No
sábado (23), o time de basquete feminino de Adamantina participou da festa de premiação
MVP 2018, organizada pela LBC (Liga de Basquete Centro-Oeste Paulista), na
cidade de Bauru.
No
evento, a equipe de Adamantina recebeu quatro prêmios no Melhores do Ano de
2018 – LBC – Categoria Sub 11 Feminino, sendo: Flávia Fernanda Pinheiro (CTU
Adamantina) foi premiada como melhor técnica; Isabelle Vitória Pereira da Costa
(Adamantina A) ganhou como melhor jogadora; e as atletas Ana Júlia Lima Moreno
(CTU Adamantina A) e Manoela Barbosa da Silva (CTU Adamantina B) fazem parte da
seleção ouro.
A
premiação também contou com a presença do jogador Jefferson Willian, do Bauru
Basquete, que destacou a importância do evento.
A
Unimed Adamantina parabenizou toda a equipe de basquete feminino da cidade pelo
reconhecimento.
A
sexta-feira (22), ficou marcada pela grande final da 13ª Copa Unipedras/UniFAI
de Futsal. Pelo segundo ano, a equipe Casa das Ferramentas/Paulista Veículos conquistou
o título de campeão da competição, uma das principais da região.
Em
uma disputa acirrada no ginásio de esportes Paulo Camargo, o time comandado por
Diego Borelli venceu o Arsenal/Supermercado Godoy pelo placar de 4 a 2.
Já
em terceiro lugar ficou a equipe do Republicamos F.C./UniFAI e, em quarto, o
time do San Remo/LRG Construtora/Bar do Riquinha/Multi-Intel Segurança/Eco
Ville.
Na
premiação foram oferecidos troféus definitivos, medalhas e dinheiro, ofertado
pela Marmoraria Unipedras, nos valores de R$ 2 mil divididos entre campeão (R$
1.000), vice-campeão (R$ 500), 3º Lugar (R$ 300) e R$50 para o artilheiro da
competição, o goleiro menos vazado, o melhor jogador e a revelação da competição.
Categorias menores
Antecedendo
a final do aberto, aconteceram as finais da Copa UniFAI de Futsal, nas
categorias Sub-10, Sub-12 e Sub-14.
Na
categoria sub-10 a equipe do Audax Unimed, de Adamantina, venceu a equipe de
Herculândia. Pela Sub-12, Guarani Capaz venceu o time Audax Unimed, ambos de
Adamantina.
E,
pelo Sub-14, o Jardim Brasil/Projeto Rumo Certo, de Adamantina, venceu a equipe
de Herculândia.
Também
houve entrega de premiações com medalhas e troféus aos campeões de cada equipe
das três categorias menores.
A 13º Copa Unipedras/UniFAI de Futsal foi organizada pela Secretaria de Esportes em parceria com a Marmoraria Unipedras, do empresário Dirceu Xavier, e UniFAI (Centro Universitário de Adamantina).
Arsenal/Supermercado Godoy fica em segundo lugar na Copa Unipedras (Foto: Bruno Luz)
Hoje
faremos a nossa primeira coluna sobre um destino, mas qual escolher? Afinal, o
mundo é muito grande, são tantas coisas lindas para se ver, sentir e conhecer.
Pensei, pensei, até que meu marido sugeriu: escreva sobre o seu lugar preferido
no mundo. Pá, como não pensei nisso antes?
Então
convido vocês a viajarem comigo nessa aventura. Será algo extremamente sutil e
superficial, mas espero que eu possa pelo menos deixar você curioso e
transmitir o amor que tenho por essa cidade através de algumas palavras.
Tcharammm,
sim falarei sobre Orlando, no estado da Flórida, nos Estados Unidos. Acho que
alguns já imaginavam isso (rs).
Para
alguns, um sonho de uma vida inteira, para outros que dizem não ter a mínima
vontade de conhecer, eu digo apenas: vá e na volta a gente conversa.
Pois
foi exatamente isso que aconteceu comigo. Eu só fui pra Disney com 15 anos, por
embalo das amigas, já que muitas iam, também fui. Mal sabia que na verdade
naquele momento eu estaria construindo meu próprio Castelo da Cinderela.
Foi pra Orlando que eu viajei a primeira vez sem meus pais, foi lá que conheci meu primeiro namorado e que como um bom conto de fadas, depois de mais de 16 anos, nos reencontramos, fiquei noiva aos pés do Castelo no Magic Kingdom e nos casamos. Ops!, caiu uma lágrima aqui, Foi por causa daquela primeira visita a essa cidade que defini minha profissão e batalhei muito para que depois de 10 anos da minha primeira ida, eu estivesse de volta, só que dessa vez, representando a empresa que trabalhava. Daí em diante, foram alguns anos morando lá, muitos passageiros embarcados, muitas histórias sendo contadas e eu sempre disposta a arrastar mais um para o meu time, o time dos que vivem sonhando em estar lá. Hoje com a minha própria Consultoria em Viagem, continuo tornando isso possível.
Mas
vamos ao que você precisa saber: Orlando só é o que é hoje por causa de Walter
Elias Disney, ou seja, Walt Disney, que comprou terrenos alagados numa região
pouco conhecida da Flórida por preços baixíssimos e criou seu próprio reino da
Magia.
E
por que você deve ir?
