduação

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O Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) abre nesta segunda-feira, 31, até o dia 2 de março, o período de inscrições para o 3º Processo Seletivo Simplificado que traz oportunidades de vagas remanescentes em 20 cursos de graduação em Bacharelado, Licenciatura e Tecnologia da Instituição.

E o melhor: as inscrições pelo hotsite www.unifai.com.br/vestibular são gratuitas, não haverá provas presenciais e a classificação se dará por meio de análise e pontuação do Histórico Escolar de Conclusão do Ensino Médio, Certificação do Ensino Médio via Encceja ou notas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

O período de inscrições será dividido em quatro oportunidades: de 31 de janeiro a 6 de fevereiro, com resultados divulgados em 7 de fevereiro; de 7 a 13 de fevereiro, com resultados em 14 de fevereiro; de 14 a 20 de fevereiro, com resultados em 21 de fevereiro; e de 21 de fevereiro a 2 de março, com resultados em 3 de março.

As vagas estão distribuídas nos cursos noturnos de Administração, Agronomia, Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Biomedicina, Ciências Biológicas (Licenciatura), Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Direito, Educação Física (Licenciatura), Enfermagem, Engenharia Civil, Tecnologia em Estética e Cosmética, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Pedagogia (Licenciatura), Psicologia e Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, além dos cursos integrais de Medicina Veterinária e Odontologia.

As matrículas dos aprovados serão realizadas de 7 de fevereiro a 7 de março, das 8h30 às 12h30 e das 13h30 às 17 horas na Secretaria do Câmpus I (rua Nove de Julho, 730) ou pelo e-mail [email protected].

No ato da matrícula o candidato deverá ter em mãos, em duas vias, o Certificado de Conclusão do Ensino Médio, o Histórico Escolar do Ensino Médio, a Cédula de Identidade (RG), a Certidão de Nascimento e/ou Casamento, o CPF e uma via do candidato, além de uma foto 3×4 recente.

Não perca essa chance de ingressar no Ensino Superior e alavancar a sua vida profissional!

Mais informações estão disponíveis no edital, que pode ser acessado em www.unifai.com.br.

Reitoria da UniFAI realiza 1° Encontro Pedagógico para Docentes de 2 a 4 de fevereiro

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A Reitoria do Centro Universitário de Adamantina realiza, de 2 a 4 de fevereiro, o 1º Encontro Pedagógico para Docentes da UniFAI (EPEDU).

Integrando o plano de gestão, o objetivo é intensificar as atividades de capacitação e planejamento dos docentes para o atual semestre letivo.

“Neste encontro haverá espaço para apresentação de propostas, palestra sobre metodologias avaliativas e planejamento do semestre por curso. Os coordenadores serão agentes multiplicadores das informações das Pró-Reitorias sobre o início do semestre”, afirma a pró-reitora de Ensino, Prof.ª Dra. Fulvia Veronez.

PROGRAMAÇÃO

Dia 2, às 9h, no Câmpus I, haverá a apresentação do regulamento da Pró-Reitoria de Ensino, da Comissão Permanente de Avaliação (CPA) e do novo sistema acadêmico aos coordenadores de curso e escriturários.

Às 14h, será apresentado o regulamento da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação aos coordenadores de curso no Câmpus I. Já às 16h, haverá a apresentação do regulamento da Pró-Reitoria de Extensão.

No auditório do Câmpus II, às 19h, será realizada a abertura do semestre pelo Reitor e na sequência a palestra de Metodologias Avaliativas.

Na manhã de quinta-feira, dia 3, o planejamento semestral ocorrerá por curso nas salas de aula do Câmpus II com coordenadores e docentes.

Nesta data no Câmpus I, às 14h, haverá capacitação de Metodologias de Pesquisa aos docentes de Metodologias de Pesquisa e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Às 16h, os coordenadores irão se reunir para a organização da recepção de calouros, o Serviço de Apoio Psicopedagógico e Psicossocial (SAPP) e os eventos acadêmicos anuais.

Sexta-feira, dia 4, haverá também o planejamento semestral, com coordenadores e docentes por curso, nas salas de aula do Câmpus II, para aqueles que não se reuniram na quinta-feira de manhã.

Defesa Civil do Estado confirma 21 mortes em razão das chuvas

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Enxurrada chegou na altura das janelas dos imóveis em Jaú | Foto: Paulo César Grange/ Jaú Mais

Em boletim divulgado na manhã desta segunda-feira (31), a Defesa Civil estadual confirmou 21 óbitos em razão das chuvas que atingiram diversas regiões do Estado desde sexta-feira (28). Os transtornos provocados pelo mau tempo também deixaram cerca de 660 famílias desabrigadas ou desalojadas.

Entre as vítimas há um total de oito crianças. Além disso, há seis feridos e 11 desaparecidos. Ainda, de acordo com a Defesa Civil, há ocorrências espalhadas por todo Estado relacionadas às chuvas, como alagamentos, queda de árvores, quedas de muros e deslizamentos de terra; além de interdições totais ou parciais em rodovias.

