O número de desempregados chegou a 14 milhões de pessoas na quarta semana de setembro, ficando estatisticamente estável em relação à semana anterior (13,3 milhões). Com isso, a taxa de desocupação (14,4%) ficou estável em relação à semana anterior (13,7%) e cresceu frente à primeira semana de maio (10,5%), quando o levantamento foi iniciado.
Os dados constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, divulgada hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta é a última divulgação da Pnad Covid-19 semanal. A coleta de dados por telefone continuará para subsidiar as edições mensais da pesquisa, que devem continuar até o fim do ano.
“Embora as informações sobre a desocupação tenham ficado estáveis na comparação semanal, elas sugerem que mais pessoas estejam pressionando o mercado em busca de trabalho, em meio à flexibilização das medidas de distanciamento social e à retomada das atividades econômicas”, disse, em nota, a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira.
A população ocupada ficou em 83 milhões, estatisticamente estável na comparação com a terceira semana de setembro. “Vínhamos observando, nas últimas quatro semanas, variações positivas, embora não significativas da população ocupada. Na quarta semana de setembro, a variação foi negativa, mas sem qualquer efeito na taxa de desocupação”, afirmou a pesquisadora.
Flexibilização do distanciamento
Maria Lucia também destacou que a flexibilização das pessoas quanto ao distanciamento social continuou aumentando no fim de setembro. O grupo de pessoas que ficou rigorosamente isolado (31,6 milhões) diminuiu em 2,2 milhões, na comparação com a semana anterior.
Também aumentou o número pessoas que não tomaram qualquer medida de restrição para evitar o contágio pelo novo coronavírus. Esse contingente cresceu 937 mil em uma semana, chegando a 7,4 milhões.
Segundo o IBGE, a maior parte da população (86,7 milhões) afirmou ter reduzido o contato com outras pessoas, mas continuou saindo de casa ou recebendo visitas na quarta semana de setembro, 1 milhão a mais na comparação com a semana anterior. Quem ficou em casa e só saiu em caso de necessidade somou 84,6 milhões, ficando praticamente estável em relação à semana anterior.
Estudantes
A pesquisa ainda mostrou que, na quarta semana de setembro, dos 46,1 milhões de estudantes que estavam matriculados em escolas e universidades, 39,2 milhões (85%) tiveram alguma atividade. Outros 6,4 milhões (13,9%) não tiveram atividade. O restante estava de férias (1,1%).
Segundo o levantamento, apenas 26,1 milhões (66,7%) tiveram atividades escolares durante cinco dias da semana. Outros 807 mil estudantes (2,1%) só tiveram atividades uma vez por semana.
Uma portaria publicada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Diário Oficial da União desta quinta-feira (15) prorroga, até o final de novembro, a interrupção do bloqueio, por falta de comprovação de vida de seus beneficiários, dos créditos de benefícios que têm como destino pessoas residentes no Brasil ou no exterior.
Segundo a portaria nº 1.053, de 13 de outubro, a prorrogação da interrupção desses bloqueios vale, a princípio, por mais uma competência (outubro de 2020). Assim sendo, só a partir de dezembro o beneficiário correrá risco de perder o benefício, caso a medida não seja novamente prorrogada ou caso ele não faça a comprovação de vida.
O INSS esclarece que essa interrupção não prejudicará a rotina e as obrigações contratuais estabelecidas entre o instituto e a rede bancária pagadora de benefícios. Com isso, a comprovação de vida junto à rede bancária deve ser feita normalmente.
Ainda segundo a portaria, o encaminhamento das comprovações de vida realizadas pelos residentes no exterior deve ser feito junto a representações diplomáticas ou consulares brasileiras no exterior ou por intermédio do preenchimento do Formulário Específico de Atestado de Vida para comprovação perante o INSS.
Esse formulário precisa ser assinado na presença de um “notário público local e devidamente apostilado pelos órgãos designados em cada país, para os casos de residentes em países signatários da Convenção sobre a Eliminação da Exigência de Legalização de Documentos Públicos Estrangeiros”.
A Caixa Econômica Federal paga hoje (16) o auxílio emergencial para 3,6 milhões de brasileiros nascidos em julho. Serão liberados R$ 1,6 bilhão para beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família, no ciclo 3 de pagamentos do programa. Os pertencentes ao Bolsa Família recebem de acordo com o calendário do programa.
Do total, 1,3 milhão receberão R$ 800 milhões referentes a parcela do auxílio emergencial regular, no valor de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães chefes de família). Os demais, 2,3 milhões, serão contemplados com a primeira parcela do auxílio emergencial extensão de R$ 300 (R$ 600 para mães chefes de família), num total de R$ 800 milhões.
Os recursos estarão disponíveis na poupança social digital e poderão ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas.
O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie. Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período, de acordo com o mês de nascimento.
Saques e transferências para quem recebe o crédito nesta sexta-feira serão liberados a partir do dia 26 de novembro. A partir dessa data, o beneficiário poderá retirar o auxílio emergencial no caixa eletrônico, nas agências da Caixa ou lotéricas ou usar o aplicativo Caixa Tem para transferir o dinheiro da poupança digital para contas em outros bancos, sem o pagamento de tarifas.
O auxílio emergencial criado em abril pelo governo federal, pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães solteiras, foi estendido até 31 de dezembro, por meio da Medida Provisória (MP) 1000. O auxílio emergencial extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300,00 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600,00.