Hoje
Orlando tem sete dos 20 maiores parques temáticos do mundo, recebe 51 milhões
de visitantes anualmente (47,7 milhões de americanos e 3,6 milhões de
estrangeiros) e é o destino mais visitado por brasileiros nos Estados Unidos.
Para
quem vai a Orlando pela primeira vez, é um pouco difícil recomendar quais
parques e por quanto tempo ficar em cada grande atração. Contundo, uma viagem
básica, o recomendado é investir ao menos quatro dias nos parques da Disney,
dois dias no Universal Resort, um dia no SeaWorld e pelo menos um dia livre
para compras. Além disso, ali pertinho temos Tampa, com seu conhecido Busch
Gardens e suas super montanhas-russas. E menos de 200 km de Orlando, você ainda
tem uma das praias mais bonitas dos Estados Unidos, Clearwater.
Ou
seja, Orlando não é só Disney. É viagem que agrada a família inteira, é lua de
mel, é aventura. Permita- se conhecer esse pedacinho de céu na terra, pois a
energia que paira naquele lugar, é coisa inexplicável.
A
Itália produz vinhos que são famosos mundialmente. Lá existem várias regiões
produtoras, cada qual com suas variedades.
Hoje
vamos falar de um vinho do Vêneto que é uma das regiões vinícolas mais
importantes da Itália, o Valpolicella. É bem verdade que o Vêneto produz outros
vinhos tintos famosos, como o Bardolino, o Soave e o ícone da região, o
requintado e potente Amarone. O Valpolicella, entretanto, é uma opção
sofisticada e um vinho mais fácil de beber do que o Amarone.
Mas,
cuidado! A maioria dos Valpolicellas que encontramos nas gôndolas dos
supermercados é de qualidade inferior. Ocorre que no passado o Valpolicella foi
produzido em grandes quantidades com objetivo de massificar a marca, o que
resultou em vinhos sem caráter, ainda que classificados como DOC (Denominação
de Origem Controlada). Esses vinhos ainda estão por ai e por isso, se você
quiser degustar um vinho de qualidade, deve procurar Valpolicellas
classificados como “Clássicos” ou “Superiores” em seus rótulos, que são vinhos
sérios, produzidos com uvas selecionadas, cuja característica é a maciez e o
caráter frutado e fresco, com um sedutor toque amargo no final.
Os
vinhos “superiores” passam, obrigatoriamente, por um ano em barris de madeira
antes de serem engarrafados, fator que garante a delicadeza e a suavidade da
bebida.
O
exemplar que degustei e escolhi para compartilhar com os leitores é o
VALPOLICELLA RIPASSO CLÁSSICO SUPERIORE DOC 2015, produzido pela centenária
Vinícola Campagnola.
Elaborado
com as variedades das uvas Corvina, Verronesse e Rondinella, obrigatórias na
composição do Valpolicella, é produzido pelo método Ripasso, que significa
repassar. Nosso vinho, portanto, foi produzido com as mesmas uvas utilizadas na
vinificação do Amarone, que é produzido com uvas ressecadas, quase passas
(método chamado de apassimento). Depois de utilizadas no Amarone, o mosto das
uvas foi adicionado a uvas frescas, resultando num vinho concentrado, complexo,
porém, frutado, delicado e sedoso. Depois passou por 12 meses maturando em
barris de carvalho esloveno e mais 4 meses em garrafa, antes de ser colocado no
mercado. Um vinho com 13,5 de volume de álcool, que suporta guarda por até 10
anos e que harmoniza perfeitamente com carnes grelhadas, risotos e massas com
molho de tomate, que foi o caso da minha harmonização: lasanha a bolognesa.
Na
boca o vinho entregou incrível sabor de banana passa, cacau e o frescor de
frutas vermelhas, com leve e agradável amargor no final.
Para
quem gosta de vinho tinto sedoso, aveludado, saboroso e ao mesmo tempo carnudo
e complexo, o Valpolicella é uma aposta segura. Na minha opiniã0 um dos
melhores para acompanhar uma bela pasta.
Olá
queridos leitores, a dica literária desta semana é o livro: Não Matem as Flores
— Johannes Mario Simmel.
Esse
livro marcou minha adolescência. Eu devia ter uns quinze anos quando o comprei.
Eu simplesmente amo esse livro que fala: sobre recomeço, superação, amor e como
cada ação gera uma reação. Mesmo que passe algum tempo, mais cedo ou mais
tarde, teremos que enfrentar as consequências dos nossos atos.
“Tive que pensar na
frase do filósofo Ernest Bloch, que escreveu: ‘O ser humano precisa pelo menos
de uma pequena visão de algo apaziguador que lhe traga alegria’. Simplesmente
tem de ter alguma coisa, ou não conseguirá viver”. (pág. 17).
Sinopse
Narrativa
que conta às aventuras de um advogado de sucesso, que, no auge de uma crise de
tédio, viaja a Viena, onde adquire nova personalidade. Intercalam-se na
história atentados racistas, histórias de amor nada convencionais e
surpreendentes atos de humanidade.
“E pensei que não era a
morte que resolvia todas as coisas. Não, era a vida que punha um fim em tudo, a
grande felicidade e o grande amor. E fiquei muito triste.” (pág. 32).
Cansado
de sua vida, sua esposa, sua rotina, o famoso advogado Charles Huramel resolve
abandonar sua vida e começar outra. Aproveitando um acidente de avião (no qual
é dado como morto) utiliza-se de documentos falsos e transforma-se em outra
pessoa. Agora, com o nome de Peter Kent, volta novamente a sentir alegria pela
vida. Encontra a companheira ideal e tudo se encaminha para um futuro
promissor.