ITAPEVI – 1 óbito
ARUJÁ – 1 óbito
FRANCISCO MORATO – 4 óbitos
EMBU DAS ARTES – 3 óbitos
FRANCO DA ROCHA – 5 óbitos
VÁRZEA PAULISTA – 5 óbitos
JAÚ – 1 óbito
RIBEIRÃO PRETO – 1 óbito

A Defesa Civil já forneceu, até o momento, 287 cestas básicas, 227 kits de higiene/limpeza e 294 kits dormitório.

Doria visita áreas atingidas pela chuva e libera R$ 15 milhões para apoiar 10 municípios | Foto: Governo do Estado

AJUDA AOS MUNICÍPIOS

Neste domingo (30), o governador João Doria sobrevoou as regiões castigadas pelas chuvas em Francisco Morato, Franco da Rocha e Caieiras, na Região Metropolitana de São Paulo, e anunciou a liberação imediata de R$ 15 milhões para um total de 10 cidades para auxiliar as prefeituras na recuperação urbana e social.

Os recursos anunciados serão destinados aos municípios de Arujá (R$ 1 milhão), Francisco Morato (R$ 2 milhões), Embu das Artes (R$ 1 milhão) e Franco da Rocha (R$ 5 milhões), na Região Metropolitana de São Paulo, e Várzea Paulista (R$ 1 milhão), Campo Limpo Paulista (R$ 1 milhão), Jaú (R$ 1 milhão), Capivari (R$ 1 milhão), Monte Mor (R$ 1 milhão) e Rafard (R$ 1 milhão), no interior do estado.

Os repasses poderão ser utilizados para reparar problemas urbanos crônicos dos municípios, que causam transtornos como pontos de alagamento e deslizamentos de terra.

Além da liberação dos recursos, o governador determinou a criação de uma força-tarefa envolvendo Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Defesa Civil para apoiar todas as prefeituras das cidades que sofreram com as chuvas.

Chuva do fim de semana causa interdições de estradas da microrregião

A chuva intensa deste fim de semana causa a interdição de duas vias da microrregião de Adamantina. Outros trechos também ficaram alagados devido ao excesso de água.

Trecho da Rodovia Júlio Budiski foi interditado entre Flora Rica e Irapuru | Foto: Polícia Rodoviária/Cedida

Uma cratera se abriu na SP-501 (rodovia Júlio Budiski), entre os municípios de Flora Rica e Irapuru. A estrada está interditada nos dois sentidos, na altura do km 71,5.

A Polícia Rodoviária informou que no acesso da SPA 627/294 (entrada de Irapuru) foi intensificado o controle do tráfego no local pela concessionária Eixo SP, que orienta os condutores quanto ao ocorrido.

Estada PRP-287 interditada na altura do Córrego da Onça em Parapuã | Foto: Valdecir Luis de Sousa/Reprodução

Outra via com consequências da chuva é a estada PRP-287, que liga SP-425 (rodovia Assis Chateaubriand) até Bastos, em Parapuã. Conforme a Prefeitura, choveu cerca de 200mm neste fim de semana, aumentando a vazão do Córrego da Onça. A tubulação que passa pela vicinal se rompeu, prejudicando o tráfego nos dois sentidos.

Como o trecho é de responsabilidade do Município, a Prefeitura de Parapuã informa que “busca sanar o problema mais breve possível”.

Estada PRP-287 interditada na altura do Córrego da Onça em Parapuã | Foto: Valdecir Luis de Sousa/Reprodução

Taxa de mortalidade de doenças negligenciadas aumenta durante pandemia

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A pandemia de covid-19 trouxe impactos para o atendimento em relação às doenças tropicais negligenciadas que passaram a registrar aumento da mortalidade, apesar da queda de internações.

Em 2020, a taxa de mortalidade para malária subiu 82,55%, apesar da queda de 29,3% nas internações. Doenças como a leishmaniose visceral e a leptospirose também registraram aumento de mortalidade de 32,64% e 38,98%, respectivamente. O número de internações por essas doenças diminuiu no período, com quedas de 32,87% e 43,59%.

Já a dengue registrou aumento de 29,51% nas internações e de 14,26% na taxa de mortalidade. Os dados fazem parte de um estudo dos pesquisadores Nikolas Lisboa Coda Dias e Stefan Oliveira, da Universidade Federal de Uberlândia; e Álvaro A. Faccini-Martínez, da Universidade de Córdoba.

Eles compararam os dados do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS) durante os primeiros oito meses de 2020 com os valores médios do mesmo período dos anos de 2017 a 2019. Segundo os pesquisadores, a queda nas internações é consequência da pandemia e do medo das pessoas de procurarem assistência à saúde nesse período.

Na avaliação da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), houve aumento do número de casos dessas enfermidades durante a pandemia. “Houve redução dos casos notificados e aumento da letalidade”, disse à Agência Brasil o presidente da entidade, Júlio Croda.

“Houve uma desassistência às pessoas que são acometidas por essas doenças e que, geralmente, são populações mais vulneráveis”, destacou.