De acordo com a Caixa, não há necessidade de novo requerimento para receber a extensão do auxílio. Somente aqueles que já foram beneficiados e se enquadram nos novos requisitos estabelecidos na MP, terão direito a continuar recebendo o benefício. A parcela extra inicial será para os beneficiários que receberam a primeira parcela do auxílio emergencial em abril.
Um indicador elaborado pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon aponta que o estado de São Paulo concentra a maior parte das cidades do Brasil onde há melhores condições de vida para idosos.
Chamado de Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL), o indicador considera dimensões como cuidados de saúde, bem-estar, finanças, habitação, educação e cultura, além de indicadores gerais de desemprego, expectativa de vida e violência.
A pesquisa selecionou as mil cidades mais populosas do Brasil e as separou em dois grupos: as 300 maiores e as 700 menores. Devido a falta de dados disponíveis para as análises comparativas, o número de cidades avaliadas caiu de mil para 876, sendo 280 cidades maiores e 596 menores. Para cada grupo, então, foi elaborado um ranking, e o resultado mostra que, em ambos os casos, as dez primeiras posições são ocupadas majoritariamente por cidades paulistas.
Entre as maiores cidades, São Caetano do Sul e Santos lideram a lista, que tem ainda São Paulo na quarta posição, Atibaia, na oitava, Catanduva, na nona, e Americana, na décima. Fora essas, Porto Alegre (RS) aparece na terceira posição, Florianópolis (SC), na quinta, Niterói (RJ), na sexta, e Rio de Janeiro (RJ), na sétima.
Já entre os municípios menores, os nove primeiros são cidades paulistas: Adamantina, Vinhedo, Lins, São João da Boa Vista, Itapira, Tupã, Fernandópolis, Votuporanga e Dracena. Esteio, no Rio Grande do Sul, completa o top 10.
O diretor executivo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, Henrique Noya, avalia que as cidades mais bem posicionadas da lista não necessariamente são as que têm mais dinheiro disponível para investir.
“Passa por uma questão de bom uso dos recursos, mas também pelo foco por naquilo que a gente considera importante para promover qualidade de vida”, afirma ele, que pondera que algumas cidades podem ser consideradas bons exemplos em alguma dimensão específica, apesar de terem uma colocação menos destacada no ranking geral: “Não existe uma cidade perfeita nos sete indicadores. Elas sempre têm alguma coisa para melhorar em algum ângulo”.
Um exemplo é São Caetano do Sul, que ocupa a primeira posição no IDL entre as cidades grandes, mas fica na 50ª quando é considerada apenas a dimensão Cuidados de Saúde. Já Campo Largo, no Paraná, que lidera essa dimensão, foi classificada na 113ª posição do ranking geral. As listagens completas de cada dimensão e do ranking geral do IDL podem ser conferidas no site da pesquisa.
As desigualdades regionais do país se apresentam também na lista de melhores locais para envelhecer: tanto o top 20 de cidades grandes quanto o top 40 de cidades pequenas não incluem municípios do Norte, Nordeste ou Centro-Oeste. Apesar disso, cidades dessas regiões que aparecem nas listas específicas de algumas dimensões. Ilhéus, na Bahia, e Bayeux, na Paraíba, estão entre as melhores no quesito Moradia e Habitação, e Ji-Paraná, em Rondônia, é uma das que se destaca em Cultura e Engajamento.
Henrique Noya lembra que o envelhecimento populacional é uma realidade no país e defende que o tema esteja presente nas eleições municipais deste ano. “É muito importante levar essa questão da mudança demográfica para todos os palanques. Na verdade, a gente vive em cidades e não no país. O núcleo principal da nossa vida é a cidade em que a gente vive”, afirma ele. “Uma cidade que está preparada para oferecer qualidade vida a uma população com mais idade, está muito preparada para oferecer isso a qualquer idade”.
Análise publicada em forma de ensaio científico nos Cadernos de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e assinado por pesquisadoras de unidades da fundação e do Núcleo de Pesquisas Urbanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) diz que a desigualdade no acesso a direitos básicos como saúde, saneamento e trabalho tornou a população negra e periférica mais vulnerável à pandemia de covid-19, desmentindo ideia inicial de que as consequências da doença seriam igualmente sentidas na sociedade.
O ensaio tem como principal autora a pesquisadora Roberta Gondim, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fiocruz, e é creditado também às pesquisadoras Ana Paula da Cunha, Ana Giselle dos Santos Gadelha, Christiane Goulart Carpio, Rachel Barros de Oliveira e Roseane Maria Corrêa. Com a análise de dados de abril e maio, o texto cita o mito da democracia racial para comparar que uma ideia semelhante circulou quando foi repetido nos primeiros meses que a pandemia seria “democrática”, representando o mesmo risco a todos os que não fizessem parte dos grupos em que a doença tem mais chances de apresentar suas formas mais graves, como idosos e doentes crônicos.
“Ocorre que a realidade da classe trabalhadora de baixa renda, majoritariamente negra e moradora de territórios vulnerabilizados, é outra. São predominantemente trabalhadores precarizados, que não têm o privilégio de ficar em casa, em regime de trabalho remoto; que utilizam os transportes públicos superlotados; têm acesso precário ao saneamento básico; e estão na linha de frente do atendimento ao público no setor de serviços, incluindo os de saúde”, descreve o ensaio.
Como resultado desse quadro, a análise mostra que, depois de chegar ao país com viajantes das classes média e alta, o vírus se disseminou de modo a afetar mais a população negra. Na Semana Epidemiológica 15 (4 a 10 de abril), a população branca representava 73% das internações e 62,9% dos óbitos. Cerca de um mês e meio depois, na Semana Epidemiológica 21, os dados mostram proporções semelhantes de brancos e negros em relação às hospitalizações. Nos óbitos, entretanto, a população negra passa a representar 57%, enquanto a branca representa 41%.