Mas
sua esposa, convencida de que ele não morreu no acidente aéreo, resolve mover
céus e terra para provar que o marido ainda está vivo, com um nome falto em
algum lugar. Satisfeito com sua nova vida, Peter não tem nenhuma intensão de
retornar à antiga. Conseguirá Charles/Peter ocultar para sempre a sua
existência?
“… e então me ocorreu
uma frase que lera certa vez num livro: ‘Se cada pessoa do mundo quisesse fazer
feliz só uma única outra pessoa, o mundo todo seria feliz’.” (pág. 193).
É
um livro apaixonante, cheio de lições de vida e faz com que olhemos nossos
problemas com outros olhos. Espero que todos tenham a chance de lê-lo.
Desejo
a todos um excelente final de semana. Grande beijo.
“Alguma coisa de todas
as pessoas permanece na Terra. A figura da pessoa desaparece, mas tudo o que
ela teve de bom, de melhor, continua no mundo. Por isso, na verdade cada pessoa
é um mundo inteiro.” (pág. 388/389).
Esta
coluna tem como objetivo mostrar a necessidade do Conselho Tutelar dentro de
nossa Nação. Esse Órgão vem sendo fomentado, no Brasil, desde 1990 e é
utilitário até os dias de hoje de inúmeras formas, precisamos, como Cidadãos,
buscar meios para conhecer o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e lutar
pelos Direitos de nossos jovens.
O que é o Conselho
Tutelar?
Recebe
o nome de Conselho Tutelar o órgão público permanente, autônomo, não
jurisdicional, cujo objetivo é zelar pelo cumprimento dos Direitos da criança e
do adolescente. Apesar de estar vinculado administrativamente ao Poder
Executivo, não é órgão de governo, mas sim um órgão de estado.
O
Conselho Tutelar age sempre que os direitos de crianças e adolescentes se
encontrem ameaçados ou violados pela sociedade, estado, pais, responsável, ou
em razão de sua própria conduta.
O Porquê ele é tão
importante?
Sua
condição assegura a proteção dos direitos humanos de crianças e adolescentes de
maneira contínua e ininterrupta, não recebendo qualquer interferência externa.
O que é o Estatuto da
Criança e do Adolescente?
O
Estatuto da Criança e do Adolescente (Criados por meio da Lei Federal n.º
8.069) é um conjunto de normas específicas para cuidar das pessoas menores de
18 anos que vivam no Brasil. O Estatuto foi sancionado em 1990, durante o
Governo do Presidente Fernando Collor de Mello.
Origem do ECA
O
Estatuto da Criança e do Adolescente tinha como objetivo pôr fim ao Código de
Menores que havia sido criado durante a Ditadura Militar no Brasil.
O
ECA surge da necessidade de acabar com todo o resquício de autoritarismo que
ainda restava do regime militar.
Deste
modo, os deputados debateram a necessidade de um ordenamento jurídico para
crianças e adolescentes.
Portanto,
vimos que a luta para a garantia de Direitos da Criança e do Adolescente não
começou agora, e não podemos regredir.
Temos
que ter a consciência do papel do Conselho Tutelar dentro de nosso Brasil e
apoia-lo, você como, Cidadão, pode e deve conhecer o Conselho Tutelar e
participar da votação para escolher seus representantes. Faça sua parte! Colaborou: psicóloga e conselheira tutelar
Mariane Cristina Marques
A Vigilância Epidemiológica de Adamantina registrou 50 casos positivos de dengue sendo 49 casos autóctones (doença é contraída dentro da cidade) e um caso importado.
Os bairros que registraram os casos foram: 21 na Vila Jamil de Lima, 14 casos no Jardim Adamantina, cinco casos no Centro e um caso importado na Vila Cicma e um autóctone, dois no Parque das Nações, um no Parque Iguaçu, um caso na Vila Freitas, um no Bairro Lagoa Seca, um na Vila Industrial, um no Jardim Bandeirantes e um no Jardim América.
Já foram efetuadas 141 notificações que contemplam casos positivos, negativos e que estão aguardando resultado.
Com o aumento do índice de chuvas, por causa do verão, a população precisa estar atenta e redobrar os cuidados, pois cresce a preocupação com a reprodução do mosquito Aedes aegypti.
“Diante de sintomas como febre ou não, dor no corpo, dor de cabeça, diarréia ou qualquer outro sintoma, o munícipe deve procurar sua unidade de saúde o quanto antes para ser acompanhado” orienta a enfermeira da Vigilância Epidemiológica (VEP), Myriam Prado.
Francine de Brito Alves, chefe do Controle de Vetores, explica que a ação mais simples para prevenir à dengue é eliminando os criadouros.
“Nós precisamos contar com o apoio de todos. A dica para evitar o problema é manter os recipientes como tanques, cisternas, tambores, caixas d’água sempre fechados. Locais onde a água possa acumular devem ser tampados ou eliminados por meio da coleta seletiva”, ensina.
Francine ainda pede que as pessoas não joguem o lixo em áreas públicas e que observem semanalmente os ralos e percebendo o acúmulo de água, com a mesma freqüência despejem produtos que inibam o desenvolvimento das larvas, tais como cloro, detergente, salmoura e água com sabão.