RETROCESSO

Na avaliação de Júlio Croda, o Brasil retrocedeu de dez a 20 anos no combate a essas doenças. Segundo ele, será necessário reconstruir os serviços de saúde já que todos os programas nacionais de controle para essas doenças sofreram algum impacto. Ele acredita ainda que a curva de redução de incidência que o país mantinha e de mortalidade associada a essas doenças tende a entrar em estabilidade até 2030.

“A gente perdeu uma década de combate a essas doenças, principalmente por conta da pandemia, da desassistência, da falta de diagnóstico e de um tratamento precoce”, avaliou o especialista.

Procurado pela Agência Brasil para comentar a afirmação de Croda, o Ministério da Saúde não respondeu até o fechamento da matéria.

TUBERCULOSE

O presidente da SBMT afirmou que, depois de 15 anos, houve registro de redução das notificações de tuberculose em todo o mundo e crescimento do número de óbitos. “No Brasil, não foi diferente”. A tuberculose é a doença negligenciada responsável pelo maior número de mortes entre as populações mais vulneráveis, segundo Croda.

Relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), divulgado em outubro de 2021, relatou que os serviços de tuberculose estão entre os interrompidos pela pandemia de covid-19 em 2020. O impacto sobre essa doença foi particularmente grave e, em 2020, 1,5 milhão de pessoas morreram de tuberculose no mundo.

A OMS estima que 4,1 milhões de pessoas sofrem atualmente de tuberculose, mas não foram diagnosticadas com a doença ou não notificaram oficialmente às autoridades nacionais. Em 2019, o número de pessoas afetadas por tuberculose chegava a 2,9 milhões.

DOENÇAS NEGLIGENCIADAS

Mais de 1,7 bilhão de pessoas em todo o planeta sofrem com algum tipo de doença tropical negligenciada.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), elas somam um grupo diversificado de doenças transmissíveis que prevalecem em condições tropicais e subtropicais em 149 países, matam milhões de seres humanos e custam bilhões de dólares às economias em desenvolvimento a cada ano.

O Dia Mundial das Doenças Tropicais Negligenciadas, lembrado hoje (30), foi criado em 2019, por uma resolução da Assembleia Mundial da Saúde. Este é o terceiro ano de celebração da data, em meio à pandemia da covid-19.

Em nota divulgada hoje, o coordenador de Vigilância de Zoonoses e Doenças de Transmissão Vetorial da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Marcelo Wada, afirma que que a pasta vêm investindo na vigilância dessas doenças e implementando ações para que se alcance a eliminação ou controle desse grupo.

“Existem muitos desafios para a eliminação das DTNs, incluindo mudanças climáticas, ameaças zoonóticas e ambientais, emergentes em saúde pública. Vamos avançar nas estratégias para controlar essas doenças”, afirmou.

DOENÇAS ESQUECIDAS

As chamadas doenças negligenciadas, ou esquecidas, são enfermidades infecciosas, muitas delas parasitárias, que afetam principalmente as populações mais pobres e com acesso limitado aos serviços de saúde, em especial pessoas que vivem em áreas rurais remotas e favelas.

Segundo a OMS, elas integram um grupo diversificado de 20 enfermidades prioritárias de origem parasitária, bacteriana, viral e fúngica. Causam dor e incapacidade, criando consequências sociais, econômicas e para a saúde duradouras para indivíduos e sociedades. Impedem as crianças de ir à escola e os adultos de ir  ao trabalho, prendendo as comunidades em ciclos de pobreza e desigualdade. As pessoas afetadas por deficiências causadas por essas doenças, muitas vezes sofrem estigma em suas comunidades, dificultando acesso aos cuidados necessários e levando ao isolamento social.

No Brasil, leishmaniose, tuberculose, doença de Chagas, malária, esquistossomose, hepatites, filariose linfática, dengue e hanseníase estão entre as principais doenças negligenciadas. Elas ocorrem em quase todo o território. Mais de 90% dos casos de malária ocorrem na Região Norte e há surtos de filariose linfática e oncocercose. As regiões Norte e Nordeste apresentam o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e concentram o maior número das DTNs.

EQUIDADE

A comemoração deste ano do Dia Mundial das Doenças Tropicais Negligenciadas (DTNs) foi iniciada pela OMS no último dia 26, sob o tema “Alcançar a equidade em saúde para acabar com a negligência das doenças relacionadas à pobreza”. A instituição fez um apelo a seus membros para que se concentrem no fortalecimento das intervenções, visando promover serviços de saúde equitativos para todos.

Imunização de crianças a partir de 5 anos contra a covid-19 começa nesta segunda em Adamantina

A Secretaria de Saúde de Adamantina iniciou, nesta segunda-feira (31), a imunização de todas as crianças de 5 a 11 anos contra a covid-19. A aplicação da primeira dose ocorre no CIS (Centro Integrado de Saúde), das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Conforme a pasta, a vacinação de pessoas que têm de 5 anos completos será realizada somente com a vacina da Pfizer. Já a aplicação do imunizante em crianças de 6 anos até 11 anos, 11 meses e 29 dias ocorrerá em todo o estado de São Paulo com a utilização da vacina tanto da Pfizer quanto da Sinovac/Butantan, quem possuem autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para ser aplicada no público-alvo.