O ensaio alerta que o fato de a proporção de negros ser mais expressiva entre os óbitos que entre as hospitalizações “reforça a análise sobre a dificuldade de acesso dessa população aos serviços de saúde, principalmente os de maior complexidade, como os leitos de cuidados intensivos”. Além disso, a pesquisa também aponta que há um alto percentual de ausência de registro de raça e cor nos casos confirmados e óbitos por covid-19, apesar de a Portaria n° 344 de 2017 do Ministério da Saúde determinar que essa informação deve ser preenchida obrigatoriamente nos atendimentos em serviços de saúde. “A ausência do registro dessa variável também revela o racismo, nos moldes institucionais, pois impede que vejamos a verdadeira magnitude da exclusão da população negra”.
O texto acrescenta que “a pandemia apresenta sua face mais cruel” nas periferias e favelas, e cita como um dos exemplos o bairro de Brasilândia, em São Paulo, onde taxas de contaminação e óbitos superaram as regiões centrais da cidade no fim de maio. Já em Fortaleza, no Ceará, a dinâmica de contágio se intensificou em bairros pobres como Grande Pirambu e Barra do Ceará, depois da disseminação em bairros ricos turísticos.
Cenário
As pesquisadoras relacionam esse cenário com o enfrentado pela população negra nos Estados Unidos, país que também teve uma história marcada pela escravização de povos africanos. O estudo cita a cidade de Chicago, onde os negros representavam 29% da população e 70% das mortes por covid-19 até a primeira semana de abril.
“A população negra norte-americana, em comparação à branca, tem os piores indicadores de saúde: menor expectativa de vida ao nascer, maior proporção de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, maiores taxas de mortalidade infantil, maior taxa de mortalidade relacionada à diabetes, dentre outros”, cita o ensaio, que aponta uma diferença: “O Brasil conta com um sistema universal de saúde, com o pressuposto de cobrir as necessidades de saúde de toda a população. Entretanto, também apresenta grandes disparidades nos indicadores sociais, em face das desigualdades sociorraciais”.
O ensaio também traz dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que mostram a desigualdade socioeconômica entre negros e brancos no país, como o acesso ao saneamento básico, fundamental para os cuidados de higiene necessários para prevenir a covid-19: 12,5% dos negros e 6% dos brancos vivem em locais sem coleta de lixo no país; 17,9% dos negros e e 11,5% dos brancos não tem abastecimento de água por rede geral; e 42,8% dos negros e 26,5% dos brancos não possuem esgotamento sanitário por rede coletora ou pluvial em casa.
Governo
Em setembro, uma portaria do governo federal instituiu um incentivo financeiro para o fortalecimento das equipes e serviços da atenção primária no cuidado à saúde de populações específicas, no valor total de R$ 319,4 milhões. A verba é do Fundo Nacional de Saúde (FNS) se destina à distribuição para municípios e Distrito Federal, em parcela única.
O incentivo financeiro tem a finalidade de apoiar a gestão local na qualificação da identificação precoce, do acompanhamento e monitoramento de populações específicas com síndrome gripal, suspeita ou confirmação da covid-19.
Em nota, o Ministério da Saúde explica que a portaria nº 344, de 1º de fevereiro de 2017, prevê o preenchimento obrigatório do quesito raça/cor nos formulários dos sistemas de informação em saúde. “Como se trata de uma variável autodeclarada, caso não seja possível a categorização deste campo para preenchimento, o notificador não pode deixar em branco. Para esses casos, existe a opção de inserir a informação ‘ignorado’. Ressaltamos que essa opção é apenas para as exceções, e não deve ser utilizado como regra. Os resultados de testes diagnóstico para detecção da Covid-19, realizados por laboratórios da rede pública, rede privada, universitários e quaisquer outros, em todo território nacional devem ser, obrigatoriamente, notificados ao ministério conforme a portaria 1.792/20 do Ministério da Saúde”.
A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (14) um prêmio de R$ 6,5 milhões.
As seis dezenas do concurso 2.308 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
Nesta terça-feira (13), a Secretaria de Saúde de Adamantina descartou os três óbitos suspeitos para Covid-19. Os exames deram negativos para a doença, que tem 411 casos confirmados na cidade. Com a atualização permanece em 11 a quantidade de mortes pelo novo coronavírus.
Segundo o boletim epidemiológico, a cidade conta com 22 casos ativos na data de hoje. E, do total de confirmações de Covid-19, 378 já estão livres da doença.
A Caixa Econômica Federal inicia nesta quarta-feira (14) o pagamento do abono salarial para os trabalhadores nascidos em outubro que ainda não receberam por meio de crédito em conta. Espécie de 14º salário pago a trabalhadores formais que recebem até dois salários mínimos, o abono salarial varia de R$ 88 a R$ 1.045 conforme o número de meses trabalhados com carteira assinada no ano anterior.
Para trabalhadores da iniciativa privada, os valores podem ser sacados com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui, além das agências. Segundo a Caixa, mais de 731 mil trabalhadores nascidos em outubro têm direito ao saque do benefício, totalizando R$ 565 milhões em recursos disponibilizados neste lote.
Já para os funcionários públicos ou de empresas estatais, vale o dígito final do número de inscrição do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). A partir de amanhã, o benefício fica disponível para inscritos com final 3.