O Controle de Vetores está fazendo controle dos criadouros em um raio de 150 metros em torno dos casos. Após isso, é feita a nebulização com inseticida para matar os mosquitos adultos contaminados ou não.
“Os mosquitos preferem ficar dentro das casas. Por isso, pedimos que no momento da nebulização os munícipes mantenham as casas abertas”, explica a chefe do controle de vetores.
As ações que tiveram início no mês passado contemplam ainda a busca ativa de sintomáticos pelos agentes comunitários de saúde.
“A Secretaria de Saúde pede que os cuidados com os quintais sejam redobrados e que os objetos que acumulem água sejam evitados. Use repelente. Receba a visita dos agentes de saúde, permita que eles vistoriem o seu quintal. A dengue é uma doença que pode matar”, orienta.
Foi aprovada ainda a lei municipal 3.870 que dispõe sobre sanções aos proprietários de imóveis que possibilitem a proliferação do mosquito Aedes Aegypti no município. A propriedade em que for encontrado foco do mosquito estará sujeita a advertência na primeira incidência e na segunda, multa de 50 Unidade Fiscal do Município (UFM).
No caso de estabelecimento empresarial, industrial comercial ou próprio público, na primeira incidência será aplicada advertência, na segunda incidência multa de 100 UFM e demais 200 UFM a cada autuação e cassação do alvará municipal de funcionamento.
A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) informa que o sorteio das 99 moradias populares acontecerá na segunda-feira (1) às 12h no Recinto Poliesportivo.
O próprio inscrito ou seu representante legal é quem deverá depositar a senha na respectiva urna no dia do evento de sorteio. As senhas foram entregues no ato da inscrição em 2 vias. Numa delas está escrito a palavra urna. É essa via que deverá ser destacada e depositada na urna correspondente (de acordo com a hierarquização da família).
A presença no sorteio é obrigatória, o não comparecimento implicará na desclassificação da família, não podendo a mesma reclamar futuramente por eventuais prejuízos.
Os inscritos sorteados como titulares serão convocados para entrevista e apresentação de documentação visando à montagem de dossiês para comprovação e enquadramento dos requisitos exigidos pela Caixa, que será responsável pela análise e aprovação, de acordo com a ordem de classificação no sorteio presencial.
Além dos titulares, serão também convocados a mesma quantidade de suplentes. As demais famílias suplentes poderão ser convocadas em caso de abertura de vagas.
Serão previamente agendadas datas para as entrevistas, o não comparecimento ou na impossibilidade de apresentação da documentação necessária acarretará no cancelamento da família do processo de aquisição ao atendimento habitacional.
A família convocada para o processo de entrevista terá o prazo de cinco dias úteis para apresentação da documentação solicitada. Todas as famílias sorteadas, inclusive as suplentes, serão convocadas para inclusão e/ou atualização de seus dados no CADÚNICO- Cadastro Único para Programas Sociais no município.
A efetivação das inscrições ficou assim dividida: duas famílias que tem algum membro com microcefalia, 151 idosos, 118 deficientes e 1553 pessoas em geral, totalizando 1824.
Vereador Acácio Rocha (DEM) explica críticas ao Executivo municipal (Foto: Arquivo Pessoal)
Por todos os cantos de Adamantina é fácil escutar críticas à Administração Municipal. Quando se acessa as redes sociais, os julgamentos de má gestão ficam mais evidentes, com diversas mensagens, publicações e até zombarias ao prefeito Márcio Cardim (DEM) e seus secretários.
As cobranças
da população também refletem na Câmara Municipal, que representa os anseios da
comunidade. Nas últimas sessões, críticas mais incisivas foram expostas pelos
parlamentares, entre eles Acácio Rocha, presidente do partido do prefeito.
Mesmo fazendo parte do mesmo grupo político do vereador, Cardim foi alvo das
reclamações, relacionadas, muitas vezes, às questões simples do cotidiano da
cidade.
Nesta
entrevista o IMPACTO traz uma análise de Acácio Rocha sobre o momento atual da
Administração Municipal. Para ele, a situação atual de Adamantina é melhor do
que foi encontrada em janeiro de 2017 pela equipe de Márcio Cardim. “Mas os
mesmos olhos que enxergam os avanços, também veem aquilo que não evoluiu, e até
retrocedeu, e nisso não há cegueira, nem para o que é positivo, quanto para o
que é negativo”, pontua.
IMPACTO:
O que tem motivado críticas mais incisivas nas últimas sessões em relação ao
Executivo?
Acácio
Rocha: A crítica é
parte do ambiente político e de governo e reflete uma fala de insatisfação,
descontentamento e alerta, muitas das quais com o recorte do momento. Nas
minhas colocações as faço com a expectativa de provocar um despertar para o
tema em debate, e em diversas situações tratam de atividades do cotidiano do
serviço público, que eventualmente passam despercebidas, sem a atenção e o
suporte. Essas colocações, quando
trazidas a público, se dão porque todas as tentativas de sensibilização,
contribuição e resolutividade já foram buscadas.
IMPACTO:
Quais os principais alvos dos questionamentos?