A imunização com a Pfizer também contempla os indivíduos que apresentam as seguintes condições: I – Imunodeficiência primária grave; II – Quimioterapia para câncer; III – Transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) em uso de drogas imunossupressoras; IV – Pessoas vivendo com HIV/Aids; V – Uso de corticóides em doses ?20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por ?14 dias; VI – Uso de drogas modificadoras da resposta imune – Metotrexato; Leflunomida; Micofenolato de mofetila; Azatiprina; Ciclofosfamida; Ciclosporina; Tacrolimus; 6-mercaptopurina; Biológicos em geral (infliximabe, etanercept, humira, adalimumabe, tocilizumabe, Canakinumabe, golimumabe, certolizumabe, abatacepte, Secukinumabe, ustekinumabe); Inibidores da JAK (Tofacitinibe, baracitinibe e Upadacitinibe); VII-Auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias; VIII – Pacientes em terapia renal substitutiva (hemodiálise); e IX – Pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas.

A Vigilância Epidemiológica de Adamantina pede aos pais/responsáveis que forem levar a criança para receber a vacina que apresentem o Cartão SUS da criança, pois muitos ainda não tem CPF e a aplicação da dose precisa ser cadastrada no sistema.

Caixa paga Auxílio Brasil a cadastrados com NIS final 0

A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (31) o Auxílio Brasil a beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 0. O valor mínimo do benefício é R$ 400. As datas seguirão o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês.

Em janeiro, foram incluídas 3 milhões de famílias no programa, aumentando para 17,5 milhões o total atendido. Segundo o Ministério da Cidadania, foram gastos R$ 7,1 bilhões este mês com o Auxílio Brasil.

O beneficiário poderá consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Com o pagamento de hoje, a Caixa encerra os depósitos da parcela de janeiro do programa. A parcela de fevereiro será paga nos dez últimos dias úteis do mês.

CONFIRA O CALENDÁRIO

Final do NIS Dia do pagamento
1 18 de janeiro
2 19 de janeiro
3 20 de janeiro
4 21 de janeiro
5 24 de janeiro
6 25 de janeiro
7 26 de janeiro
8 27 de janeiro
9 28 de janeiro
0 31 de janeiro

AUXÍLIO GÁS

O Auxílio Gás também é pago hoje – retroativamente – às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 0. O benefício segue o calendário regular de pagamentos do Auxílio Brasil.

Com duração prevista de cinco anos, o programa beneficiará 5,5 milhões de famílias até o fim de 2026, com o pagamento de 50% do preço médio do botijão de 13 quilos a cada dois meses. Atualmente, a parcela equivale a R$ 52. Para este ano, o Auxílio Gás tem orçamento de R$ 1,9 bilhão.

Só pode fazer parte do programa quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

BENEFÍCIOS BÁSICOS

O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha um filho que se destaque em competições esportivas, científicas e acadêmicas.

Podem receber o benefício as famílias com renda per capita até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza.

Resolução de volta às aulas da rede estadual prevê apresentação do comprovante de vacinação contra covid-19 para estudantes

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A Seduc-SP (Secretaria da Educação do Estado de São Paulo) publicou em Diário Oficial, no sábado (29), a Resolução 09, de 28-01-2022, que estabelece as normas para a volta às aulas na rede estadual, que acontece nesta quarta-feira (2). A principal mudança prevê que os responsáveis legais pelos estudantes apresentem o comprovante de vacinação completa contra covid-19 do aluno.

“Neste momento de volta às aulas, nós estamos pedindo para que os pais atualizem a carteira de vacinação com a vacinação da covid-19. Costumeiramente a Seduc-SP já exige na matrícula como um dos documentos a carteira de vacinação. Agora, a família deverá apresentar logo após a vacinação das crianças, e tem até 60 dias para isso, para justamente termos conhecimento de a criança foi vacinada ou não. Mas é importante dizer, a criança não será barrada, nem proibida a entrada da criança, mesmo se ela não estiver vacinada. A criança nessa faixa etária não decide se será ou não vacinada, cabe aos responsáveis responder sobre isso. A regra vale para a rede estadual, cada rede municipal ou a própria privada estabelecerá as suas regras”, ressalta o Secretário Estadual da Educação de São Paulo, Rossieli Soares.

O artigo 16 ainda determina que a apresentação ocorra durante o 2º bimestre, a data considera o tempo máximo para um estudante de 5 anos imunizado com a vacina da Pfizer tomar as duas doses.  Alunos que não tomaram a vacina por contraindicação médica deverão apresentar atestado.

A resolução ainda determina que a falta de apresentação do comprovante não impossibilitará que o estudante frequente a escola ou realize matrícula ou rematrícula, porém a situação deverá ser regularizada em um prazo máximo de 60 dias, pelo responsável, sob a pena de comunicação imediata ao Conselho Tutelar, ao Ministério Público e às autoridades sanitárias, para providências que couber.

As aulas presenciais seguirão todos os protocolos de segurança, como uso de álcool em gel e máscaras, aferição de temperatura e higienização constante dos ambientes e mãos, identificação e afastamento dos casos e monitoramento de seus contactantes, conforme orientação da Comissão Médica da Educação, ratificada pelo Comitê Científico.