Os trabalhadores que nasceram entre julho e dezembro recebem o abono salarial do PIS ainda neste ano. Os nascidos entre janeiro e junho terão o recurso disponível para saque em 2021.
Os servidores públicos com o final de inscrição do Pasep entre 0 e 4 também recebem neste ano. Já as inscrições com final entre 5 e 9, em 2021. O fechamento do calendário de pagamento do exercício 2020/2021 será em 30 de junho de 2021.
Quem tem direito
Tem direito ao abono salarial 2020/2021 o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou eSocial, conforme categoria da empresa.
Recebem o benefício na Caixa os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas. Em todo o calendário 2020/2021, a Caixa deve disponibilizar R$ 15,8 bilhões para 20,5 milhões trabalhadores.
Quem trabalha no setor público tem inscrição no Pasep e recebem o benefício no Banco do Brasil (BB). Nesse caso, o beneficiário pode optar por realizar transferência (TED) para conta de mesma titularidade em outras instituições financeiras nos terminais de autoatendimento do BB ou no portal www.bb.com.br/pasep, ou ainda efetuar o saque nos caixas das agências.
Para o exercício atual, o BB identificou abono salarial para 2,7 milhões de trabalhadores vinculados ao Pasep, totalizando R$ 2,57 bilhões. Desse montante, aproximadamente 1,2 milhão são correntistas ou poupadores do BB, e aqueles com final de inscrição de 0 a 4 receberam seus créditos em conta antecipadamente no dia 30 de junho, no total de R$ 580 milhões, segundo a instituição financeira.
Abono salarial anterior
Cerca de 2 milhões de trabalhadores que não sacaram o abono salarial do calendário anterior (2019/2020), finalizado em 29 de maio deste ano, ainda podem retirar os valores. O prazo vai até 30 de junho de 2021. O saque pode se feito nos canais de atendimento com cartão e senha Cidadão, ou nas agências da Caixa.
A consulta do direito ao benefício, bem como do valor disponibilizado, pode ser realizada por meio do aplicativo Caixa Trabalhador, pelo atendimento Caixa ao Cidadão (0800-726-0207) e em página da Caixa.
No caso do Pasep, cerca de 360 mil trabalhadores não sacaram o abono referente ao exercício 2019/2020, pago até 29 de maio deste ano. De acordo com resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), esses recursos ficam disponíveis para saque por cinco anos, contados do encerramento do exercício. Os abonos não sacados são disponibilizados automaticamente para o próximo exercício, sem necessidade de solicitação do trabalhador.
A Caixa Econômica Federal ampliou de 30% para até 35% a margem consignável dos empréstimos que podem ser obtidos por aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O novo limite vale até o fim do ano, quando se encerra o período de calamidade pública em decorrência da pandemia de covid-10, tanto para novos contratos como para renovações.
De acordo com o banco, as taxas cobradas variam entre 1,34% e 1,50% por um prazo de até 84 parcelas. “Além de ampliar o percentual de comprometimento de renda destinado a empréstimos, a medida destina um percentual de até 5% do total do valor do benefício para saques ou pagamento da fatura do cartão de crédito, totalizando 40%”, informou a Caixa, em nota.
No caso de novos contratos, renovações ou portabilidade de outros bancos, é possível usar prazo de carência de até 90 dias para começar a pagar as prestações.
“O prazo do contrato original também pode ser aumentado na renovação, seja para diminuir o valor das parcelas mensais ou para aumentar o valor do crédito a receber”, acrescenta o banco, ao lembrar que aposentados e pensionistas que têm o empréstimo consignado contratado em outro banco podem solicitar a portabilidade da operação de crédito.
Com a nova margem, um beneficiado que recebe R$ 2 mil mensais pelo INSS e podia obter empréstimo de até R$ 29,6 mil, com a margem margem consignável em 30%, passa a poder contratar empréstimos de até R$ 34,5 mil, com a nova margem (35%). Para os que recebem benefício de R$ 5 mil, o valor do empréstimo passa de R$ 68,5 mil para R$ 79,9 mil.
A contratação ou renovação de empréstimo consignado pode ser feita por meio de algumas plataformas disponibilizadas pela Caixa, entre as quais a Plataforma Agora SIM; o Internet Banking; e o correspondente Caixa Aqui Negocial. A operação ´pode ser feita também dns agências da Caixa e de seus canais de autoatendimento.
As exportações do estado de São Paulo registraram queda de 12,1% nos primeiros nove meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2019. Segundo balanço divulgado hoje (13) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), as vendas para o exterior no estado totalizaram US$ 33,9 bilhões de janeiro a setembro deste ano.
As importações paulistas tiveram uma retração de 15,9% no período, totalizando, segundo o balanço da Fiesp, US$ 37,8 bilhões. O resultado reflete, de acordo com a análise da entidade, a diminuição da atividade econômica e a queda no consumo de produtos importados.
Apesar da queda nas exportações, algumas regiões tiveram aumento das vendas para fora do país. Na região de Sertãozinho, as exportações cresceram 79,3% de janeiro a setembro, com expansão de 83% nas vendas de açúcar e 308% de frutos oleaginosos para o exterior. A China é o principal comprador, responsável por receber mais de 25% das exportações da região.
Com a retomada do mercado automotivo na Argentina, São Caetano do Sul obteve um crescimento de 55,6% nas exportações, alcançando os US$ 266,1 milhões.
A Prefeitura de Osvaldo Cruz anunciou para o dia 15 de outubro a segunda etapa da Campanha de Vacinação Antirrábica Animal 2020.