Acácio
Rocha: Na grande
parte, tratam do cotidiano, da zeladoria, dos cuidados com a cidade no tempo
presente. Reconheço, aplaudo e valorizo, e contribuo também atuando hoje para
as demandas estratégicas, de grande complexidade e futuras, mas o cotidiano não
pode ser deixado de lado. Coisas simples, da atribuição do gestor, do
secretário, das equipes, dos funcionários, precisam ter iniciativa de ação. Se
uma lâmpada está queimada, e há reclamação, é porque o poder público não teve
contato com esse problema, seja pela ausência de proatividade e gestão, ou pela
falta de comunicação pelo cidadão reclamante. Ao final, essa ausência de
zeladoria, por exemplo, que é de competência executiva, transfere demandas
corriqueiras ao poder legislativo, que poderia ter uma atuação muito mais
produtiva e estratégica, do que ficar elencando buracos nas ruas, terrenos com
matos e lâmpadas queimadas. Há capacidade para fazer, tanto é que após fazermos
as cobranças, as questões simples acabam sendo resolvidas. Nisso, identifico
que há alguma falha no arranjo operacional interno.
IMPACTO:
O posicionamento da maioria dos vereadores é neste sentido, de críticas à
gestão Márcio Cardim. Há uma comunicação entre os poderes? O Executivo está
aberto às demandas do Legislativo?
Acácio
Rocha: Há
críticas, por diversos colegas e sobre diversos cenários da administração. Mas
há também, com destaque, uma posição colaborativa do legislativo, em buscar
recursos para custeio e investimentos públicos para a cidade, em melhorar a
estrutura dos projetos de lei e garantir sua segurança jurídica, e até mesmo nas
críticas, no sentido de enxergar e sinalizar para aquilo que o executivo talvez
não veja. Nessas críticas, o outro lado precisa ter sensibilidade e maturidade
para recebê-las, e vê-las como iniciativas contributivas. E o mais importante:
de melhorias para o cidadão. Os pedidos não são para os nove vereadores, mas
para os 35 mil moradores de Adamantina, que se veem representados e nos cobram
abertamente nas ruas e nas redes sociais, onde nos fazemos muito mais presentes
nesse relacionamento com o cidadão.
IMPACTO:
A gestão municipal se mostra otimista em relação aos resultados apresentados
até o momento. Do outro lado, a população também vem mostrando, pelo menos nas
redes sociais, indignação em relação ao trabalho desenvolvido pela Prefeitura.
Porque visões diferentes?
Acácio
Rocha: O resultado
até agora do prefeito Márcio Cardim, nas questões estratégicas, é muito bom,
sobretudo em áreas como saúde, infraestrutura, na assistência social e
educação. Sei reconhecer isso. Todos nós vereadores sabemos reconhecer. A
Adamantina de março de 2019 é muito melhor do que aquela recebida em janeiro de
2017, e não podemos nos cegar e não reconhecer isso. Há méritos, avanços e
muita ação positiva. Mas os mesmos olhos que enxergam os avanços, também veem
aquilo que não evoluiu, e até retrocedeu, e nisso não há cegueira, nem para o
que é positivo, quanto para o que é negativo. Mas acredito que ao final do ano
que vem, ao encerrar o mandato, o prefeito vai entregar uma cidade muito
melhor. Em relação às críticas, um rápido mapeamento permite identificar os
pontos mais contestados pela população, onde muitos dos quais se referem ao
cotidiano e que impactam no dia a dia do morador, que a partir disso extrai sua
percepção e se posiciona. Por outro lado, também contribui para isso a
expectativa criada em torno das propostas apresentadas no período da de
campanha combina, e o desejo do morador por resultados imediatos, o que é
bastante difícil. Estamos pouco mais do meio do mandato, há um longo caminho de
oportunidades, ainda pela frente, e vamos atuar nesse ambiente, somando forças
em tudo que exigir a união dos poderes e lideranças.
IMPACTO:
Comum também na fala dos vereadores são críticas a alguns secretários
municipais. A equipe da Prefeitura atua de forma a atender as demandas do
Município?
Acácio
Rocha: Na equipe
de secretários há muitas diferenças de perfis de atuação, desde a recepção a
críticas e contribuição, atendimento e capacidade para atuar como gestor
público, relacionamento com a população, entre outros fatores. Há secretários
muito bons, mas isso não é uma totalidade no quadro. Essa colocação também faço
à procuradoria municipal. O que fica visível, e exposta, é a ausência de uma
atuação uniforme, acessível e sensível, no todo, o que gera destaques positivos
e negativos, nesse quadro. Falta também, a meu ver, habilidade política, para
se relacionar com o legislativo, com a sociedade e com as lideranças.
IMPACTO:
O que precisa ser feito para mudar essa visão crítica ao Executivo?
Acácio
Rocha: Primeiro, é
a autocrítica do próprio executivo, nos campos da gestão e da política, e nela
reconhecer suas habilidades e deficiências. No campo das habilidades, há
capacidade e possibilidade para avançar mais, em todos os aspectos, e
apresentar à comunidade um saldo ainda mais positivo. Fazendo isso, e
reconhecendo as próprias deficiências, trabalhando os fatores negativos e as
limitações, a somatória pode se refletir em uma importante força, capaz de
fazer muito mais. Da minha parte, e acredito que de todo o legislativo, há e
sempre haverá reconhecimento àqueles resultados considerados bons, até então
alcançados, bem como a disposição em somar forças pela cidade.