O retorno presencial das aulas da rede estadual de São Paulo é obrigatório desde novembro de 2021, embasado na recuperação pedagógica dos estudantes e com o aval das autoridades sanitárias.

Covid-19: Brasil registra 640 mortes e 179,8 mil novos casos

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O número de mortes por covid-19 no Brasil subiu para 626.854. Em 24 horas, foram registradas 330 mortes. Segundo os números publicados pelo Ministério da Saúde na noite de ontem (30), 134.175 novos casos de covid-19 foram diagnosticados em 24 horas. O país soma 25.348.797 ocorrências da doença desde o início da pandemia.

Há ainda 3.133 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Os óbitos pela síndrome somam 766 nos últimos três dias.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil.
O boletim também mostra que a taxa de casos ativos aumentou e a taxa de recuperação caiu. No momento, 87,4% do total de infectados são considerados livres de sintomas. A taxa chegou a 96,2% em dezembro, antes da chegada da Ômicron ao Brasil.
ESTADOS

ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (157.854), Rio de Janeiro (69.878), Minas Gerais (57.306), Paraná (41.191) e Rio Grande do Sul (36.863). Já as Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.868), Amapá (2.039), Roraima (2.096) , Tocantins (3.997) e Sergipe (6.093).

VACINAÇÃO

O painel de vacinação do Ministério da Saúde registra que 355.702.862 doses de vacinas diversas já foram aplicadas. Destas, 164,7 milhões são referentes à primeira dose, enquanto 151,7 milhões são relativas à segunda dose. As doses de reforço chegaram à 38,6 milhões.

Prefeitura de Lucélia decreta situação de emergência devido aumento de casos de covid-19

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Em decreto publicado neste sábado (29), a cidade de Lucélia entrou em situação de emergência devido a situação epidemiológica da covid-19. Até o boletim de ontem (28), o Município contava com 558 casos ativos da doença, 35 suspeitos e quatro moradores estavam hospitalizados. Veja quadro abaixo.

O documento assinado pela prefeita Tati Guilhermino considera três fatores preponderantes para a decisão: aumento expressivo no número de casos de covid [SARS-CoV-2] em razão da disseminação da nova variante denominada de “ômicron”; a escassez de materiais e insumos utilizados nos testes, cujo estoque existente estão na iminência de se esgotar pelo aumento súbito da demanda nos últimos dias; e a positivação de profissionais da saúde que prestam serviço público para municipalidade.

Com isso, a Administração Municipal optou pelo decreto de emergência, que facilita a aquisição de insumos e contratação de profissionais para atendimento de pacientes com a doença, conforme o parágrafo único do artigo 1º:

Fica o Setor de Licitações da Prefeitura Municipal de Lucélia estritamente e apenas autorizado, com fundamento no artigo 24, inciso IV, da Lei Federal nº 8.666/93, a abrir processo de dispensa de licitação para aquisição em regime de urgência e emergência, de insumos para enfrentamento da covid-19 [SARS-CoV-2] e contratação de profissionais da saúde, enquanto não concluídos os processos licitatórios instaurados e os que serão instaurados para tal finalidade.

 

 

Adamantina registra 151ª morte por covid-19

A Secretaria de Saúde de Adamantina confirmou, na tarde desta sexta-feira (28), a 151ª morte por covid-19. A nova vítima é uma mulher de 75 anos com histórico de comorbidades.

Também, a pasta informou sobre a situação dos internados em tratamento da doença. Na Santa Casa de Adamantina estão hospitalizadas sete pessoas, sendo quatro adamantinenses e três moradores de outros municípios. Com indicação de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) tem dois pacientes, um de Adamantina e outro de fora que serão transferidos.

Ainda, conforme a Saúde, permanecem internados dois pacientes de Adamantina na UTI do HC Famema, em Marília, e outro na Santa Casa de Osvaldo Cruz.

Desde o início da pandemia foram confirmados 6076 registros positivos de coronavírus. Desde total, 5654 estão curados.

A cidade conta com 271 casos ativos e outros 13 moradores são considerados suspeitos, aguardando os resultados dos exames.

Covid-19: afastamento de até 10 dias do presencial não exige atestado

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O Ministério do Trabalho e Previdência informou que trabalhadores com sintomas de covid-19 ou com diagnóstico confirmado para a doença não precisam apresentar atestado médico às empresas e devem ser afastados do trabalho presencial. De acordo com a pasta, a apresentação de atestado só é necessária caso o afastamento dure mais de 10 dias.

Portaria interministerial publicada esta semana prevê que trabalhadores que tiverem contato com pessoas com diagnóstico confirmado de covid-19 também devem ser afastados do trabalho presencial sem a necessidade de apresentação de atestado médico. “Contudo, se o trabalhador precisar ficar afastado por mais tempo, o atestado se faz necessário”, destacou o ministério à Agência Brasil.