Desta vez o trabalho será na região do posto de Saúde do bairro Santa Tereza, após primeira fase com aplicação de 500 doses em animais na região da Vila São José.
O médico veterinário da Prefeitura, Marcelo Morelli, explicou que “chegaram mais 300 doses e será feito mais um ponto fixo no PSF do bairro Santa Tereza, das 8h às 12h no próximo dia 15”.
Todo animal acima de três meses de idade pode ser vacinado, cães e gatos.
A Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, informa que foi lançado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa 25 editais em prêmios e projetos culturais que variam de R$1,5 milhão a R$20 milhões.
A verba é destinada pelo Governo Federal ao estado por meio da Lei Federal nº 14.017/2020, conhecida como Lei Aldir Blanc(LAB).
Em meio à pandemia de COVID-19, atos de solidariedade são de grande importância para os menos favorecidos. Pensando nisso, servidores de 19 estabelecimentos penais da Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região Oeste (Croeste) realizaram campanhas com o objetivo de obter agasalhos, alimentos e itens de higiene para doações. As unidades arrecadaram alimentos não perecíveis, como caixas de leites e bolachas, entre outros.
Foram arrecadadas também fraldas geriátricas e itens de higiene, além da coleta de roupas, com mais de 3 mil peças para a Campanha do Agasalho, até o fim de agosto. A Penitenciária “Ozias Lúcio dos Santos” de Pacaembu foi a que mais arrecadou no período e também segue juntando lacres de alumínio e tampinhas plásticas para futuras caridades.
Arrecadações
• Penitenciária de Pacaembu – 1.200 peças de roupas à Assistência Social Mariana, 120 kg de alimentos e 360 fraldas geriátricas ao lar dos idosos;
• Centro de Progressão Penitenciária de Pacaembu – 909 peças de roupas à Assistência Social Mariana;
• Penitenciária de Presidente Bernardes – 510 peças de roupas e calçados e 150 kg de alimentos para o Fundo Social de Solidariedade;
• Centro de Detenção Provisória I de Pacaembu – 148 kg de alimentos e itens de higiene;
• Penitenciária de Martinópolis – 212 peças de roupas à Comunidade São José da Igreja Católica;
• Penitenciária de Lucélia – 172 roupas à Associação de Voluntários de Apoio aos Portadores de Câncer de Lucélia – Avapoc;
• PIII de Lavínia – 148 roupas e diversas caixas de alimentos para Associação de Promoção e Assistência de Lavínia – APAL e Associação Mirandopolense de Assistência aos Idosos – AMAI);
• Penitenciária de Presidente Prudente – 147 peças de roupas à Liderança Comunitária do Conjunto Habitacional João Domingos Neto do município;
• Penitenciária de Flórida Paulista – 81 peças de roupa ao Fundo Social de Solidariedade e alimentos em prol do asilo de idosos da cidade;
• Centro de Detenção Provisória de Caiuá – 70 peças de roupas à Paróquia São Jerônimo Emiliane de Presidente Epitácio;
• PI de Lavínia – 60 peças de roupas para o fundo social local;
• Penitenciária de Caiuá – 12 cestas básicas à assistência social do município;
• Penitenciária de Osvaldo Cruz – 08 cestas básicas para famílias carentes;
• Penitenciária de Riolândia – 212 litros de leite à Santa Casa de Misericórdia de Votuporanga;
• Centro de Detenção Provisória II de Pacaembu – 70 kg de alimentos à Assistência Social Mariana de Pacaembu;
• Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto – 08 caixas de mantimentos à Defesa Civil municipal;
• Penitenciária de Florínea – cerca de 100 itens entre bolachas e leite para a Associação Voluntária de Combate ao Câncer de Assis;
• PII de Lavínia – roupas diversas para o Centro de Referência da Assistência Municipal;
• Centro de Progressão Penitenciária de São José do Rio Preto – Agasalhos, itens de higiene e limpeza para a Associação e Oficina de Caridade Santa Rita de Cássia e ao Lar de Idosos Engenheiro Schimidt.
“O Brasil gerou cerca de 250 mil empregos neste mês de agosto. Desde 2010, não havia um agosto com um saldo positivo de geração de emprego tão forte. No mês de abril fomos atingidos, perdemos 900 mil empregos (…). Agora, em agosto geramos 249 mil, todos os setores gerando emprego. Estamos voltando para os trilhos”.
Essa avaliação é do ministro da Economia Paulo Guedes, que comemorou os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados em 30 de setembro. A microrregião de Adamantina seguiu tendência nacional e também apresentou resultado positivo na geração de emprego. Das 14 cidades, oito contrataram mais do que demitiram em agosto.
Após perda de 443 postos de trabalho em julho, a região registrou saldo de 80 oportunidades no mês seguinte. Destaque para as cidades de Osvaldo Cruz e Adamantina, que tiveram os melhores índices no último levantamento do Ministério da Economia.
Porém, o saldo de 92 empregos em agosto não fez ainda Osvaldo Cruz reverter o cenário de dificuldades deste ano. Em oito meses, a cidade fechou 209 postos de trabalho – a maior perda da microrregião.
Por outro lado, Lucélia continua liderando a geração de emprego, com a abertura de 955 oportunidades com carteira assinada. A cidade é fortalecida pelo setor da agropecuária, o que mais gerou novas vagas de emprego no país de janeiro a agosto.
A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) aponta que São Paulo, com a criação de 66.235 postos de trabalho, foi o Estado com melhor resultado na agropecuária em 2020.