IMPACTO:
Considerações:
Acácio
Rocha: A vontade
de acertar e de fazer Adamantina evoluir, sempre, é de todos. Não há ninguém,
entre o atual legislativo, o executivo, entre as lideranças e a totalidade da
população, que não queira isso. Uma cidade organizada, dinâmica, próspera, com
pique e fôlego, vai se refletir e mais oportunidades, para todos e em todos os
campos. O ganho é geral e compartilhado com todas as áreas. Essa é a minha
busca, e nela não abro mão de atuar com liberdade e ser parte nessa somatória
de forças, elogiando e contribuindo em tudo que for para construir, e também
apontando aquilo que não valido, com a certeza de que o saldo final, pela
cidade, faz valer a pena.
As chuvas
dos últimos meses trouxeram prejuízos em diversos pontos de Adamantina. Casas
alagadas, carros arrastados pelas correntezas e buracos na rua foram alguns dos
problemas enfrentados pela população após o período chuvoso.
Para
amenizar as consequências, legislações garantem direitos a comunidade afetada,
como a Lei Complementar nº 295, de 17 de outubro de 2017, de autoria dos vereadores
Acácio Rocha (DEM) e Alcio Ikeda (Podemos), que autoriza a Prefeitura conceder
a isenção ou remissão do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) aos
imóveis atingidos por enchentes e alagamentos causados pelas chuvas na cidade.
Porém, a população vem enfrentando dificuldades de informação para realizar solicitação ao benefício. É que denuncia Silvana Aguiar, que tem imóvel na rua Maria Cândido Romanini. Ela relata que há pelo menos 35 anos sofre consequências devido ao alagamento da via, ampliadas nas últimas chuvas, quando sua residência ficou alagada por três vezes.
Imóvel fica na rua Maria Cândido Romanini (Foto: Arquivo Pessoal)
Com diversos prejuízos, como perda de bens materiais e danos ao imóvel, a proprietária do imóvel procurou a Prefeitura, na terça-feira (19), para solicitar a isenção do IPTU, de aproximadamente R$ 1400, anual. Para sua surpresa, e indignação, Silvana não recebeu qualquer esclarecimento da Administração Municipal.
“Não
souberam me informar nada. Fui ao Paço Municipal e, depois, me encaminharam
para a Secretaria de Planejamento. Não obtive respostas de como proceder.
Atualmente estou ficando mais em Presidente Prudente para cuidar de um familiar
que está doente, então fui para Adamantina resolver apenas essa questão. Foi
tempo perdido, estão brincando com o cidadão”, relata.
Ela informa
que problemas com os alagamentos como calçada danificada, rachaduras e
afundamento em frente a sua casa sempre foram registrados, mas, que nas últimas
chuvas outros pontos foram afetados. “Perdi o carpete da minha residência, o
sofá, estragou portas, piso está oco, o sistema de esgoto de um dos banheiros
está voltando, então no mínimo que peço é a isenção do IPTU”, disse.
Silvana
informou ainda que uma equipe da Defesa Civil ficou de ir avaliar sua casa.
“Estou no aguardo, mas fiquei indignada com a falta de informação. Os
servidores da Prefeitura não souberam me informar nada, além de que senti que
ficaram desestimulando a buscar meus direitos”.
Ela também
chegou a ir à delegacia para garantir seus direitos, mas preferiu aguardar um
posicionamento da Prefeitura ainda nesta semana sobre a situação. “O problema
do afundamento do asfalto na alameda Padre Nóbrega, paralela a rua da minha
casa e na mesma direção, me trouxe mais preocupação. Gostaria de saber quais os
riscos ao meu imóvel. O problema não é de hoje, e não é por causa dos Parques
dos Pioneiros. Há 35 anos rezo a cada chuva para que não haja consequências
maiores”, pontua.
A situação
enfrentada por Silvana vem sendo relatada por diversos populares ao vereador
Alcio Ikeda. Procurado pelo IMPACTO, o parlamentar informou que tem informações
de outros moradores com o mesmo problema.
A Lei
Complementar nº 295, de 17 de outubro de 2017, entrou em vigor em 1º de janeiro
de 2018, porém o decreto que estabelece as normas para se requisitar a isenção
ou remissão foi publicado pelo prefeito Márcio Cardim (DEM) somente em 18 de
dezembro do ano passado.
A legislação
beneficia os “imóveis atingidos por enchentes e alagamentos, aqueles legalmente
edificados e matriculados que sofreram danos físicos nas instalações elétricas
ou hidráulicas, bem como danos com a destruição de alimentos, móveis ou
eletrodomésticos decorrentes da invasão irresistível das águas, proveniente da
insuficiência do esgotamento de águas pelas galerias pluviais do local”.
“Independente do tamanho do dano a população tem direito a requerer, já que, se
há enchente por falta de drenagem das águas pluviais em vias públicas, é
responsabilidade da Prefeitura”, disse o vereador.
Para isso, o
Decreto nº 5.936, de 18 de dezembro de 2018, exige que o morador apresente os
documentos, tais como requerimento padrão, comprovante de residência
atualizado, documento do imóvel, cópia da identidade e do CPF, laudo técnico e
certificado emitido pela Defesa Civil, declaração de que o requerente não tenha
sido ressarcido do prejuízo alegado por outros meios e carnê de IPTU do
exercício ou extrato de débitos.
“O prefeito Márcio Cardim concordou no teor da Lei, pois sancionou, sem vetos, e publicou decreto com as exigentes. Porém há uma falta de comunicação dentro da Prefeitura, que dificulta o acesso da população as informações para obter tal benefício”, ressalta Alcio Ikeda.