Ainda de acordo com a portaria, a empresa pode reduzir o período de afastamento das atividades presenciais para sete dias desde que o trabalhador esteja sem febre há 24 horas, sem uso de medicamento antitérmicos e com remissão de sinais e sintomas respiratórios. Deve ser considerado o primeiro dia de isolamento o dia seguinte ao início dos sintomas ou a data da coleta de teste RT-PCR ou de teste de antígeno.

O texto também destaca que a empresa deve orientar os empregados afastados a permanecerem em suas residências, além de assegurar a manutenção da remuneração durante o período de afastamento.

As medidas, segundo a pasta, foram adotadas com o objetivo de evitar um aumento ainda maior de infecções por covid-19 provocadas pela alta incidência da variante Ômicron.

Anvisa aprova uso e comercialização de autoteste para covid-19

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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (28), por unanimidade, o uso e a comercialização, no Brasil, de autotestes para detecção de covid-19.

A aprovação ocorre após o envio de informações pelo Ministério da Saúde a pedido da Anvisa que, em 19 de janeiro, solicitou esclarecimentos a respeito da inclusão do autoteste nas políticas públicas de testagem para covid-19 e também sobre o registro de casos positivos.

Registro

Com a aprovação desta sexta-feira, a agência vai publicar uma resolução com os requisitos necessários para que as empresas interessadas em vender os autotestes em farmácias peçam o registro dos produtos.

Isso quer dizer que os autotestes não devem estar disponíveis de imediato ao público final, pois, para que cheguem às farmácias, cada produto, de cada fabricante ou importador, deve ainda ser aprovado individualmente pela Anvisa, após análise de ampla documentação.

Requisitos

Um dos requisitos para aprovação de cada produto, de acordo com o voto da relatora do tema na Anvisa, diretora Cristiane Rose Jourdan Gomes, é que os autotestes tragam informações, com linguagem clara e precisa, orientando o público leigo sobre como colher adequadamente o material biológico e fazer o exame.

Outro requisito é que os produtos tenham sensibilidade de 80% ou mais ao coronavírus e que possuam especificidade de no mínimo 97% na detecção do vírus, de acordo com o voto da relatora.

Entenda

A aprovação do autoteste ocorreu depois de o Ministério da Saúde se comprometer a incluir um capítulo sobre o assunto no Plano Nacional de Expansão da Testagem para Covid-19. Acerca do registro de casos positivos, foi considerado suficiente exigir que os fabricantes dos produtos disponibilizem plataforma para tal, por meio de tecnologia QR Code.

Ontem (27), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que os autotestes não devem ser disponibilizados pelo SUS e que a ideia é que estejam disponíveis em farmácias para quem “tiver interesse em adquirir”.

Votos

“Não resta dúvida de que o produto do diagnóstico in vitro na forma de autoteste pode sim representar excelente estratégia de triagem e medida adicional no controle da pandemia. Principalmente neste momento em que o contágio pela doença é grande e muitas pessoas não conseguem ter acesso aos testes pelo SUS ou por laboratórios da rede privada”, frisou a relatora do tema na Anvisa.

Cristiane Gomes destacou ainda que o autoteste tem sido elemento essencial no controle da pandemia em países como Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos, onde são, muitas vezes, disponibilizados gratuitamente.

O voto dela foi seguido pelos demais diretores que participam da reunião extraordinária desta sexta-feira – Rômison Rodrigues Mota, Alex Machado e Meiruze de Souza Freitas.  O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, não participou, por motivo de emergência de saúde na família.

Em seu voto, o diretor Rômison Rodrigues Mota disse que “o autoteste tem excelente aplicabilidade no contexto pandêmico, visto que permite o isolamento precoce de casos positivos e a quebra de cadeia de transmissão da covid-19”.

Ele destacou ainda dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), divulgados ontem, dando conta de altíssima demanda por testagem para covid-19. Segundo a entidade, entre 17 e 23 de janeiro, foram feitos um recorde de 740,7 mil testes em farmácias e drogarias, sendo que 43,14% resultaram positivos.

Preços

Todos os diretores mostraram preocupação com o preço do autoteste, destacando que, para serem acessíveis ao maior número possível de pessoas, os preços dos produtos devem ser menores do que os praticados atualmente, tendo em vista que dispensam o fornecimento do serviço de coleta do material biológico.

“Não há competência legal da Anvisa para estabelecer preços máximos. Contudo, entendo que é fundamental que os órgãos de proteção e defesa do consumidor continuem a realizar ações para coibir práticas de mercado que podem ser consideradas abusivas”, disse Rômison Rodrigues Mota.

Vacina contra covid-19: mais de 7 mil pessoas estão com a 3ª dose atrasada em Adamantina

Um balanço realizado pela Secretaria de Saúde de Adamantina, por meio da Vigilância Epidemiológica, apontou que 7039 munícipes estão com a 3ª dose atrasada.

A vacina já pode ser tomada pelas pessoas que tenham completado 4 meses após ter recebido a 2ª dose, ou seja, quem recebeu o imunizante no dia 28 de setembro, por exemplo, já pode receber a dose de reforço.

Para ser imunizado com a 3ª dose, a pessoa deve procurar o Centro Integrado de Saúde (CIS) das 7h às 11h e das 13h às 17h. Todos os imunizantes estão disponíveis.