PERDAS NO COMÉRCIO
O comércio é um dos setores mais afetados pela pandemia de Covid-19. A diminuição do consumo, aliada às restrições de funcionamento dos estabelecimentos, ocasionaram o fechamento de 142 postos de trabalho apenas em Adamantina neste ano no setor.
Cálculos da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) apontam saldo negativo de 150 mil empregos em todo o Estado no período. Em Osvaldo Cruz, por exemplo, a variação negativa até julho chega a quase 10% em comparação com o estoque (número de empregados) em janeiro deste ano no comércio.
Para o presidente do Sincomercio Nova Alta Paulista, Sérgio Vanderlei, mesmo com um cenário aparentemente de melhoras, o setor de comércio e serviços ainda sofre as consequências da pandemia. “O consumidor ainda está receoso e precisa de estímulos para voltar a comprar. Precisamos manter a fé e as esperanças de que a nossa economia volte com força. Temos pela frente datas importantes, como o Natal, que devem ajudar na contratação de mão de obra
A Secretaria de Saúde de Adamantina firmou novo convênio para testagem da população contra a Covid-19. Agora a parceria foi feita com Instituto Butantan e o Cosems (Conselho dos Secretários Municipais de Saúde de São Paulo), que possibilitará a realização de 1550 testes sorológicos.
O secretário de Saúde, Gustavo Rufino, explica que o objetivo do convênio é averiguar casos suspeitos, rastrear e monitorar grupos mais vulneráveis e investigar surtos da doença, o que ampliará o mapeamento da Covid-19 da cidade.
Para atingir os objetivos da parceria, a pasta municipal testará profissionais de saúde e da segurança pública, membros de entidades, além de industrias com grande volume de funcionários para se evitar a propagação da doença.
“Hoje, os três tipos de exames para identificação do novo coronavírus estão disponíveis na rede pública municipal: o SWAB, sorológico e teste rápido. A Secretaria de Saúde está fazendo sua parte, por isso que a população também faça a sua e siga as recomendações, como manter o distanciamento e, em qualquer atividade, utilizar máscaras”, informa.
No fim de setembro a Vigilância Epidemiológica multou 20 pessoas por não utilizar o objeto de proteção facial, o que é obrigatório em todo o estado de São Paulo.
AUMENTO DE CASOS
Apenas no mês de setembro houve aumento de 116 casos de Covid-19 em Adamantina. A cidade, que fechou agosto com 264 registros positivos, terminou o último mês com 380 contaminados pela doença.
Também, em setembro, houve crescimento no número de vítimas fatais: quatro novos casos. “A circulação maior de pessoas resultou em um aumento considerável de casos em nossa cidade. Por outro lado, no mês passado houve diminuição nos casos com necessidade de internação, seja em leitos clínicos ou na UTI. Porém, a situação ainda é de alerta, já que na última semana tivemos três óbitos suspeitos para Covid-19, vítimas acima dos 60 anos, do grupo de risco. Todos devem fazer a sua parte”, disse o secretário de Saúde.
O Colégio Saint George School chegou à Adamantina com metodologia de ensino moderna, com material didático contextualizado, atualizado e competente da Plataforma Eleva. E, agora, traz mais uma grande novidade por meio da Fundação Estudar Hélio Bonilha: a disponibilidade de bolsas de estudos para alunos da região.
Segundo a mantenedora e diretora St. George School Ana Lúcia Gonçalves, a missão da Fundação é criar acesso aos alunos de baixa renda à educação de alta qualidade e viabilizar o aprendizado entre estudantes e famílias de diferentes realidades sociais.
“Acreditamos na educação como principal ferramenta de transformação em uma sociedade marcada pela desigualdade. Também temos o objetivo de iniciar uma mudança de paradigma no sistema de bolsas escolares da cidade de Adamantina e região. Queremos servir de inspiração para outras instituições de excelência”, ressalta a educadora.
As bolsas de estudantes serão 100% renováveis todo o ano letivo. As oportunidades são para alunos do ensino médio, do 1º ao 3º
anos, sendo disponibilizado duas bolsas para cada etapa.
Os interessados devem fazer a inscrição a partir do 20 de outubro, no St. George School. O processo será por análise do currículo escolar. Serão necessários apresentação de carta de recomendação do Diretor e Coordenador da instituição atual e comprovação de renda, além de entrevista pessoal com a Coordenadora. O aluno que não apresentar rendimento e comportamento satisfatório (abaixo da média 7,0) perderá, automaticamente, a bolsa de estudos.
FUNDAÇÃO ESTUDAR HÉLIO BONILHA
Hélio Bonilha, um ser humano ímpar e à frente do seu tempo, sempre vislumbrou o futuro com base em suas evidências pessoais e com muita convicção na educação.
Era destemido porque sua vida estava entregue nas mãos de Deus e Este conhecia os maiores e mais belos sentimentos que habitavam sempre seu coração. Coração genuinamente generoso e caridoso. Em sua fala, não se percebia o pronome possessivo MEU ou MINHA, o pronome mais utilizado por ele sempre foi e ainda é o da terceira pessoa do plural NOSSO.
Sempre acreditou que a educação era o melhor meio para transformar a vida de cada ser humano que se propõe a mudar a partir dos conhecimentos adquiridos.