O prefeito
de Parapuã, Gilmar Martin Martins, anunciou a conquista de R$ 550 mil que serão
utilizados para obras de recapeamento de diversas ruas e avenidas da cidade.
Os recursos foram anunciados na terça-feira (19), quando a Prefeitura recebeu a confirmação de R$ 300 mil do deputado federal Keiko Ota e outros R$ 250 mil, de Francisco Everardo Oliveira Silva, o popular Tiririca.
Gilmar já anunciou que os recursos serão empregados em materiais de qualidade, que proporcionará uma condição melhor de tráfego e segurança aos motoristas da cidade.
“Ambos os recursos serão para realizar recape de máxima qualidade para sanar problemas em diversos pontos no Município. Continuaremos em busca de mais verbas para novos pavimentos e recapeamentos das vias de nossa cidade”, diz o prefeito.
Adamantina
será uma das sedes do ciclo de debates promovido pelo Tribunal de Contas do
Estado de São Paulo para agentes políticos e dirigentes municipais. Este ano
serão 20 encontros, sendo o voltado para as 23 cidades da região
jurisdicionadas a unidade local em 27 de junho.
O Tribunal
de Contas informa que os encontros têm como objetivo central o esclarecimento
de dúvidas concernentes à gestão administrativa e fiscalização dos órgãos
jurisdicionados.
O evento,
promovido há 23 anos, traz atividades que terão como propósito principal
orientar os gestores públicos sobre temas relevantes afetos à aplicação de
recursos, transparência, controle interno, acesso à informação, entre outros.
Segundo o
cronograma divulgado pelo Tribunal de Contas paulista, as atividades terão
início no próximo dia 28 de março, às 10h, em Mogi Guaçu, e seguirão até o dia
4 de outubro, com encerramento em Araçatuba.
O 23º Ciclo de Debates também ocorrerá em Campinas, Itapeva, Sorocaba, Araraquara, Araras, Ituverava, Ribeirão Preto, Guaratinguetá, São José dos Campos, Presidente Prudente, Fernandópolis, São José do Rio Preto, Registro, Santos, Marília, Bauru e Andradina, além de Adamantina.
A Unidade Regional do Tribunal de Contas em Adamantina atende Arco Íris, Bastos, Dracena, Flora Rica, Flórida Paulista, Herculândia, Iacri, Inúbia Paulista, Irapuru, Junqueirópolis, Lucélia, Mariápolis, Osvaldo Cruz, Ouro Verde, Pacaembu, Parapuã, Pracinha, Queiroz, Rinópolis, Sagres, Salmourão e Tupã.
Depois de atuar em projetos de pesquisas em análises químicas, físicas e biológicas com professores da graduação nos laboratórios do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI), a ex-aluna de Engenharia Ambiental da Instituição, Fernanda Buono da Silva, ingressou no programa de mestrado da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) de Tupã.
Em sua nova etapa dos estudos, pelos próximos dois anos, a engenheira ambiental e engenheira de segurança do trabalho fará pesquisa na área de Competitividade em Sistemas Agroindustriais por meio do Programa de Pós-graduação (Stricto Sensu – mestrado) em Agronegócio e Desenvolvimento da Unesp. “Ao longo do desenvolvimento do mestrado poderei alinhar o conhecimento adquirido na faculdade com uma proposta que possa contribuir para a sociedade”, disse Fernanda.
Segundo ela, a UniFAI foi muito importante na construção da base do conhecimento necessário para prosseguir na carreira acadêmica. “A UniFAI ‘facilitou’ o meu ingresso ao mestrado, pois me proporcionou durante a graduação um contato direto com o meio acadêmico, através de congressos, seminários, participação em projetos e elaboração de artigos. Durante minha graduação atuei em projetos de pesquisas com professores do curso de Engenharia Ambiental em análises químicas, físicas e biológicas nos laboratórios da UniFAI e me identifiquei com a área”, revelou.
Outro ponto positivo, para Fernanda, foi a estrutura que “proporcionou um aprendizado de campo e desenvolvimento das pesquisas onde os laboratórios possuem equipamentos modernos e completos”.
A ideia, depois de concluído o mestrado, é atuar na área profissional e também prosseguir no meio acadêmico. “Já tive a experiência como professora universitária especial no ano passado em uma faculdade da região, na qual me identifique ainda mais com a área acadêmica”, finalizou Fernanda Buono.
Confira abaixo a íntegra da entrevista com a ex-aluna Fernanda Buono da Silva à equipe do Departamento de Comunicação da UniFAI:
UniFAI – Como foi a sua preparação para ingressar no programa de mestrado?
Fernanda – O processo seletivo para o ingresso na pós-graduação está cada vez mais concorrido e o número de candidatos nos processos seletivos da pós-graduação só tem aumentado. Determinação, foco e preparação são fundamentais para conseguir se sair bem na prova e conquistar a vaga. A UniFAI “facilitou” o meu ingresso ao mestrado, pois me proporcionou durante a graduação um contato direto com o meio acadêmico, através de congressos, seminários, participação em projetos e elaboração de artigos.
UniFAI – O que te motivou a seguir a área?
Fernanda – Durante minha graduação atuei em projetos de pesquisas com professores do curso de Engenharia Ambiental em análises químicas, físicas e biológicas nos laboratórios da Instituição UniFAI e me identifiquei com a área.
UniFAI – Em qual área será o seu mestrado?
Fernanda – Competitividade em sistemas agroindustriais.