“Temos visto uma crescente dos casos em Adamantina. Por isso, pedimos que quem está com a dose atrasada busque o CIS o quanto antes”, pede o secretário de saúde, Gustavo Taniguchi Rufino.

As pessoas que ainda não receberam a primeira dose ou a segunda dose, podem também procurar o CIS para serem imunizados.

CRIANÇAS

A partir de segunda-feira (31), podem procurar o Centro Integrado de Saúde (CIS) todas as crianças que tem entre 5 e 11 anos bem como as que possuem alguma comorbidade e que ainda não foram imunizadas para receber a primeira dose da vacina contra a COVID-19.

A Vigilância Epidemiológica pede aos pais/responsáveis que forem levar a criança para receber a vacina que apresentem o Cartão SUS da criança, pois muitos ainda não tem CPF e a aplicação da dose precisa ser cadastrada no sistema. Para tornar o processo mais ágil, os pais ou responsáveis podem fazer o cadastro da criança no https://www.vacinaja.sp.gov.br/

Educação promove reunião com diretores e coordenadores em preparação ao ano letivo

Encontro online foi desenvolvido com os profissionais que atuam nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Educação Infantil Ciclos I e II | Foto: Divulgação

Com o objetivo de preparar o retorno presencial com 100% da capacidade previsto para acontecer na próxima segunda-feira, 7 de fevereiro, a Secretaria de Educação de Adamantina realizou uma reunião com os diretores e coordenadores das escolas municipais de ensino fundamental e Educação Infantil Ciclos I e II

O calendário das atividades traz que do dia 31 de janeiro a 04 de fevereiro serão realizadas as formações e o planejamento. Já de 14 a 18 de fevereiro serão promovidas reuniões com os pais. Para o mês de março, estão previstas atividades de sondagem bem como avaliação diagnóstica municipal.

De acordo com a pasta, o início exigirá organização por parte da gestão escolar, pois todas as medidas de segurança são prioridade para que o retorno seja seguro e para isso, o Protocolo “Volta às Aulas Seguras 2022” está sendo atualizado.

Conforme explicam, Adriana Muniz Leite e Maria Angélica Feitoza, assessoras técnicas pedagógicas, as formações a que os professores passarão serão realizadas de forma on-line.

“As formações oferecidas subsidiarão o trabalho dos professores e as estratégias aprendidas deverão chegar aos alunos a fim de fazer com que eles sejam impactados de maneira positiva”, afirmam.

As formações trarão informações sobre: Ensino da Leitura e Escrita, Educação Infantil e seu desenvolvimento, Educação Matemática e Roda de Conversa.

Além da formação, o cronograma ainda traz a realização de reuniões presenciais com os pais. “A participação dos pais é fundamental para o desenvolvimento da criança. Por isso, pedimos que todos participem. Entendemos o momento epidemiológico, mas a formação das crianças é prioridade”, afirma Osvaldo José, secretário de educação.

Conforme o secretário, todas as medidas preventivas seguem em pauta em todas as unidades escolares. “Pedimos que os pais enviem seus filhos para a escola desde que a criança não apresente nenhum sintoma gripal, esse diálogo sincero e comprometido é fundamental para a segurança de todos”, finaliza.

Ministério da Saúde anuncia reajuste para custeio de leitos de UTI

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A partir de 1º de março, o Ministério da Saúde vai aumentar os valores repassados para o custeio de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O reajuste de novas diárias de UTIs convencionais, que atendem todas as especialidades, vai fortalecer essas instalações hospitalares em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) do país. O aumento nas diárias sofrerá um novo acréscimo seis meses após a iniciativa entrar em vigor.

Com a medida, o custeio diário da Unidade de Terapia Intensiva Queimados passa de R$ 322,22 para R$ 700. A UTI Adulto III vai de R$ 508,63 para R$ 700. A UTI Adulto II sobe de R$ 478,72 para R$ 600.

Para a diretora do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência (Dahu), do Ministério da Saúde, Adriana Teixeira, o reajuste será importante para a melhoria no atendimento realizado na ponta. “Essa gestão tem uma preocupação com o atendimento proporcionado ao cidadão. Nós trabalhamos todos os dias para fazer o SUS mais forte e é isso que esse reajuste vai proporcionar”, explicou.

A iniciativa é uma demanda antiga de estados e municípios e foi pactuada na reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), que integra o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A medida será implementada por meio de portaria que deve ser publicada nos próximos dias e, segundo o Ministério da Saúde, os números podem passar por atualizações.

Novos leitos

Durante a reunião, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também assinou duas portarias que ampliam os leitos de UTI no país. Uma das medidas prorroga o custeio de mais de 14 mil leitos de UTI adulta e pediátrica destinados ao tratamento da covid-19 por mais 30 dias.

Em todo o país, o Ministério da Saúde já autorizou mais de 26 mil leitos de UTI Covid adultos e pediátricos por R$ 16,2 bilhões.