Assim foi com ele: a educação mudou sua vida e sua história. Esse pensamento da necessidade da educação vinha de sua mãe, que acreditava muito na capacidade e inteligência do ser humano. Ela mal sabia escrever, mas queria o melhor para seus filhos e não mediu esforços para que ele, que gostava de estudar, pudesse estudar no melhor colégio da época, o Colégio Salesiano de Lucélia. Como se fosse um agradecimento a esse gesto de sua genitora, seu sonho era que muitas, mas muitas pessoas também tivessem essa oportunidade. E ele se dedicou, teve sonhos, sonhou alto e acreditou em seu potencial.
Aos 23 anos, junto com mais dois amigos, assumiram a escola Liceu Dom Pedro II em Lucélia. Era um sonho ser professor, transmitir seus conhecimentos aos outros. Almejava melhores oportunidades, esforçou-se para a conquista do seu diploma superior de Economista, o que conquistou à custas sempre de muito esforço pessoal e familiar, nessa época já casado com sua amada esposa Claudete. Ele se formou e não guardou seus conhecimentos para si, tinha humildade e generosidade em transmiti-los a quem buscava novos horizontes.
Não contente com o Liceu Dom Pedro II, inovador, sonhador e com muitos objetivos, fundou, em 1972, juntamente com seus amigos, a primeira faculdade da cidade de Lucélia: a Faculdade de Ciências Contábeis. Na época, um sucesso e uma inovação para a região, pois as pessoas tinham acesso a um curso superior de qualidade. Ele foi um dos professores por muito tempo na referida Faculdade.
A generosidade sempre fez parte de seu caráter e sempre auxiliou as pessoas como pode e sempre que pode. Muitos tiveram a oportunidade de estudar e ter a conquista de um curso superior graças à generosidade desse ser humano, que oferecia o estudo de forma gratuita àqueles que, muitas vezes, não conseguiam arcar com as mensalidades e chegavam até o professor Hélio, a quem expunham seus sonhos em conquistar um diploma, e quem estendia a mão, porque o sonho daquele aluno também era o seu; dava oportunidade àquele que almeja o aprendizado.
Ele já atuava no campo social da instituição muito antes de se falar em igualdades de oportunidades na vida.
Ele ajudou muitas pessoas a montar seus escritórios de contabilidade que funcionam até hoje graças aos ensinamentos dessa pessoa inteligentíssima e de uma generosidade sem medida.
Trabalhou por 47 anos na Indústria de Móveis e Estofados Linoforte na cidade de Osvaldo Cruz. Ingressou nessa empresa em agosto de 1971 e se aposentou em maio de 2018; uma vida inteira dedicada a essa empresa e sempre passando seus conhecimentos para aqueles com quem dividia a vida profissional e empresarial.
Nada mais justo hoje ter uma Fundação que leve seu nome, pois sua vida toda foi pautada na educação e na generosidade de poder fazer a diferença na vida das pessoas, independente de quem quer que fosse.
Praticou sempre a máxima do Cristo: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”; e, amar o próximo é amar fraternalmente aquele que não nos é caro, é amar aquele irmão como Cristo nos amou.
Ele sempre disse que o remédio do mundo é o AMOR. Então vamos vivenciar esse amor, vamos auxiliar aquele que deseja uma condição melhor para estudar e sermos a diferença na vida dessa pessoa, como se fosse uma herança que foi passando de pai para filho, herança essa muito mais preciosa do que qualquer quantia em dinheiro que existe no mundo. Porque sabemos que dessa vida só levaremos o que fizermos de BOM e de RUIM. Então, que possamos tentar ser pessoas melhores a cada dia. E esse sempre foi seu pensamento e de nossa mãe, seres humanos maravilhosos que temos o privilégio de chamar de pais e a quem somos gratas eternamente por nos ensinarem o que é o amor.
No início da tarde de hoje (09), em coletiva de imprensa realizada no Palácio dos Bandeirantes em São Paulo, o governador João Doria anunciou que os municípios pertencentes ao Departamento Regional de Saúde (DRS) de Marília permanecem na fase laranja para amarela.
Com essa nova atualização, de acordo com o decreto 6231 bares, restaurantes, salões de beleza, academias e o comércio poderão funcionar por mais tempo.
Podem funcionar de segunda à sexta-feira das 08h às 18h o atendimento presencial do comércio, serviços, salões de beleza e barbearia. Aos sábados, fica estabelecido o horário das 9h às 13h, salvo os salões de beleza e barbearia que podem funcionar por 10 horas de forma ininterrupta.
O decreto ainda estabelece que as academias de esportes de todas as modalidades e centros de ginástica podem funcionar das 6h às 11h e das 16h às 21h de segunda a sexta-feira e aos sábados das 06h às 16h aos sábados.
As academias de esportes que pretendam horário diferenciado devem apresentar requisição detalhada, devidamente justificada acompanhada do protocolo sanitário, à Secretaria de Fiscalização e Arrecadação Tributária.
Conforme o decreto, o atendimento presencial em bares e similares para consumo local pode acontecer das 10h às 15h e das 17h às 22h todos os dias da semana e o consumo local deve encerrar no máximo às 22h e a permanência no estabelecimento deve ser no máximo até as 23h.
Os estabelecimentos autorizados a funcionar deverão adotar as seguintes medidas, sob pena de suspensão das atividades: intensificar as ações de limpeza; disponibilizar máscaras e álcool em gel 70% aos colaboradores; disponibilizar aos clientes, na entrada do estabelecimento, álcool em gel 70%; vetar a entrada de clientes que não estiverem fazendo uso de máscara; divulgar informações acerca da COVID-19 e das medidas de prevenção; limitar o acesso ao estabelecimento de modo a preservar o distanciamento mínimo de 1,5m.