UniFAI – Em qual Instituição? Por quanto tempo? E como será a sua programação/rotina de estudos?
Fernanda – Na Unesp de Tupã, no Programa de Pós-graduação (Stricto Sensu) – Programa de Pós-graduação em Agronegócio e Desenvolvimento (mestrado), por dois anos. Cumprirei as disciplinas especiais e obrigatórias e desenvolverei minha dissertação.
UniFAI – Qual a sua atividade profissional atualmente?
Fernanda – Sou engenheira ambiental e engenheira de segurança no trabalho.
UniFAI – O curso de Engenharia Ambiental da UniFAI te deu o suporte necessário para mais esse passo em sua carreira profissional?
Fernanda – Durante minha graduação atuei em um projeto de pesquisa com os professores do curso de Engenharia Ambiental em análises químicas, físicas e biológicas nos laboratórios da Instituição FAI. O nome do projeto é “Avaliação da qualidade das águas do Rio Aguapeí-SP, junto às confluências dos córregos Lajeado, Ribeirão Iacri e Ribeirão Tibiriçá”. A FAI foi de extrema importância em minha carreira acadêmica, pois me proporcionou oportunidades de contato e conhecimento com o meio institucional. Ao longo do desenvolvimento do mestrado poderei alinhar o conhecimento adquirido na faculdade com uma proposta que possa contribuir para a sociedade.
UniFAI – Como você avalia o curso de Engenharia Ambiental da UniFAI quanto à estrutura, o conteúdo programático e pedagógico e o corpo docente?
Fernanda – A estrutura me proporcionou um aprendizado de campo e desenvolvimento das pesquisas onde os laboratórios possuem equipamentos modernos e completos. Os conteúdos programático e pedagógico serviram de base para o ingresso profissional e acadêmico. O corpo docente bem preparado proporcionou um suporte necessário no desenvolvimento do curso. Agradeço a todos os professores que contribuíram para minha formação acadêmica e profissional.
UniFAI – Quais são seus planos para o futuro?
Fernanda – Atuar na área profissional como engenheira ambiental e engenheira de segurança do trabalho e também prosseguir no meio acadêmico. Já tive a experiência como professora universitária especial no ano passado em uma faculdade da região, na qual me identifique ainda mais com a área acadêmica.
A Prefeitura
de Rinópolis anunciou a retomada da construção da Creche Escola no bairro
Antônio de Paulo Reis. Com investimento superior a R$ 1 milhão, a unidade é
construída em parceria com governo do estado de São Paulo.
O prefeito José Ferreira de Oliveira Neto informou que a obra está 65% concluída. A empresa responsável realizou recentemente a construção de muro e instalou portas e janelas, que garantem a segurança ao espaço que deve abrigar cerca de 100 crianças, atendendo assim a uma necessidade de aumento no número de vagas na Educação Infantil.
A unidade contará com berçários, fraldários, lactários, refeitórios e toda a infraestrutura necessária para atender crianças entre seis meses e seis anos.
“Solucionamos os entreves que deixaram a obra paralisada por um tempo, e agora a construção foi retomada e deve ser concluída no próximo ano. É um importante investimento na área de educação, já que o local proporcionará a estrutura necessária, além do material que também será disponibilizado pelo Estado, para que os pais deixem seus filhos com segurança”, disse Neto.
Os setores
do comércio e de serviços de Adamantina vivem a expectativa para conhecer as
empresas e profissionais liberais que se destacaram em 2018. A tradicional
premiação, organizada pelo Grupo IMPACTO e Sincomercio Nova Alta Paulista
(Sindicato Patronal do Comércio Varejista), está marcada para acontecer em 4 de
maio, quando cerca de 100 certificados ‘Destaques do Ano’ serão entregues em
concorrido jantar realizado no ATC (Adamantina Tênis Clube).
Este ano a
premiação trouxe uma grande novidade – pesquisa online, que ampliou o número de
participantes, trazendo mais fidelidade no Top Of Mind (empresas mais populares
na mente do cliente). Foram mais de 1 mil questionários respondidos, que mapearam
as preferências dos consumidores de Adamantina por meio da pergunta: qual o
primeiro nome que lhe vem à mente quando o assunto é: (ramo de atividade)?
O gerente
administrativo do Grupo IMPACTO, Alessandro dos Santos, ressaltou a importância
da premiação, que é o principal evento de valorização de empresas e
profissionais liberais da cidade. “Mais do que definir os ganhadores de cada
categoria, aqueles que investiram para atrair seus consumidores, desenvolveram
estratégias para fidelização dos clientes, o prêmio ‘Destaques do Ano’ é um
reconhecimento à importância do comércio para economia local, que gera emprego
e renda para população”, enfatiza.
O prêmio
‘Destaques do Ano’ traz também benefícios ao consumidor final. “Além de
reconhecer quem promove melhorias na estrutura, produto e atendimento, a
premiação faz com que as demais empresas se adaptam e investem para a conquista
do cliente, que ganha novas opções para realizar suas compras”, completa
Alessandro dos Santos.
A premiação
que chega a sua 22ª edição será realizada em 4 de maio, um sábado, no
Adamantina Tênis Clube, reunindo cerca de 800 convidados em uma noite especial.
A festa conta ainda com um requintado jantar, além de banda ao vivo.
Os parceiros e
patrocinadores são: Grupo Joia de Comunicação, Buffet Massine’s, Adasebo Patense
e UniFAI (Centro Universitário de Adamantina).