Os investimentos mensais voltados para esses leitos serão de cerca de R$ 1 bilhão por mês. Na ocasião, também foi oficializada a ampliação de 6,5 mil leitos de UTI Convencional, aumentando a oferta aos pacientes que necessitam de cuidados intensivos no país.

IBGE: Desemprego cai para 11,6% em novembro

No trimestre encerrado em novembro, a taxa de desocupação no país caiu para 11,6%, com a diminuição de 10,6% no número de desempregados, uma redução de 1,5 milhão de pessoas. A queda em relação ao trimestre anterior foi de 1,6 ponto percentual e o número de pessoas sem ocupação é de 12,4 milhões. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a queda foi de 14,5%, com 2,1 milhões a menos em busca de trabalho.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua para o trimestre encerrado em novembro de 2021, divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o instituto, entre o trimestre encerrado em agosto e o período encerrado em novembro, 3,2 milhões de pessoas conseguiram entrar no mercado de trabalho, um aumento de 3,5% no número de pessoas ocupadas.

De acordo com a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, a recuperação pode estar refletindo a sazonalidade do fim de ano.

“Esse resultado acompanha a trajetória de recuperação da ocupação que podemos ver nos últimos trimestres da série histórica da pesquisa. O crescimento também já pode estar refletindo a sazonalidade dos meses do fim de ano, período em que as atividades relacionadas principalmente a comércio e serviços tendem a aumentar as contratações.”

O nível de ocupação foi estimado em 55,1%, um aumento de 1,7 ponto percentual frente ao trimestre anterior.

Governo publica critérios para universalização da internet na educação

O Diário Oficial da União de hoje (28) publica decreto que regulamenta e estabelece critérios de transferência automática de recursos às unidades federativas, com o objetivo de garantir acesso à internet “com fins educacionais” a alunos e professores da educação básica pública.

Ao regulamentar a lei nº14.172, publicada em junho de 2021, o decreto nº 10.952, divulgado nesta sexta-feira,, detalha como serão feitas as transferências por meio da Plataforma +Brasil, sistema que integra as bases de gestão de transferências de recursos da União.

A transferência, feita em parcela única de R$ 3,5 bilhões aos estados e ao Distrito Federal, é um apoio financeiro, dado em razão da calamidade pública decorrente da pandemia, de forma a, em colaboração com os municípios, “proporcionar equidade na universalização do ensino”.

Diretrizes

O decreto apresenta algumas diretrizes para a aplicação desses recursos e descreve como serão a operacionalização das transferências e os prazos.

Caso os recursos (e os rendimentos obtidos a partir de sua aplicação) não sejam aplicados, os saldos remanescentes deverão ser restituídos à Conta Única do Tesouro Nacional por meio da emissão e do pagamento de Guia de Recolhimento da União.

O decreto apresenta, também, anexos que servirão de modelo para a apresentação do relatório de gestão final.

Professores da educação básica terão reajuste no piso salarial

O presidente Jair Bolsonaro anunciou ontem à tarde, pelo Twitter, reajuste de 33,24% no piso salarial dos professores da educação básica. “É com satisfação que anunciamos para os professores da educação básica um reajuste de 33,24% do piso salarial. Esse é o maior aumento já concedido pelo governo federal , desde o surgimento da Lei do Piso”, afirmou.  Em 2022, o valor será corrigido e o piso da categoria será de R$ 3.845,63.

O aumento leva em consideração o valor, por aluno, pela variação da inflação nos últimos dois anos, conforme prevê a Lei do Magistério. Segundo o presidente, mais de 1,7 milhão de professores de estados e municípios, que lecionam para mais de 38 milhões de alunos nas escolas públicas, serão beneficiados.

Secretários de Fazenda aprovam congelamento do ICMS sobre combustíveis

O Comitê Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou ontem (27) a prorrogação, até 31 de março, do congelamento do preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre os combustíveis.

A decisão foi aprovada pelos secretários de Fazenda das 27 unidades federativas. Base de cálculo do ICMS a ser recolhido sobre o preço final da gasolina, diesel e etanol, o congelamento do PMPF tinha validade até 31 de janeiro, mas, com a decisão de ontem valerá por mais 60 dias, até 31 de março.

“A questão dos preços dos combustíveis e do congelamento do PMPF tem sido amplamente discutida nos últimos dias. Nesta quarta-feira (26), o Fórum dos Governadores divulgou nota recomendando a aprovação do congelamento do PMPF como uma medida provisória para contribuir com o controle dos aumentos dos combustíveis. Os governadores defendem, porém, soluções estruturais para estabilização dos preços dos combustíveis, como um fundo de equalização de preços”, informou, em nota, o Comitê Nacional dos Secretário de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Consefaz).

Para o Consefaz, só o congelamento do ICMS não é suficiente para impedir os reajustes dos combustíveis, porque os elementos centrais dos aumentos são a variação do dólar e a política da Petrobras de paridade com o mercado internacional do petróleo.

Diante da situação, o Consefaz manifestou apoio à criação do fundo de equalização, como forma de evitar que os reajustes do barril de petróleo no mercado internacional sejam repassados para o preço final dos combustíveis, como tem ocorrido, gerando aumentos frequentes.