Salvo setores do comércio previstos neste decreto, fica prorrogado até 16 de novembro de 2020, a vigência das suspensões previstas no Decreto nº6.111/2020, e alterações posteriores
As medidas previstas neste decreto poderão ser reavaliadas a qualquer momento, de acordo com a situação epidemiológica do município.
Os interessados em ser mesário e auxiliar nos trabalhos eleitorais podem se inscrever no Cartório Eleitoral de Adamantina. Além de exercer um papel fundamental para o fortalecimento da democracia, o mesário voluntário também tem direito a diversos benefícios.
Ao IMPACTO, o juiz eleitoral Carlos Gustavo Urquiza Scarazzato destacou a importância da participação dos eleitores no processo, seja exercendo o voto ou contribuindo com o trabalho.
“A Covid-19 é uma preocupação da Justiça Eleitoral, e todas as medidas foram tomadas para que se estabelecesse um protocolo de segurança para garantir que este ato tão importante, a realização das eleições municipais, possa ocorrer sem riscos aos eleitores e às pessoas que vão trabalhar, concretizando a democracia. A democracia depende da realização de eleições periódicas, o que é complexo. Então se faz necessário que a população colabore, seja como eleitor ativamente, exercendo este direito ao voto, ou como mesário”.
Além de contribuir para com a democracia, existem as seguintes vantagens ao mesário voluntário: dois dias de folga para cada dia trabalhado; dois dias de folga para cada dia de treinamento oferecido pela Justiça Eleitoral; auxílio-alimentação; preferência no desempate em concursos públicos (desde que previsto em edital); entre outros.
“O nosso ordenamento jurídico reconhece a importância do trabalho de mesário que assegura diversas vantagens. Trabalhando, além destas vantagens, ele estará protegido, com acesso ao material de higiene, como álcool 70 para limpeza das superfícies, álcool em gel individual para se protegerem, máscaras de proteção, face shield para as pessoas com contatos com eleitores e garantia de distância mínima de 1 metro entre eleitores e pessoas que irão trabalhar. Dentro destes protocolos rígidos de segurança é possível e necessário realizar estas eleições sem ter o que temer”, destaca o juiz eleitoral
Na área da 157ª Zona Eleitoral, formada por Adamantina, Flórida Paulista e Mariápolis, cerca de 450 pessoas estarão envolvidas no processo eleitoral de 15 de novembro, fora a equipe de apoio dos locais de votação.
SERVIÇO
Para quem deseja contribuir com processo eleitoral basta entrar em contato com o Cartório Eleitoral pelo telefone (18)3522-3470, email: [email protected] ou pessoalmente, na Alameda Fernão Dias, 219 – centro.
POR QUE SER MESÁRIO?
– Exercer a cidadania ativamente;
– Garantir a segurança e o sigilo no momento em que o cidadão vai exercer um de seus principais direitos/deveres: o voto;
– Ajudar a Justiça Eleitoral a concretizar a sua missão: garantir a legitimidade do processo eleitoral.
Além de contribuir para a democracia, existem as seguintes vantagens:
– 2 (dois) dias de folga para cada dia trabalhado como mesário;
– 2 (dois) dias de folga para cada dia de treinamento oferecido pela Justiça Eleitoral;
– Certificado dos serviços prestados à Justiça Eleitoral;
– Auxílio-alimentação;
– Preferência no desempate em concursos públicos (desde que previsto em edital);
QUEM PODE SER MESÁRIO?
– Pessoas maiores de 18 anos e em situação regular com a Justiça Eleitoral.
Este ano haverá importante mudança para quem vota em 12 seções eleitorais de Adamantina. A mudança foi realizada devido a diminuição de urnas eletrônicas disponíveis para o pleito de 15 de novembro.
No site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) dá para conferir os locais de votação da 157ª Zona Eleitoral (https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2020/locais-de-votacao-com-vagas-para-transferencia-temporaria).
Os candidatos a prefeito de Mariápolis se enfrentam no primeiro debate da corrida eleitoral 2020. Alex Sandro (PSB), Maria Aparecida Firmino (Republicanos), Ricardo Watanabe (PV), Val Dantas (DEM) e Zé Vená (PSDB) estarão frente a frente para discutir problemas e soluções para a cidade na quinta-feira (15).
O debate é organizado pelo IMPACTO em parceria com Grupo Joia de Comunicação, a partir das 11h.
“A parceria com as rádios do Grupo Joia completa 20 anos, a população regional aguarda os nossos debates para conhecer os candidatos que discutem soluções para os problemas das cidades que, com a pandemia, ficaram mais evidentes. O debate reforça a importância de uma escolha consciente para construção de um futuro próspero para os nossos municípios”, disse Sérgio Vanderlei, diretor do IMPACTO.
Com duração de duas horas, o debate terá dois momentos: no primeiro os mediadores do encontro Jonas Bonassa (Sabiá), Guino Bonassa, além de Sérgio Vanderlei, sortearão 10 perguntas, de temas diversos, aos candidatos. Cada um se posicionará sobre dois temas.
Em um segundo momento o enfrentamento será entre os postulantes ao cargo de Chefe do Executivo. Cada postulante fará cinco perguntas aos adversários, sendo 30 segundos o tempo para formular o questionamento, 2 minutos para a reposta, 1 min. para réplica e mais 1 min. de tréplica.
Devido a pandemia de Covid-19, o debate este ano permitirá apenas a presença do candidato e um assessor, além de seguir os protocolos de saúde, como a disponibilização de álcool em gel e uso obrigatório de máscara.